quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Modinha fashion fast

A lista de compras para o supermercado agora pode ter um item a mais. Não é uma nova fruta exótica, um recém-lançado alimento rico em nutrientes saudáveis ou novo produto de limpeza. Não é muito convencional, mas já pensou em comprar no supermercado aquela bermudinha da moda, uma blusa na tendência da última coleção ou o biquíni e que não podem faltar na sacola de praia pra curtir esse verãozão?

Pois é! A “moda de supermercado” é uma tendência que tem crescido muito nas grandes redes de todo país. Tenho visto isso cada vez mais em alguns supermercados maiores. E tem muita coisa legal! As lojas tem procurado adaptar a moda das passarelas ao bolso do consumidor brasileiro. Com isso, lucra o cliente, que tem à sua disposição roupas com qualidade e sortimento a um preço bem mais acessível e seguindo as últimas tendências.

Nas lojas do Hiper Bompreço, a coleção Alto Verão 2014 dá destaque as opções de moda praia para crianças. Inspirada no tema Califórnia Tropical, o lançamento conta com itens para toda família. As referências étnicas, animal print e flúor também chegam com força total.

Segundo o diretor de Moda do Hiper Bompreço, Samuel Voelzke, são realizadas negociações especiais para o consumidor encontrar os melhores preços e últimas tendências nas lojas. “A coleção conta com mais de 150 itens de confecção e temos previsão de aumentar as vendas cerca de 10% com essa sazonalidade”, afirmou Voelzke. A rede já tem várias marcas própria de roupas femininas, masculinas e infanto-juvenil.
O destaque é para a moda praia. É possível montar o biquíni com peças de R$ 12,00, além de diversos modelos de tops por R$ 15,00 e 19,00. As saídas de praia e conjuntos saem por R$ 49,00. O Hiper também investiu nos acessórios de verão – são chapéus, bolsas com cartelas de cores da estação e chinelos para todas as ocasiões.
Tendências
Na coleção Infanto-Juvenil, a equipe de estilo do Hiper Bompreço preparou para a estação mais divertida do ano um universo recheado de novidades fresquinhas para a criançada. A coleção Infantil menina chega cheia de charme, com estampas românticas e divertidas com detalhes pontuados por glitter, paetês e strass. As cores aparecem fazendo um mix de candy como o rosa, amarelo e lilás e os tons flúor que trazem luz para a nossa cartela.

Já para os meninos, o tema Skate-Surf é aposta para um verão despojado e cheio de atitude. As peças aparecem com variação de modelagens, detalhes de estamparia e técnicas diferenciadas. A cartela de cores passeia pelos azuis, alaranjados, amarelos não podendo deixar de lado o flúor, que dá um toque de modernidade para os looks.
As coleções Disney e Marvel seguem a mesma tendência, se reinventando a cada temporada. A linha juvenil se renova e traz uma coleção mais madura e cheia de modernidade. Para as garotas as modelagens peplun, cintura marcada, frases de atitude e tecidos diferenciados são a bola da vez. Já os garotos aparecem mais urbanos e leves com influência dos esportes radicais e o universo musical. Como destaque especial das coleções a sarja colorida chega pra ficar.

Nas próximas compras, já dá pra deixar um espaço no carrinho. Vai que você encontra aquele biquíni, short, vestido, sainha, camiseta...

Beijos


@conversinhadmae

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

SOU só cachinhos!

Visual que estou a-m-a-n-d-o!!!
Desde que decidi adotar (assumir mesmo!) os meus cachinhos, estou numa felicidade só. Ai que sensação de liberdade! Ai que coisa boa poder ficar com os cabelos soltos, livres, leves, naturais. A sensação tem sido maravilhosa pra mim, que durante váááários anos mantive minhas madeixas à base da escovação.

E com esse novo visual surgiu também a preocupação de manter meus cachinhos cada vez mais lindos, nutridos e bem modelados. Mas pra isso não queria viver com “toneladas” de creme neles. Fã da Natura que sou (sem trocadilhos, por favor!), assim que vi na revista os produtos para cabelos cacheados da linha SOU tratei de encomendá-los à minha consultora.
Toda linha
Gente, estou simplesmente amando. Os produtos são maravilhosos!!! A linha SOU Cachos Modelados foi lançada agora em janeiro e tem produtos de uso diário para quem tem fios cacheados. Os produtos SOU Cachos Modelados nutre os fios, deixando os cachos macios e definidos por todo o dia. E pude perceber isso já no primeiro dia de uso. Os cachos ficam bem modelados mesmo.

A linha é composta por SOU shampoo, condicionador, creme para pentear e máscara de tratamento Cachos Modelados, todos com 200 ml. A fragrância também é um detalhe à parte: deliciosa. O creme para pentear é bem consistente. Não precisa usar demais para espalhar em todo cabelo. Acredito que os produtos vão fazer o maior sucesso, porque, segundo pesquisa Ibope, 32% das brasileiras tem cabelos cacheados.
Creme para pentear é maravilhoso
A linha segue o conceito com embalagens de design inteligente, que aproveita até a última gota. Essa é uma das suas vantagens (econômica e ecologicamente falando). A embalagem de SOU usa 70% menos plástico e emite 60% menos CO2 do que as embalagens convencionais – o transporte de 1000 embalagens vazias de SOU corresponde a 28 embalagens convencionais. E ainda gera três vezes menos resíduos.

Fica aqui uma diquinha de mãe que usou e aprovou.

Beijos


@conversinhadmae

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Especialistas defendem que o Teste da Linguinha também seja obrigatório

Assim como o Teste do Pezinho e da Orelhinha, a obrigatoriedade do Teste da Linguinha é defendida por fonoaudiólogos. Confesso que não conhecia o exame, que é realizado em recém-nascidos para saber se eles têm o problema conhecido como “língua presa”. No ano passado, a Câmara dos Deputados aprovaram o Projeto de Lei 4.832/2012, que obriga a realização dele ainda na maternidade. Se for aprovado também no Senado, irá se tornar lei.

A fonoaudióloga Roberta Martinelli, criadora do exame, afirma que corrigir a língua presa ainda na maternidade pode evitar sérios problemas. A língua presa é uma das maiores causadoras do desmame precoce inicial. “E, futuramente, uma das maiores causas de problemas de fala. É aquele bebê que cansa para mamar, que mama de hora em hora porque tem fome, porque não consegue se saciar numa mamada só, apresenta estalinhos de língua para sugar o peito da mãe, e o bico vai escapando da boca do bebê.”

A estimativa é que um a cada cinco bebês no Brasil sejam acometidos pela língua presa. Mas a fonoaudióloga Roberta Martinelli diz que a cirurgia de correção é simples. Não precisa de anestesia geral, não dá ponto. É só cortar a parte que prende a linguinha.

No entanto, um parecer endossado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) afirma que o exame da cavidade oral já é realizado rotineiramente pelos pediatras e que a lei para a obrigatoriedade do Teste da Linguinha criaria uma despesa desnecessária. Isso porque os pediatras já verificam, no exame em consultório, toda situação da criança, inclusive de sua boquinha por completo.

O já obrigatório Teste do Pezinho rastreia algumas doenças genéticas, enquanto o Teste da Orelhinha detecta surdez em recém-nascidos.

Beijos

@conversinhadmae


Com informações da Agência Câmara Notícias

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dueto pai e filha

Essa semana acabei postando esse vídeo no Facebook e esqueci de compartilhar com vocês aqui também. Domingo passado, lá na igreja, Beatriz e o pai fizeram um dueto. Cantaram juntos a música "O Senhor é o Meu Pastor", que está no CD Davi - Crianças Diante do Trono.

Foi lindo! Uma bênção! Como cristã, entendo que o caminho é como está lá em Provérbios 22.6: "Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar." É isso que temos tentado fazer com nossas filhas Beatriz e Rebeca. Ver Bia louvando a Deus assim com tanto prazer, entusiasmo nos mostra que estamos no caminho certo. Obrigada, Senhor!

Confiram aqui o vídeo. Perdão pelo treme-treme no início. É a cinegrafista aqui sem experiência.
Beijos

@conversinhadmae

“Deus me deu um presente” (Depoimento emocionante de um pai)

Em certos momentos da vida, Deus nos dá presentes. Alguns planejados, outros muito aguardados, outros que chegam de surpresa, mas todos da mesma forma mudam nossas vidas para sempre e nos trazem uma felicidade enorme. Assim são os filhos. Quantas coisas eles nos ensinam... Como têm a capacidade de multiplicar o amor em nossos corações.

É esse amor, esse sentimento de ter sido presenteado, que expressou, esta semana, o ator e apresentador Marcos Mion, em sua fanpage. Ele fez um relato sobre o seu filho mais velho, o Romeo. Palavras tão lindas que decidimos compartilhar com vocês aqui no blog. Leia esse belo depoimento na íntegra a seguir:

“Deus me deu um presente.

Fui um dos escolhidos.
Somos muitos, mas ainda uma minoria.
Se fossemos a maioria, o mundo seria um lugar com muito mais amor incondicional e puro, com mais respeito, paciência e valores.

Quem somos nos?
Familias abençoadas com uma criança especial.

Sim, nos seus primeiros anos de vida, eu e minha mulher, Suzana, percebemos que nosso filho mais velho, Romeo, é uma criança com dificuldades de desenvolvimento.

Demorou algum tempo para termos essa certeza pq ele nao se encaixa em nenhum diagnostico e segue evoluindo e aprendendo no seu ritmo.
Todos especialistas dizem que ele nao é autista, nao é asperger, enfim, que ele nao é nada além de uma criança que se encaixa na sigla NOS - Not Otherwise Specified, que significa "Sem Outras Especificações" mas que faz parte do spectrum autista.


E por que é bom ele não se encaixar em nenhum diagnostico?
Pq ele pode ser ele! Com todo seu potencial, seu jeito unico, suas caracteristicas, vitorias e limitações, e nao o que um especialista determine que ele seja.
O diagnostico é a maneira mais eficaz de limitar alguem, de não ver sua beleza e singularidade.

Qualquer criança que pertence ao spectrum, seja qual for a especificação, tem uma luz unica, diferente e seu caminho é ilimitado! Peço, de coração, para que os pais nunca parem de acreditar, independente de um rotulo, e estimulem sempre seus filhos especiais, pois eles tem muito a nos ensinar. Eles so precisam de amor e apoio.

Nos, desde seu nascimento, acompanhamos seu desenvolvimento de perto e buscamos os melhores especialistas no Brasil e fora.
Sempre sou questionado do pq fiz a segunda base da minha familia em Miami e pq passamos tanto tempo aqui. Essa mudança aconteceu, porque aqui encontramos uma especialista que desenvolveu um metodo com o qual nos identificamos muito, que foi essencial para entendermos a situaçao e para o Romeo ter as melhores condições para firmar suas bases de desenvolvimento. Foi um perfeito complemento ao trabalho dos médicos e todos profissionais brasileiros que trabalham com a gente.

Assim, hoje em dia, Romeo vive uma vida normal, na escola, nas atividades, com familia e amigos e é amado por todos que o cercam! Estes, alias, os grandes sortudos que, como eu e minha familia, tem a felicidade de conviver e aprender todos os dias com um ser humano tão evoluido.

Ele é minha maior inspiração como pai, como ser humano.

Como uma vez ele me disse: "Pai, eu sou seu irmao".
Sim filho, vc é meu irmão de alma.

Meu maior orgulho.”

Lindo, não? Praticamente impossível não se emocionar. Filhos (sejam eles como forem) são bênçãos nas nossas vidas. Sempre nos trazem grandes aprendizados. Só tenho a agradecer as duas que ele me deu.

Beijos


@conversinhadmae

Foto: divulgação (fanpage)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Escolas poderão ser multadas por exigir material coletivo

As escolas que exigirem material coletivo podem levar multa de até R$ 6 milhões. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e os Institutos de Defesa do Consumidor (Procon) estarão em alerta para cobranças abusivas neste início de ano. As multas aplicadas poderão variar entre R$ 400 e R$ 6 milhões, de acordo com o faturamento da instituição. De acordo com a Senacon, os pais que tiverem dúvida se o material é de uso coletivo ou individual deverão procurar a escola para esclarecimentos. Sobre o aumento das mensalidades, a escola também deverá apresentar uma planilha de custos e gastos que justifiquem o reajuste.

Essas determinações estão na Lei 12.886/2013. Os pais devem comprar aquilo que os filhos forem consumir pedagogicamente, seja individualmente, seja coletivamente, em sala de aula. Portanto, produtos como resmas de papel para cópia, material de higiene e limpeza, giz, pincel atômico, copos e grampeador não devem ser comprados. Esses materiais já deverão estar incluídos nas mensalidades. A exigência de determinada marca também é configurada como abuso. 

A Senacon explica que em todo início de ano letivo os Procons fazem o acompanhamento de listas escolares e pesquisas de preços para fornecer aos consumidores. Órgãos locais conseguem verificar de forma mais próxima o que ocorre. O Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) faz a fiscalização. Dados de todas as empresas e reclamações dos consumidores vão para o sistema.

A orientação é que os consumidores que detectarem abusos por parte das instituições procurem o Procon mais próximo de sua localidade. No Brasil, existem 293 Procons. No Distrito Federal, o órgão promove a Operação Passa-Régua, que fiscaliza os centros de ensino. No início do mês, nove das 13 escolas fiscalizadas foram autuadas.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Se adaptando à rotina das aulas sem dramas

Nem todas as escolas voltaram às aulas essa semana. (O que não é o caso por aqui!) Se este é o caso aí por sua casa, então esse post pode ser bem útil. Li o texto no site da revista Crescer e achei bem útil, por isso resolvi compartilhar com vocês aqui no blog. Com o título “4 toques importantes para entrar sem dramas na rotina das aulas”, a matéria dá algumas dicas, como adaptar a agenda da criança aos novos horários alguns dias antes do início do retorno à escola.

A seguir, vocês conferem na íntegra:

1) Uma das maiores dificuldades quando o assunto é rotina é acostumar a criança a mudar seu horário de acordar. Se ela for à escola de manhã, comece a despertá-la em horários próximos aos da aula pelo menos uma semana antes. Aos poucos, ela vai se acostumar. Se for estudar no período vespertino, veja se vai ser preciso alterar o horário do almoço e do banho dela.
           
2) Nos dois casos acima, uma boa dica é, uma semana antes, seguir os horários que seu filho terá depois de começarem as aulas, como um treinamento mesmo.

3) Leve-o para visitar a escola antes do primeiro dia de aula. Mostre onde vai ser a sala de aula e responda às dúvidas que aparecerem: quem é o professor, o que ele faz, quantos colegas têm na sala, para onde ele tem de ir, onde é o banheiro etc.

4) Estabeleça antes uma rotina para o período em que ele não está na escola: hora das refeições, tempo livre para brincar, o momento da lição de casa, de descansar.

Se todas as manhãs são sofridas, algo está errado. As perguntas que você deve fazer a si mesma:

Ele realmente foi dormir no horário certo e teve um sono tranquilo?
O recomendado para crianças em idade escolar é cerca de dez horas de sono – e soneca da tarde não entra na conta.

A escola é em período integral, ele não está descansando tanto quanto deveria?
Entre em contato com a escola e veja os horários de descanso que a criança tem e como ela está dormindo por lá.

Meu filho é uma criança vespertina?
Se ele estuda cedo, mas o rendimento é melhor à tarde, matricule neste período, ou vocês vão sofrer todas as manhãs. Procure uma alternativa – e uma solução – em parceria com a escola.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Revista Crescer

Foto: Shutterstock na revista Crescer

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Acabou a folga: hora de volta às aulas

Acabou-se o que era doce! Sem brincadeirinhas, chegou a hora de voltar às aulas. Fim da "folguinha", hora de voltar à velha rotina (quase, ainda, no meu caso, que ainda não retornei ao trabalho e fico um pouco mais em casa com Rebeca). Mas é o momento de voltar a acordar mais cedo, preparar uniforme, ter paciência (em alguns dias muuuuuita paciência), se reinventar diariamente pra bolar os lanches... 

Enfim... ter filhos é isso: saber e estar preparada para essas rotinas que fazem parte do nosso dia a dia. 

E que venha mais um ano letivo.

E que nós estejamos prontas para mais esse desafio e prontas para estimular nossos pequenos nessa nova caminhada.

Boa volta às aulas pra nós também, mamães!!!!

Beijos

@conversinhadmae

sábado, 18 de janeiro de 2014

Cuidados com a visão na infância

O reinício das aulas (ou mesmo a proximidade dele) traz a muitos pais a preocupação com a saúde visual de seus filhos. Às vezes, as crianças dão alguns sinais que acendem o alerta vermelho aos pais de que algo não está bem com seus olhinhos. Outras, isso não é tão percebido logo. Por isso é imprescindível atenção redobrada tanto dos pais como das pessoas que estão mais perto da criança, como professores ou avós, tios, babás, para que, se houver algo, seja detectado logo no início.

Para esclarecer algumas dúvidas e dar algumas orientações, o Conversinha de Mãe entrevistou a oftalmologista especialista em Oftalmologia Pediátrica, Catarata Congênita e Estrabismo, Lusa Reis*. Segundo a médica, não existe uma frequência exata para que os pais levem as crianças ao oftalmologista. Isso vai depender da existência ou não de alguma doença oftalmológica na criança. Para aquelas que tiveram seu último exame normal, a orientação é um retorno anual.

“O que percebo no dia a dia é que alguns pais são fiéis ao retorno. Outros, já nem tanto. Então, estabelecemos um prazo padrão para que mesmo aqueles ‘atrasados’ não sejam tão prejudicados com isso”, disse. No entanto, se a criança apresenta algum problema como miopia, hipermetropia, astigmatismo ou estrabismo os retornos têm que ser mais frequentes: a cada dois, três ou seis meses, dependendo de cada caso.
Dra. Lusa Reis
Primeira consulta
Para a médica, é importante destacar também quando deve ser a primeira consulta oftalmológica da criança. De acordo com Lusa Reis, ela deve ser ainda na maternidade ou até o primeiro mês de vida do bebê, nos consultórios oftalmológicos, para que ele seja submetido ao Teste do Olhinho ou Teste do Reflexo Vermelho. “Após esse teste deve ter outra consulta com oftalmologista especialista em crianças com seis meses a com um ano, depois com três a cinco anos e depois dos sete anos anualmente, supondo que todas as avaliações foram normais”, esclareceu. Confesso que de Beatriz faço a revisão anual, mas Rebeca, até o momento, levei apenas na primeira semana, para o Teste do Olhinho. Preciso corrigir isso!

Volta às aulas
Se esses prazos de ida ao oftalmopediatra forem seguidos, não há necessidade de levar os pequenos ao médico para uma revisão de volta às aulas, pois a criança estará com certa segurança de ter algum probleminha nos olhos diagnosticados precocemente. “Ou seja, não precisa esperar o início das aulas para ir ao oftalmologista. Esse acompanhamento deve ser feito durante toda vida, e com especial cuidado na primeira e segunda infância (dos zero aos sete anos). No período da alfabetização a exigência visual se torna maior, então, se os pais ainda não levaram seus filhos em consulta antes, esse período é momento”, observou Lusa.

Consequências
Os problemas de visão podem causar algumas dificuldades no aprendizado. A oftalmologista contou como exemplo um paciente de 11 anos que ela atendeu que já estava em sua terceira consulta durante a vida pois tem uma leve miopia. “A mãe dele me contou que quando era criança também tinha miopia e via o mundo 1embaçado’ porque achava que era assim mesmo. Somente quando ficou adolescente, na escola, começou a perceber que algo estava estranho. Enfim, ela falou que quando usou seus primeiros óculos as coisas ao redor ganharam ‘vida’, ela agora podia realmente enxergar tudo com mais clareza”, disse.

A médica acrescentou que esse exemplo mostra que uma criança que não vê bem pode ter prejuízos em vários âmbitos da vida, além do aprendizado. A depender do grau de baixa visual a criança pode até ter seu desenvolvimento neuropsicomotor atrasado. “Como diz filósofo: ‘Os olhos são a janela da alma e o espelho do mundo’. Ele não estava errado, pois realmente é através da nossa visão que recebemos todo aprendizado de vida e com isso expressamos através de atos e pensamentos”, destacou. 

A boa notícia é que as doenças que causam cegueira são raras na infância. Lusa disse que, dentre as doenças raras, mas que podem causar baixa visual, destacam-se a desnutrição (principalmente deficiência de vitamina A), catarata congênita, glaucoma congênito, opacidades de córnea causada por ulceras decorrentes de conjuntivite bacterianas, retinopatia da prematuridade e cicatrizes na retina.

Já as doenças mais comuns, que podem ou não causar uma baixa visual mais importantes, são erros refrativos (problemas de “grau’), alergias oculares (que provocam muita “coceira” nos olhos), blefarites (inflamações das pálpebras) e estrabismos (“olhos tortos”).

 Beijos

@conversinhadmae


* Lusa Reis é a especialista em Oftalmopediatria (especialista em crianças) e Estrabismo, do Hospital de Olhos de Sergipe (HOS). Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe, realizou a Residência Médica na Universidade de Santo Amaro/SP com certificado pelo MEC e título de Especialista em Oftalmologia pelo CBO. Especialista em Oftalmopediatria e Estrabismo pela Universidade de Federal de São Paulo (Unifesp). Na sua trajetória profissional, trabalhou como oftalmologista da Apae/SP, adquirindo experiência no exame oftalmológico em pacientes com Síndrome de Down, paralisia cerebral ou outras necessidades especiais.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Ano novo, escola nova - como lidar com a mudança?

Está se aproximando o período de volta às aulas. Muitos alunos estão ansiosos para rever os amigos, os professores e para conhecer os novos alunos. Esses últimos, por sua vez, vivem a angústia de imaginar como será o ano em uma nova escola. A mudança – à primeira vista traumática – deve ser vista como um processo de adaptação e receber total apoio dos pais.

Os fatores que motivam a mudança são os mais variados: troca de endereço, incompatibilidade da família com a proposta da escola, não adaptação da criança ao projeto escolar, entre outros. Segundo a pedagoga Anita Adas, mestre em educação escolar e coordenadora pedagógica do Ético Sistema de Ensino, da Saraiva, os pais sempre devem expor os reais motivos da escolha de uma nova escola. “A mudança pode ser vista de uma forma benéfica, porque a vida é assim, nada é estático ou imóvel. Sejam verdadeiros e comuniquem os reais fatores que os levaram à decisão”, explica.

No entanto, nem sempre as justificativas convencem os pequenos. Nesse caso, deve ficar claro que o poder de decisão é dos pais, porque a criança não tem condições de avaliar se uma escola é melhor ou não. “Ela [criança] pode externar um mal-estar e manifestar um sofrimento, mas se os pais estiverem seguros de que a decisão foi a melhor, não devem ceder às birras. Muito diálogo, muita escuta e amparo são importantes nesse momento. Levar a criança ao novo ambiente, deixar que ela os veja abraçando os educadores e conversando com eles e até frequentar a escola por alguns dias são dicas que costumam dar certo”, orienta Anita.

Aos pais cabe a percepção de que na vida acontecem diversas situações de adaptação, por isso, essa fase deve ser respeitada. “Os filhos precisam perceber que os pais confiam nos educadores e no projeto da nova escola. As crianças comunicam-se e criam laços facilmente, basta observá-las em uma praça ou parque. Logo farão novos amigos”, acrescenta a pedagoga.

Apesar de o sofrimento ser imensurável e variar de acordo com a faixa etária, os jovens tendem a sofrer mais. É nessa fase que os adolescentes formam grupos, que são fundamentais na construção de sua identidade e autonomia. Nesse período, acontece o fortalecimento dos laços com os amigos e, consequentemente, o rompimento das relações com os pais. “Propor o afastamento do grupo pode parecer-lhes trágico, mas também nessas circunstâncias são os pais os responsáveis pela decisão e, caso decidam mudar os filhos adolescentes de escola, vale também o apoio. Pode-se propor uma reunião com os novos colegas da classe em casa para facilitar o entrosamento”, sugere a educadora.

Para Anita, o envolvimento dos educadores também é fundamental nessa fase delicada. “Os professores têm como tarefa profissional ajudar no processo de adaptação. É preciso que alguém da escola apresente o novo colega aos demais e conte sua história ao corpo docente. Atitudes como aproximar-se do novato, mostrar os diferentes ambientes da escola e colocar-se à disposição para ajudá-lo em momentos de dificuldade são iniciativas que dão resultado”, recomenda.

Mediante todos os esforços, se o aluno ainda apresentar dificuldades em adaptar-se, a decisão pode ser repensada. A pedagoga Anita Adas aponta dois caminhos: ou decide-se por uma nova mudança, ou tenta-se, junto ao filho, encarar a frustração como processo de amadurecimento.

Algumas dicas para uma mudança menos traumática:

- Ficar ao lado (física e emocionalmente) dos filhos diante do novo;
- Ser verdadeiro e comunicar os reais fatores que levaram à decisão;
- Acompanhar os passos da mudança;
- Encorajar os filhos diante dos primeiro temores;
- Conversar com os professores e solicitar uma comunicação mais próxima;
- Perguntar sobre os desafios de cada dia;
- Ajudar nas primeiras tarefas, que podem parecer estranhas;
- No caso das crianças, propor um período de adaptação;
- Incentivar novas amizades;
- Promover uma “noite do pijama” em casa e convidar os novos amigos;
- Não negligenciar as solicitações da escola, mas cumpri-las para a criança não ficar constrangida;
- Observar a cultura escolar e segui-la para a criança não se sentir deslocada;
- Ficar sempre alerta: se os sinais de sofrimento não diminuírem, procurar ajuda junto à escola;

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Inmetro regulamenta uso de cadeirinhas fixadas no banco de trás dos carros

O uso do sistema Isofix para a fixação de cadeirinhas e bebê conforto nos carros, para o transporte de crianças no banco traseiro, foi regulamentado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Nesta quinta-feira, dia 16, o órgão publicou no Diário Oficial da União os requisitos mínimos de segurança para o uso do dispositivo. A norma vai servir de parâmetro para a fabricação de novas cadeirinhas e deverá entrar em vigor até 2015.

Segundo o diretor de Avaliação de Conformidade do Inmetro, Alfredo Lobo, a regulamentação para o uso do Isofix preenche uma lacuna no programa de certificação das cadeirinhas que, hoje, são presas no banco traseiro dos carros por meio do cinto de segurança. O sistema Isofix, no entanto, que consiste em travas nas cadeirinhas acopladas a ganchos, é considerado mais seguro.

“A vantagem é que, com o Isofix, é muito mais fácil e segura a fixação do que por meio do cinto de segurança. Essa é a grande diferença que levou a Europa e os Estados Unidos e, agora, o Brasil a adotar esse mecanismo”, explicou o diretor. Alfredo Lobo disse que, muitas vezes, no caso de cadeirinhas presas com o cinto, os pais prendem de forma errada, com risco para as crianças.

A partir da publicação do Inmetro, a expectativa é que empresas redesenhem modelos de cadeirinhas com o gancho e que aumente o número de  veículos com o Isofix. A barra de ferro com os ganchos no banco traseiro deve vir de fábrica e só está disponível em 5% dos veículos.“Certamente uma exigência legal será necessária, porque muda a concepção dos veículos”, disse o diretor

A inclusão do dispositivo como item obrigatório está em discussão no Senado, por meio de projeto de lei, e aguarda votação pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ). Aprovado, poderá ser exigido das montadoras. Para se antecipar, a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) discute a instalação do sistema. Porém, ainda não estimou o impacto da obrigatoriedade da oferta do dispositivo como item de fábrica.

Dados da Polícia Rodoviária Federal mostram que o número de mortes de crianças menores de dez anos no trânsito caiu 23% no Brasil em 2012, como reflexo da Lei da Cadeirinha. A legislação passou a exigir o uso de equipamento de segurança certificado pelo Inmetro para o transporte de crianças até sete anos, sempre nas cadeirinhas e no banco de trás.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

Os perigos dos brinquedos

Os brinquedos, que desempenham um papel tão importante no desenvolvimento da criança, podem também ser muito perigosos. A cada ano diferentes brinquedos são produzidos no mundo inteiro por vários fabricantes. No Brasil, o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) realiza uma série de testes para garantir a qualidade e a segurança dos mesmos, porém muitas crianças ainda são atendidas nos serviços de emergência com lesões relacionadas com o uso dos brinquedos.

Como escolher brinquedos:
-  Os brinquedos devem ser apropriados à idade, ao interesse e ao nível de habilidade da criança. Um brinquedo que serve para uma criança de mais de 8 anos pode ser perigoso para uma que tem 3. Crianças com até 3 anos têm tendência a colocar pequenas peças na boca e são mais propensas a engolir ou sofrer engasgos e sufocação. Por isso, os brinquedos não devem ser pequenos e não podem ter partes destacáveis que possam ser colocadas na boca.

-  Os materiais utilizados na fabricação dos brinquedos devem ser resistentes, não tóxicos e não inflamáveis.

- Evite brinquedos com pontas ou bordas afiadas, pistolas com projéteis, dardos e flechas, pois podem causar ferimentos de gravidade variável.

- Brinquedos que produzem ruídos acima de 100 decibéis podem prejudicar a audição.

- Brinquedos com correntes, tiras e cordas com mais de 15 cm devem ser evitados devido ao risco de estrangulamento de crianças pequenas.

- Evite brinquedos com vidros para crianças até 5 anos.

- Brinquedos elétricos podem causar queimaduras. Brinquedos ligados em tomadas, com elementos de aquecimentos, com pilhas e baterias, não são aconselhados para crianças com menos de oito anos. As baterias e pilhas contêm conteúdo corrosivo e podem causar sérios danos ao tubo digestivo quando ingeridas ou sufocação quando aspirados.

Dicas para comprar brinquedos:
- Guie-se pela faixa etária recomendada pelo fabricante;

- Verifique a identificação do fabricante (nome, CGC, endereço);

- As instruções devem ser claras e objetivas e com ilustrações. Produtos importados devem trazer as mesmas informações exigidas para os nacionais, em língua portuguesa, bem como as marcas do Inmetro e do organismo de certificação.

- Observe o número de peças ou regras de montagem, quando for o caso;

- O selo do Inmetro garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.
- Apesar dos preços mais baixos, os brinquedos comercializados por ambulantes geralmente não estão de acordo com as normas de qualidade e segurança, expondo a criança a riscos. Também não têm nota fiscal ou qualquer informação sobre sua origem, o que dificulta a troca ou qualquer reclamação.

- Cuidados com as falsificações. Etiquetas e rótulos podem conter marcas falsificadas por contrabandistas.

- Na dúvida, ou se notar ausência do selo, denuncie. A ouvidoria do Inmetro atende pelo telefone 0800-285-1818

Outras dicas importantes:
- Inspecione brinquedos novos e velhos regularmente. Conserte ou descarte aqueles que representem riscos.

- Em casa, você pode testar se um brinquedo ou peça de brinquedo é muito pequeno e oferece riscos de engasgo e sufocação para uma criança menor de 3 anos, se a peça couber em um tubinho de filme de máquina fotográfica ou dentro de um tubo com diâmetro interno de 1,25 polegadas e uma profundidade de 1 a 1,25 polegadas.

- Ensine as crianças a guardarem seus brinquedos após a brincadeira para prevenir quedas e outros acidentes. Brinquedos para crianças maiores podem ser perigosos para os menores e devem ser guardados separadamente;

- Ao presentear a criança com bicicletas, patins, patinetes e skates aproveite para ensiná-la sobre segurança na diversão, compre também os equipamentos de segurança: capacete, joelheira, cotoveleira, luvas e buzina. Brinquedos de locomoção, principalmente bicicletas, estão associados a mais acidentes que qualquer outro grupo de brinquedos.

Saiba mais:
-  Quedas e engasgamentos são os principais responsáveis pelos acidentes e mortes relacionados com brinquedos.

- Bexigas/balões de látex, bolinhas de gudes, peças e objetos pequenos representam risco de engasgamento e sufocação.

- Além de escolher brinquedos que não apresentam perigos é importante assegurar-se de que as crianças saibam usá-los e que brincam em locais seguros. A melhor maneira é supervisionar as brincadeiras e até mesmo participar delas. Aproveite este momento para interagir com as crianças e a ensiná-las a dividir e a respeitar regras.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

No passinho da moda


A cidade de São Paulo está recebendo a 41ª edição da Couromoda, que acontece no Anhembi, até a quinta-feira, dia 16. O evento traz as novidades em calçados e bolsas que estarão presentes em breve pelas lojas de todo Brasil e até mesmo em outros países. Mas pensam que isso é apenas coisa de gente grande? Na-na-nin-na-não!!!! A indústria não esqueceu dos pequenos.

Durante a feira, é possível encontrará o que será tendência na próxima estação para a criançada. Modelos, estilos que estarão nos pés de meninos e meninas, dos mais fashionistas aos mais básicos e casuais. Sim, porque pra ser estiloso não precisa ter muita idade não.

O Conversinha de Mãe, mesmo não estando presente fisicamente à Couromoda, pesquisou com alguns dos principais expositores o que será tendência para a garotada e mostra isso para vocês aqui. Espero que gostem.

Encontros da Pampili
Para a coleção outono/inverno 2014, a Pampili, uma das principais empresas do país de calçados para meninas, traz como tema Encontros, que tem como objetivo eternizar a ligação única e inesquecível entre as meninas e as bonecas, com toda sua cumplicidade. Com um olhar divertido, a Pampili resgata ícones, materiais e detalhes para transformar os objetos de desejo sob medida para as meninas que possuem estilo próprio, como a linha Bonecas Rosas, que traz a essência da marca. Delicadas, com calçados e bolsas bicolores, remetem à feminilidade das princesas, com tons suaves e angelicais, além de muito brilho para as mais glamourosas.
A linha Moderninhas é voltada para as mini fashionistas, com estampas de poás e nuances mais fortes. Já a Divertidas é criada especialmente para as fofuras esportistas e que ousam no estilo street. A coleção de inverno ainda conta com a linha Folk, inspiradas nas bonecas compradas em viagens e que ficam pra sempre na cabeça e no coração de toda a garota, com roupas bem coloridas, flores e estampas típicas. Além disso, as linhas Bonecas Bebês e Mamuska apresentam um toque de conforto e emoção para um inverno ainda mais aconchegante e feliz.
Barbichados, matelassês, franjas, metais, laços, florais, estampas étnicas, taxas, gravações em relevo, glitters e muito mais podem ser encontrados nos calçados e acessórios da marca. Azul night, bordô, petróleo, rosa, nude e off white integram a cartela de cores da coleção 2014. Tudo para uma coleção fofa, despojada e inesquecível, como brincar de boneca!

Kidy: princesas e caçadores de aventuras
A Kidy traz para a delicadeza das princesas e o arrojo dos aventureiros na sua coleção de inverno, que está sendo apresentada na Couromoda. Através da nova campanha publicitária da marca de calçados infantis, as pequenas transformam seus quartos e esbanjam charme em cenários de conto de fadas, com direito a castelos encantados e paisagens de sonho. A cartela de cores em tons de rosa, branco e dourado deixa evidente a inspiração do período, presente em cada detalhe dos calçados da estação fria. Além de esbanjar beleza e feminilidade, os artigos ainda trazem tecnologias de conforto exclusivas e oferecem bem estar e alegria a cada passo.


Sempre criativos e cheios de energia, os meninos são verdadeiros aventureiros na campanha publicitária que divulga as novidades da Kidy para a temporada outono/inverno. A marca de calçados infantis buscou representar o imaginário dos garotos e suas vontades de dar asas à imaginação. Para deixar as aventuras ainda mais divertidas, a empresa oferece calçados flexíveis e anatômicos confeccionados com uma série de tecnologias especiais. Desta forma, as crianças têm poder de salvar o mundo, caçar tesouros, desbravar terras desconhecidas...  E tudo isso com muito conforto, estilo e atitude!

Diversão: explosão de energia para o inverno/14
Apostando em uma explosão de cor e alegria, a Diversão apresenta uma nova coleção de calçados para meninos e meninas que não abrem mão de conforto e estilo em todas as horas do dia. Os tênis da temporada outono/inverno da marca valorizam modelagens onde conforto e design chamam a atenção, especialmente por conta de detalhes especiais em forma de estampas exclusivas, fechamentos diferenciados e aplicações de delicados metais.

As meninas recebem artigos em sintonia com as tendências, com espaço para padronagens charmosas, como flores, corações, animal prints, brilhos e desenhos ligados ao mundo pop. Para os garotos, a marca destaca uma variedade de xadrezes, pespontos, lonas e superfícies com referências ao universo do skate. Em comum, os consumidores mirins contam com artigos vulcanizados com modelagens tradicionais, além de abotinados modernos e iates cheios de personalidade. Os artigos da nova coleção ainda chegam com cabedais em velcros, cadarços, elásticos e zíperes.  
A marca também traz de volta a Galinha Pintadinha (em licenciamento exclusivo) para os pés infantis. A personagem mais amada pelas crianças é destaque em tênis para meninos e meninas, além de uma linha especial para bebês. A nova coleção valoriza artigos abotinados e de cano baixo, além de sapatilhas com exclusivas estampas da turma que embala o desenho animado. Para os recém-nascidos, a marca apresenta sapatos delicados e com fechos em velcro. Em todos os produtos licenciados, o conforto é evidente, já que solados leves, palmilhas macias e forros antibactericidas fazem parte da construção de cada modelo.

Contramão: inverno de fantasia e romance
Com inspiração no movimento romântico, e envolta em conceitos como realidade e fantasia, a Contramão mostra uma nova coleção para as pequenas consumidoras, sempre em sintonia com os desejos das meninas estilosas dos quatro cantos do Brasil. Os produtos ganham superfícies aveludadas, além de rendas, tweeds e metalizados. A estação mais fria do ano ainda é valorizada através de delicados pelos sintéticos.

Entre os novos produtos, estão modelos de botas, coturnos, open boots, sapatilhas e sandálias que evidenciam características como design exclusivo e conforto absoluto. Os elementos que norteiam o período se dividem entre o étnico e o imaginário, assim como os contrastes entre o rústico e o sofisticado. Na cartela de cores, a marca infantil celebra uma variedade de tonalidades tradicionais em perfeita sintonia com nuances cheias de vibração. Desta forma, tons de vermelho e azul se misturam à detalhes dourados, enquanto que o preto assume um ar chique e misterioso.

Molekinha: glamour das princesas modernas e inspiração étnica

Com seus calçados fofos – especialmente desenvolvidos para as garotas que amam a moda, as fantasias e delícias da infância – a Molekinha chega à estação mais charmosa do ano, trazendo modelinhos que são puro encantamento! A fofura, a alegria e a deliciosa vida das princesas é uma das inspirações da estação para essas meninas sonhadoras. Glitter, poá e bordados levam sofisticação para o closet das mini fashionistas e convidam à uma temporada exuberante.

As tradições e a cultura étnica também estão presentes e se mostram em lindas e coloridas estampas, nos bordados artesanais, desenhos feitos à mão. Com essas peças fofas, as garotas vão ficar quentinhas, lindas e superconfortáveis. As princesas modernas, que já são cheias de atitude, também são inspiração para a Molekinha. Cores vivas, detalhes vazados, estampas arrojadas, tachas, metais e muito xadrez vão conquistar as garotas que adoram se divertir e já fazem suas escolhas quando o assunto é moda!

A Linha Tal Mãe Tal Filha, consagrada pelas meninas e suas mamães, também chega com modelos incríveis, que são verdadeiros xodós nos closets dessas mulheres. Os modelos são perfeitos para brincar de moda e realçam a personalidade e a doçura da essência feminina.

Eu amei tudo. E vocês?

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Que “cheilinho” mais delicioso!

Alguém me diga se tem cheirinho mais delicioso que cheirinho de bebê? Aquela coisa tão fofinha exalando aquele aroma tão peculiar... Só dá vontade de apertar, perna bochecha, barriga, pescoço... Cada dobrinha tem um cheirinho que não tem nem como descrever.

E os perfumes para bebê estão aí para deixar esse cheirinho ainda mais duradouro. O Conversinha de Mãe fez uma seleção de algumas dessas fragrâncias irresistíveis. Algumas delas já usei nas minhas pequenas. Outras são fruto de uma pesquisa com quem usou e aprovou.
Seiva de Alfazema (o original!) - Esse é campeão. Quem nunca usou em si ou no seu bebê atire a primeira fralda suja. Brincadeiras à parte, o cheirinho é delicioso, peculiar e traz à memória tantas lembranças. Mainha usava na água para dar banho em mim e em meus irmãos nos primeiros dias de vida. Fiz o mesmo com as meninas e até hoje uso nelas (e em mim de vez em quando rsrsrs). Seu frescor é maravilhoso!


Mamãe e Bebê (Natura) - Também amo de paixão. É "o" cheiro de bebê (pra mim!). Sou apaixonada. Usava antes mesmo de ser mãe, pra poder ter esse cheirinho sempre por perto. É o oficial aqui em casa. Sem álcool e dermatologicamente, é show.

Baby Boti Milk (Boticário) - Já conhecia a versão tradicional. Aí Rebeca banhou essa água de colônia e também estou gostando. Seu cheiro é mais docinho e o aroma dá uma sensação de conforto que não sei explicar direito.

Bebezinhozzz (Racco) - Esse ainda não experimentei em Rebeca, mas já ouvi falar superbem dele por quem usa e aprova. Curiosa como sou, passei até na loja da marca aqui na cidade pra ver o que achava. Na experimentação gostei. Depois vou comprar pra experimentar melhor.

Avon Baby - Tem um cheirinho de bebê (lóóógico!), mas, na minha opinião, não tem a suavidade dos demais. Mas não é ruim. Também não tem álcool na sua formulação e é testado dermatologicamente.

Toute Petite Jacadi Baby Girl - Essa é uma das escolhas das mais famosas e abastadas (isso porque custa alguns vidrinhos a mais que os outros selecionados. A avaliação de quem já usou é bastante positiva. Tem uma fragrância suave, com aroma de notas de frutas vermelhas no início, seguida com notas de pêssego lichia e lírio do vale, com um fundo de musk e sândalo. Essa é a versão para meninas, mas tem também pros meninos.
Beijos


@conversinhadmae