sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Inspiração chá de bebê

Hoje o Conversinha de Mãe vem com dica. Vale aí para quem está esperando bebê e planejando fazer chá de bebê ou mesmo quem está organizando para uma irmã, amiga, cunhada... O chá “inspirador” é o do casal Henri Castelli e Juliana Despírito, que espera Maria Eduarda. A festa foi organizada pela festeira Tati Leme e teve como tema “My Little Closet”.

Diferente do convencional rosa/lilás/branco, a mamãe optou por mesclar o azul turquesa na decoração da festa. A ideia do tema era resgatar uma brincadeira antiga das meninas que eram as bonecas de papel que ganhavam roupinhas de tecido ou papel mesmo (eu mesmo já brinquei muito com elas). E já era possível sentir isso no convite da festa.
O convite 
A decoração foi composta por bastidores de bordar na parede e docinhos que remetiam a costura. Muitos detalhes feitos artesanalmente, como as bebidas servidas em pequenas garrafinhas decoradas com rendinhas de papel e linha arrematada com canudo vintage.
Na decoração foram expostas ainda roupinhas, pois elas não podiam faltar numa festa com o tema “My Little Closet”.
Os papais de Maria Eduarda pediram que os convidados, ao invés de mimos pra ela, levassem leite e fraldas para doação.
Os convidados levaram pra casa como lembrancinha uma charmosa caixinha com um chaveiro em formato de calcinha com aroma.

Fica a dica, gente.

Beijos

@conversinhadmae

Fotos: Hanna Rocha/PubliVídeo

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A história do Natal contada de maneiras diferentes

Festa mais tradicional e, provavelmente, a mais comemorada no mundo, o Natal hoje pode ser contado às crianças (e aos adultos também!) de uma maneira diferente, mas sem perder a essência que é contar o nascimento de Jesus, há mais de dois mil anos. Uma dessas novidades é a História do Natal ilustrada com o brinquedo LEGO. Isso mesmo, a Editora Nossa Cultura lançou este ano o livro “A História do Natal – A Bíblia em Bloquinhos”, para celebrar a data mais importante do ano.

De autoria do inglês Brendan Powell Smith, o livro combina o uso dos bloquinhos de montar LEGO com uma das celebrações mais aguardadas no mundo. Crianças de todas as idades vão amar ver a cena de Belém – com Maria, José, os três magos, os anjos, os pastores e o menino Jesus, envolto em panos deitado numa manjedoura – tudo criado usando o seu brinquedo predileto.
O autor da obra cria um mundo mágico de “blocos”, em torno de um texto simplificado, sobre a concepção da Virgem Maria, o Censo, a Estrela de Belém, e a promessa que um bebê traz ao mundo. O livro aborda as questões mais difíceis de serem discutidas com as crianças, como a gravidez de Maria que é um evento inexplicável. Os adultos aceitam pela fé, mas, muitas crianças ainda não entendem como são feitos os bebês. Então, de alguma forma, elas aceitam o nascimento pela fé.
Os pais podem explicar para seus filhos que Maria era especial, porque foi escolhida por Deus para ser mãe de Jesus. O Natal é um momento para celebrar o nascimento de Jesus, e agora crianças e adultos vão relembrar o nascimento do Salvador que é trazido à vida através do livro A História do Natal – A Bíblia em Bloquinhos.

Outra maneira bem interessante, e diferente, de contar a linda história do nascimento de Jesus é através do Cordel. Esse tipo de literatura, baseada na combinações de versos rimados, é muito comum na região Nordeste. Vi esse vídeo e achei uma graça. Vale a pena dar uma olhada.
Beijos


@conversinhadmae

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Melhores aplicativos para mães e futuras mães

Ser mãe é uma aventura que pode trazer várias surpresas. Para fazer essa nova caminhada um pouco mais fácil, nós separamos os melhores aplicativos para as mães. Seja para aquelas na primeira viagem ou para as que já são mais experientes, essas pequenas ferramentas podem facilitar você a manter o controle de todas as coisas. Vamos à elas:

Que tal um aplicativo que te ajude a controlar o tempo de amamentação do seu bebê? Essa é só uma das funções que o Amamentação traz para você. Você pode anotar a duração da mamada, o intervalo entre uma e outra e ter informações para a quantidade de vezes ideal para o seu bebê se alimentar. Existem duas versões disponíveis, a gratuita com menos opções e a paga, onde até mesmo o controle de informações de para gêmeos é possível.

Embalar seu neném vai ficar muito mais fácil com esse aplicativo. Ter várias opções de canções, que vão tocar e fazer do soninho dele um momento muito mais agradável. São cinco opções de músicas, sempre naturais, que irão favorecer o descanso da criança. A maior vantagem é o app ser gratuito, aumentando ainda mais sua praticidade.

Uma das marcas mais conhecidas do mundo criou um aplicativo muito completo para as mães. Funciona quase como uma rede social para pais, onde você pode compartilhar as informações e fotos do seu bebê e principalmente tirar dúvidas sobre os assuntos relacionados à saúde e bem estar da criança.

Esse não tem muita relação com seu filho, mas vai ser uma mão na roda pra você. O Boa lista é uma relação das coisas que você precisa comprar e não esquecer de nada. Ele te ajuda a manter o controle de todas as coisas que você deve comprar no mercado e manter os olhos no seu bebê. Além disso, ele tem um comparativo de preços, tanto do que vai gastar, quanto do que você já gastou anteriormente, para que você sempre faça economia.

Ser mãe é ter o tempo mais do que reduzido e aprender novas receitas se torna uma missão quase impossível. Para que você não fique repetindo o mesmo cardápio sempre o Guia da cozinha tem mais de 100 receitas fáceis, que vão ajudar e muito para que sua mesa não caia na monotonia.

Tendo algumas semelhanças com o app da Johnson’s, o Bebê conecta é mais do que amado pelas mães. Ele serve como um controle eletrônico das atividades, das vacinas, da alimentação e até mesmo o tempo de sono dele, tudo indicado com gráficos bem simples. Esse aplicativo é multiplataforma, assim sendo você pode acessar todas as informações que colocou nele do seu computador também. O único ponto ruim é não ser gratuito, mas é um ótimo investimento para melhorar o bem estar do bebê.

O nome longo pode assustar, mas não tem nada de complicado nessa ferramenta. O Cozi é um calendário que unifica todas as suas atividades. Você pode colocar a lista das tarefas do dia, sua lista de compras, os aniversários da família e qualquer outra atividade que não possa ficar pelo caminho. Seu único problema é ser completamente em inglês, mas com uma ajuda de um tradutor e uso frequente, ele fica muito fácil de ser utilizado.

Para as futuras mães não ficarem mais preocupadas do que o normal, esse app é um grande auxílio ao dia a dia da gestação. Ele te mostra o desenvolvimento do feto, te dá dicas de alimentação, tem uma lista de tarefas para você se organizar melhor e tem o sistema de comunidade, para que você conheça outras mães e compartilhe das suas experiências durante a gravidez.

Essas são as melhores opções de aplicativos que encontramos na Play para facilitar a sua vida e melhorar o bem estar do seu filho. Gostou? Ficou com alguma dúvida? Tem mais alguma sugestão de aplicativo? Deixe na caixa de comentários e colabore você também com esse texto.

Beijos

@conversinhadmae

Esse post é uma contribuição da Nextel para o Conversinha de Mãe

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Grávidas serão ser vacinadas contra coqueluche a partir de 2014

A partir do próximo ano, as grávidas também passarão a ser imunizadas contra a coqueluche. O Instituto Butantan vai produzir uma versão acelular da vacina contra essa doença. A estimativa do Ministério da Saúde é que cerca de 7 milhões de mulheres sejam beneficiadas com a vacinação. Atualmente, a vacina contra a coqueluche é ofertada apenas às crianças no calendário oficial de vacinação.

A cobertura contra a doença começa com a vacina pentavalente, administrada aos dois, quatro e aos seis meses de vida. Além da prevalente, a criança recebe dois reforços com a vacina DTP, que protege contra difteria, tétano e coqueluche. O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses e o segundo, aos quatro anos.

Segundo o Instituto Butantan, um acordo de transferência de tecnologia firmado com o laboratório GlaxoSmithKline (GSK) permitirá a fabricação da vacina acelular no Brasil. Na forma como existe hoje, a vacina contra coqueluche é toxica para adultos. Por isso será fabricada uma versão acelular, evitando assim que as gestantes contraiam a doença e a transmitam para o bebê.

A coqueluche é uma doença infecciosa aguda e transmissível causada pela bactéria Bordetella pertussis, que compromete o aparelho respiratório (traqueia e brônquios). A doença evolui em três fases sucessivas. A fase inicial pode se confundir com uma gripe, pois seus sintomas são febre, coriza, mal-estar e tosse seca. Em seguida, há acessos de tosse seca contínua. Na fase aguda, os acessos de tosse são finalizados por inspiração forçada e prolongada, vômitos que provocam dificuldade de beber, comer e respirar. Na convalescença, os acessos de tosse desaparecem e dão lugar à tosse comum. Bebês menores de seis meses são os mais propensos a apresentar formas graves da doença, que podem causar desidratação, pneumonia, convulsões, lesão cerebral e levar à morte.

A transmissão acontece principalmente pelo contato direto da pessoa doente com uma pessoa suscetível, não vacinada, através de gotículas de saliva expelidas por tosse, espirro ou ao falar. Também pode ser transmitida pelo contato com objetos contaminados com secreções do doente. A coqueluche é especialmente transmissível na fase catarral e em locais com aglomeração de pessoas.

Somente as pessoas que já tenham adquirido a doença ou recebido a vacina DTP (mínimo de três doses) não correm o risco de ter coqueluche. É graças aos programas de vacinação implantados no país que a ocorrência de casos de coqueluche no Brasil vem reduzindo ano após ano. De acordo com dados do Ministério da Saúde, este ano, até o mês de novembro, foram confirmados 4.361 casos de coqueluche no Brasil, com 57 mortes.

Beijos

@conversinhadmae


Com informações da Agência Brasil e Fiocruz

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Consumismo Infantil: como lidar

Com as crianças se tornando grandes consumidores, começam a surgir os efeitos de um consumismo infantil que se tornou um problema para muitos pais. Crianças cada vez mais exigentes demandam por objetos sem os quais dizem não poderem ser feliz. Jogos e brincadeiras antigas não bastam mais, agora elas querem o mais novo brinquedo do mercado.

Muitos pais sofrem com o desejo incontrolável das crianças. E muitos pais vivem sob a ameaça de um ataque de birra ao dizer o primeiro não aos seus filhos. Assim, a maioria dos parentes entende essa vontade desenfreada de consumo como algo criado pelo meio. A televisão, as propagandas desenvolvidas que visam as crianças, os coleguinhas na escola, tudo ao redor da criança influencia-a a exercer este comportamento consumista.

Mas existe algo nessa equação feita pelos pais que foi deixado de lado. Ao pensar nas influências externas os pais se esqueceram de ver como eles mesmos influenciam seus filhos a desenvolver um comportamento consumista.

Crianças são seres altamente observadores, elas observam e reproduzem todos aqueles comportamentos que veem ao seu redor. “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” não funciona com eles. Se você quiser dar uma aula teórica sobre valores para o seu filho, muito bem, mas saiba que eles vão ter como valores aquilo que você mostrar que valoriza.

Portanto, ao trocar de carro, querer uma televisão mais moderna, comprar novas coisas todo final de semana, os pais acabarão por influenciar seus filhos. Nossas atitudes enquanto pais são os exemplos que as crianças vão seguir para reagir a uma propaganda na televisão. Consumindo, estamos mostrando para elas como é importante participar do mundo do consumo.

Se queremos que nossas crianças deem outras respostas frente aos bens materiais que lhe são apresentados, precisamos primeiro pensar em mudar a nossa atitude em relação ao consumo, mostrar a elas que existem outras maneiras de se brincar, de se divertir.

Outra coisa extremamente maléfica para crianças é associar os momentos de lazer com momentos de compras. Final de semana é o momento onde pais e filhos podem passear no parque, ir acampar, construir brinquedos de papelão, ou qualquer outra atividade social. Mas o que muitos pais acabam fazendo no final de semana é ir ao supermercado no sábado e passear no shopping. Ou seja, associando os momentos de socialização da criança com momentos de compras é quase impossível esperar que elas não vinculem felicidade, carinho e afeto com consumo.

Portanto, da próxima vez que quisermos reclamar de nossos filhos, vamos observar nossas atitudes, e ver aonde podemos mudar, para que nossas crianças mudem conosco.

Beijos


@conversinhadmae

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Justiça proíbe venda de andadores de bebê

Os andadores infantis, usados principalmente por crianças entre sete e 15 meses, não podem mais ser comercializados. A liminar de proibição foi decretada pela juíza Lizandra Cericato Villarroel, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em resposta a uma ação civil pública elaborada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

A SBP faz uma campanha desde o início do ano contra o uso desses equipamentos. Segundo levantamentos da instituição, os aparelhos são responsáveis por pelo menos um caso de traumatismo para cada duas a três crianças que o utilizam e em um terço destes casos as lesões são graves. O principal argumento da SBP, amparado pela juíza, é que com os andadores as crianças têm acesso a locais perigosos.

“Diante da evidente iminência de lesão e ameaça ao direito à vida e à saúde (…) é mister que o Estado-Juiz se antecipe à (omissão) da norma, sob pena de a demora legislativa fazer letra morta dos direitos fundamentais resguardados pela Carta Maior”, diz o texto da decisão. A medida se estende a todo o país e seu não cumprimento, pelas fabricantes do produto, pode incidir em multa de R$ 5 mil por dia.

Restrições ao produto
Os inúmeros casos de acidentes com andador fizeram com que o produto sofresse restrições. Desde 2010, a prefeitura de Passo Fundo (RS) proibiu seu uso, após um bebê de 10 meses morrer. O pediatra que atendeu a criança, Rui Locatelli Wolf, recomendou a ação no seu município e é um dos que ajudou a elaborar a peça judicial deferida.

No Canadá, a venda, importação e anúncios de andadores foram proibidos depois da realização de  uma pesquisa sobre o assunto feita com base nos dados de dezesseis hospitais, que constatou milhares de lesões em um período de 13 anos. Já a Austrália adota, desde 2002, um conjunto de requisitos mínimos de segurança para o produto.        

Análise do Inmetro
O Instituto Nacional de Meteorologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) analisou dez diferentes marcas de andadores, nacionais e importadas, disponíveis no mercado brasileiro. Avaliando as amostras em doze quesitos (dentre os quais: prevenção de quedas ao descer degraus, abertura, assento e estabilidade), o instituto concluiu que todos os modelos foram reprovados.

Desenvolvimento tardio
Além da alta probabilidade de acidentes e de graves danos decorrentes do uso de andadores, estes produtos podem atrasar o desenvolvimento motor da criança, de acordo com especialistas. Um grupo de pediatras defende que bebês que usam o equipamento levam mais tempo para ficar de pé e para caminhar sem apoio.

Para a médica ortopedista Paola Franzolin, não há estudos que comprovem danos motores em crianças que usaram andador. “Existem várias teorias que correlacionam o arqueamento das pernas - que a criança apresenta por volta de um ano - com o uso do andador. Mas essa é apenas uma hipótese”, avalia.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

sábado, 7 de dezembro de 2013

Amigos realizam ação para ajudar crianças carentes no Natal

Um grupo de amigos resolveu fazer um Natal diferente. Greyce e Vitor Belém, Catarina Gonçalves e Fábio Viana decidiram que esse ano iam ajudar crianças abrigadas. A instituição escolhida foi o Abrigo Gilton Feitosa, em Nossa Senhora do Socorro (SE) Atualmente, o lar abriga 44 crianças (26 meninos e 18 meninas) de até 12 anos, alguns deles são irmãos.

A ideia do grupo é arrecadar brinquedos e kits de higiene pessoal e bucal (sabonete, shampoo, colônia, escova de dente, creme dental e fio dental) pois, segundo a responsável pelo abrigo, essa é uma das principais necessidades. Eles também estão pedindo aos amigos que têm filhos pequenos que doem aquelas roupas que as crianças não usam mais. Isso porque essa também é outra necessidade das crianças do Abrigo Gilton Feitosa.
As pessoas interessadas em fazer doações podem entrar em contato com Catarina, através do telefone 79 9961-2559 para combinar a entrega. As doações serão recebidas até o dia 17 de dezembro. A entrega de tudo que for arrecadado para as crianças do Abrigo Gilton Feitosa será feita no dia 20.

Os organizadores dessa ação social agradecem a todos que venham se juntar a essa causa. O Conversinha de Mãe não poderia ficar de fora e vai dar também o seu apoio, além da divulgação.

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cadeirinhas para veículos podem melhorar

A Proteste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor junto ao Global NCAP fez uma pesquisa pra analisar a qualidade das cadeirinhas e bebês conforto. Para isso, foram submetidos dispositivos de retenção de crianças em carros a testes de colisão. Os resultados ainda estão longe do ideal. O uso de bebês conforto e cadeirinhas para acomodar crianças em veículos é obrigatório e precisa ser eficiente na proteção aos pequenos.

Por esse motivo, em parceria com o Global NCAP, a Proteste submeteu esses produtos novamente a testes de impacto. E a conclusão a que se chegou é que esses dispositivos de retenção das crianças nos veículos ainda podem melhorar.

O fato é que nenhum produto recebeu cinco estrelas. E os resultados para o teste de impacto lateral foi, em sua maioria, ruim ou, no máximo, aceitável. Para piorar, um dos produtos teve sua nota limitada por conta do impacto da cabeça do boneco que simulava a criança contra a lateral do veículo.

Nos testes de impacto frontal, os bebês conforto (até 13 kg) se saíram bem. Já entre as cadeirinhas (para 9 a 36 kg), nenhum deles foi considerado muito bom. Nenhuma cadeirinha testada oferece o sistema de fixação do tipo Isofix (que prende a cadeirinha diretamente na carroceria do carro) – e já foi provado pelo Global NCAP, em testes com modelos que têm esse sistema, que a criança fica muito mais segura. Sem o Isofix o deslocamento da cadeirinha é maior, causando aceleração da cabeça e do tórax do boneco durante alguns testes.

No teste com bebês conforto, em 2010, dois modelos foram eliminados por permitirem que as crianças batessem fortemente com a cabeça na porta. Na análise com cadeirinhas, em 2012, não houve eliminação, mas foram detectados problemas na proteção durante o impacto lateral. Falhas que, infelizmente, persistem.

Os bebês conforto Burigotto Touring, Galzerano Piccolina e Peg Perego Primo Viaggio Trifix permitem o contato da cabeça da criança com a lateral da porta. Nos outros modelos, o contato foi menor e a proteção foi considerada aceitável.

Nas cadeirinhas, a mais segura foi a Infanti, que protegeu bem a cabeça do boneco durante o teste. Já o assento Cosco Commuter XP é o menos seguro, permitindo um impacto muito forte da cabeça da criança com a lateral do veículo. Essa cadeira não traz proteção lateral alguma para a cabeça, o que justificou o resultado, limitando sua nota final em apenas uma estrela. Os outros produtos foram aceitáveis.

Alguns produtos exigem muita força na instalação e trazem presilhas escondidas, o que dificulta a fixação aos cintos do carro. Além disso, os bebês conforto Burigotto Touring e Galzerano Piccolina e a cadeirinha Cosco Commuter XP são pequenos para suportar o tamanho da criança para a qual são indicados. Tal falha no projeto permite que a cabeça fique acima do topo da cadeirinha, representando um risco maior de ferimentos em um acidente.

Temos que ficar de olho, mamães e papais, nas cadeirinhas e bebês conforto que estamos usando. Não vi a que minha bebê usa nessa relação (a Burigotto Peg Perego Neo Matrix). Não sei se isso é bom ou ruim. Acho que essas informações são de utilidade pública.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Proteste

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Como limpar (corretamente) os brinquedos dos pequenos?

Quem tem criança em casa (seja de que idade for) sabe que não tem jeito. Você pode até ter um cantinho em casa para guardá-los, mas sempre haverá brinquedos espalhados pela casa. A decoração de sua casa nunca mais será a mesma. É pecinha de montar de um lado, bichinho de outro, bonecas, carrinhos... E lá se vai tudo espalhado pela casa.  E em meio a esse passeio pelas várias partes da casa é inevitável que eles acabem se sujando e essas sujeirinhas podem contaminar nossos pequenos.

Há algum tempo queria fazer um post para falar sobre a maneira correta de limpar os brinquedos das crianças. Mas outro dia li uma matéria no site da revista Crescer sobre esse assunto, escrita por Marina Vidigal. Ela é tão completa que decidi publicar aqui. Leia a seguir o conteúdo da Crescer:

“Os brinquedos vão para o chão do quarto, para a cama, mesa de jantar, jardim, banheira e – ops! – de repente chegam também à boca de bebês e crianças. E, claro, justamente o mais “sujinho” é o brinquedo preferido dele. O resultado é um intenso vaivém de microrganismos passíveis de provocar doenças e infecções. Isso é normal, e o contato com a sujeira vai fortalecer o sistema imunológico da criança.

Na rotina tumultuada dos pais e das mães, a periodicidade da limpeza é a preocupação número 1. Brinquedos com os quais o bebê tem contato diário devem ser limpos com uma frequência maior: os de tecido, semanalmente e os de plástico e de borracha (como mordedores), diariamente. Não há necessidade de fervê-los. Quando caem no chão ou são postos em bancos, balcões etc., têm de ser lavados antes de serem devolvidos à criança. Também é importante fazer a higienização semanal ou quinzenal de brinquedos que ficam no quarto sem serem manipulados. Móbiles, bichos de pelúcia colocados em prateleiras e outros enfeites acumulam poeira e resíduos que, mesmo sem contato físico, podem facilitar a ocorrência de doenças alérgicas e infecções.

Preparamos um “guia definitivo”, separado por tipo de material, para você e os brinquedos de seu filho conviverem em paz.
  
Metal
Limpe com pano umedecido em álcool 70%. Se o brinquedo não for de ferro, pode-se limpá-lo também com água e detergente ou sabão neutro, com a mão ou uma esponja não abrasiva. Itens pequenos podem ainda ser lavados na máquina de lavar louça ou com escovinhas cujas cerdas penetrem nas reentrâncias. Caso o brinquedo tenha partes de ferro (pregos ou partes maiores), evite qualquer contato com água e verifique regularmente se nelas há eventuais focos de ferrugem.

Se aparecer alguma ferrugem, dá para cobrir com tinta ou simplesmente substituir a parte afetada.

Borracha e E.V.A.
Estes são bem simples: basta higienizar com água e sabão ou com pano umedecido em álcool.

Aqueles que ficam no lugar do banho devem receber atenção especial. Depois que tiver terminado, procure retirar a água do interior deles toda vez que forem mergulhados.

Pelúcia e tecidos
Muitos brinquedos e bonecos de pelúcia, algodão, náilon e de outros tecidos podem ser lavados à máquina, com o mesmo sabão utilizado na lavagem das roupas ou lençóis da criança, no ciclo de lavagem delicada e em saquinhos que os protejam (como fronhas de travesseiros ou os especializados à venda). Caso haja alguma restrição do fabricante em relação ao uso da máquina, a saída é lavar os itens à mão ou a seco, em lavanderia especializada. Depois da lavagem, centrifugue o boneco e coloque-o para secar em local arejado e ensolarado. Deixe que seque bem antes de voltar a usá-lo, para que o enchimento não fique úmido e com mau cheiro. Pode-se também abrir os bonecos, retirar o enchimento e fazer a lavagem – porém, além de ser uma operação mais trabalhosa, há sempre o risco de falhas na “reconstituição deles” (e a dor de cabeça vai ser certa!). Quando a ideia for somente retirar o excesso de pó sem lavar, bata bem os bonecos (em ambientes externos, se possível) e exponha-os ao sol. O procedimento vai reduzir eventual mofo e a presença de ácaros.

Talvez você não imaginasse, mas outra forma de acabar com alguns microrganismos é colocar tais brinquedos em sacos plásticos e levá-los ao freezer por algumas horas. 

Madeira
A maioria dos brinquedos de madeira do mercado é feita de MDF. Muitos deles são dados à criança desembalados e, portanto, já vêm sujos. Esse material pode ser limpo com espanador, pano seco ou levemente umedecido (bem torcido), já que o MDF absorve água muito rapidamente e qualquer gota pode manchá-lo.

Brinquedos com madeira maciça são raros e aguentam melhor a exposição à água. Podem ser limpos com pano úmido.

Sucata
Brinquedos com materiais reutilizados como copos, garrafas PET e papelões devem ser higienizados de acordo com o material com que são feitos. Partes plásticas e de metal devem receber os cuidados próprios para esses materiais, enquanto itens de papel e papelão têm de ser limpos com espanador ou pano seco. Substitua partes de ferro que eventualmente fiquem enferrujadas.

Antes de construir os brinquedos com sucatas, limpe-as cuidadosamente, especialmente se forem embalagens de alimentos ou produtos de limpeza.

Eletrônicos
Para estes, apenas espanador, flanela ou pano macio seco. Limpe somente a parte externa, não abra os aparelhos. Guarde-os em caixas, armários ou outros locais protegidos de poeira. No caso de brinquedos que não sejam usados regularmente, retire as pilhas ou, a cada 15 dias, deixe-os funcionando por alguns instantes, para que as pilhas conservem-se em bom estado e não danifiquem os circuitos internos.

Não apenas os brinquedos, mas controles remotos e telefones – manipulados por adultos, crianças e bebês – podem se tornar grandes focos de infecção. É preciso limpá-los também!

Plástico
Limpe com pano umedecido em álcool (o álcool a 70% é suficiente). Peças que não acumulam água em seu interior podem ser lavadas com sabão ou detergente neutro. Itens pequenos podem ser colocados de molho por cerca de 30 minutos em água com detergente (para depois serem enxaguados e postos para secar). Vale dizer que a limpeza garante a retirada do pó e a higienização do brinquedo, mas não garante a retirada de eventuais manchas.

Você vai se surpreender: os itens de plástico também podem ser colocados na lava-louças.

Beijos

@conversinhadmae 

Fontes ouvidas pela Crescer: Ricardo de Castro Moura, pediatra e pneumopediatra, Lagoa da Prata, MG; Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra e autor de Seu Bebê em Perguntas e Respostas, MG Editores; Nylse Cunha, pedagoga, vice-presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas; Claudia Favati, proprietária da BiJu Arte Brincante; Brinquedos Softmel; SAC Brinquedos Bandeirante; SAC Estrela; SAC Tectoy