quinta-feira, 15 de maio de 2014

Teatro: “Zé, o menino que queria ser peixe”

Sem muita ideia de programa diferente para o final de semana? Pois o Conversinha de Mãe tem uma dica bem legal. É que continua sendo encenada durante os sábados do mês de maio a peça infantil “Zé, o menino que queria ser peixe”, pela Cia. de Teatro Stultifera Navis. A apresentação acontece no átrio do Museu da Gente Sergipana, aqui em Aracaju, a partir das 17 horas.

A peça conta a história do sergipano José Martins Ribeiro Nunes, que ficou conhecido como Zé Peixe. O espetáculo conta, de forma lúdica e criativa, a história dessa figura lendária. Durante muitos anos ele exerceu o trabalho de prático, guiando as embarcações que entravam e saíam de Aracaju, pelo rio Sergipe. Mas a maneira como Zé Peixe fazia isso foi que o tornou uma figura histórica do Estado. Ele nadava até o navio e toda condução da embarcação fazia também a nado, se confundindo com os peixes do rio Sergipe.
Além de contar essa parte da história, a peça revela ainda a infância do prático com os pais e a irmã mais nova, Rita, também conhecida como “Rita Peixe”. Entre a casa e a escola, o espetáculo conduz Rita e Zé a uma grande aventura. Viajando entre a lua e o mar, nosso herói conhece novos amigos da fauna local, brinca e se diverte com a imaginação, passando por várias experiências que o levam a descobrir a sua grande paixão pelo mar.

A montagem é a primeira de uma série que pretende resgatar do inconsciente popular o reconhecimento dos heróis sergipanos, personagens como Zé Peixe, que precisam ser conhecidos pelas crianças e por visitantes de outros locais. Zé morreu em 2012, mas está longe, muito longe, de ser esquecido pelos sergipanos e por pessoas de todo mundo que o conheceram ou ouviram falar de sua história.

O espetáculo tem a duração de 50 minutos. O ingresso está sendo vendido pelo valor promocional de R$ 10,00 (meia) e um adulto acompanhando de criança também paga meia. A entrada pode ser adquirida na Casa Rua da Cultura, localizada na praça Camerino, ou no Café da Gente, no próprio museu.

Quem não puder neste sábado, uma boa notícia: a peça será encenada ainda nos dias 24 e 31, sempre no mesmo local e horário.

Fica a dica.

Beijos


@conversinhadmae

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