segunda-feira, 30 de junho de 2014

Guia alimentar: dieta saudável desde pequenininho

Depois que passa o período de amamentação exclusiva com o leite materno, começa uma tarefa que não é das mais fáceis para algumas mamães: começar a introduzir novos alimentos na dieta dos bebês. Uma frutinha aqui, uma papinha ali, depois alimentos mais sólidos... A questão é que nem sempre os pequenos são tão receptivos a algumas dessas novidades. Falo isso por conhecimento. Mãe de duas meninas, tive as minhas dificuldades com cada uma delas. A menor, até hoje, não come fruta. Tolera, apenas, abacaxi.

É somente depois dos seis meses de idade que o organismo da criança está preparado para receber alimentos além do leite. Para auxiliar os pais nessa tarefa, garantindo uma alimentação saudável para os pequenos, o Ministério da Saúde elaborou um guia alimentar para crianças menores de dois anos.

Fornecer uma alimentação saudável, balanceada e com todos os nutrientes que a criança precisa para se desenvolver bem é fundamental, pois isso vai contribuir para o seu crescimento, evitando que tenham prejuízos no seu desenvolvimento, entre outros problemas. A elaboração desse guia alimentar faz parte da Estratégia Nacional para Promoção da Alimentação Saudável (Enpacs) e traz 10 passos simples para pais cuidadores nesta primeira fase de vida das crianças.

São eles:

Passo 1: Dê somente leite materno até os 6 meses de vida da criança, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento. O Leite materno contém tudo que a criança precisa nesta fase, inclusive água. O leite dos primeiros dias pós-parto, chamado de colostro, é produzido em pequena quantidade e é o leite ideal nos primeiros dias de vida, até para bebês prematuros, pelo seu alto teor de proteínas.

Passo 2: Ao completar 6 meses, introduza de forma lenta e gradual outros alimentos, como papa de frutas e papa “salgada”, preparada com vegetais e com carne na consistência de purê. É muito importante manter o leite materno até os dois anos de idade ou mais, pois ele continua alimentando a criança e protegendo-a contra doenças. Com a introdução dos alimentos complementares é importante que a criança receba água nos intervalos. A água oferecida deve ser a mais limpa possível (tratada, filtrada e fervida).

Passo 3: Ao completar 6 meses, os pais podem dar alimentos complementares, como cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes três vezes ao dia, composto também por grãos (cereais e feijões), e verduras. Complementa-se a oferta de leite materno com alimentos saudáveis que são mais comuns à região e ao hábito alimentar da família. Os alimentos complementares contribuem com o fornecimento de energia, proteína e micronutrientes, além de preparar a criança para a formação dos hábitos alimentares saudáveis no futuro.

Passo 4: A alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança. Geralmente há uma expectativa muito maior sobre a quantidade de alimentos que as crianças necessitam comer. Assim, a oferta de um volume maior de alimentos que a capacidade gástrica da criança pequena, resulta na recusa de parte da alimentação, podendo causar ansiedade dos pais ou cuidadores. Por outro lado, no caso da criança maior, este comportamento pode ser um fator de risco para ingestão alimentar excessiva e sobrepeso da criança. Lembre-se que o tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições. Isto é, grandes refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa. É importante que o intervalo entre as refeições seja regular (2 a 3 horas).

Passo 5: A consistência da alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher. Gradativamente, os pais e cuidadores podem iniciar com a consistência pastosa (papas/purês), aumentando a consistência aos poucos até chegar à alimentação da família. Como a criança tem capacidade gástrica pequena e consome poucas colheradas no início da introdução dos alimentos complementares, é necessário garantir o aporte calórico com papas de alta densidade energética. As refeições, quanto mais espessas e consistentes, apresentam maior densidade energética (caloria/grama de alimento), comparadas com as dietas diluídas, do tipo sucos e sopas ralas.

Passo 6: Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida. Os nutrientes estão distribuídos nos alimentos de forma variada, e estes são classificados em grupos, de acordo com o nutriente que apresenta em maior quantidade. Por exemplo, no grupo das frutas o mamão é fonte de vitamina A e o caju é fonte de vitamina C. A oferta de diferentes alimentos, durante as refeições, como frutas e papas salgadas, vai garantir o suprimento de todos os nutrientes necessários ao crescimento e desenvolvimento normais. As carnes e o fígado, além de conter o ferro orgânico de alto aproveitamento biológico, facilitam a absorção do ferro inorgânico contido nos vegetais e outros alimentos, mesmo que adicionados em pequenas porções.

Passo 7: Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições. A criança que desde cedo come frutas, verduras e legumes variados, recebe maiores quantidades de vitamina, ferro e fibras, além de adquirir hábitos alimentares saudáveis. As frutas, legumes e verduras são as principais fontes de vitaminas, minerais e fibras. Os alimentos do grupo dos vegetais podem ser, inicialmente, pouco aceitos pelas crianças pequenas. Normalmente, elas aceitam melhor os alimentos com sabor doce. É importante não substituir o almoço e jantar por refeições lácteas ou lanches. A criança deve receber uma preparação mais elaborada nesses horários.

Passo 8: Evite açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinho e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Também utilizar o sal com moderação. Já foi comprovado que a criança nasce com preferência para o sabor doce, portanto a adição de açúcar é desnecessária e deve ser evitada nos dois primeiros anos de vida. Essa atitude vai fazer com que a criança não se desinteresse pelos cereais, verduras e legumes, aprendendo a distinguir outros sabores.

Passo 9: Cuide da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados garante a saúde da criança. Os cuidados de higiene na preparação e na oferta dos alimentos evitam a contaminação e doenças como a diarreia. Os maiores problemas dessa ordem são a contaminação da água e alimentos, durante sua manipulação e preparo, inadequada higiene pessoal e dos utensílios, alimentos mal cozidos e conservação dos alimentos em temperatura inadequada. Os alimentos consumidos pela criança ou utilizados para preparar as suas refeições devem ser guardados em recipientes limpos e secos, em local fresco, tampados e longe do contato de moscas ou outros insetos, animais e poeira. As mãos devem ser bem lavadas com água e sabão, toda vez que for preparar ou oferecer o alimento à criança.

Passo 10: Estimule a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação. A criança doente precisa comer mais para não perder peso e recuperar-se mais rápido. Por isso, é importante manter a amamentação e oferecer os alimentos saudáveis de sua preferência. Por exemplo, a criança com infecção ingere menos alimentos pela falta de apetite, porque está vomitando ou porque sente cólicas e gasta mais energia devido à febre e ao aumento da produção de alguns hormônios e anticorpos. O aleitamento materno é a melhor e mais eficiente recomendação dietética para a saúde da criança pequena. O leite materno protege contra as infecções e contribui para que elas sejam menos graves, fornecendo agentes imunológicos eficazes e micronutrientes que são melhor absorvidos e aproveitados. Logo que a criança recupere o apetite os pais podem oferecer mais uma refeição extra ao dia, pois no período de convalescença o apetite da criança aumenta para compensar a inapetência da fase aguda da doença.

Beijos

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Fonte: Blog da Saúde

domingo, 29 de junho de 2014

Sarampo: pediatra esclarece dúvidas sobre sintomas e prevenção

Ao ler hoje essa matéria, achei o texto bem interessante e, de imediato, pensei em compartilhar com vocês, queridos leitores. Acredito que vai ser bem útil para as mamães e papais. Nesse período do ano, em especial em algumas regiões do país onde o sarampo está presente, é bem importante estarmos bem informados sobre essa doença.

Boa leitura:

“O sarampo é causado por um vírus chamado Morbili Vírus. É uma doença infecciosa, viral e muito comum na infância. Sua transmissão se dá por secreções das vias respiratórias, como gotículas eliminadas pelo espirro ou pela tosse de pessoas infectadas. O período de incubação, ou seja, o tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas, é de cerca de doze dias e a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia depois do aparecimento de exantema (placas avermelhadas) na pele.

O aumento dos casos de sarampo no Brasil em 2013, persistindo em 2014, despertou a atenção do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). No ano passado foram 201 registros da doença, número cinco vezes maior que o detectado em 2011 (42 casos) e 100 vezes maior do que os números de 2012 (dois casos). Em 2014, até a sexta semana epidemiológica, (encerrada em 8/2/2014), o IFF havia registrado a notificação de 74 casos, todos eles localizados no Ceará (70) e Pernambuco (quatro). Metade dos registros ocorreu em menores de 1 ano de vida e a maioria entre pessoas sem esquema vacinal completo.

Como a prevenção do sarampo se dá através da imunização, conforme prevê o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI), o IFF convidou o pediatra e especialista em doenças infecciosas pediátricas, Leonardo Menezes, para esclarecer dúvidas sobre os sintomas, tratamento e prevenção da doença.

Quais os principais sintomas do sarampo e como é feito o diagnóstico?
Após o período de incubação, o paciente pode desenvolver febre, tosse, conjuntivite não purulenta (olho vermelho), fotofobia (incapacidade de olhar para luz) e coriza (nariz escorrendo). Depois de dois a três dias, nota-se pequenas lesões na mucosa bucal, também conhecida como manchas de Koplik. Essas manchas ficam presentes entre 12 a 72 horas. Outra característica da doença é a manifestação do exantema (rash ou lesões vermelhas) no corpo, começando pela região frontal (nuca ou porção posterior da cabeça) espalhando-se pelos braços e pernas. Após três dias, as manchas se tornam acastanhadas com descamação fina da pele. A febre, habitualmente, é alta (chegando a 40ºC) e tem pico entre o segundo e o terceiro dia do aparecimento do exantema. O diagnóstico da doença é, basicamente, clínico, embora exista a possibilidade de confirmação sorológica.

Quais são as complicações da doença e o tratamento adequado?
O sarampo pode ter complicações como: diarreia, vômitos, hemorragias, alterações neurológicas (convulsões e encefalites), pneumonia bacteriana secundária e hepatite. Não há tratamento específico disponível. Existem alguns estudos com a utilização de Ribavirina em indivíduos imunocomprometidos. Porém, essa medicação não é licenciada para o tratamento do sarampo.  A vitamina A deve ser oferecida em países subdesenvolvidos e em pacientes desnutridos, uma vez, que a suplementação dessa vitamina reduz complicações como pneumonia e diarreia nas populações que possuem deficiência desses nutrientes.

Podemos ter sarampo por mais de uma vez?
O sarampo produz uma imunidade duradoura em indivíduos saudáveis. O esquema vacinal completo, bem como uma história pregressa da doença confere proteção ao paciente, não permitindo novas manifestações clínicas quando em contato com o vírus numa segunda oportunidade.

Como podemos prevenir o sarampo?
O sarampo é uma doença de prevenção através da vacinação, conforme previsto no Programa Nacional de Imunizações. A vacina do sarampo é recomendada aos 12 meses de vida, através da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e aos 15 meses de vida (reforço), com a tetra viral que protege a criança do sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora). Em situações de surtos e epidemias, podemos utilizar vacinação de bloqueio e imunização passiva, com aplicação de imunoglobulina standard ou imunoglobulina venosa hiperimune, sempre após o contato com casos suspeitos ou confirmados da doença ou conforme determinação das autoridades de saúde, por meio de campanhas extraordinárias de vacinação.

O que devemos fazer frente a um caso suspeito de sarampo?
Todos os relatos de febre e exantema devem ser avaliados por um profissional de saúde capacitado em fazer o diagnóstico clínico.  Em caso de detecção suspeita, o mesmo deverá ser notificado em até 24h à Secretaria de Estado de Saúde. O médico responsável deverá solicitar a coleta de material (sangue, secreção nasofaríngea e urina) para a realização de diagnóstico laboratorial. Medidas de controle deverão der adotadas (vacinação de bloqueio em susceptíveis e imunoglobulina, especialmente, em grávidas e pacientes imunossuprimidos). Orientar o isolamento social e reforçar a atenção para que o paciente com sinais e sintomas da doença fique em casa até o desaparecimento do exantema.

Existem recomendações especiais para viajantes às áreas de surto ou epidemia e aos participantes de grandes eventos de massa?
Os viajantes e participantes de grandes eventos devem checar seus cartões de vacina. As vacinas desatualizadas ou faltantes devem ser dadas dentro de um prazo de 15 dias antes da viagem ou evento. As crianças de 6 meses a 1 ano, que viajarão para o Nordeste do Brasil, devem receber vacina tríplice viral. É importante ressaltar que essa dose não interfere nas doses realizadas dentro do calendário oficial. Crianças menores de 6 meses devem evitar viajar para esses destinos.

Beijos

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Fonte: IFF/Fiocruz

sábado, 28 de junho de 2014

Bullying poderá ser rotulado nos crimes contra a honra

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (1011/11), do deputado Fábio Faria, do PSD do Rio Grande do Norte, que inclui a prática de bullying entre os crimes contra a honra definidos no Código Penal (capítulo V, do Decreto-lei 2848/40).

Pelo texto aprovado, o crime de bullying consiste em intimidar, constranger, ofender, castigar, submeter, ridicularizar ou expor alguém, entre pares, a sofrimento físico ou moral, de forma reiterada. A pena prevista é de detenção de um a três anos e multa.

A pena será aumentada em 50% se o crime ocorrer em ambiente escolar; em um terço quando mais de uma pessoa estiver envolvida; em dois terços se o crime for praticado por meio de comunicação de massa (prática conhecida como cyberbullying); e se vítima é deficiente físico ou mental, menor de doze anos ou o crime ocorre explicitando preconceito, a pena será aplicada em dobro. Em qualquer caso, o juiz poderá deixar de aplicar a pena se a própria vítima do bullying tiver provocado a intimidação, de forma reprovável.

Se do crime resultar lesão corporal ou sequela psicológica grave de natureza temporária, a pena será de reclusão de 1 a 5 anos. Se a lesão for de natureza permanente, a pena aumentará para reclusão de 2 a 8 anos. Já se a intimidação resultar em morte, a pena será de reclusão de 4 a 12 anos.

A presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, a deputada Liliam Sá, do PROS do Rio de Janeiro, discorda da criminalização e sugere a ampliação de políticas públicas como forma de prevenir o bullying no ambiente escolar.

"Nós precisamos - para combater o bullying - de políticas públicas, de atendimentos psicológicos nas escolas. Que os pais tenham a conscientização de fazer com que seus filhos não pratiquem o bullying; nem praticar o bullying com os seus filhos, porque o primeiro bullying que acontece é no ambiente familiar. Depois, a criança sofre essa agressão em casa, ela vai à escola e repete esse comportamento".

Pesquisa aponta que o bullying afeta 13 por cento das crianças e dos adolescentes no ambiente escolar, sendo as meninas as que mais sofrem com o problema. Entre elas, 13,8 por cento relatam já ter sido alvos da prática. Já entre os meninos, essa parcela é de 12,1 por cento. As informações foram divulgadas no último mês e fazem parte do II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ainda segundo a pesquisa, a exposição a abusos físicos e psicológicos ou a outros eventos adversos na infância podem aumentar a predisposição à depressão e ao uso de drogas na vida adulta. Foram entrevistados 4.607 participantes com 14 anos ou mais, em 149 municípios.

O relator da comissão, o deputado Assis do Couto, do PT do Paraná, modificou a proposta inicial, que definia o crime de bullying pelo título de "intimidação escolar". O termo foi retirado no substitutivo do relator, que caracterizou o crime como "intimidação vexatória".

A proposta que torna crime a prática de bullying será analisada agora pela Comissão de Seguridade Social e Família. Depois, seguirá para o Plenário.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Rádio Câmera

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Bullying faz com que mais crianças passem por cirurgias plásticas

Bullying faz com que mais crianças passem por cirurgias plásticas

Discriminação, constrangimentos, sessões de ofensas, seja através de atitudes ou apelidos depreciativos, pela cor da pele, tipo físico (gordinho ou magrinho), dentes, cor dos cabelos, uso de óculos. Situações como essas, que por muito tempo foram vistas como atitudes simples que sempre aconteceram, principalmente, entre crianças e adolescentes, especialmente no ambiente escolar, hoje são reconhecidas como bullying. As consequências para as vítimas desse tipo de comportamento são as mais variadas e podem ficar para a vida toda.

Por isso, toda atenção dos pais, para buscar o tratamento adequado para que essa vítima não se vitimize mais ainda, é fundamental. Especialistas orientam que os pais e pessoas próximas a essas crianças e adolescentes levem sempre em conta as reclamações feitas por eles quanto a apelidos e situações de discriminação que estejam sofrendo, para que possam ajudá-los.

Mas um dado da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica chama a atenção. Cada vez mais crianças têm passados por cirurgias plásticas, motivadas pelo bullying sofrido. Uma das mais procuradas é a otoplastia, procedimento que faz a correção da chamada “orelha de abano”. Essa tem sido a maneira encontrada por alguns pais para evitar que os filhos deixem de sofrer preconceito, especialmente no ambiente escolar.

Esse tipo de cirurgia está entre os dez mais realizados no Brasil. Entre as crianças, o procedimento pode ser feito, com o consentimento dos pais, a partir dos seis anos de idade do paciente. Dados da Sociedade de Cirurgia Plástica apontam que a otoplastia tem sido realizada cada vez mais cedo entre o público infantil. Antes, ela era procurada apenas por adolescentes.

Pode parecer uma decisão drástica e até mesmo precipitada, em se tratando de crianças, mas cabe a cada família analisar a situação vivida e pesar os prós e os contras. No entanto, uma vez tomada essa decisão, o importante (essencial, diria!) é que sejam adotados alguns cuidados. O primeiro deles é saber se o profissional escolhido está credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para realizar o procedimento. Ter referências do trabalho desse médico também é mais uma garantia para o sucesso da cirurgia.

Sobre esse tipo de procedimento, a SBCP esclarece alguns pontos. Entre eles, que as crianças boas candidatas à otoplastia são: crianças saudáveis, sem doença com risco de vida ou com infecções crônicas não tratadas de ouvido; geralmente, crianças com cinco anos de idade, ou quando a cartilagem da orelha já é estável o suficiente para a correção; crianças cooperativas e que sigam as recomendações médicas; e crianças capazes de expressar o que sentem e não manifestam objeções durante a discussão da cirurgia.

Mas, claro, sempre é bom pensar se não há outras formas, menos invasivas, de tentar solucionar essa questão e, lógico, dar todo apoio e buscar ajuda para essa criança vítima de bullying.

Beijos

@conversinhadmae

Com informações da SBCP

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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Ministério da Saúde amplia acesso à vacina contra hepatite B

O Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de vacinação contra a hepatite B. A partir de agora, homens e mulheres com até 49 anos poderão receber a vacina gratuitamente em qualquer posto de saúde. A medida beneficia um público-alvo de 150 milhões de pessoas - 75,6% da população total do Brasil. No ano passado, a idade limite para vacinação gratuita era até 29 anos.  A vacina é a medida de prevenção mais segura e eficaz contra a hepatite B e hepatite D. 

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, explica que a proteção é garantida quando a pessoa recebe três doses da vacina. A segunda dose deve ser aplicada 30 dias após a primeira e, a terceira, seis meses após a primeira. “Todas as crianças recém-nascidas nós já vacinamos, mas estamos expandindo a faixa etária a outros grupos visando à eliminação da doença no futuro. Ela é segura, feita com engenharia genética e não tem contraindicação”, ressaltou o secretário.

A vacina também é oferecida aos grupos mais expostos à doença, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar. Em 2012, mais de 15,7 milhões de pessoas foram protegidas contra a hepatite B.

Sobre a doença
As hepatites são doenças que atacam o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Estimativas apontam que 2,3 milhões de brasileiros são portadores das hepatites, sendo (800 mil) do tipo B e (1,5 milhão) do tipo C. Toda a produção da vacina de hepatite B é feita pelo Instituto Butantan. O laboratório público abastece o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde desde 1996. 

A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, mas também pode ser transmitida pelo contato com sangue e por materiais cortantes contaminados, como alicate de unha. Por isso, o Ministério da Saúde alerta que, além do uso da camisinha em todas as relações sexuais, não se deve compartilhar escova de dente, alicates de unha, lâminas de barbear ou depilar. É importante também sempre usar materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e piercing, serviços de saúde, acupuntura, procedimentos médicos, odontológicos e hemodiálise.

Sintomas
Nem sempre a hepatite B apresenta sintomas. Quando aparecem, podem provocar cansaço, tontura ou ânsia de vômito. A pessoa pode levar anos para perceber que está doente. O diagnóstico e o tratamento precoce podem evitar a evolução da doença para cirrose ou câncer de fígado, por exemplo. O teste, o tratamento e o acompanhamento das hepatites virais estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2012, foram distribuídos 759,2 mil testes rápidos para triagem de hepatite B. Outros 5,1 milhões de testes convencionais foram realizados no SUS.

Fica essa dica pra vocês mamães, papais, tias, tios, dindas... Vamos cuidar da nossa saúde também, gente!!!

Beijos

@conversinhademae

Fonte: Agência Saúde

quinta-feira, 26 de junho de 2014

De visual novo

Hoje foi o tão esperado (ou desesperado! rsrsrsrsrsrs) de cortar as madeixas de dona Beatrizinha aqui. É um dos dias que ela mais detesta, porque não gosta de se desapegar de seus longos fios. Mas cortar o cabelo faz parte e é bom pra dar uma mudada no visual e oxigenar o cabelo. 

E não é que no final ela ficou satisfeita com o resultado, que a deixou com a cabeça mais leve, assim como seu visual. Tanto que ela saiu com esse comentário: "Agora não vou mais acordar com dor de cabeça, né, mãe?".

Eu gostei.

Beijos

@conversinhadmae

Os piratas invadiram o shopping!!!

Procurando diversão para a criançada nessas férias? No shopping Riomar, aqui em Aracaju (SE), tem uma dica bem legal. Até o dia 19 de julho, o projeto Divertilândia RioMar promove um circuito inédito de recreação que transporta a garotada através do Navio Pirata e dos mistérios dos sete mares.

Instalada na Praça Central, a embarcação com nove metros de altura e com toda a estrutura interna de um grande navio, mexe com a imaginação dos baixinhos que se aventuram nesta grande brincadeira. Dentro do navio, marujos irreverentes guiam as crianças por corredores cheios de surpresas.

O passeio oferece as opções “com emoção” – para aqueles que gostam de curtir a adrenalina –, e “sem emoção” – para os que querem apenas conhecer os compartimentos do navio. A diversão pode ser conferida por crianças a partir dos quatro de idade.

Beijos

@conversinhadmae


Foto: Elon Santos

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Cuidar dos netos ajuda a manter a mente ativa

Esse post foi uma sugestão da pediatra das minhas filhas, a querida Magali Dias. Além de médica de mão cheia, ela é uma avó extremada, dedicada ao máximo aos seus netinhos. Ela compartilhou no seu perfil no Facebook uma matéria com uma pesquisa que achei bem interessante sobre os avós.

A pesquisa foi publicada pelo Jornal The North American Menopause Society. Ela descreve que aqueles que cuidam de seus netos apresentam uma maior probabilidade de manter-se tanto fisicamente como mentalmente mais ativos. Dessa forma, segundo o estudo, mulheres mais velhas acabam tendo uma melhora na função cognitiva e, consequentemente, uma redução dos riscos delas desenvolverem demência, sendo que está, posteriormente, traria resultados negativos para a sua saúde e emocional.

Esses dados reforçam o que a gente tem visto cada dia mais: o prazer de muitos avós em cuidar mais de perto dos seus netos. A gente já sabia dos benefícios desse contato mais próximo para os netinhos: maior aproximação que reflete em mais carinho, cumplicidade, além de auxiliar no seu desenvolvimento, educação... Já para o idoso, você sabia que esse relacionamento mantém a mente mais ativa?

No entanto, nunca é demais lembrar que cuidar dos netos deve ser um prazer e não uma obrigação para os avós assim como ser uma coisa com moderação. Essa mesma pesquisa mostrou que avós que cuidam cinco dias por semana dos netos apresentaram menor velocidade de processamento mental. Diferentemente das que ficavam apenas uma vez por dia que tinham uma maior capacidade de raciocínio.

Matéria publicada no portal A Terceira Idade traz algumas dicas de como fazer esse relacionamento funcionar bem. O Conversinha de Mãe lista ela agora para vocês:

Como fazer o relacionamento funcionar bem?

Para que a convivência seja boa para pais, filhos e avós é importante estabelecer um diálogo com o objetivo de discutir seus planos e expectativas. Nesse momento deve-se deixar claro sobre a importância de evitar preconceitos entre as diferentes gerações. Ou seja, aprender a ouvir e respeitar uns aos outros. Lembrando que as necessidades da criança devem estar em primeiro lugar.

Outras dicas:

- Evite competir o amor da criança com a mãe;
- Não faça críticas aos pais pela falta de limites da criança;
- Ligue e faça visitas às crianças para estreitar a relação;
- Não seja apenas doce. Avó também serve para impor alguns limites;
- Nunca desautorize os pais da criança.

Com informações do portal www.aterceiraidade.com
Foto: Shutterstock

terça-feira, 24 de junho de 2014

População poderá opinar sobre rotulagem de alimentos que causam alergia

Pela primeira vez no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abre consulta pública sobre rotulagem de alimentos que causam alergia, como ovo, trigo, leite e castanhas. Proposta de norma que define regras para as embalagens dos industrializados que contêm essas substâncias está disponível para contribuições a partir do dia 16 de junho.

O objetivo é proteger a saúde dos consumidores, conforme explica o especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa, Rodrigo Martins. "O objetivo da consulta pública é modificar, atualizar as regras de rotulagem de alimentos para garantir que os consumidores que têm alergia alimentar tenham um acesso mais facilitado à informação sobre a presença desses constituintes nos alimentos porque esses consumidores precisam evitar o consumo dos alimentos que contém substâncias alergênicas", destaca Martins.

A vendedora Lavina de Souza, por exemplo, precisa evitar consumir alimentos que contêm leite, mas ela diz que encontra muita dificuldade. "Até mesmo uma balinha que um dia desse eu fui chupar e tinha leite eu passei mal. A dificuldade são os rótulos pra ler porque, mesmo que você tenham uma lente boa, são tão miudinhas as letras que não dá nem pra ler direitinho e que uma vez fui comprar um biscoito e não deu pra ler direitinho e eu falei, assim, acho que esse pode, mas eu também tive crise", conta Lavina.

De acordo com o especialista da Anvisa, a maneira como a informação sobre os alimentos que causam alergias vai ser transmitida para o consumidor é um dos pontos que está em aberto para discussão. "A Anvisa fez um levantamento da legislação internacional e das referências dos estudos publicados sobre entendimento do consumidor e verificou que, se as informações forem colocadas na lista de ingredientes, elas não têm a mesma efetividade. Então a gente discutiu a possibilidade de ter uma advertência para o consumidor e aí a proposta saiu como advertência com caracteres já definidos de realce, de visibilidade e que informa ao consumidor: alérgicos, contém determinado ingrediente", afirma Rodrigo Martins.

A proposta de norma que define regras para a rotulagem dos alimentos que causam alergias ficará disponível para contribuições, sugestões e críticas por 60 dias no site da Anvisa e a consulta pública é aberta a qualquer pessoa.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Blog da Saúde/Ascom MS
Foto: Wilson Dias/ABr

Nasce Theo, filho da cantora Sandy e Lucas Lima

Nasceu, no início da tarde desta terça-feira, dia 24, o primeiro filho da cantor Sandy e o músico Lucas Lima. A notícia foi dada pelos próprios pais, na fanpage da artista. Theo Scholles Lima, como o bebê vai se chamar, nasceu no Hospital Vera Cruz, em Campinas (SP), cidade natal da mamãe.

"Veio lindão, com 48,5cm, pesando 2,9kg e cheio de saúde, graças a Deus! A cesariana foi tranquila e estou muito bem! Estamos felizes demais e loucos pra curtir cada segundo com nosso filhote! Agradecemos desde já a compreensão de todos, pois, como já de costume, queremos manter esse momento o mais pessoal, íntimo e verdadeiro possível. A todos que mandaram tanto carinho e pensamentos positivos, muito obrigada, de coração! Deram certo!!", escreveu Sandy no Facebook.


Felicidades aos novos papais.

Beijos

@conversinhadmae

Foto: Reprodução/Facebook da artista

‘Baterias botão’: ingestão acidental pode levar à morte

Cerca de 3.500 casos de ingestão de pequenas baterias de lítio por crianças são reportados anualmente a centros de controle de envenenamento nos EUA. Quando engolidas, as chamadas “baterias botão” podem ficar presas na garganta e causar queimaduras graves ou levar à morte. Na Austrália, por exemplo, onde recentemente uma criança morreu como vítima desse tipo de acidente, estima-se que cerca de quatro casos por semana com lesões são diagnosticados.

No Brasil, onde já foram identificados casos de ingestão acidental, o Inmetro e a ONG Criança Segura lançam uma campanha de conscientização nacional, com o intuito de alertar pais, responsáveis, classe médica e institutos de ensino infantil sobre o perigo, antecipando a uma ação global que começa em junho, com diversos países envolvidos.

“Desenvolvemos diversas ações de divulgação para que o maior número de pessoas possível tenha conhecimento. Equipamentos finos e compactos, como controles remotos de TV e ar-condicionado, chaves de carro, pequenas calculadoras, relógios, cartões e velas musicais, MP3 e lanternas, além de tênis e roupas com pisca-pisca, usados no dia a dia, têm compartimentos de bateria de fácil abertura. Muitos pais desconhecem o risco que isso representa para as crianças”, destaca Paulo Coscarelli, assessor da Diretoria de Avaliação da Conformidade do Inmetro.

“Ao mesmo tempo, fazemos um alerta à classe médica em função da dificuldade no diagnóstico em caso de acidente. Os sintomas apresentados pela criança, como febre e dor de estômago, podem ser facilmente associados a resfriados, viroses ou alergias, e não ao fato de ela ter ingerido ou introduzido uma bateria na narina”, completa.

A ingestão acidental pode causar lesões significativas e permanentes, e levar até mesmo à morte. Pequenas baterias, que podem ter o tamanho de um botão ou de uma moeda, podem se alojar na garganta de uma criança, onde a saliva imediatamente desencadeia uma corrente elétrica, causando uma reação química que provoca queimaduras severas no esôfago, em menos de duas horas. A gravidade da queimadura pode piorar, mesmo depois de a bateria ter sido removida. O tratamento pode envolver alimentação, uso de tubos de respiração e cirurgias.

“Este é um acidente que pode ter consequências muito sérias e acontece de forma silenciosa, por isso é importante uma avaliação dos pais e cuidadores de todos os riscos em casa e nos locais que a criança convive”, declara Alessandra Françoia, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.

Diferentemente de brinquedos, que são obrigados a ter um compartimento para baterias seguro e resistente a crianças, os dispositivos eletrônicos em geral não têm essa opção e estão amplamente disponíveis e acessíveis em muitos lares. O Inmetro também estuda desenvolver um regulamento para o uso seguro dessas baterias em diferentes produtos. No momento, reúne informações sobre o assunto por meio de benchmarking internacional, e pretende envolver o setor produtivo de pilhas e baterias na discussão sobre redução de riscos.

“É importante que todos os casos de acidentes sejam relatados no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo, pela internet, para fundamentar uma possível regulamentação do uso de baterias em produtos”, complementa Coscarelli.

No Mundo
Internacionalmente, algumas agências de segurança de produtos já estão trabalhando ativamente na sensibilização do consumidor quanto aos perigos da “bateria botão”. Na Austrália, onde uma criança de 4 anos morreu em 2013 em decorrência de ingestão acidental, a Comissão Australiana de Competição e Consumo (ACCC) tem atuado em parceria com a fabricante Energizer e a ONG Kidsafe em uma campanha de conscientização direcionada a médicos e associações da classe.

Estatísticas
Aproximadamente 11% de todos os casos requerem internação. Nos Estados Unidos, foram identificadas 13 mortes entre 1997 e 2009. As vítimas tinham idades entre 11 meses e 3 anos. A investigação conduzida nos EUA indica que as baterias ingeridas por crianças com menos de 6 anos aconteceu ao usar um produto (62% dos casos); ao manipular baterias soltas (30%), ou no manuseio de embalagens de bateria (8%). Apesar de casos como estes não serem tão frequentes, o índice de letalidade é considerado alto: cerca de 50% das crianças vítimas desse tipo de ingestão acidental morrem em função da demora no diagnóstico e da gravidade das lesões.

FIQUE ATENTO: dicas de segurança

- Deixe equipamentos com baterias botão fora de alcance quando o compartimento da bateria não for seguro e trave as baterias frouxas.
- Se a criança engolir a bateria botão, imediatamente procure atendimento médico de emergência. Não a deixe comer ou beber e não estimule o vômito.
- Os sintomas podem ser similares aos de outras doenças, como tosse, ‘babação’ e desconforto. Como as crianças conseguem respirar normalmente, o diagnóstico pode ser difícil.
- Relate o caso no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo, o que poderá fundamentar uma possível regulamentação do uso de baterias.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Criança Segura

terça-feira, 17 de junho de 2014

Sobre unhas, Copa do Mundo e Geografia...

A Copa do Mundo está aí, todo mundo torcendo (seja lá pra qual país for) e cada jogo a torcida se anima. Aproveitando esse climão, inventei de dar uma de manicure em minha filha Beatriz, que queria uma unha decorada para torcer no dia de jogo do Brasil.

Inovei e quis fazer mais. Além da bandeira do Brasil, pensei: "Por que não fazer em cada unha a bandeira de um país diferente?". Pensei e fiz! Lóóóógico... estou longe de ser uma boa manicure. Não tenho nenhuma afinidade com os pincéis, mas fiz o meu melhor. Juro!!!

O resultado é esse que vocês podem ver nas fotos. Consegui a proeza de pintar 10 países. E o melhor: além de deixar ela com as unhas bonitinhas, minha ideia acabou se tornando numa aulinha extra de geografia. Cada bandeirinha que eu pintava ela queria saber de qual país era e depois queria sempre ficar lembrando, pra dizer a cada pessoa que ela fosse mostrar a unha.

De uma coisa eu tenho certeza: nunca mais ela vai esquecer a bandeira dessas 10 nações. Às vezes algumas técnicas facilitam o aprendizado, não é mesmo? E eu nem tinha planejado isso.

Beijos e viva o futebol!!!!

@conversinhadmae

sábado, 14 de junho de 2014

Mais uma da minha filha Beatriz. Hoje, num dos momentos de chateação porque a irmãzinha Rebeca agora quer brincar com tudo que ela pega, Bia começou a reclamar por isso, por aquilo... Já cansada de explicar que isso acontecia porque a irmã está descobrindo as coisas e para ela tudo é novidade, porque isso ela quer os brinquedos, os livros e os lápis, por exemplo, disse:

- Mas Bia, não foi você que vivia pedindo um irmão ou uma irmã? Você pediu tanto a Deus. Ela é só o resultado de seus pedidos.


- É, eu sei! Mas fui eu que engravidei a senhora, foi? – disparou.

- Cri, cri, cri, cri...

Preferi não levar mais a conversa adiante. Em certos momentos, o silêncio vale ouro.

Beijos


@conversinhadmae

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Biblioteca Pública promove exposição sobre Grécia e troca de figurinhas


A Copa do Mundo 2014 já começou. O climão dá pra sentir em todo país. O Brasil já estreou e (ufa!) conseguiu ganhar. Quem está na vibe do álbum de figurinhas do Mundial está ainda mais ansioso. Quem está aqui em Aracaju, amanhã, sábado, tem a oportunidade de encontrar outros colecionadores pra fazer trocas de figurinhas para completar seus álbuns.

É que a Biblioteca Pública Epifânio Dória (BPED), dando continuidade à programação lançada no início do mês, segue com as atividades alusivas à realização da Copa do Mundo no Brasil. Amanhã, das 8h às 12h, estarão se encontrando lá. “A procura na primeira edição foi muito grande, por isso resolvemos promover mais uma vez”, explicou a diretora da BPED, Miriam Elorza.

As crianças que passarem por lá, seja para acompanhar seus pais ou irmãos, ou para trocar suas próprias figurinhas, ainda ganharão livros da turma da biblioteca.

Exposição Grécia
Aracaju está recebendo a seleção da Grécia, que escolheu a capital sergipana como seu local de treinamento. Por isso, a Biblioteca Pública segue com a visitação para a exposição ‘A Grécia nunca esteve tão perto’, que ficará disponível até o dia 13 de julho com acesso gratuito e que conta com peças do consulado e da embaixada da Grécia em Brasília.

A Biblioteca Pública Epifânio Dória fica localizada na Rua Vila Cristina, s/n, bairro 13 de Julho, em Aracaju.

Dica bem legal pra esse final de semana.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Ascom Secult/SE

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Sergipana entra em campo na Copa do Mundo da Fifa 2014



Quando a seleção brasileira entrar em campo, aqui a pouquinho, para o jogo de abertura da Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014, uma sergipaninha estará realizando um sonho. Nicole Norah Ortega Chirinos, de sete anos de idade, foi convocada para entrar em campo de mãos dadas com os craques do Mundial. Ela foi uma das crianças vencedoras do concurso Sonho de Craque, realizado pelo McDonald’s, patrocinador oficial da competição. Nicole embarcou ontem com a mãe, para o jogo de abertura da Copa.

A iniciativa faz parte do Sonho de Craque, programa exclusivo da rede McDonald’s que permite a crianças, com idade entre seis e 10 anos, vivenciar um dos maiores eventos esportivos do mundo. Mais de 1.000 crianças brasileiras foram selecionadas por meio de concurso nacional que teve como desafio enviar uma foto ou vídeo com o tema “Como você comemora um gol? Os nomes podem ser conferidos no site www.sonhodecraque.com.br

A sergipana foi uma das crianças “convocadas” para entrar em campo ao lado dos jogadores da partida de abertura da Copa, entre Brasil e Croácia, nesta quinta-feira, dia 12, na Arena Corinthians, em São Paulo. “Fiquei surpresa e muito contente com o resultado. Gosto de esportes e vou representar muito bem as crianças de Sergipe na Copa. As pessoas da minha família, que moram em Sergipe e no Peru, estão muito orgulhosas de mim”, contou Nicole, que pratica karatê e ginástica rítmica, além de ser campeã de natação.

Os colegas e professores de Nicole também estão em festa. “Lá no colégio Master todo mundo comemorou. Nicole já viaja com uma “encomenda” enorme de autógrafos para trazer para os colegas”, brincou Randy Ortega, mãe de Nicole, que vai acompanhar a filha na viagem.

Ao todo, foram “escaladas” 1.408 crianças – cerca de 200 virão de fora do país, escolhidas também pela rede ao redor do mundo, e 80 filhos de funcionários da rede do Brasil, selecionados por meio de um concurso interno.

Encontro no McDonald's
A emoção vai começar em um restaurante McDonald’s. As crianças que entrarão em campo serão acompanhadas por uma equipe exclusiva até o estádio, onde tudo acontecerá. No espaço preparado especialmente para receber os vencedores do concurso, irão se alimentar e se divertir em jogos e brincadeiras.

Além disso, para fazer bonito no grande momento, em campo, serão ensaiadas por monitores. Cada criança receberá um certificado comprovando sua participação no concurso. No início da partida, entrarão de mãos dadas com os jogadores de futebol e sentirão a emoção de participar deste grande evento. Em seguida, serão levadas até seus pais (ou responsáveis) para assistirem ao jogo.

“Oferecer a uma criança e sua família a oportunidade única de vivenciar a Copa do Mundo de uma maneira tão especial é algo que nos orgulha muito. O entusiasmo dos participantes é contagiante e contribui para o clima festivo gerado por um dos maiores eventos esportivos do mundo”, afirmou David Grinberg, gerente de Marketing Esportivo do McDonald’s.

McDonald’s e o esporte
O desafio do McDonald’s vai muito além de oferecer um cardápio variado, com produtos de alta qualidade a seus clientes.  A marca acredita que a satisfação de consumidores e funcionários está diretamente ligada a ações que traduzam o respeito pela qualidade de vida e o bem-estar social. São inúmeros projetos realizados pela empresa em todo o mundo em torno de práticas esportivas. O McDonald’s é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo da FIFA™.

Imagino a emoção que essa garotinha e as demais crianças estão sentindo nesse momento. Que aproveitem muuuuito.

Beijos

@conversinhadmae


Com informações da Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Copa 2014: sem descuidar da segurança das crianças

Sim, vai ter Copa!!!!!!!!! O tão esperado momento de o Brasil voltar a sediar um mundial de futebol e a estreia da nossa Seleção em busca de mais um título. E para quem tem criança e vai assistir aos jogos nos estádios, além da preocupação de pagar ingresso, pois até as crianças de colo terão que pagar para assistir aos jogos no estádio, a segurança deve ser levada em conta pelos papais e acompanhantes.

Pensando nisso, o Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou algumas dicas de segurança para crianças e adolescentes nos eventos esportivos, que visam assegurar a proteção e o bem-estar deles nos estádios.

Como forma de utilidade pública, o Conversinha de Mãe publica essas orientações a seguir:

1) Crianças menores de 3 anos não devem ser levadas aos jogos, porque não têm capacidade de concentração para o tempo de uma partida de futebol, além de serem mais vulneráveis a excesso de barulho, quedas, queimadura solar, intoxicação alimentar, desidratação, entre outros riscos.

2) Menores de 18 anos devem sempre ir aos jogos acompanhados de um adulto e, quando não estiverem com um de seus pais, devem portar um documento de autorização assinado e autenticado.

3) Crianças e adolescentes devem procurar ficar nos setores mais seguros dos estádios, de preferência nas cadeiras marcadas, e onde houver cobertura para proteção do sol ou da chuva. Nas arquibancadas há maior risco de quedas, traumas e brigas.

4) Crianças não devem ser levadas a jogos noturnos ou nos seus horários habituais de sono.

5) A presença de crianças deve ser evitada em jogos de final de campeonato ou com muita rivalidade, pelo maior risco de tumultos e brigas.

6) Como a maioria dos estádios proíbe a entrada de alimentos ou bebidas, até mesmo de água, e dispõem de cantinas com poucas opções, é importante que adultos responsáveis por crianças tenham sempre água em mãos e evitem comprar alimentos de procedência desconhecida, devido ao risco de intoxicação alimentar.

7) Crianças e adolescentes devem ser proibidos não só de comprar, mas também de consumir bebidas alcoólicas.

8) Após a finalização do jogo, quando ocorrem mais aglomerados humanos, filas e brigas são mais frequentes; vale a pena aguardar (sentados) até a saída da maioria das pessoas.

9) É sempre importante seguir as orientações de segurança no trânsito e de transporte seguro das crianças e adolescentes nos carros.

10) Crianças e adolescentes, assim como qualquer adulto, não devem utilizar e devem manter-se afastados de fogos de artifício, que causam queimaduras, ferimentos e até mutilações.

11) Todas as crianças e adolescentes devem ser instruídos a jamais arremessar qualquer objeto dentro de um estádio.

12) Todo adulto que esteja acompanhando criança deve prestar muita atenção para não se separar dela e não perdê-la na multidão, atentando ainda para o risco dela ser levada por estranhos.

13) Em todos os espaços públicos é essencial observar sempre as normas de segurança e enfatizá-las para as crianças e adolescentes que, mesmo assim, devem ser supervisionados por adultos atentos e qualificados todo o tempo.

Lembrem-se que observar as normas de segurança e a supervisão constante, independente do local e da comemoração, é a melhor forma de prevenir acidentes e que mesmo num espaço adequado a segurança ainda pode estar comprometida.

Agora é só torcer.

Beijos


@conversinhadmae

Fonte: SBP

Teste do coraçãozinho fará parte da triagem neonatal do SUS

Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), portaria do Ministério da Saúde que incorpora a oximetria de pulso, conhecida como teste do coraçãozinho, como parte da triagem neonatal do Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa era uma reivindicação e motivo de luta das ONGs que defendem crianças com cardiopatia congênita. Esse exame é capaz de detectar precocemente cardiopatias graves e diminui o percentual de recém-nascidos que recebem alta sem o diagnóstico de problemas que podem levar ao óbito ainda no primeiro mês de vida.

Dados da Sociedade Brasileira de Pediatra indicam que, em cada mil bebês nascidos vivos, de oito a dez podem apresentar malformações congênitas e, desses, dois podem apresentar cardiopatias graves, em que há a necessidade de intervenção médica o mais rápido possível.

Por isso a importância de o quanto antes detectar a presença da doença. Agora é torcer para que o quanto antes o exame esteja sendo ofertado em todas as maternidades públicas e depois estendido a todas.

Beijos

@conversinhadmae

Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 10 de junho de 2014

Vacinação contra a gripe e o sarampo prossegue nos postos de saúde

A campanha de vacinação contra a gripe Influenza e contra o sarampo prossegue em todas as Unidades de Saúde da Família (USF) de Aracaju. Até o momento foram imunizados 64,48% do público alvo para a gripe e 59,99% para o Sarampo. De acordo com Raullina Gomes, coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Saúde de Aracaju, a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 80% e 95% respectivamente. "A vacinação continua até que esses percentuais sejam atingidos", afirma.

A vacina contra a gripe Influenza é indicada para gestantes, idosos acima de 60 anos, trabalhadores da área da saúde, crianças entre seis meses e cinco anos, doentes crônicos e puérperas (mulheres que deram a luz nos últimos 45 dias). Já a vacina contra sarampo é indicada para crianças com seis meses e menos de cinco anos de idade.

As Unidades de Saúde da Família (USF) de Aracaju funcionam de segunda a sexta, das 7h às 17h. Lembre-se de levar a carteira de vacinação.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Ascom SMS

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Aprendendo a economizar nosso dindim

Em dias de dinheiro curto (pelo menos para maioria!), aprender a economizar é fundamental. Mas isso não é apenas coisa de gente grande. Educação financeira desde a infância é fundamental. Como seria bom se isso fosse matéria aprendida na escola. Mas, enquanto não é na maioria dos colégios, a gente como mãe e pai tem que fazer a nossa parte e ensinar nossos pequenos como ajudar nas pequenas coisas do dia a dia a economizar.

Essa semana fui surpreendida com uma cartilha feita pelo Tribunal de Justiça de Sergipe, em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL), voltada especialmente para as crianças. “Meu Dindim – aprendendo a economizar” é um livreto bem legal que tem informações direcionadas ao público infantil. Sou suspeita para falar, porque o texto é da minha amiga queridíssima jornalista Janaina Cruz, mas, realmente, está muito bem feito.

A cartilha ensina as crianças como comprar, economizar e outras coisas relacionadas ao dinheiro. Nela, os pequenos vão poder saber quanto os pais precisam gastar por mês para que eles cresçam saudáveis, que vão à escola, se alimentem bem, se divirtam... A cartilha ensina o que é o dinheiro, o que dá para comprar com ele, a importância de poupar e até mesmo como ajudar os pais a economizar, com algumas dicas de atitudes simples que se refletem em diminuição no valor das contas domésticas.

De parabéns o TJSE pela iniciativa.

Aqui nesse link você pode acessar a cartilha na íntegra.

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Senado aprova Lei da Palmada sem alterações

Diante de grande polêmica, o plenário do Senado aprovou hoje (4) o projeto de lei que pune famílias que usem violência física na educação dos filhos. Conhecida como Lei da Palmada, o projeto foi aprovado mais cedo na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Casa, após intervenção do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) para que o projeto fosse aprovado a tempo de chegar à apreciação do plenário ainda hoje.

A proposta segue para análise da presidenta Dilma Rousseff, que terá até 15 dias úteis para vetar eventuais trechos ou sancionar integralmente o texto. O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente e prevê que eles sejam educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante. O texto define castigo como a “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em sofrimento físico ou lesão à criança ou ao adolescente”.  Já o tratamento cruel ou degradante é definido como “conduta ou forma cruel de tratamento que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou o adolescente”.

A sessão foi acompanhada pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, e pela apresentadora Xuxa Meneghel, que acompanhou a tramitação da matéria e comemorou a aprovação. Ela defendeu o texto aprovado e negou que a lei vá punir pais que queiram educar os filhos. “As pessoas entenderam que não se trata de querer prender quem quer o educar o filho. É mostrar que se pode educar, se deve educar sem violência. Ninguém vai ser preso por dar uma palmada como estão querendo dizer. Mas talvez um dia as pessoas vão entender que nem essa palmada é necessária, que se pode conversar”, disse a apresentadora.

Contrário ao projeto, o senador Magno Malta (PR-ES) tentou adiar a votação com pedido de vistas de cinco dias na CDH, mas não conseguiu. Ele criticou o texto por considerar que ele deixa os pais vulneráveis a denúncias caluniosas ou a brigas de família que levem a acusações falsas. O senador leu na tribuna um texto do jornalista Ricardo Kotscho criticando a iniciativa. “Não sei qual a melhor solução, mas não é, certamente, punindo os pais com a Lei da Palmada que vamos melhorar o nível educacional dos nossos jovens e construir uma sociedade menos violenta, mais fraterna”, disse.

Apesar de os senadores favoráveis à matéria garantirem que não se trata de legislação criminal, o texto prevê punições aos pais que insistirem em castigar fisicamente os filhos, como advertência, encaminhamento para tratamento psicológico e cursos de orientação, entre outras sanções. Os conselhos tutelares serão responsáveis por receber denúncias e aplicar as sanções.

O projeto recebeu no Senado o nome de Lei Menino Bernardo, em homenagem ao garoto morto pelo pai e pela madrasta recentemente no Rio Grande do Sul. No fim, a matéria foi aprovada sem alterações em relação ao texto enviado pela Câmara dos Deputados

Fonte: Agência Brasil