segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Brincadeiras antigas: diversão passada de geração a geração

É na hora da brincadeira que as crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo que está ao seu redor. Respeito ao próximo, atenção, cuidado, entendimento das regras, limites próprios e do outro. São muitos os valores sociais importantes que a criança pratica ao brincar. Não precisa ter luz, som, piscar ou falar e andar sozinho. Às vezes é preciso deixar o brinquedo de lado e curtir a companhia do amigo apenas. Por isso, trazemos uma listinha de sugestões do PlayKids com antigas brincadeiras, para você e seu filho aproveitarem juntos, num clima um pouco nostálgico.
Piques: Pique-cola, pique-pega, pique-esconde, pique-bandeira ou pique-altos. Cada um com suas particularidades, os piques são super antigos e simples de se divertir. Quando mais gente na brincadeira, mais legal fica. O principal aqui é correr muito e fazer o que o nome da brincadeira diz.

Batatinha frita: De costas para o resto do grupo, a “batatinha”, fala bem alto: “Batatinha frita um, dois, três!”. Durante essa frase, as outras crianças tentam se aproximar da batatinha, mas precisam paralisar assim que ela acabar de falar e virar de frente para elas. Se alguém for pego se mexendo, está fora, e o primeiro que conseguir encostar nas costas da “batatinha” é o vencedor.
Pular corda: “Um homem bateu em minha porta e eu abri. Senhoras e senhores ponham a mão no chão. Senhoras e senhores pulem num pé só. Senhoras e senhores deem uma rodadinha e vá pro olho da rua!”. Toda menina já cantou essa canção pulando corda. Nem precisa de um número grande de pessoas para a brincadeira acontecer. O truque de amarrar uma ponta da corda de um lado, uma criança girar a outra pular, funcionam bem.
Bambolê: Para os jovens e adolescentes, a moda voltou, o que facilita encontrar diferentes modelos e cores do adereço. Mas, para a brincadeira ser sinônimo de diversão e não frustração, o ideal é que crianças acima de 5 anos brinquem. Com menos idade elas podem sentir grande dificuldade para manter o bambolê girando na cintura.

Polícia e ladrão: A diversão dessa brincadeira precisa ser um grupo grande de crianças. Dividas pela metade, entre policiais e ladrões, a missão dos policiais é de prender os ladrões e levá-los até a cadeia. Mas, outros ladrões podem ir lá salvar seus parceiros, desde que não sejam pegos por nenhum policial.

Amarelinha: Exige equilíbrio e coordenação motora. Do 1 ao “céu”, o desafio de pular com uma perna só vai diminuindo apenas com a prática. Um giz e uma pedrinha para jogar nos números são mais do que o suficiente pra essa brincadeira acontecer. O corredor da casa ou apartamento pode dar lugar à amarelinha feita com durex colorido, por exemplo.

Cabra-cega/gato mia: Uma venda nos olhos, um espaço não muito grande e no mínimo umas 4 ou 5 crianças. Quem nunca brincou na casa da avó com os primos?

Passa anel: Sentadas em roda, com a mão em formato de concha, as crianças aguardam uma delas colocar, de forma discreta, o anel na mão da escolhida. Nas outras, ela apenas fingirá que colocou. No fim, a ideia é descobrir com quem ficou o anel. Já brinquei muito isso com o nome de “Tome sal”.
Forca: Essa só vale para quem já está craque na leitura e escrita. Pensa-se em uma palavra e risca-se tracinhos numa folha de papel, o equivalente ao número de letras que a palavra tem. A ideia é adivinhar o que foi pensando, chutando cada hora uma letra, tomando cuidado porque, a cada palpite errado, um membro do corpo é desenhado para ser enforcado.

Legal, né? Brincadeiras ótimas para um dia de chuva, por exemplo.

Boa diversão!!

Beijos

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