terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cuidados com as crianças no verão

Com a temperatura ultrapassando fácil os 30 graus aqui em Sergipe, esses dias de verão são um convite ao ar livre, a um mergulho na piscina ou o frescor de um banho de mar. Se nós, adultos, gostamos disso, as crianças, então, fazem disso uma festa. Mas é preciso muito cuidado para que esses momentos prazerosos não tragam danos à pele e à saúde dos pequenos.

Nunca é demais lembrar que a exposição ao sol em excesso causa sérios danos à pele. No caso de crianças e bebês, ainda mais. A exposição deve ser evitada a partir das 10 horas e antes das 16h. Mesmo nos períodos adequados, as crianças devem usar protetor solar indicado para essa faixa etária, e reaplicar com frequência, sempre que mergulharem ou suarem.

Não esqueça de aplicar em partes que às vezes não lembramos, como orelhas, joelhos, pés e até mesmo cabeça, no caso de crianças com cabelo ralinho, para evitar que o couro cabeludo seja queimado. Lembrando que bebês com até seis meses não devem usar nenhum tipo de protetor/bloqueador solar, por ter a pele muito sensível.

O protetor solar não deve ser a única proteção. O uso de chapéus e roupas hoje disponíveis no mercado com proteção contra raios UV também é muito importante. Hoje até roupas de banho têm essa proteção.

No mar, proteja-se também dos efeitos tóxicos das queimaduras causadas por águas-vivas e caravelas. Caso isso ocorra, a pessoa deve ser retirada do mar. A área atingida deve ser lavada com a água do mar, sem friccionar, para que não o veneno não penetre na pele. Os médicos recomendam usar vinagre para lavar o local, para neutralizar o veneno e ajudar a diminuir a dor. Já em contato com a água doce o veneno é facilmente liberado.


O veneno das águas-vivas tem ação tóxica na pele humana, podendo causar inflamação extensa e até necrose. Em casos mais graves, pode provocar ainda arritmias cardíacas, alteração no tônus vascular e insuficiência respiratória por congestão pulmonar. Há também relatos de dor de cabeça, náuseas, vômitos, febre e espasmos musculares.

Beijos

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sábado, 21 de janeiro de 2017

Todo cuidado, sempre!

A notícia da morte de um bebê de um ano, essa semana aqui em Aracaju, depois que um aparelho de televisão caiu sobre ele, certamente deixou todos estarrecidos. A gente não consegue mensurar a dor que essa mãe está sentindo, por saber que seu filho morreu por causa de um acidente ocorrido dentro de casa. A informação é que, possivelmente, a criança tenha puxado o fio do televisor que estava em cima de um móvel e o aparelho (daqueles grandes, ainda de tubo) caiu sobre ela, que sofreu traumatismo craniano e não resistiu.

Acidentes são hoje a principal causa de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil. São aproximadamente 4,5 mil crianças dessa faixa etária que, todos os anos, morrem e outras 122 mil são hospitalizadas devido a essas causas no país. Esses dados e esse caso local só vêm reforçar a necessidade de a gente estar sempre atenta para evitar que acidentes dessa natureza aconteçam e continuem vitimizando nossas crianças. Já falamos sobre esse assunto aqui, mas, como disse, nunca é demais reforçar a necessidade de pequenos cuidados que fazem muita diferença.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Festa infantil: criatividade para driblar a crise e manter comemoração

Mesmo em meio à crise econômica, se tem um mercado que dá sinais de que não parece ter sido atingido por ela é o de festas infantis. No último ano, esse segmento registrou um crescimento de 30%, movimentando quase R$ 20 milhões. Muita criatividade, tecnologia, novos produtos e serviços agregados fazem de uma simples festinha de parabéns um verdadeiro evento social.

No entanto, como a gente sabe, o mar não está para peixe, dinheiro não anda caindo do céu... Mas quem disse que só porque você não está com alguns reais sobrando na conta precisa deixar o aniversário de seu filho ou filha passar em branco? Na-na-ni-na-não! Criatividade para achar novas alternativas é fundamental para que essa data tão especial não deixe de ser lembrada.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Memórias da 5ª série



Enquanto passava ferro no uniforme dela da escola, ontem à noite, um filme passava na minha cabeça. Eu também tinha 10 anos. Tudo era novidade para mim. Naquela época, ainda era a 5ª série. Escola nova, primeira vez em colégio público, primeira vez que ia usar calça jeans. Caderno de matérias, usar caneta, ter professores diferentes para cada disciplina, quatro intervalos e vários desconhecidos para dividi-los comigo. Seria a primeira vez que iria estudar uma língua estrangeira. Francês! "Comment vous appelez-vous? Je m'apelle Edjane". Nunca esqueci a expressão do professor (que não me recordo o nome) ao pronunciar essa frase, que ficou tão gravada em minha mente quanto a imagem engraçada do seu cílio avantajado.

domingo, 15 de janeiro de 2017

2017 chega com deliciosas novidades no McDonald’s

Turma que foi conhecer as novidades no McDonald's
O que seria da vida sem aquelas brechas que nos trazem uma dose de satisfação a mais? Então, me permiti uma delas esses dias. Não podia ser diferente. Recebi o convite para conhecer as novidades do McDonald’s nesse início de ano e fui lá. 2017 começou com o Mc apesentando o retorno do Grand Big Tasty e do Big Tasty Bacon ao cardápio. Mas, prepare-se, ele é, realmente, um grande matador de fome! Eu que o diga!!!

E a dupla volta agora bem acompanhada pelas McFritas Tasty, que são nada mais que as tradicionais McFritas regadas ao molho Tasty e com pedaços de bacon. É, realmente, uma (deliciosa) perdição! E as fritas são uma verdadeira paixão dos brasileiros. Sabiam que, só em 2016, foram consumidas 32 mil toneladas de batata pelos consumidores do McDonald’s no Brasil? As McFritas servidas no Brasil são produzidas na Argentina.

Grand Big Tasty: o matador de fome
Big Tasty Bacon
O Big Tasty está no cardápio desde 2005 e é um dos sanduíches mais vendidos em todo o Brasil. Conhecido pelo molho saboroso e o generoso hambúrguer, os novos sanduíches da “família Tasty” apresentam duas opções. A versão Grand Big Tasty, que contém dois suculentos hambúrgueres, molho Big Tasty, cebola fresca, alface americana, tomate e queijo servidos no pão com gergelim, e a versão Big Tasty Bacon, montado no pão quadrado do CBO e que adiciona três fatias de bacon à receita do tradicional Big Tasty, que inclui hambúrguer, molho Big Tasty, cebola fresca, alface americana, tomate e queijo. 
Muito boa essa sobremesa
E quando eu pensava que as novidades já tinham cessado, eis que chega o grand finale com uma sobremesa irresistível. Diga-me se tem como recusar algo com chocolate Kopenhagen? Pois é, a rede apresenta em seu cardápio o delicioso McFlurry Kopenhagen Nhá Benta, composto pelo delicioso mix de baunilha com calda de chocolate, marshmallow e bolinhas de chocolate Kopenhagen. Comi de olhos fechados!

E você sabia que, como cliente, você pode saber, tintim por tintim, como são preparados os lanches do McDonald’s? Pois é! A rede mantém em todo país o programa Portas Abertas. Desde o ano passado, em todas as lojas do país é possível que o cliente possa conhecer a cozinha e as instalações das unidades, sabendo como são preparados os sanduíches, as fritas e as sobremesas. São visitas guiadas pela equipe do Mc. Mais de um milhão e meio de visitas já foram realizadas em todo Brasil. Na próxima visita a um McDonald’s que tal acompanhar de perto esse processo? Fica a dica!

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Pais devem observar selo do Inmetro em artigos escolares

Artigos escolares também devem ter o selo do Inmetro O período que antecede a volta às aulas é marcado pela intensa procura dos pais por artigos escolares. Na hora da compra, um fator importante precisa ser observado: a presença nos produtos do selo de avaliação da conformidade, popularmente conhecido como selo do Inmetro.

A certificação do Inmetro garante a segurança das características originais aprovadas por normas estabelecidas pelo Inmetro. O selo atesta que o produto foi submetido e aprovado, a depender de sua natureza, em testes químicos, mecânicos, toxicológicos e biológicos.

É considerado artigo escolar qualquer objeto ou material com motivos ou personagens infantis projetados para uso em ambiente escolar ou atividades educativas, com ou sem funcionalidade lúdica, por crianças menores de 14 anos. Ao todo, são 25 itens, entre eles, apontador, borracha, caneta hidrocor, giz de cera, lápis, compasso, régua, estojo, massa de modelar, lancheira, tesoura sem ponta, marcador de texto, pasta com aba elástica e tinta.
Além do selo do Inmetro, o consumidor deve observar se os artigos escolares trazem na embalagem informações em língua portuguesa. O selo é de responsabilidade do Inmetro, mas o fabricante é quem deve colocar na embalagem seu CNPJ, nome, razão social e endereço. “O fabricante também deve colocar em língua portuguesa o prazo de validade de produtos, a exemplo de tinta e massa de modelar, e a composição química quando o material for em líquido, pó ou gel. Isso porque determinados itens podem causar intoxicação ou alergia e as mães precisam saber se a criança pode ou não usar aquele produto”, explica Maria Inêz Almeida, gerente de qualidade e produtos certificados do ITPS, órgão executor das atividades do Inmetro em Sergipe.
O ITPS alerta aos comerciantes e consumidores que os artigos escolares vendidos a varejo, como canetas, lápis e borrachas, devem ser expostos dentro da embalagem original, já que esta contém o selo do Inmetro e informações do fabricante. Para os consumidores, outra recomendação é evitar as compras no mercado informal. “Neste tipo de mercado é comum encontrarmos embalagens com informações em língua estrangeira e até mesmo sem os dados do fabricante. Geralmente são produtos que não passaram pelos testes do órgão regulamentador, que é o Inmetro”, alerta Maria Inêz.

Fiscalização

Comerciantes cujos produtos estiverem sem o selo do Inmetro poderão ser penalizados, com advertências, apreensão do produto e multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, de acordo com o estabelecido na Lei n.° 9.933/99. O consumidor que encontrar irregularidades pode denunciar na Ouvidoria do ITPS por meio do telefone (79) 3179-8055 e do email ouvidoria@itps.se.gov.br.

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Fonte: Ascom ITPS

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Visão: importância dos cuidados desde a infância

Com a proximidade da volta às aulas, alguns pais acabam lembrando da necessidade de observar se está tudo bem com a saúde dos olhos dos filhos. Assim como a gente aproveita esse período de férias para um check-up médico e odontológico, é bom também colocar na listinha de prioridades uma visita ao oftalmologista, mesmo que a criança não apresente nenhum problema aparente. 

Em alguns casos, elas dão alguns sinais de que algo pode não estar bem com seus olhinhos. Mas nem sempre isso é tão perceptível. Por isso é imprescindível atenção redobrada tanto dos pais como das pessoas que estão mais perto da criança, como professores ou avós, tios, babás, para que, se houver algo, seja detectado logo no início. Uma boa visão é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos e, no caso daqueles que já estão na escola, para que não traga prejuízos ao aprendizado.

Para esclarecer algumas dúvidas e dar algumas orientações, o Conversinha de Mãe entrevistou a médica especialista em Oftalmologia Pediátrica, Catarata Congênita e Estrabismo, Lusa Reis. Ela esclarece que não existe uma frequência exata para que os pais levem as crianças ao oftalmologista. Isso vai depender da existência ou não de alguma doença oftalmológica na criança. Para aquelas que tiveram seu último exame normal, a orientação é um retorno anual.

“O que percebo no dia a dia é que alguns pais são fiéis ao retorno. Outros, nem tanto. Então, estabelecemos um prazo padrão para que mesmo aqueles ‘atrasados’ não sejam tão prejudicados com isso”, disse. No entanto, se a criança apresenta algum problema como miopia, hipermetropia, astigmatismo ou estrabismo os retornos têm que ser mais frequentes: a cada dois, três ou seis meses, dependendo de cada caso.

Primeira consulta
A médica observa que é importante que a primeira consulta oftalmológica da criança seja ainda na maternidade ou até o primeiro mês de vida do bebê, nos consultórios oftalmológicos, para que ele seja submetido ao Teste do Olhinho ou Teste do Reflexo Vermelho. “Após esse teste deve ter outra consulta com oftalmologista especialista em crianças com seis meses a um ano, depois com três a cinco anos e depois dos sete anos anualmente, supondo que todas as avaliações foram normais”, esclareceu.

Se esses prazos de ida ao oftalmopediatra forem seguidos, não há necessidade de levar os pequenos ao médico para uma revisão de volta às aulas, pois a criança estará com certa segurança de ter algum probleminha nos olhos diagnosticados precocemente. “Ou seja, não precisa esperar o início das aulas para ir ao oftalmologista. Esse acompanhamento deve ser feito durante toda vida, e com especial cuidado na primeira e segunda infância (dos zero aos sete anos). No período da alfabetização a exigência visual se torna maior, então, se os pais ainda não levaram seus filhos em consulta antes, esse período é momento”, observou Lusa.

Consequências
Os problemas de visão podem causar algumas dificuldades no aprendizado. A criança que não vê bem pode ter prejuízos em vários âmbitos da vida, além do aprendizado. A depender do grau de baixa visual a criança pode até ter seu desenvolvimento neuropsicomotor atrasado. “Como diz o filósofo: ‘Os olhos são a janela da alma e o espelho do mundo’. Ele não estava errado, pois realmente é através da nossa visão que recebemos todo aprendizado de vida e com isso expressamos através de atos e pensamentos”, destacou. 


A boa notícia é que as doenças que causam cegueira são raras na infância. Lusa disse que, dentre as doenças raras, mas que podem causar baixa visual, destacam-se a desnutrição (principalmente deficiência de vitamina A), catarata congênita, glaucoma congênito, opacidades de córnea causada por ulceras decorrentes de conjuntivite bacterianas, retinopatia da prematuridade e cicatrizes na retina. Por isso é tão importante esse acompanhamento oftalmológico desde a primeira infância.

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domingo, 8 de janeiro de 2017

Estreia exposição “O Fantástico Corpo Humano” em Aracaju

Foi aberta neste sábado, dia 7, em Aracaju, a exposição internacional “O Fantástico Corpo Humano, da Artbhz. A mostra, considerada o maior laboratório de anatomia itinerante do mundo, vai possibilitar uma verdadeira viagem pela anatomia humana, permitindo que os visitantes entendam mais sobre seus próprios corpos e, assim, ensinar como cuidar da saúde e optar por estilos de vida mais saudáveis. A exposição acontece no Shopping Riomar Aracaju, a partir das 14 horas.

O “Fantástico Corpo Humano” é uma viagem fascinante pelo próprio corpo. E a exposição é desenhada justamente para isso, pois sob a pele, uma série de sistemas intrigantes e órgãos trabalham segundo após segundo, para nos manterem vivos. A exposição já passou por países como Alemanha, França, Portugal, Estados Unidos, Argentina, México e viaja pelas principais cidades do Brasil, totalizado mais de 20 milhões de visitantes.

A visita não tem tempo limitado e não são guiadas, os visitantes poderão percorrer os salões livremente, mas existem monitores de plantão para dar informações adicionais quando solicitado. As galerias serão divididas pelos sistemas do corpo e por cores: esquelético, muscular, nervoso, respiratório, digestivo, cardiovascular, circulatório e reprodutivo, além de mostrar a vida fetal e a medicina moderna. Ao longo da exposição, os visitantes descobrem os detalhes do funcionamento dos órgãos.

A exposição é um mergulho tridimensional para dentro desses sistemas. “Os corpos não estão protegidos por nada. Os visitantes poderão observar todos os detalhes sem nenhuma vitrine, mas os órgãos estão todos dispostos em vitrine em razão da delicadeza e tamanho das peças. Vale lembrar que todas as peças são de corpos de verdade. Apenas os olhos são de acrílico”, diz Ruth Carvalho, responsável pelo gerenciamento da mostra. 
Os corpos são reais e foram doados à ciência para fins didáticos. Tudo passou por um complexo processo chamado plastinação, que substitui toda água e gordura do corpo por polímeros plásticos. Dessa forma, os corpos não cheiram e nem se decompõem, e até retêm a maioria de suas propriedades originais.

A exposição ajuda a ver e compreender as doenças de maneira nova, pois enfatiza problemas de saúde como câncer de mama, câncer de cólon, cirrose hepática (do fígado), gravidez ectópica, artrite, osteoporose e fraturas ósseas. A exposição também ilustra danos ou lesões a órgãos, como os causados por tabagismo e obesidade.

Em curta temporada em Aracaju, a exposição acontece de segunda a sábado, das 14h às 17h, e aos domingos e feriados, das 12h às 19h. os ingressos custam, de segunda a sexta: R$ 25 (meia) e R$ 50 (inteira). Aos sábados, domingos e feriados, R$ 30 (meia) e R$ 60 (inteira). A meia-entrada é válida para estudantes, professores, doadores de sangue, maiores de 60 anos e os ingressos estão à venda na bilheteria da exposição.

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Fotos: Mário Águas