segunda-feira, 25 de maio de 2015

Novo Cadastro é esperança para agilizar processos de crianças que aguardam adoção

Quase seis mil crianças esperam nos abrigos de todo Brasil o dia que serão adotadas. Do outro lado, 33,5 mil pessoas interessadas em adotar aguardam o momento de verem o processo concluído. O que, à primeira vista, parece uma conta simples de equacionar no é tão simples assim. Os perfis exigidos pela maioria dos candidatos a adotantes dificulta esse encontro da criança e sua nova família.
 
O lançamento da nova versão do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) é a esperança de que esse trâmite seja diminuído e o caminho para a adoção seja mais rápido. A proposta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi lançada recentemente. O novo modelo do CNA é mais moderno, simples e a grande vantagem é que permite o cruzamento de informações entre os candidatos e as crianças aptas à adoção em todo Brasil.

Antes, esses dados estavam restritos a cada Estado. Com o novo cadastro, passa a haver a interligação nacional das comarcas. Dessa forma, torna-se mais prático o cruzamento das informações da criança com o perfil desejado pelo adotante. Mas, cá para nós, o ideal seria que o único critério desejado pelo candidato a adotante era que fosse criança, sem distinção de sexo, idade, raça, com ou sem deficiência. Mas esse já é outro processo...

Mas, voltando ao Cadastro Nacional de Adoção, como ele um juiz de uma região, de um Estado poderá localizar a criança que os futuros pais de outro local longínquo procuram. Outra novidade trazida pelo CNA é o formato do formulário que diminuiu de 35 para 12 itens no total queque devem ser preenchidos pelos juízes no lançamento dos dados no sistema. Espera-se que essa medida de interligação do cadastro resulte, realmente, em simplificação e uma maior agilidade no processo de adoção dessas crianças que têm apenas um sonho: terem um lar.

Beijos

Siga-nos nas redes sociais:
@conversinhademae (no Instagram)
@conversinhadmae (no Twitter)

Curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/conversinhademae

Com informações da Agência Brasil e CNJ

Nenhum comentário:

Postar um comentário