segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O que levar em conta antes de decidir ter um animal de estimação em casa


Às vezes, os apelos são muitos. Sei bem como é isso! Eu mesma aqui em casa já fui alvo de muitos e, confesso, quase cedi a eles. Afinal de contas, quem não se encanta com aquele olhar doce de um filhote de gatinho ou a esperteza de um cãozinho? Mas resolver ter ou não um animal de estimação em casa é uma decisão que deve ser muito bem pensada por toda família. Sim, porque ter um bichinho em casa não é como ter um brinquedo novo. É preciso pensar que um animalzinho é mais um ser vivo que vem se somar à família e requer cuidados e atenção.


A médica veterinária Juliene Oliveira da Silva disse que a primeira coisa que deve ser levada em conta é a estrutura da casa, se tem criança, como é a rotina da família, se terá tempo para cuidar desse novo membro, para que ele venha agregar à rotina da casa e não se tornar um transtorno. “Tudo isso tem que ser levado em consideração”, observou. Essa análise é fundamental também para ajudar na escolha do animal e seu porte. “Se for um cachorro, para quem mora em apartamento, o ideal é que seja um animal de pequeno porte, podendo ser de pelo curto ou longo, a depender da disposição da pessoa. Pensar também que algumas raças latem mais que outras”, exemplificou.
Juliene: importante estar atento às necessidades do animal
Outro ponto importante levantado pela veterinária Juliene é estar atento às necessidades desse animal que veio fazer parte da família, em relação à alimentação, aos cuidados com sua saúde e no ambiente em que vai viver. “É preciso que ele tenha uma alimentação de boa qualidade, que goste e sinta prazer em estar comendo. Também é importante sempre buscar orientação do médico veterinário periodicamente, cuidar do controle de parasitas, porque podem trazer doenças aos humanos, sem contar a importância da imunização, com aplicação das vacinas nas épocas certas”, ressaltou.

Também é importante ter atenção com os banhos, que, dependendo da raça e da pelagem, tem que ser semanal ou quinzenal. Muito cuidado também com certos tipos de alimentos que podem ser tóxicos e determinadas espécies de plantas, pois alguns filhotes têm o hábito de fuçá-las e até comer a folhagem e podem se intoxicar. “Por isso é importante primeiro entender nosso ambiente para depois escolher uma raça ou um animal que melhor se adapte a essa rotina da casa e ao tamanho do ambiente”, disse.


Para Juliene Silva, é preciso que as pessoas entendam que os animais não são objetos. “Se é para adotar um pet, que seja de forma responsável, que ele não seja um brinquedo. Mas que tenha acesso aos cuidados básicos e tenha suas necessidades básicas atendidas”, ressaltou a médica veterinária.

Beijos

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