quarta-feira, 22 de maio de 2019

5 dicas para mães de primeira viagem


Quando um bebê nasce  todos os cuidados da família se voltam para o novo membro, tão frágil e que exige tantos cuidados. Mas, ao mesmo tempo que o recém-nascido chega ao lar, uma mãe também acaba de nascer, de estrear em um novo mundo cheio de desafios e dúvidas. Por isso, elas também precisam de um olhar especial.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Maternidade traz desafios que precisam ser observados para evitar adoecimento

Ser mãe é... conviver com a culpa. A frase é estranha e pode parecer inadequada em uma data tão festiva como o Dia das Mães, mas retrata uma realidade que atinge muitas mulheres e que precisa ser debatida para que a maternidade seja vivenciada com alegria e liberdade. A chegada do bebê, a mudança de rotina, o fim da licença e a dúvida de voltar ou não a trabalhar são alguns dos inúmeros quesitos que influenciam no desencadeamento da culpa materna.
A psicóloga da Holiste, Raíssa Silveira, aponta que a culpa materna está muitas vezes relacionada a uma idealização construída pelas próprias mulheres, mas muito influenciada pelas construções sociais.
“O sentimento de culpa está diretamente associado a incapacidade de cumprir exigências de uma idealização internalizada, que se estabelece pelo processo de socialização. É uma questão sociocultural acreditar que o amor materno está somente embebido de romantismo e que a mãe deve fazer o possível e o impossível por um filho, mesmo que isso signifique negar seus medos e angústias”, salienta a especialista.
Uma grande fonte de culpa vem de um estereótipo idealizado de que as mães são um ser divino, heroico, beirando a perfeição e que consegue dar conta de todas as tarefas que lhe são designadas.
“A culpa é uma manifestação do medo e da angústia, ou seja, do ego, por não estar à altura desta exigência superegóica. Então, quanto mais idealizado, mais superegóico. E, às vezes, esse sentimento acaba impossibilitando mulheres de serem mães porque não se acham capazes de exercer esse papel. E as que são mães tornam-se pessoas inseguras, indecisas e com medo de educar”, alerta.
Lidando com a culpa
Segundo Raíssa, o segredo para amenizar esta culpa é entender que é impossível dar conta de tantas tarefas com perfeição e há momentos em que a mulher deverá abdicar de algumas coisas em prol de outras. 
“O segredo é aceitar que não é essa potência toda, aceitar que não é a mulher maravilha. O que vale é a qualidade da relação mãe e filho e não a quantidade. É possível ser presente sem estar presente todas as vezes. A falta é muito importante para construir o subjetivo dos filhos, de que não podem ter tudo. Se essa idealização não dá espaço para a falta, a mulher irá se questionar o tempo todo de que está em dívida com seu filho, tentando recompensá-lo, inclusive com bens materiais”, conclui. 
Depressão pós-parto
Embora extremamente romantizada, a maternidade é cheia de desafios. Alguns deles podem se transformar em patologia e necessitar de tratamento médico. É muito comum que nesta fase algumas mulheres apresentem sintomas depressivos como tristeza e desespero, alterações de humor, falta de apetite, cansaço e perda do interesse pelas atividades do dia a dia.
A psiquiatra da Holiste, Livia Castelo Branco, destaca que, quando a mulher acha que não está dando conta da nova rotina, associado a um sentimento de desesperança, de tristeza intensa e insegurança, levando a um prejuízo muito grande na relação da mãe com o filho e também com demais familiares, são sinais de alerta.
“Em geral, esses sintomas fazem parte apenas de um período chamado de ‘blues puerperal’ ou ‘baby blues’. A mãe se sente irritada, triste e com vontade de chorar. Acredita-se que esta fase esteja ligada às mudanças hormonais que acontecem nos primeiros dias após o parto e podem durar até duas semanas, quando os sintomas costumam desaparecer sem intervenção médica”, explica Livia.
No entanto, em torno de 15% dessas mulheres desenvolvem a depressão pós-parto, um quadro caracterizado por estes mesmos sintomas depressivos, só que com maior intensidade, que incluem humor deprimido na maior parte do tempo, alterações na rotina de sono, sentimento de inutilidade e desesperança e até pensamentos suicidas. Além disso, na depressão os sintomas costumam prevalecer mesmo após quatro semanas depois do parto e trazem um prejuízo na vida funcional da mulher.
Tratamento
No caso do baby blues, após a segunda semana é bem provável que os sintomas desapareçam sozinhos sem que haja a necessidade de procurar um profissional. Já para a depressão pós-parto, o tratamento varia de acordo com o nível do transtorno e de como ele afete a vida funcional da mulher. De acordo com a psiquiatra Livia Castelo Branco, “nos casos de leve a moderado, que já percebemos um prejuízo, geralmente o apoio familiar e o acompanhamento psicoterápico, ou seja, um médico psiquiatra e o psicólogo, já são suficientes. Em quadros de moderado a grave, a depender de cada caso, é que começaremos a pensar em alguma medicação”.

Beijos

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segunda-feira, 18 de março de 2019

Feira Literária será realizada durante Encontro de Contadores de Histórias de Sergipe


Já pode reservar a data e se organizar para garantir sua presença com as crianças na IX Feira Literária do Encontro, que acontece esta semana, nos dias 22 e 23. O evento será realizado no Centro de Criatividade, localizado na rua Dom Bosco 119, no bairro Suíssa. A entrada para o evento é gratuita e este ano contará com as presenças dos escritores Júlio Emílio Braz (RJ) – autor de mais de 150 obras de literatura infanto-juvenil, que estará relançando uma de suas mais vendidas obras, “Pretinha, eu?”. Júlio é ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura em 1988 e tem várias premiações internacionais.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Livro “A princesa que limpou o coração” será lançado neste sábado


Escrever sempre fez parte da vida de Leidiane Nascimento desde a infância. Era no papel que ela colocava suas ideias, histórias de sonhos e fantasia. Neste sábado, o público sergipano vai poder conhecer sua primeira obra publicada, voltada para o público infantil. “A princesa que limpou o coração” é um livro que trata sobre amor, verdade e perdão.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Maternidade Nossa Senhora de Lourdes abre inscrições para projeto Doulas da Amamentação


A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), estará com as inscrições abertas para o projeto Doulas da Amamentação a partir desta sexta- feira, 25, até o dia 4 de fevereiro. As doulas têm um papel fundamental no acolhimento das puérperas, através do trabalho desenvolvido de suporte em amamentação. Elas atuam na UTI, nas alas  Azul e Rosa, apoiando as mães, ajudando na ordenha e estimulando o aleitamento nas primeiras horas de vida do bebê.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Lore Improta apresenta em Aracaju “O Fantástico Mundo da Lore"


O espetáculo infantil “O Fantástico Mundo da Lore” chegará a capital sergipana no próximo dia 2 de fevereiro. Apresentado pela dançarina e digital influencer Lore Improta, o espetáculo ocorrerá no Teatro Atheneu, às 17h, com abertura das portas uma hora antes.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Pesquisa comparativa dos preços dos materiais escolares auxilia consumidores


Com a aproximação do período de volta às aulas, a Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec), por meio do Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Aracaju (Procon Aracaju), realizou, nos dias 2 e 3 de janeiro, a pesquisa comparativa de preços de materiais escolares na capital sergipana. Além de monitorar os estabelecimentos comerciais, o levantamento procura oferecer referências de preço ao consumidor, já que, com a consulta prévia, é possível trazer mais responsabilidade às compras.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Estudo inédito vai avaliar tempo de tela em crianças e adolescentes


Assim, rapidamente, você saberia responder quanto tempo seu filho passa na tela do tablet ou celular por dia? Uma pesquisa pioneira iniciada pelo National Institute of Health (NIH), dos Estados Unidos, que quer compreender o impacto do uso frequente dessas telas no desenvolvimento infantojuvenil. O trabalho, iniciado a partir do escaneamento do cérebro de crianças entre nove e dez anos de idade, acompanhará ao longo de uma década cerca de 11 mil crianças, distribuídas em 21 Centros de Pesquisa.