sábado, 1 de novembro de 2014

Berçário tem sido opção para mamães depois da licença-maternidade

Foto: Accioly
Voltar ao trabalho depois da licença-maternidade. Esse talvez seja um dos maiores questionamentos de várias mães antes mesmo de iniciar a licença-maternidade. Pensar (e decidir!) com quem ficará seu filho nos primeiros meses de vida, quando você precisa se afastar um pouco para retomar a rotina de trabalho não é tarefa simples. Muito pelo contrário. Quem (como eu) tem a felicidade de ter uma mãe disposta a ajudar nessa tarefa tirou a sorte grande. Mas muitas avós não têm condição ou a mãe não quer essa opção e aí é preciso partir para um plano B.
Os berçários têm sido cada vez mais procurados pelas mamães que procuram um local especializado, que ofereça proteção, um ambiente adequado para essa primeira fase da criança, onde ela possa ficar, se alimentar e ser estimulada adequadamente, além do convívio social com outros bebês e pequenos de sua idade.
Juliana buscava segurança e interação para a pequena Fernanda (foto: divulgação)
Foi justamente por perceber que sua filha Fernanda, hoje com 3 anos de idade, ficava muito entediada em casa, sem outras crianças para interagir, que a nutricionista Juliana Teixeira da Silva pensou em procurar um berçário para que ela ficasse. Ela conta que depois da licença-maternidade, a menina ficava com uma pessoa de sua confiança em casa, passou pela experiência em um berçário, desistiu e a pequena voltou a ficar em casa.

“Mas comecei a perceber que ela ficava entediada, sem outras crianças para brincar e muito agitada. Quando soube que o Berçário Dona Cegonha estava para inaugurar, resolvi visitar, conhecer a proposta do local e gostei muito da estrutura e do que eles se propunham a oferecer”, disse Juliana. E, assim, Fernanda, aos 2 anos de idade, foi a primeira aluninha do Berçário e Hotelzinho Dona Cegonha, que agora no final de outubro completou um ano de inaugurado.

A princípio, Juliana deixava a filha meio período para se adaptar, adaptação essa que foi tão boa que agora ela fica horário integral. Lá, se diverte com os coleguinhas de sua idade, aprende, participa das atividades recreativas, musicalização, almoça, enfim, tudo! “Ela gosta bastante. E eu fico muito tranquila, porque eles são muito cuidadosos com as crianças, receptivos e isso ela mesmo conversa com a gente que gosta do pessoal”, disse Juliana. Como nutricionista, a mamãe contou que o fato de o berçário ter uma nutricionista que faz toda consultoria da alimentação servida aos bebês e crianças também pesou muito na sua decisão.
Dona Cegonha (sentido horário):1 – fachada; 2 – ateliê de artes;
3 – berçário I; 4 – parque externo (fotos: Accioly)
A pequena Luiza, de 9 meses, chegou ao berçário aos 3. A mamãe Isabelle Duarte, advogada, tinha em mente desde o início que não queria babá. Ter alguém fora do seu círculo de convivência dentro de casa nunca esteve em seus planos. Então, três meses depois que Luiza nasceu ela voltou a trabalhar e levou a menina com ela para o escritório. “Não queria deixar de amamentar exclusivamente até o sexto mês. Então levava ela comigo para o escritório”, revelou.

Depois dos seis meses, já com Luiza começando a comer outros alimentos, ela procurou um berçário e chegou a visitar alguns. “Fiquei encantada com a estrutura do Dona Cegonha. E uma das coisas que mais chamaram a atenção e pesaram na minha opção por aqui foi saber que eu poderia continuar amamentando ela, fosse indo lá ou trazendo o leite”, disse.

Isso porque o berçário possui uma geladeira exclusiva para leite materno e uma lactarista para que as mães que quiserem possam ordenhar o leite, congelar, levar e ele ser dado ao bebê, com toda segurança, no período em que ele estiver lá. Outro ponto destacado por Isabelle é a possiblidade de poder acompanhar o dia a dia da filha, de onde estiver, através do sistema de câmeras com acesso restrito aos pais. “Eu fico muito tranquila em saber que ela está num lugar onde é tratada com carinho e tem uma estrutura muito boa”, afirmou.
Ingrid: "toda estrutura pensada" (foto: Ayale Andrade)
Para a pedagoga Ingrid Andrade, proprietária do Dona Cegonha, toda estrutura do berçário foi pensada para que não somente fosse um lugar onde os pais deixassem seus filhos com segurança, mas que cuidasse da primeira etapa da educação básica deles. “Nós contamos com uma equipe especializada formada por coordenadora pedagógica, pedagogas, educadoras, berçaristas, técnicas e auxiliares de enfermagem, musicista, fisioterapeuta, nutricionista e lactarista. Tudo foi projetado para garantir a segurança e o bem-estar dos pequenos - bebês de 3 meses a crianças de 3 anos”.

Beijos

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OBS.: Esse texto não é publieditorial. O Conversinha de Mãe esteve, a convite do berçário, visitando o local e conversando com algumas mães.

3 comentários:

  1. Quem dera se tivesse um desse aqui na minha cidade. Parece ser muito bom.

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  2. Olá, estou passando por este dilema..colocar ou não meu filho na creche..gostei muito do post!
    Também tenho um blog que fala sobre coisas da maternidade (como mamãe de primeira viagem ..rsrs) e fotografia, minhas duas paixões...se puder dar uma passadinha lá para dar uma olhada, segue o link abaixo, ahh, gostei do seu blog e estou te seguindo..rsrsrs..

    http://blogdalidianaleite.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Que legal, Lidiana. Obrigada! Vou lá conhecer seu blog. Um abração!!!!

      Edjane

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