sexta-feira, 28 de março de 2014

“Doe cabelo. Doe alegria” – projeto ajuda crianças e adolescentes com câncer

A advogada Soraya Salim, há até pouco tempo, não imaginava, mas seu cabelão, cultivado por longos anos, poderia fazer muito mais que emoldurar o seu belo rosto. As madeixas escuras, além de embelezá-la, poderiam ser úteis a outras pessoas. Foi o que ela descobriu ao assistir a um vídeo na internet que a deixou bastante emocionada. E assim que surgiu a ideia de começar uma campanha de arrecadação de cabelos para confecção de perucas para pessoas portadoras de câncer.

“O vídeo me comoveu muito. Desde então fiquei a pesquisar o que seria necessário para que o projeto fosse adiante, que tivesse início com a campanha, que tivesse uma instituição a ser beneficiada e que houvesse realmente a confecção de perucas”, contou. A partir daí surgiu a ideia para o projeto “Doe cabelo. Doe alegria”, realizado em parceria com a Associação de Voluntários a Serviço da Oncologia em Sergipe (Avosos).
Soraya e suas (ex) madeixas que vão ajudar outras pessoas
O pontapé do projeto foi dado em fevereiro último, quando levou a ideia para a direção da Universidade Tiradentes (Unit), onde ensina, e recebeu total apoio e incentivo para seguir adiante. Ela mesmo, em uma feira realizada pela universidade, cortou seu cabelo, que rendeu cerca de 40 centímetros, para motivar as alunas a aderirem à causa. “Foi um sucesso, a adesão foi surpreendente”, comemora.

Adesão
Em menos de dois meses de projeto, já foram arrecadados mais de 80 cortes de cabelo. A jornalista Luciana Gonçalves foi uma das pessoas que já colaboraram com o “Doe cabelo. Doe alegria”. Ela mudou completamente o visual e, assim, contribuiu para ajudar uma pessoa com câncer.  Soraya conta que a intenção inicial deste projeto foi tocar o coração das pessoas, plantar a semente do bem, incentivar a solidariedade e o amor ao próximo.
A jornalista Luciana Gonçalves também deu sua contribuição
“Sempre ressaltava para meus alunos que a ética [disciplina que ela leciona] não deve ser aprendida apenas na teoria, deve ser praticada. Hoje me sinto imensamente feliz em ver que um projeto do bem ganha visibilidade no nosso Estado, tenho recebido centenas de ligações, e-mails e mensagens de mulheres que querem participar da campanha”, contou.

Soraya ressaltou que foi fundamental para o sucesso desse projeto o apoio de instituições sérias como a Universidade Tiradentes e a Avosos. “Com certeza esta parceria renderá bons frutos e trará mais alegria para essas pessoas guerreiras que lutam contra uma doença tão devastadora. Sempre ressalto que Ser doador é poder amar mesmo sem conhecer”, disse.

A Avosos foi a instituição escolhida para receber as doações de cabelo e confeccionar as perucas. Para a presidente da entidade, Maria Ruth Wynne Cardoso, ser a instituição escolhida e, com esta ação, ajudar ainda mais as crianças e adolescentes atendidas, é um ato de amor ao próximo. “Vejo esta ação como uma somação. Soraya, que iniciou com este projeto, despertou em muitas outras o desejo que fazer o bem”, declarou Tia Ruth, como é mais conhecida.

Para doar, o interessado deverá cortar o cabelo seco com o mínimo de 20 centímetros. Os cortes poderão ser entregues a própria Soraya ou na entidade. Toda doação receberá um certificado de participação do projeto. A Avosos fica localizada na Rua Leonel Curvelo, 55, Aracaju/Sergipe.

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 27 de março de 2014

Feliz Dia do Circo


Pra gente que tem todo dia que se equilibrar diante das dificuldades da vida...

Pra gente que tem que rir diante dos desafios...

Ser um pouco palhaço pra manter o sorriso nos lábios

Fazer malabarismo para dar conta de tantas tarefas como mãe, profissional, dona de casa, mulher, motorista, psicóloga...

Que de vez em quando precisa domar algumas feras...

Pra gente que diariamente precisa fazer mágica pra dar conta de tudo...

... Então, feliz dia do Circo pra gente também!

Beijos

@conversinhadmae


quarta-feira, 26 de março de 2014

Um mimo: Biblinha fashion



Que cuti-cuti... Achei uma gracinha essa bolsinha pra Bíblia. As meninas vão amar. Essa é a novidade especial da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Agora, a publicação “Meu livro de Histórias da Bíblia” vem agora com uma bolsa fofinha (literalmente!) de tecido almofadada, com desenhos impressos e zíper.

O livro, com capa dura almofadada e beiras douradas, o livro possui acabamento similar ao de uma Bíblia para adulto e reúne uma seleção de 64 histórias bíblicas, sendo 32 histórias do Antigo Testamento e 32 do Novo Testamento. Mas o texto é simples e as lindas ilustrações auxiliam a criança a fixar a mensagem e compreender melhor o texto bíblico.

É uma ótima opção para a menina levar à igreja. Quando minha Beatriz ver isso...

Beijos


@conversinhadmae

segunda-feira, 24 de março de 2014

Estrangeiros habilitados por tribunais poderão fazer parte do Cadastro Nacional de Adoção

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta segunda-feira, dia 24, proposta de alteração de resolução que permite a inclusão dos pretendentes domiciliados no exterior (brasileiros ou estrangeiros, devidamente habilitados nos tribunais estaduais) no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). O texto altera a Resolução CNJ 54/2008, que criou o CNA, e aumenta, assim, a visibilidade dos pretendentes que moram no exterior no procedimento de adoção internacional.

A mudança funcional do sistema permitirá aos magistrados da infância e juventude de todos os municípios brasileiros terem acesso aos dados dos estrangeiros habilitados em todos os tribunais de Justiça, de forma a atender o disposto no art. 50, § 6º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Para os conselheiros, a inclusão dos pretendentes estrangeiros deve aumentar o número de adoções de crianças e jovens cujo perfil não se adequa ao dos pretendentes residentes no País. Dados recentes do CNA revelam a existência de aproximadamente 5,4 mil crianças ou adolescentes cadastrados aguardando a oportunidade de serem adotados. Em contrapartida, há 30 mil pretendentes no Brasil, que, muitas vezes, não têm interesse em adotar as crianças disponíveis, seja por conta de idade, número de irmãos ou outras razões.

“A adoção internacional é uma opção valiosa de recolocação familiar. Abre-se possibilidade interessante, segura e dentro da lei para se evitar que as crianças se perpetuem nos abrigos. A verdade é que, hoje, boa parte desses jovens completa 18 anos sem ter vivido essa experiência [familiar] fundamental”, afirmou o conselheiro Guilherme Calmon.

Joio e trigo
Coordenador do Programa de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, no CNJ, o conselheiro esclareceu que, tal como previsto no ECA, os casos de adoção de crianças e jovens brasileiros por pessoas no exterior são excepcionais e não se confundem com os casos de adoção ilegal. “São situações completamente diferentes. Quem vai cometer um crime não se utiliza dos meios tradicionais e seguros do Judiciário. É preciso separar o joio do trigo”, ponderou Guilherme Calmon.

A tentativa de inserção familiar, ainda que fora do país, pode vir a ser a última esperança para muitos jovens. O número de pretendentes cadastrados no CNA interessados em adotar crianças acima de 6 anos de idade, por exemplo, é de 4%. Esse percentual vai sendo reduzido com o aumento na idade da criança.

Atualmente, há 617 menores com sete anos de idade aptos para adoção, mas somente 2% dos pretendentes brasileiros estão dispostos a construir uma família com crianças dessa idade. Para crianças de oito anos (305 disponíveis), a chance é ainda menor: somente 1% dos pretendentes estariam dispostos; já crianças acima de nove anos (universo de 600 jovens) contam com o interesse de 0% dos pretendentes.

Fonte: Agência CNJ de Notícias (Regina Bandeira)
Foto: Sandra Fado/Agência CNJ

sexta-feira, 21 de março de 2014

Divulgada programação do IV Festival Sergipano de Teatro

Oba!!! A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) de Sergipe divulgou hoje a programação do IV Festival Sergipano de Teatro. Este ano, o mega evento acontece entre os dias 27 de março e 13 de abril e é realizado pelo Governo de Sergipe, através da Secult, em parceria com o Instituto Banese. As apresentações, como sempre, serão gratuitas e acontecerão nos teatros Tobias Barreto, Atheneu e Lourival Baptista, além do Museu da Gente Sergipana e campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS), em Laranjeiras.

Pelo quarto ano consecutivo, o evento se destaca como a celebração das artes cênicas em Sergipe. São espetáculos e apresentações que oferecem a oportunidade para que grupos teatrais e circenses, de todas as regiões do Estado, exponham suas produções. Dessa forma, o poder público estimula o ofício da classe artística e promove o acesso da população à produção cultural.

“Foi em 2011, na nossa gestão, que o Festival Sergipano de Teatro, um antigo sonho da classe artística, virou realidade. Esta é uma das ações que comprovam o êxito da nossa política cultural, com o fomento à produção artística local e democratização do acesso da sociedade sergipana à cultura”, frisa.

A maior parte dos espetáculos que serão apresentados durante a quarta edição do festival foi escolhida através de uma seleção pública via edital.

Trazemos aqui a programação de espetáculos que dá pra levar a garotada, para vocês não deixarem de participar. No site da Secult você confere a programação completa.

30 de março
O Corcunda de Notre Dame
com Companhia de Artes Tetê Nahas/ Texto: Victor Hugo
Teatro Tobias Barreto | 17h | Classificação: Livre


4 de abril
Deixe-me-a-ma-la
com Cia. Gentileza de Artes Integradas – CIGARI / Texto: Roney David

Teatro Atheneu | 16h | Classificação: Livre

06 de abril
As asas de um anjo

com Cia. De Teatro Itapoart's / Texto: José de Alencar

Teatro Lourival Batista | 16h | Classificação: Livre

10 de abril
Um, dois, três, Kabummm!

com Cia. O Mínimo de Teatro e Circo /Texto: Rafael Barreiros

Museu da Gente Sergipana | 15h | Classificação: Livre

10 de abril
O Grande circo do mundo

com Coletivo Teatro de Mala / Texto: Ewertton Nunes

Museu da Gente Sergipana | 17h | Classificação: Livre

11 de abril
Boca em-cena, folhetins em cordel: João Firmino um poeta nordestino

com Grupo Teatral Boca de Cena / Texto: Rogério Alves

Museu da Gente Sergipana | 16h | Classificação: Livre

13 de abril
Os Saltimbancos
com Eitcha Companhia de Teatro / Texto: Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov
Teatro Tobias Barreto | 16h | Classificação: Livre


Beijos

@conversinhadmae

quinta-feira, 20 de março de 2014

Cuidado na publicação de fotos de nossos filhos na internet

Acabei de ler isso na internet e achei super interessante e importante compartilhar com vocês aqui no blog. É uma matéria que saiu no Maternar no blog da Folha de São Paulo, com o título "Veja erros que cometemos na publicação de fotos de nossos filhos na internet; saiba evitá-los", escrita por Fabiana Futema.  Alguns dos cuidados orientados pelo especialista em segurança já tinha observado e já estava adotando. outros vou ter mais cuidado ainda a partir de agora. Espero que também gostem. Publico o texto aqui na íntegra.

Veja erros que cometemos na publicação de fotos de nossos filhos na internet; saiba evitá-los

Especialista em segurança da informação diz que não devemos publicar fotos de crianças nuas ou que possam causar constrangimento no futuro

Em tempos de ‘selfie’, super smartphones  e aplicativos que permitem clicar cada momento do dia, parece difícil resistir à tentação de compartilhar com o mundo as fofices de nossos filhos. Afinal, que mal tem publicar a inocente foto de um bebê tomando banho?

O especialista em segurança da informação, Márcio Ferreira, da TrustSign, diz que os pais não devem nunca publicar fotos dos filhos sem roupa. “É um prato cheio para os pedófilos.”

Segundo ele, antes de publicar uma foto o pai deve pensar duas ou três vezes para não se arrepender depois. “Mesmo que você apague a foto, alguém pode ter copiado ou baixado antes. Aquilo que você postou é eterno.”

Localização
Outro cuidado que se deve ter, segundo ele, é com a publicação de fotos em redes sociais que permitem identificar a escola em que a criança estuda. “Não se deve mostrar o uniforme nem o brasão da escola do filho.”

Esse cuidado é para evitar que estranhos identifiquem a sua rotina, seus hábitos e lugares que você e sua família frequentam. “Pessoas mal intencionadas podem usar essas informações para localizá-lo”, diz o especialista.

Por isso, ele afirma, não é um bom hábito dar ‘check-in’ nos lugares que você frequenta para que todos fiquem sabendo nas redes sociais.

Pelo mesmo motivo, ele recomenda a desativação do geolocalizador de smartphones e câmeras, que podem identificar o local onde a foto foi tirada. “Mesmo que você não dê check-in, existem programas que podem fazer a localização”, diz Ferreira.

Colocar hashtags com o nome da escolinha da criança e da sua academia também darão pistas sobre sua rotina. #Evite!
Privacidade
Ferreira diz que o primeiro cuidado a se ter com as redes sociais é com o nível de privacidade de seu perfil. “O ideal é que só seus amigos possam ver o que você publica.”

Em relação ao compartilhamento de fotos, ele diz que você pedir para seus amigos não compartilharem fotos suas. “Você conhece seus amigos, não os amigos dos seus amigos. Não hesite em pedir para remover o compartilhamento.”

Autorização
Se alguém postar uma foto do seu filho numa rede social sem sua autorização, Ferreira diz que é seu direito pedir que a imagem seja retirada.

Pela mesma lógica, você também deve perguntar para os pais de outras crianças se pode publicar fotos delas antes de sair compartilhando imagens da festa de aniversário do filho no Facebook (ai, ai, ai, ai).

Constrangimento
Ferreira diz que os pais devem lembrar que os filhos vão crescer antes de publicarem fotos que podem mais tarde constrangê-los. “Se a foto for embaraçosa e cair na rede, a criança pode ser alvo de bullying. É melhor evitar fotos em situações embaraçosas.”

Blogueiras
Por último, ele deu uma dica para as mães blogueiras. Disse para que tomarmos cuidado para não fazermos do blog um diário com todas as pistas sobre nossa rotina. “Você não sabe quem está lendo.”

Lógico que eu já cometi várias gafes em termos de segurança de imagem na internet. Minha amiga Deise de Oliveira, mãe mais experiente que eu, me alertou sobre o risco quando postei a foto do meu filho peladinho no Facebook.

E também já participei de um concurso de fotos de banho de bebê (hello?). Outra foi dar check-in na escola do filhote. Mas ainda não tinha falado com o Ferreira. Vou mudar já minhas configurações de privacidade!

E use seu bom senso. Ninguém precisa ficar paranoico e deixar de publicar o vídeo da primeira vez que o filho andou por medo de ser localizado por um maluco. Se parar de compartilhar cada detalhe, de todos os horários do dia, marcando todos os locais que frequenta, já será um bom começo.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Fabiana Futema, Maternar, blog Folha de São Paulo

quarta-feira, 19 de março de 2014

Motossocorrista faz campanha de arrecadação itens para a bebê abandonada

O motossocorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192 Sergipe), Allan Delon Vieira, iniciou uma campanha para ajudar a pequena Izabel Vitória, encontrada em um saco de lixo no último sábado (15). A bebê foi resgatada pelo Samu e encaminhada para a Maternidade Santa Isabel.

Após passar por exames clínicos e laboratoriais, a menina recebeu alta. Agora, a recém nascida será encaminhada ao Abrigo Sorriso, no bairro Santa Tereza.

“Entrei em contato com a direção do abrigo para saber os principais itens que seriam necessários doar. As pessoas podem doar leite do tipo I, fraldas tamanho P e produtos de higiene pessoal. Os interessados podem levar os itens direto para o abrigo. Caso queriam, também podem reunir as doações de um grupo de pessoas e entrar em contato pelo e-mail enfallandellon@hotmail.com que buscarei pessoalmente”, disse o motossocorrista.

O Abrigo Sorriso está situado à Rua Elenita Nery Gomes, 302, Santa Tereza. O telefone de contato é (79) 3243-6530.

Histórico
A bebê foi encontrada na noite do último sábado, 15, em uma lixeira do bairro Garcia, em Aracaju, com um quadro de hipotermia e cianótica (com a pele azul-arroxeada). Dois motodsocorristas foram enviados ao local para prestar os primeiros atendimentos, enquanto uma Unidade de Suporte Avançado (USA) era encaminhada.

Após receber os devidos cuidados, a bebê foi levada para a Maternidade Santa Isabel. Ela pesa 2,5 kg e mede 47 centímetros.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Ascom SES

terça-feira, 18 de março de 2014

Abrace essa campanha também!

Das coisas que valem muito a pena e não custam nada, o abraço está entre as primeiras posições. Abraço é bom quando se está alegre, melhor ainda quando a gente está triste ou carente. Abraço é bom pra comemorar, mas também é ótimo quando a gente está desapontado. É tão bom receber aquele abraço quando a gente está na expectativa. Mas ele fica mais gostoso ainda quando a gente recebe de forma inesperada.

Pois é, abraço é bom de todo jeito. Então, que tal sair por aí abraçando um monte de gente na próxima sexta-feira, dia 21? Nesse dia, vai acontecer em várias partes do país uma campanha para marcar o Dia Internacional da Síndrome de Down. Aqui em Sergipe, os Downs estarão com sua alegria peculiar distribuindo muitos e muitos abraços grátis.

O ato da campanha acontece a partir das 16h, no Calçadão da 13 de Julho. Aí em seu estado tenho certeza que alguma associação ou instituição que trabalha com pessoas com Síndrome de Down estará realizando esse evento alusivo à data. Aqui em Sergipe, a Cidown – Associação Sergipana de Cidadãos com Síndrome de Down é que está na organização.

A programação em comemoração ao dia 21 tem ainda na programação uma sessão especial, nessa mesma data, às 9 horas, na Câmara de Vereadores de Aracaju. No sábado, dia 22, acontece a Cidown no Parque, uma divertida manhã de lazer no Parque dos Cajueiros.

Quem quiser e puder ajudar financeiramente com a Cidown para arcar com as despesas desses dois eventos, pode entrar em contato pelo Facebook da Associação ou através do telefone 79 8822-8910 e email atendimento@cidown.com.br.

Beijos (e abraços!)


@conversinhadmae

quarta-feira, 12 de março de 2014

Mamãe na cozinha: oficina de cupcake

Uma das minhas paixões é cozinhar. Seja lá o que for: doce, salgado, almoço, lanche, jantar. Gosto de coisas novas (embora não goste de comê-las, porque sou adepta do trivial rsrsrsrs), de aprender coisas novas. Sou fã de programas de culinária, de receitas que vejo na internet. Tanto que sempre brinco dizendo que aqui em casa tem a “cozinha experimental da Ed”.

Pois bem. Antes do carnaval soube por uma amiga (valeu, Martha Mendonça, a mamãe de Malu) que seria realizada aqui uma oficina de cupcake. Claaaaaaro que eu não ia perder essa oportunidade. E não perdi!

Foram apenas dois dias de aula, mas deu pra aprender bastante. A instrutora, Niza Andrade, passou todas as dicas. Ensinou como fazer a massa básica (deeeeliciosa, por sinal), recheios e coberturas. O primeiro passo para que os alunos pudessem deslanchar na sua produção. No curso tivemos à disposição todos os materiais necessários para aprender a fazer com os produtos que de melhor existem no mercado.
 Eu amei!!!! Confesso que estou empolgadíssima. Ainda não comecei a testar os conhecimentos na prática. Não por falta de vontade. O tempo corrido e alguns trabalhos com prazo pra finalizar (motivo pelo qual tenho estado um pouco sumida aqui no blog) estão me fazendo adiar isso.

Mas já estou com tudo pronto aqui pra quando disser “boca de forno” começar a fazer meus cupcakes. Por enquanto, mostro um pouquinho do que colocamos a mão na massa lá no curso.
Não estão lindos????
Esse foi um dos que eu fiz no primeiro dia. Tão fofo!!!!
E aqui pra mostrar como ele estava por dentro.
Só digo uma coisa: estava uma delícia!!!!
Assim que tiver feito a primeira fornada aqui em casa posto fotos aqui no blog. Pena que não vai dar pra mandar um cupcakezinho sequer pra cada um de vocês. :(

Beijos

@conversinhadmae

P.S.: Perdão pela qualidade das fotos. Foram tiradas com o celular.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Mais de 1.100 crianças são vítimas de afogamento a cada ano

Todos os anos no Brasil, mais de 1.100 crianças morrem vítimas de afogamentos. Em 2011, segundo informações do Datasus, banco de dados do Sistema Único de Saúde, 1.115 crianças de 0 a 14 anos morreram e 293 foram hospitalizadas. Sendo que a maior incidência de mortes foi entre crianças de 1 e 4 anos com 422 casos, representando 37% do total, e em segundo lugar, as crianças de 10 a 14 anos, que representaram 36% dos casos, 407 registros.
Estes afogamentos acontecem principalmente em águas naturais e abertas, com 424 mortes (38%). A região mais afetada foi a Nordeste, com 397 fatalidades (35%). Na região Sudeste, foram 297 mortes (26,6%), no Norte 200 (17,9%), no Sul 122 (10,9%) e no Centro-Oeste 99 (8,9%). Porém, ao analisar as regiões do Brasil por taxa, a região Norte foi a mais afetada com 4 mortes a cada 100 mil habitantes.
Os estados mais afetados por número absoluto foram São Paulo, com 132 mortes (11,8%), Bahia 105 (9,4%), Minas Gerais 91 (8%). Analisando por taxa, a Bahia foi o estado mais afetado com 3 mortes a cada 100 mil habitantes.
Observa-se ainda uma grande diferença entre os meninos, que representaram 66% das mortes, com 755 casos registrados, enquanto as meninas representaram um número menor. Foram 360 casos que representaram 34% do total de vítimas.
Outro problema que tem preocupado são as piscinas. O número de mortes, comparativamente, não é tão significativo: 89 mortes, neste mesmo ano. Porém, o que mais chamou atenção da mídia no ano de 2014, foram as mortes envolvendo os ralos das piscinas. As crianças ficaram presas por partes do corpo ou pelo cabelo.


Segundo estudos do dr. David Szpilman, Médico, especialista em afogamento e chefe da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Municipal Miguel Couto; e sócio fundador, e atual diretor Médico da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), a maioria dos afogamentos acontece em águas naturais, doces e abertas.

A facilidade com que este acidente pode ocorrer agrava-se devido a duas características principais do afogamento. Geralmente ele é rápido e silencioso. Por este motivo, a adequação no ambiente e a supervisão do adulto são essenciais para evitar este risco.

Em casa, por exemplo, é importante lembrar que apenas três dedos de água em um balde esquecido na cozinha já representam perigo significativo para uma criança que está começando a andar. Elas têm cabeça mais pesada e gostam de brincar com água, podem se virar e não conseguem voltar. Apenas 10 segundos são suficientes para que a criança fique submersa na banheira; 2 minutos são suficientes para que a criança, submersa, perca a consciência e de 4 a 6 minutos para que a criança fique com danos permanentes no cérebro.

Prevenção
Além da supervisão total do adulto, outras medidas podem evitar este acidente: usar colete salva-vidas, esvaziar e armazenar em locais altos os baldes, bacias e banheiras após o uso, fechar vasos sanitários e banheiros, tampar ou esvaziar os tanques, esvaziar piscinas infantis e tampar com lona bem presa as piscinas “regan” após o uso.

As piscinas devem ser protegidas com cercas de pelo menos 1,5 m, alertas sonoros de movimento também podem ser usados e os ralos cobertos com tampa especial para evitar a sucção de partes do corpo.

Outras formas de prevenção, também importantes, são ensinar a criança a nadar a partir dos quatro anos e os responsáveis aprenderem técnicas de primeiros socorros em caso de uma emergência.

“Prevenção é melhor que qualquer vacina”, alerta a dra. Simone Abib, cirurgiã pediatra e presidente do Conselho da Criança Segura. Outra boa dica para evitar riscos é ensinar os pequenos sobre as condutas de segurança e ser o exemplo. “Crianças aprendem pelo modelo”, complementa a doutora.

Beijos

@conversinhadmae

Informações e infográfico: ONG Criança Segura

Diversão destaca a natureza em campanha para o frio


A proximidade do início dá (literalmente!) um alívio. A gente já não aguenta esse calorão, que por sinal tomou conta de todo país bem intensamente esse ano. Todo mundo quer sentir nem que seja um friozinho, por mais leve que seja (que o diga nós que moramos aqui no Nordeste).

E para celebrar a intensidade da temporada outono/inverno, a Diversão mostra uma campanha publicitária onde a alegria de ser criança está evidente em cada detalhe. O conceito da ação – chamada de ‘Na Natureza Selvagem’ – destaca o universo safári como uma grande brincadeira para meninos e meninas de estilo, com espaço para um mix entre influências militares e elementos rústicos. 
Confira alguns looks Diversão outono/inverno 2014

Com cliques de Luis Felipe Kelen, as imagens evidenciam uma explosão de cor e alegria, onde as novidades da estação ganham espaço nobre. Entre os lançamentos, estão modelos de tênis onde o conforto e o design chamam a atenção, especialmente por conta de acabamentos especiais em forma de estampas exclusivas, fechamentos diferenciados e aplicações de delicados metais.


Os calçados da Diversão Calçados atende o público infantil – masculino e feminino – em uma numeração que vai do 18 ao 36. Fica a dica.

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 3 de março de 2014

Campanha pede que rótulos informem sobre presença de alérgenos nos alimentos

Para tornar obrigatória a inclusão de informações claras sobre a presença de alimentos alérgenos ou de traços desses alimentos nos rótulos dos produtos, um grupo de mães se uniu e criou a campanha Põe no Rótulo no Facebook.

A ideia da campanha surgiu a partir da troca de informações online de mais de 700 famílias cujos filhos têm alergia alimentar. O grupo resolveu criar o movimento com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os riscos que a falta de informações nos rótulos podem trazer para as pessoas que têm alergia. Dependendo do grau de sensibilidade, o alérgico pode ter choque anafilático, fechamento da glote, além de outras reações graves que podem levar à morte. Em dez dias de campanha, o #poenorotulo já tem mais de 11,3 mil curtidas.

Motivada pelas dificuldades encontradas no dia a dia para comprar produtos seguros para seu filho Rafael, de 2 anos, a advogada paulista Maria Cecília Cury Chaddad fez um doutorado em Direito Constitucional abordando a rotulagem de alérgenos nos alimentos. Rafael tem alergia a leite e a soja e nunca consumiu amendoim, oleaginosas e crustáceos, por serem altamente alérgenos.

“Comecei a tirar vários alimentos da dieta da família e fiquei impressionada por não achar uma norma sobre o tema”, disse. Ela dá o exemplo de um creme de chantilly que não contém no rótulo o ingrediente leite, e sim, caseinato de sódio, uma proteína do leite. “Quantas pessoas sabem disso e conhecem esses nomes difíceis? A pessoa acha que não tem leite”, comentou.

Um estudo conduzido em 2009 pela Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo mostrou que 39,5% das reações alérgicas a leite de vaca estavam relacionadas a erros na leitura de rótulos.

Maria Cecília conta que recai sobre as famílias a responsabilidade da leitura atenta de cada rótulo com uma grande lista de ingredientes, muitas vezes, com letra pequena e termos desconhecidos, para descobrir se aquele alimento pode fazer mal.

As mães defendem que a informação sobre a presença dos principais alimentos alérgenos ou traços desses alimentos – leite, soja, ovo, trigo, amendoim, oleaginosas, frutos secos e peixes – esteja clara e em destaque nos rótulos, a exemplo do que já ocorre com o glúten, substância que não pode ser ingerida por quem tem a doença celíaca. A Lei 10.674/2003 tornou obrigatória as inscrições “contém glúten” ou “não contém glúten” nas embalagens dos alimentos industrializados.

A jornalista carioca Mariana Claudino, mãe de Mateus, de 4 anos, que tem alergia severa a três proteínas de leite, entre elas, a caseína, e a ovo, conta que os serviços de atendimento ao consumidor (SAC) da indústria alimentícia e as escolas estão, em geral, despreparados para lidar com a alergia alimentar.

“Os SACs não sabem a importância da informação clara sobre o maquinário que produz vários alimentos e pode acontecer a contaminação cruzada dos produtos. E como não é lei, isso não vem explícito. As pessoas acham que alergia alimentar é frescura, é uma coceirinha, mas pode ser fatal para quem tem alergia severa”, disse Mariana.

A jornalista conta que a última crise de seu filho ocorreu quando ele brincava com giz branco na escola. “A gente descobriu que a marca de giz tinha caseína. Não é somente no que a gente ingere, a proteína do leite existe em vários produtos que nem poderíamos ter ideia, como colchões, cremes para o corpo, filtros solares.”

Por causa da alergia severa de Mateus, Mariana toma cuidados redobrados como almoçar fora apenas em lugares onde sabe que a cozinha é confiável. Outra medida é deixar uma ampôla de adrenalina injetável na escola e outra em casa para o caso de haver um choque anafilático.

A campanha Põe no Rótulo propõe a criação de uma legislação específica sobre o tema ou o estabelecimento de uma norma pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que obrigue a indústria alimentícia a fazer a correta rotulagem de alérgenos.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a Anvisa que informou que há, no âmbito do Mercosul, uma discussão sobre a obrigatoriedade de se prestar informações sobre alergênicos nos rótulos. A proposta, entretanto, depende de consenso entre os países-membros. O tema vai para o quarto ano de discussão, segundo a agência. Nos Estados Unidos, as indústrias são obrigadas a prestar esse tipo de informação desde 2006, na União Europeia, Austrália e Nova Zelândia, desde 2003, e no Canadá, desde 2011.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: EBC