segunda-feira, 22 de maio de 2017

Por que é importante fazer o Teste do Pezinho

Pezinho mini da minha Beatriz, fazendo o Teste do Pezinho
Com a sensibilidade à flor da pele depois de dar à luz, sei bem como dói no coração levar o bebê para fazer o Teste do Pezinho. Passei por isso duas vezes! Aquela coisinha pequena, tão frágil ter o calcanharzinho furado para tirar sangue o suficiente para preencher a cartelinha é de arrancar lágrimas não só do bebê, mas da gente também. Mas não há como fugir: fazer o exame no bebê é fundamental, para que sejam detectadas, o quanto antes, doenças metabólicas, genéticas e infecciosas nos recém-nascidos.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Mães recebem homenagens no Hospital Universitário

 Mães de crianças em atendimento no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) foram homenageadas pelo Dia das Mães. Nesta terça-feira, dia 16, uma comemoração simbólica reuniu as mães de crianças com microcefalia atendidas na Unidade de Reabilitação do hospital.

sábado, 13 de maio de 2017

Mães empreendedoras: a arte de conciliar carreira e família

Voltar ao trabalho depois da licença-maternidade é um dilema que praticamente toda mãe passa por ele. Ouso até dizer que essa preocupação começa a ocupar a cabeça de nós, mães, antes mesmo de o bebê nascer. Que rumo dar à vida profissional depois da maternidade? Como conciliar filhos e carreira? Vou conseguir dar conta de tudo? Continuarei sendo tão capaz quanto antes? Será que darei atenção suficiente a meu filho? Quem nunca fez esses questionamentos? Em meio a esses dilemas, muitas mulheres têm optado pelo trabalho em casa após a chegada dos filhos.

Maior flexibilidade de horários para dar atenção aos filhos e ter mais tempo para a família, mas sem abrir mão da carreira, é um dos principais motivos para essa decisão. Uma pesquisa realizada traçou o perfil da mulher empreendedora no país. O levantamento feito pela Rede Mulher Empreendedora apontou que a maioria das mulheres que empreende é casada, tem entre 30 a 39 anos e esse desejo de empreender vem não apenas pelo retorno financeiro, mas também pela vontade de mudar o mundo.

Após ouvir cerca de 1.400 participantes, a pesquisa detectou que 75% das entrevistadas começaram a empreender após a maternidade. “Esse é um resultado bastante expressivo. Na classe C essa porcentagem aumenta para 83%. Dentre os principais motivos estão a flexibilidade de horário, trabalhar com o que gostam e realizar sonho”, revelou Cláudia Soledade, embaixadora da Rede Mulher Empreendedora em Sergipe.
Letícia e sua família: sonho de empreender hoje é realidade
Antes de ser mãe, a hoje artesã Letícia Félix Tavares até pensava em ter seu próprio negócio, mas era apenas um sonho. Nada a ver com a profissão de professora de inglês que exercia. Foi depois da maternidade que esse desejo começou a tomar corpo. “A ideia de ter meu próprio negócio surgiu com a minha vontade de ser mãe em tempo integral. Depois da chegada da minha filha do meio, eu percebi que não havia ninguém melhor para ficar, cuidar, educar os meus filhos do que eu mesma. Então decidi sair do meu emprego e me dedicar totalmente a eles”, contou. Mas no meio desse caminho ela se descobriu grávida do terceiro filho, que não estava nos seus planos. “Sem a minha renda e mais um bebê chegando as finanças começaram a apertar. Vi que havia nas redes sociais mulheres que vendiam seus artesanatos. Foi aí que resolvi fazer o mesmo, então comecei a divulgar meu trabalho”, disse.

O incentivo do marido e de algumas pessoas da família foi impulsionando, ela foi ganhando seguidores, que se transformaram em mais e mais encomendas de suas peças artesanais e de costura. “Peguei o gosto pela coisa. Ficava tão feliz quando recebia encomenda de gente desconhecida que tinha visto meu trabalho numa rede social ou numa feira”, relatou. Letícia gostou tanto do resultado que começou a profissionalizar o negício, criando um nome comercial. E assim surgiu a Costuradamente, ou Costura da Mente. “Mãe de 3 filhos com diferença de idade muito próximas você pode imaginar o porquê do nome, né?!”, disse a mãe de Theo, Nalu e Otto.
Viviane depois da maternidade realizou o desejo de empreender
Por muitos anos, Viviane Lima Ribeiro também trabalhou fora de casa. Hoje, suas atividades profissionais são feitas todas em casa. O desejo de empreender e trabalhar para ela mesmo, que surgiu assim que ela engravidou, pode ser concretizado quando a filha Vivian, hoje com 7 anos, estava com 5. “Sempre senti necessidade de trabalhar em casa. Quando engravidei, procurei aprender algo que eu pudesse fazer em casa. Comecei a arte em biscuit. Agora estou trabalhando com modelagem em chocolates e design de bolos. Meu sonho sempre foi trabalhar em casa para tomar conta da minha filha”, disse.

Como conciliar
Mas quem pensa que trabalhar em casa é moleza, fazer as coisas quando quer e quando der, engana-se! É preciso muita disciplina para que esse homeoffice dê certo. Viviane conta que trabalhar em casa exige muito, pois é preciso muita organização do tempo, para saber administrar o tempo para dedicar à atividade profissional, aos cuidados da casa e cuidado com filhos. “Tento trabalhar em horário comercial. É difícil, pois às vezes varo a noite, mas consigo. É difícil conciliar os serviços de casa com o trabalho, mas a melhor coisa é fazer meu tempo, trabalhar no meu horário, cuidar da filha sem pressão e os compromissos que o trabalho fora de casa traz”, avaliou, lembrando que por trabalhar em casa pode ter tranquilidade de, por exemplo, ir levar a filha ao médico quando precisa.

Com três filhos e sem uma pessoa para ajudar a cuidar da casa, Letícia Félix também tenta administrar da melhor forma. “Além de cuidar da molecada, tenho que fazer todo o serviço que uma casa e uma família exige. Por isso me dedico ao trabalho apenas à noite. Amo me dedicar aos meus filhos, meu lar e meu marido durante o dia e poder ‘relaxar’ trabalhando a noite! Sim, eu relaxo trabalhando”, disse.

Dificuldades
Além do aporte financeiro, conciliar família e trabalho, principalmente aquelas que não têm com quem deixar os filhos, são as principais dificuldades encontradas pelas mulheres que decidem empreender. A embaixadora da Rede Mulher Empreendedoras cita alguns cuidados que a mulher deve observar para não misturar as atribuições profissionais e maternas. “É necessário que saibamos administrar bem o nosso tempo, determinando os horários para cada papel, conciliando as atividades e buscando ajuda. Ter foco no negócio requer disciplina e claro importante buscarmos o equilíbrio em tudo que fizermos”, orienta.

Para que esse empreendimento seja bem-sucedido, Cláudia Soledade dá algumas orientações às mães que querem empreender. Uma delas é buscar atividades que já tenha talento para elas e que já saiba como fazer. “É possível transformar nosso talento e termos retorno financeiro”, disse. Ao decidir empreender, é preciso buscar redes de apoio, como o Serviço de Apoio à Micro Empresa (Sebrae), para orientação dos caminhos a percorrer. Cursos específicos na área e de gestão de um negócio, que também é possível encontrar em outras instituições como Senai e Senac, e rede de relacionamentos para que a mulher possa apresentar seu negócio e fazer networking, a exemplo da Rede Mulher Empreendedora, que oferece apoio mútuo e suporte para empreender, também são muito importantes. O contato com a Rede pode ser feito através do site www.rme.net.br ou pelo Facebook Rede Mulher Empreendedora.

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Uma sessão de beleza. Quem não merece?

Dia das Mães chegando e a gente vai entrando no clima com tanta homenagem, presentinho... E alguém aí acha ruim? Que nada!!! A gente ama. Eu pelo menos amo de paixão. E nesses dias que antecedem o nosso dia fui presenteada pelo Salão Democrata com uma tarde de beleza. Ai, gente, maravilhosa!

Aproveitei esse tempinho de cuidados especiais junto com a Kércia Alcântara, do Pequenos Sergipanos, e a Carol Portugal, do Tudo de Mães. Afinal de contas, nessa vida corrida que a gente vive, se desdobrando pra dar conta de casa, filhos, trabalho, nem sempre sobra um tempinho para cuidar da gente e da beleza.

Lá fomos muito bem tratadas por toda equipe Democrata, recepcionadas por expert Caio Abreu e as meninas, entre elas Rosane Santos e Tereza, que capricharam no cabelo, maquiagem e unhas. A tarde teve ainda um bate papo legal sobre esse tempinho que nós mamães precisamos dar a nós mesmas para cuidar da nossa beleza. Afinal, é uma forma de cuidar do nosso próprio bem-estar e autoestima. E a tarde teve também direito a muitos mimos dos parceiros do evento, como a Lowell Cosméticos, Paraíso das Flores e a Divino Geladin.



E para você que ainda está sem saber como presentear a mamãe dou uma dica. Que tal uma sessão de beleza lá no Democrata? Além de linda, ela vai ser muito bem tratada. Nesse sábado, véspera do Dia das Mães, o salão terá promoções e brindes para as mamães. Aproveita e dá uma passada nos salões localizados na Nova Saneamento (vizinho à pizzaria Paulistinha) e no Extra!

Confira nos clicks de Bruno Brito como foi nossa tarde.

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domingo, 7 de maio de 2017

Fuja das infecções do outono comuns às crianças

Semana passada, Sergipe sentiu, enfim, o gostinho de chuva nesse outono. Junto com ela não veio apenas um alívio – por menor que seja! – nas altas temperaturas. Essa mudança de tempo ocorrida nessa estação acaba aumentado a incidência de infecções, principalmente em crianças. É tosse pra cá, nariz escorrendo pra lá, uma molezinha aqui, uma febrinha ali... A gente sabe muito bem como é!

A pediatra Kércia Alcântara revela que isso acaba ocorrendo porque as pessoas ficam muito mais em lugares fechados e mais aglomeradas. Nas escolas, as crianças ficam em salas fechadas, assim como em casa! Vão mais aos shoppings, ficam mais na parte interna dos restaurantes e muitas vezes não há circulação de ar adequada devido à quantidade de pessoas no local.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Comissão aprova espaço infantil gratuito em shoppings e hipermercados

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou proposta que obriga shoppings e hipermercados a disponibilizar, sem cobrança de taxa, área de lazer com brinquedos para o público infantil de até sete anos de idade.

Ficam fora da regra os estabelecimentos de pequeno porte, ou seja, shoppings com até 19.999 metros quadrados e supermercados com menos de 6 mil metros quadrados. A regra também não vale para hipermercados localizados em shopping centers que já ofereçam o espaço infantil.

Conforme o texto, ao menos um profissional habilitado deverá prestar assistência a cada grupo de até dez crianças, inclusive aquelas com deficiência. O chamado “espaço kids” ficará aberto das 8 às 21 horas, nos dias de atendimento ao público.

Exceções
O texto aprovado é o substitutivo apresentado pelo deputado Aureo (SD-RJ) ao Projeto de Lei 4906/16, do deputado Alfredo Nascimento (PR-AM), que trata da obrigatoriedade.

O substitutivo apenas excetua os pequenos shoppings e supermercados da regra. “Para shoppings e mercados menores, o custo de oportunidade do espaço perdido é maior, podendo gerar um impacto desproporcionalmente elevado sobre o negócio”, argumentou o relator.

Oportunidade lucrativa
Por outro lado, Aureo observou que a proposta é uma oportunidade quando se considera que a falta de tempo é uma constante da vida contemporânea.

“As famílias estão ficando menores, o que torna mais difícil para os pais contarem com pessoas de sua confiança para cuidar de seus filhos enquanto realizam as várias atividades diárias. Isso se torna particularmente complicado no momento de ir às compras em shoppings e hipermercados”, afirmou.

Na avaliação do relator, a obrigação pode se tornar lucrativa para os estabelecimentos comerciais, uma vez que o cliente poderá fazer suas compras com mais tranquilidade.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Fonte: Agência Câmara Notícias

terça-feira, 2 de maio de 2017

Mudança de hábito para enfrentar a obesidade

Diz o ditado, que “a palavra convence, mas o exemplo arrasta”. Pensando dessa forma, há muito o que se refletir sobre o que temos falado e o que temos feito, no que se refere à alimentação e hábitos saudáveis. Dados divulgados recentemente da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, mostram que, na última década, a obesidade entre os adultos cresceu 60%. Isso significa que, no ano passado, 18,9% da população brasileira era considerada obesa.

Nesse mesmo período, o excesso de peso aumentou 26,3%, o que corresponde dizer que mais da metade da população adulta no país estava acima do peso recomendado, no ano de 2016. Se isso está acontecendo com os adultos, há de se perguntar que exemplo estamos dando para as crianças. Mais ainda: como gente grande e responsável por esses pequenos, que tipo de alimentação temos oferecido a eles?