terça-feira, 19 de novembro de 2013

Videogames: aprender brincando

Na era da inovação a arte de tirar as crianças de casa ou da frente do computador e videogame é um desafio à parte. Com jogos tão atrativos quanto hipnotizantes, os eletrônicos são a razão principal dos ‘espera aí mãe’, ‘já vou’ e do internacionalmente utilizado, ‘só mais 5 minutinhos’.

É realmente preocupante a quantidade de horas passadas dentro de casa, mas como tudo na vida, no entanto, deve haver um meio termo, claro que preferiríamos que as crianças não passassem mais do que 1/3 do seu dia na frente dos dispositivos, mas se isso acontece, não seria melhor em atividades educativas e que lhes forneçam desafios, os façam pensar?

Um termo muito utilizado pelos pesquisadores de desenvolvimento e educação infantis reitera que as crianças aprendem brincando. Alguns fabricantes de jogos inclusive levaram a afirmação ao pé da letra e criaram jogos que focam no aprendizado de línguas estrangeiras, matemática, raciocínio lógico e muitas outras habilidades.

As crianças podem aprender inglês enquanto se divertem, um jogo chamado Smarty Pants, por exemplo, foca no desenvolvimento cultural, nele alem de aulas de inglês, seu filho aprende, ciências, matemática, artes, etc. Como esse dispositivo funciona como um dicionário – ele possui uma memória com mais de 20 mil palavras e perguntas – as crianças não ficarão entediadas ou precisarão se preocupar com perguntas repetidas por um bom tempo.

Alguns jogos do Nintendo Wii focam principalmente em atividades físicas, aulas de aeróbica, golfe, vôlei, basquete, são só alguns dos exemplos. No entanto, o Big Brain Academy: Wii Degree tem como finalidade desafiar o jogador, o jogo consiste em perguntas e respostas, são feitas uma média de 12 perguntas por categoria, ou sessenta questões para cada minijogo. Quem completar as perguntas com mais precisão e habilidade ganha.

Para o XBOX 360, existe o Lego Rock Band que surgiu da união de duas franquias a Rock Band e a Lego, ao brincar a finalidade é completar a música apresentada, ao fazê-lo, a pontuação é ganha em fragmentos de Lego que serão utilizadas para criar uma peça, e a cada nível o elemento formado e o grau de dificuldade vão aumentando.

Há vários outros jogos sendo desenvolvidos ou podem ser introduzidos na rotina do seu filho, uma forma fácil de descobri-los é entrar no site do fabricante do console que você tem em casa e pesquisar por jogos educativos e de qualidade que somam e ajudam no desenvolvimento cultural e motor do seu filho.

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O Novembro também é dourado!

Em 23 de novembro, comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil, instituído pela Lei nº 11.650 de 04 de abril de 2008. Para enaltecer a data, pela primeira vez, a Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (CONIACC), através das entidades associadas, promoverá o “Novembro Dourado”.

O objetivo da campanha, simbolizada pela cor amarelo dourado, é democratizar a importância da discussão do câncer infantojuvenil para sensibilizar o Ministério da Saúde, visando à implementação da referida campanha pelo Governo Federal, como ocorre com o “Outubro Rosa”. Além disso, a iniciativa também propõe estimular ações educativas e preventivas e alertar toda a população para os sinais, sintomas e detecção precoce do câncer infantojuvenil.

Em Aracaju, a Associação dos Voluntários a Serviço da Oncologia em Sergipe, Avosos, realizará uma vasta programação, voltada para doadores, crianças e adolescentes assistidos, voluntários e profissionais de saúde. No dia 19, acontecerá a abertura do “Novembro Dourado”, com a presença de contribuintes, voluntários e parceiros da entidade.

Já no dia 20, será realizada a 1ª edição do “Ciranda Interativa”, projeto que reunirá os pacientes que estão em tratamento oncológico e os profissionais da instituição em um momento de integração. Para os dias 21 e 22, a Avosos promoverá o VI Workshop de Combate ao Câncer Infantojuvenil, no auditório da instituição, com o tema central “O cuidar além do curar” abordando a prática como uma ação de humanização e melhoria na qualidade de vida de crianças e adolescentes. No evento, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, também acontecerá o I Encontro dos Profissionais da Rede de Atenção Primária no Combate ao Câncer Infantil.

Sobre o câncer infantojuvenil
O câncer é a doença que mais mata crianças e adolescentes de cinco a 19 anos. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o número estimado de casos novos de câncer infantojuvenil é de 4.700 a 19.000 por ano, mas apenas 3.040 casos são registrados, e dentre os casos diagnosticados, muitos são encaminhados aos centros de tratamento com a doença já em estágio avançado. 

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Ascom/Avosos

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Diabetes gestacional: o que as mamães precisam saber sobre essa doença silenciosa

A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue. Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função, e quando isso acontece, os níveis de glicose podem aumentar no sangue, podendo ser perigoso, tanto para a mãe, quanto para o bebê.

Segundo a ginecologista especialista em Reprodução Humana da Criogênesis - clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco e em medicina reprodutiva -, Paula Bortolai, a diabetes gestacional geralmente começa na metade da gestação e, na maioria das vezes, desaparece após o parto. “Por isso, é extremamente importante que todas as grávidas façam o teste oral de tolerância à glicose entre a 24ª e a 28ª semana de gestação para verificar a taxa de glicemia. No entanto, aquelas que possuem fatores de risco para a doença devem fazer o teste antes desse período”, explica.

Ainda de acordo com a especialista, a mulher deve estar muito atenta às mudanças e às alterações que ocorrem no decorrer da gravidez, sempre informando seu médico de tudo o que está sentindo, já que os sintomas da doença podem ser muito leves e nem sempre percebidos pela gestante. “Dentre os principais sinais estão o ganho de peso excessivo da mulher ou do bebê, inchaço, aumento exagerado do apetite, vômitos incontroláveis, infecções frequentes na bexiga, na vagina ou na pele, vontade de urinar frequente, visão turva, muita sede e fadiga”, alerta.

Por isso, se a doença for constatada durante a gravidez, o médico deverá acompanhar atentamente a futura mamãe e o bebê, para que possam ser evitadas complicações como, aborto espontâneo, pré-eclâmpsia, risco de infecção urinária ou respiratória e necessidade de parto cesárea, devido ao tamanho do bebê. Além disso, alguns cuidados com a alimentação deverão ser tomados para garantir uma gestação e um parto saudável. “Todo esse controle deve ser acompanhado por um especialista, pois, dietas mal planejadas podem  interferir no desenvolvimento do feto”, esclarece a médica.

Beijos

@conversinhadmae


Fonte: Assessoria de Imprensa Criogênesis

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Como prevenir a desidratação nas crianças

Ainda é primavera, mas por aqui a sensação térmica já está pra verão, meeeesmo! Haja calor!! Nesse período do ano, entre todos outros cuidados, temos que redobrar a atenção com os pequenos no que se refere também à desidratação, que é mais comum esse período do ano. Hoje, o Conversinha de Mãe traz algumas dicas             de prevenção elaboradas pela Academia Brasileira de Pediatria, publicada no site da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Espero que gostem. Boa leitura:

“Desidratação, apesar do nome, não é apenas perda de água. É perda de água e sais. Em crianças, a grande maioria dos casos é provocada pela infecção intestinal, a gastrenterite, que causa vômitos ou diarreia.

Muitos bebês têm regurgitação, quando o leite volta à boca e às vezes é eliminado como se fosse um vômito. Outros têm fezes diarreicas, eliminando cocô líquido ou semilíquido. Isso é muito frequente em crianças bem pequenas alimentadas ao seio materno e não se trata de doença. Sabemos disso, porque essas crianças continuam com ótimo estado geral, sem sinais de desconforto, e ganhando peso.

Alerta: é normal a criança perder peso nos primeiros dias de vida e começar a recuperá-lo a partir do quinto dia após o nascimento.

Na gastrenterite, os vômitos e diarreia são acompanhados de prostração; o peso não aumenta ou até diminui. Isso acontece porque a criança está perdendo água e sais minerais. Como a alimentação está prejudicada, a criança pode ficar fraca e desnutrida.
Para evitar a gastrenterite, dê somente o leite de peito até os seis meses de idade. Lave as mãos após evacuar e antes de cuidar do bebê. Lave os alimentos que são oferecidos crus. Especialmente nos dias quentes, mantenha os alimentos na geladeira. Cuide do lixo e combata os insetos.

Duas são as consequências mais temidas da gastrenterite: desidratação e desnutrição.

Veja os sinais de desidratação:

• A criança fica prostrada.
• Em criança pequena, os olhos e a fontanela (moleira) ficam fundas.
• A criança tem poucas lágrimas quando chora, urina pouco ou não urina, e fica com a boca seca.
• A pele fica seca, e nos casos graves perde a elasticidade. Quando se faz uma prega na pele ela demora a se desfazer

Veja o que fazer para evitar a desidratação:

• Mantenha a alimentação normal da criança e o aleitamento materno.
• Ofereça mais água do que o habitual e, nos dias quentes, coloque a criança em ambiente ventilado.
• Evite alimentos com excesso de açúcar e com corantes, principalmente os vermelhos (podem ser confundidos com sangue).
• Ofereça soluções reidratantes, que podem ser obtidas gratuitamente nos Centros de Saúde. Prepare-as de acordo com as instruções.
• Os reidratantes comerciais nem sempre são adequados para o tratamento das gastrenterites. Procure orientação com seu pediatra.

Em situações onde as soluções reidratantes mais recomendadas não estejam disponíveis, pode ser preparado o seguinte soro caseiro:

- Água: 1 litro

- Sal: 1 colher das de café

- Açúcar: 2 colheres das de sopa

As soluções reidratantes devem ser oferecidas aos poucos, com colher, segurando a criança no colo.

Os medicamentos raramente são úteis no tratamento das diarreias e podem causar complicações. A maioria dos casos de gastrenterite cura espontaneamente após cinco ou sete dias. Casos com sangramento nas fezes, febre, ou prostração devem ser avaliados pelo médico.

Se aparecerem os sinais de desidratação a criança deve ser imediatamente levada ao serviço de saúde.”

Beijos

@conversinhadmae


Fonte: SBP

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Dica cultural: Os Saltimbancos em Aracaju

Semana começando e vamos de dica cultural já pro final de semana? Porque a gente que é mais (se for de mais de um então...) tem que se programar, né? Então vamos lá... O Teatro Tobias Barreto será palco de um dos maiores clássicos infantis brasileiros: “Os Saltimbancos”. A obra será apresentada no dia 17 de novembro, às 17 horas, pela Eitcha Companhia de Teatro.

Ela narra de forma bem humorada a condição e os direitos da classe trabalhadora, representada por quatro animais:  um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata. Desiludidos com o tratamento recebido pelos seus patrões, e envolvidos por um sistema opressor que os impede de reivindicar seus direitos, os bichos resolvem abandonar seus postos e unirem-se em busca da liberdade tornando-se então saltimbancos.
Inspirados na fábula “Os Músicos de Bremen”, dos irmãos Grimm, os autores italianos Sergio Bardotti e Luiz Enríquez Bacalov comprovam com absoluta lucidez a capacidade de se refletir sobre temas complexos como a desigualdade e a exploração social, voltado para uma linguagem infantil, sem perder sua essência de teor político. Bacalov fez as músicas e o cantor e compositor brasileiro Chico Buarque, traduziu e adaptou transformando numa história que toca a mente e o coração de adultos e crianças.
Para André Santana, ator e diretor do espetáculo, foi um desafio muito grande abraçar a direção de Os Saltimbancos. “Depois que os direitos autorais nos foram cedidos, ficamos loucos. A responsabilidade foi grande. Corremos muito para que a montagem ficasse alegre, suave e divertida. Optamos por inserir o universo lúdico infantil das brincadeiras populares: a corda, a bola, o balanço, amarelinha, bonecas de pano, etc. O brincar no universo da cultura popular foi o mote para a montagem. Visitamos os passos do folclore, o jabaculê das nossas quadrilhas, enfim, não podíamos montar um espetáculo fugindo dos alicerces que contribuíram para a construção do nosso ofício de ator: a literatura popular de Ariano Suassuna, o toque da zabumba que, por vezes iniciava nossos esquetes teatrais, os folguedos populares, etc. Foi uma montagem difícil”, disse.
Além de toda a parte teatral, as coreografias também são ponto alto do espetáculo. “Trata-se de um musical com dez coreografias e não somos bailarinos. Mas a nossa experiência vivida com Tetê Nahas, que assinou as coreografias de outros espetáculos que participamos, nos encorajou em todo o processo de criação. O estudo profundo do texto dramático foi primordial para as etapas que se seguiram no processo de montagem. Não queríamos fazer nada carregado, com informação demasiada”, afirma.

A peça tem tradução de Chico Buarque, a liberação para montagem foi concedida através da (Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus) e estreou no dia 4 de abril, no Teatro Alberto Maranhão, em Natal/RN. Desde a estreia, a montagem se apresenta pelo país.

Eu amo Os Saltimbancos. Fica então a dica. Vamos lá, gente!

Serviço
Inteira: R$ 40
Meia: R$ 20
Clientes Unimed e Porto Seguro também pagam meia entrada

Ficha Técnica
Autores: Sergio Bardotti e Luiz Enríquez Bacalov
Tradução: Chico Buarque
Direção, Produção e Coreografias: André Santana
Elenco: André Santana, César Leite, Luanda Ribeiro, Marcio Aislan, Rosana Costa e Rose Ribeiro.
Manipulação de Bonecos: César Leite
Figurino: Anamaria Brasil e André Santana
Adereços: Cesar Leite
Bonecos: César Leite e Anamaria Brasil
Concepção e Execução de Iluminação: Henrique Luz
Maquinaria: Gilvan Bezerra

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Sábado será realizada caminhada para marcar o Dia Mundial do Diabetes


“Protegendo o nosso futuro”. Esse é o tema da campanha que marca o Dia Mundial do Diabetes, comemorado em 14 de novembro. A data é uma maneira de chamar a atenção para a conscientização e defesa dessa doença, colocando o tema em foco. Para isso, em várias partes do mundo é realizada uma caminhada. Em Sergipe, ela será realizada neste sábado, dia 9.

A concentração da caminhada acontece às 14h30, com saída prevista para as 15h30, na praça do Mini Golf, com destino ao Parque da Sementeira. Todos podem participar. Em Aracaju, a iniciativa é da Sociedade Brasileira de Diabetes e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regionais Sergipe, que tem à frente a médica Naira Horta (SBD) e Raimundo Sotero (SBEM). A expectativa dos organizadores é que a caminhada reúna milhares de pessoas, se transformando num clamor para a conscientização em defesa dos diabéticos como foco de atenção internacional. Hoje no mundo são 300 milhões de pessoas com diabetes.

De acordo com o endocrinologista Raimundo Sotero, é importante que as mães estejam atentas à saúde dos seus pequenos. O diabetes tem sido uma doença preocupante também na infância. Segundo ele, atualmente tem ocorrido um aparecimento muito grande de casos de diabetes tipo 2 em crianças, o que há algum tempo não acontecia. Os motivos apontados para isso, infelizmente, já são bastante conhecidos como causas de outras doenças, também.

“Com a mudança dos hábitos alimentares, o consumo elevado de fast food, guloseimas e o sedentarismo, estamos fazendo com que essas crianças que não tinham diabetes tipo 2 comecem a desenvolvê-la”, explicou o médico, acrescentando que o diabetes tipo 2 é prevenível e ocorre mais na quarta ou quinta década de vida, enquanto a diabetes tipo 1 normalmente era a que mais acometia crianças até alguns anos atrás, situação mudada com esses novos hábitos.

Para ele, diante disso é preciso que as mães estejam atentas, em alerta e tenham alguns cuidados adequados na alimentação das crianças. Refeições baseadas, principalmente, no consumo de frutas, verduras, leguminosas, principalmente, feijão, evitar excesso de carboidratos, o uso abusivo de açúcar, derivados e refrigerantes são alguns deles que, além de evitar o diabetes, colaboram para o não aparecimento de outros problemas como hipertensão arterial e colesterol alto.

Sotero informou que hoje o diabetes acomete de 6% a 10% das crianças. “Temos que preparar a criança para o futuro, porque os infartos estão começando aos 20 anos. Isso é decorrente da falta de hábitos alimentares adequados”, alertou. O médico lembrou que nossos antepassados viviam menos, mas viviam melhor. Hoje, disse ele, temos mais longevidade, mas as doenças crônicas estão acontecendo com mais frequência. “E estamos morrendo de maneira muito mais infeliz que eles”.

Então, estão todos convidados para participar da caminhada, que tem organização da equipe do Centro de Diabetes de Sergipe em conjunto equipe da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju. Várias outras entidades e parceiros estão juntos na realização do evento, como Associação Sergipana de Proteção ao Diabético (Aspad), Sociedade Brasileira de Diabetes regional Sergipe (SBD/SE), Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), Sociedade Médica de Sergipe (Somese), a Academia Sergipana de Medicina, entre outros.

Beijos

@conversinhademae


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O perigo dos agrotóxicos presentes nos alimentos para as crianças

A vida inteira a gente ouviu que devia buscar uma alimentação mais saudável, que era preciso estimular os bons hábitos alimentares nas crianças desde cedo, com um cardápio rico em frutas e verduras. E isso é bom, não tenham dúvidas. Ruim mesmo são as notícias que temos lido e ouvido nos últimos dias sobre a qualidade das frutas e verduras que têm chegado à nossa mesa. Isso, sim, é preocupante.

Os resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgados semana passada, mostraram que 36% das amostras de alimentos pesquisados em 2011 e 29% das analisadas em 2012 apresentaram resultados insatisfatórios. Ou seja, tinham agrotóxico acima do limite máximo permitido ou a amostra tinha resíduo de veneno não autorizado para aquele tipo de alimento pesquisado. As informações são extremamente preocupantes, porque esse levantamento visa avaliar continuamente os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos que chegam à mesa do consumidor brasileiro.

Isso significa dizer que, ao invés de saúde, estamos levando, muitas vezes, perigo, risco para a saúde e a vida de nossa família. Nessa pesquisa foram analisadas amostras de 13 alimentos, entre eles arroz, feijão, morango pimentão, tomate, entre outros, alimentos que comumente fazem parte do cardápio diário da maioria dos brasileiros. O pimentão, novamente, foi o campeão de inconformidade.

Leite materno contaminado
Mas confesso que fiquei ainda mais preocupada. Um dos mais importantes estudos sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde já realizados no Brasil (senão o mais importante), o “Dossiê Abrasco - um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde”, entre os seus vários pontos mostrou um que me deixou estarrecida. É sobre a contaminação do leite materno por agrotóxicos. Isso mesmo. Segundo o estudo, parte dos agrotóxicos utilizados tem a capacidade de se dispersar no ambiente, e outra parte pode se acumular no organismo humano, inclusive no leite materno.

“O leite contaminado ao ser consumido pelos recém-nascidos pode provocar agravos a saúde, pois os mesmos são mais vulneráveis à exposição a agentes químicos presentes os enoambiente, por suas características fisiológicas e por se alimentar, quase exclusivamente com o leite materno até os seis meses de idade”, diz o dossiê. Essa pesquisa foi realizada pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) com o objetivo de determinar resíduos de agrotóxicos em leite de mães residentes em Lucas do
Rio Verde (MT).

Para tanto, foram coletadas amostras de leite em 62 mamães que se encontravam amamentando da segunda a oitava semana após o parto, residentes em Lucas do Rio Verde. A maioria das doadoras (95 %) tinha, em média, 26 anos de idade e 30% eram mães de primeira viagem e residiam na zona urbana do município. Para surpresa, todas as amostras analisadas apresentaram pelo menos um tipo de agrotóxico analisado.

Imaginem, nem o leite materno, o alimento mais saudável, mais indicado para os bebês, está livre dessa contaminação, pois nós, mães, não estamos imunes a ela também. Fiquei boquiaberta quando ouvi essa informação, durante a participação do professor Fernando Ferreira, pesquisador responsável pelo Dossiê Abrasco e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB).

Efeitos para a saúde infantil
Preocupada diante disso tudo, resolvi dá uma pesquisada para saber quais os efeitos dessa exposição e consumo das crianças de alimentos contaminados com agrotóxicos. Preocupada diante disso tudo, resolvi dá uma pesquisada para saber quais os efeitos dessa exposição e consumo das crianças de alimentos contaminados com agrotóxicos. Não se assustem, mas pesquisadores dizem que os efeitos dos agrotóxicos nas crianças podem ser até 10 vezes mais intensos que nos adultos. Matéria publicada na revista Corpore trouxe dados da pesquisadora científica da Universidade Federal do Paraná, Sônia C. Stertz, doutora em Tecnologia de Alimentos, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos – Regional Paraná, que também mostram que as crianças apresentam níveis duas vezes mais elevados de pesticidas no sangue que os adultos.

Isso porque até os dois anos elas produzem pouco de uma enzima chamada Paraoxonase-1, que ajuda na eliminação de pesticidas organofosforados, sendo que algumas crianças só atingem níveis normais dessas enzimas aos sete anos. À revista, a pesquisadora disse que “dados oficiais do governo americano revelam que pesticidas organofosforados (PO) são encontrados no sangue de 95% das pessoas testadas. Essa exposição aos PO está relacionada à hiperatividade, distúrbios de comportamento, distúrbios do aprendizado, atrasos do desenvolvimento e disfunção motora”, esclareceu.

Fora isso, o agrotóxico no alimento, ao ser ingerido pela população, tem um efeito cumulativo, vai se acumulando no organismo e pode levar a algum tipo de doença crônica não transmissível, principalmente as neurológicas, endócrinas, imunológicas e hoje a questão do aparelho reprodutor, como infertilidade, diminuição do número de espermatozóides e a questão do câncer.

A publicação trouxe ainda o depoimento da pesquisadora da Unicamp, a médica
Silvia Brandalise, que estuda as causas de câncer, principalmente entre crianças. Segundo ela, pesquisas já comprovaram que a exposição aos venenos usados nas plantações está relacionada à leucemia e aos tumores no cérebro. A comida com excesso de agrotóxicos e produtos químicos também faz parte dos fatores de risco.

Reflexão
Esses dados, mais que servirem de alerta, suscitam uma reflexão, especialmente em nós, mamães e papais. O que fazer então? As frutas e verduras são essenciais para a alimentação de qualquer pessoa, principalmente das crianças que estão em fase de crescimento e de formação de bons hábitos alimentares. Infelizmente, não são todas as pessoas que têm acesso a alimentos produzido de forma agroecológica. Então as dúvidas são ainda maiores.

O ideal seria que a gente tivesse condições de plantar numa hortinha aquilo que a gente fosse produzir. Mas, lógico, hoje em dia isso é praticamente impossível para a maioria de nós, simples mortais (infelizmente! Pelo menos pra mim). A dica então é procurar, dar preferência, pesquisar perto de você algum local onde possa comprar, o máximo possível, alimentos produzidos de maneira agroecológica, sem a utilização de agrotóxicos, pesticidas, venenos ou como queiram chamar.

Excluir os alimentos contaminados pode não ser 100% possível, mas buscar reduzi-los o máximo possível já ajuda, né? Outra maneira é procurar lavar, com cuidado, adequadamente esses alimentos antes de serem consumidos. Embora os estudiosos digam que existem certos tipos de agrotóxicos que não têm como ser retirado seus resíduos, porque eles penetram no alimento. E torcer que um dia os produtores tenham conhecimento e consciência dos riscos que estão causando a si próprios, família, comunidade e consumidores pelo uso inadequado dos agrotóxicos na lavoura.

Beijos

@conversinhadmae

Com informações da Anvisa e Revista Corpore

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Começou hoje a Campanha Papai Noel dos Correios


Começou hoje, dia 5, a Campanha Papai Noel dos Correios. Esta será a 24ª edição da campanha que tem como objetivo, dar uma resposta às cartas das crianças que escrevem ao Papai Noel e, se possível, atender aos pedidos de presentes feitos por crianças em situação de vulnerabilidade social. De acordo com os Correios, nos últimos três anos foram recebidas 3,4 milhões de cartas. Deste total, foram selecionadas pouco mais de 2 milhões de cartas e adotadas 1,5 milhão. Além de contar com a ajuda de 120 mil empregados dos Correios.O  projeto envolveu nas três últimas edições mais de 12 mil voluntários.

A adoção de cartas é feita da mesma maneira em todo o Brasil. Depois de enviadas pelas crianças, elas são lidas, selecionadas e então disponibilizadas para adoção de algum padrinho. Interessados em adotar uma carta devem, primeiro, conhecer o cronograma regional da campanha disponibilizado no site dos Correios, e irem a um dos pontos de adoção. No ato da retirada  da carta deverão ser informados nome e telefone de contato.

Os presentes deverão corresponder aos pedidos formulados nas cartas. Não há limite de cartas por padrinho, mas o padrinho é responsável pelas cartas que pegar para adotar. Segundo os Correios a desistência impede que a carta seja adotada por outro padrinho. A empresa pede que nos caso em que será enviado mais de um brinquedo para a mesma criança, se faça em um único pacote, utilizando caixa ou papel pardo.

Caso o brinquedo seja frágil, é aconselhável que ele seja acondicionado de forma adequada, utilizando caixa e que nela esteja escrito de forma visível a palavra “Frágil”. Bicicletas devem ser entregues, preferencialmente, em caixas. Os presentes deverão ser numerados com a mesma numeração da carta, pois é este número que identificará o endereço da cartinha adotada.

É sugerido que se escreva este número de identificação na embalagem do presente. A entrega do presente deve ser feita nos locais e prazos definidos pelos Correios da localidade. Os Correios informam ser proibida a inserção de qualquer dado para contato posterior pela criança com o padrinho.

As datas da campanha podem variar em cada estado. Demais informações sobre a campanha Papai Noel dos Correios podem ser obtidas a partir de hoje pelos telefones 3003 0100 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 725 7282 (demais localidades).

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A cada dia, 20 mil jovens com menos de 18 anos dão à luz em países em desenvolvimento

Todos os dias 20 mil adolescentes com menos de 18 anos dão à luz em países em desenvolvimento. Isso representa, 7,3 milhões de novas mães por ano nesses países. O número é mais do que dez vezes a quantidade de partos de adolescentes nos países desenvolvidos, 680 mil. Os dados foram divulgados esta semana no relatório anual Situação da População Mundial 2013 do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), organismo da Organização das Nações Unidas (ONU). Neste ano, o tema é Maternidade Precoce: Enfrentando o Desafio da Gravidez na Adolescência.

O estudo mostra que a maior parte dos adolescentes (88%) do mundo está em países em desenvolvimento e que aproximadamente 19% das jovens engravidam antes dos 18 anos. Muitas delas, 2 milhões, engravidam antes mesmo dos 15 anos. O documento aponta que se persistirem as tendências atuais, o número de novas mães antes dos 15 anos pode chegar a 3 milhões em 2030. O relatório apresenta os desafios da gravidez precoce em termos de educação, de saúde e de oportunidades de emprego e faz recomendações aos países.

"Uma gravidez não planejada nesta fase da vida impacta tanto a adolescente, quanto a família e a comunidade em que está inserida. Limita as oportunidades de acesso a uma educação de boa qualidade e futuramente a inserção no mercado de trabalho", diz a representante auxiliar do Unfpa no Brasil, Fernanda Lopes.

O levantamento mostra que as gestações, principalmente entre adolescentes com menos de 15 anos, não são resultado de uma escolha deliberada, mas sim da ausência de escolhas e de circunstâncias além do controle das jovens. "A gravidez precoce reflete a falta de poder, a pobreza e as pressões por parte dos parceiros, dos colegas, das famílias e das comunidades. E, em muitos casos, é resultado de violência ou coação sexual", diz o texto.

Os perfis se repetem, diz Fernanda. "Prioritariamente, são meninas com menos escolaridade e cuja família está no último quintil de rendimento. Isso significa que elas já vivem em um contexto de pobreza, que as famílias já necessitam dos investimentos dos estados para viverem em condições dignas. Se elas, enquanto membros dessas famílias, constituem novas famílias, a possibilidade delas quebrarem esse ciclo é menor".

As gravidezes representam ainda um risco à saúde. São 70 mil mortes de adolescentes por ano por complicações na gravidez e no parto. Além disso, são 3,2 milhões de abortos inseguros entre as jovens todos os anos. De acordo com a 

Convenção sobre os Direitos da Criança, uma pessoa com menos de 18 anos é considerada uma criança e, por isso, deve receber proteção especial exigida pela idade.

O relatório diz que é papel dos estados assegurar essa proteção, ajudar a eliminar as condições que contribuem para a gravidez na adolescência e atenuar as consequências. O documento faz também um apelo a mudanças no perfil e nas abordagens dirigidas aos adolescentes, para que de fato ajudem as meninas a tomar decisões sobre as próprias vidas e ofereçam outras oportunidades que não a maternidade.

As consequências de uma omissão do estado vão além de prejuízos para a jovem e a família. O estudo traz um levantamento feito pelo Banco Mundial em 2011 do impacto das gestações para a economia. Os cálculos são feitos com base na renda que as mães poderiam ter ao longo da vida caso não tivessem engravidado. No caso do Brasil, o país perde o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todas as riquezas produzidas no país) durante toda a vida dessas mulheres.

Segundo o estudo, o Brasil teria um adicional no PIB de US$ 3,5 bilhões, ou cerca de R$ 7 bilhões, se as adolescentes postergassem a gravidez para os 20 anos de idade. Dessa forma, "os investimentos para conscientizar os adolescentes beneficiam a economia", conclui o texto. O índice brasileiro está acima, porcentualmente, do custo dos Estados Unidos ou da China, que equivale a 1% do PIB desses países. E está abaixo de países como a Índia e o Paraguai, com um potencial perdido de 12% do PIB, ou a Unganda, que deixa de produzir o equivalente a 30% do PIB.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Quando entregar não deixa de ser um ato de amor

Adoção é mesmo um tema delicado. Vez por outra a gente ouve notícias que envolvem esse assunto. Famílias que passam anos na fila à espera do tão sonhado filho, milhares de crianças que passam meses, anos nos abrigos aguardando o dia em que serão recebidos por uma família, bebês que são abandonados poucas horas depois de nascidos. Infelizmente, essa é uma realidade em nosso país.

Há alguns dias, um caso, entre tantos outros que acontecem na Justiça diariamente, ganhou repercussão na imprensa. É o da família que recebeu uma criança ainda bebê, depois que ela, juntamente com outros irmãos, foram retirados da família de Minas Gerais, em 2009, por determinação da Justiça, após denúncias de maus tratos. Mas, depois de três anos, o Judiciário determinou que ela fosse devolvida aos pais biológicos, para surpresa (e desespero!) da família que a acolheu.

Como disse, esse é um tema sempre delicado. Aproveitando esse caso, publico esse post que há algum tempo estava esperando aqui para ser postado. Em meio a essa discussão sobre destituição do poder pátrio da família, retirada dos filhos, encaminhamento para abrigos, demora para encontrar uma nova família, entre tantos outros pontos, a gente se depara com uma questão inicial: em muitos situações, esses casos são gerados por um problema lá no iniciozinho. Muitas vezes, esses filhos são gerados sem planejamento, em meio à famílias (ou mesmo mães sozinhas) que não têm condições nenhuma de criá-los, sejam financeiras e/ou psicológicas.

Não é raro, infelizmente, a gente ouvir casos de mães que abandonam esses bebês gerados em meio a essa condição. Muitos são abandonados em condições tão degradantes, colocando mesmo em risco a sua vida. A gente sabe que essa prática é considerada crime, pela nossa legislação. É abandono de incapaz, alguns classificados como infanticídio (quando o bebê chega a morrer). Mas o que nem sempre as pessoas sabem é que entregar o filho para adoção não é crime.
Juíza Vânia Barros
Entrega
Para esclarecer essa questão, o Conversinha de Mãe entrevistou a coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Sergipe, a juíza Vânia Barros. Segundo ela, a mulher que esteja grávida e, desde a gestação, já não tenha a intenção de ficar com o bebê pode procurar o Judiciário para entregar o bebê assim que nascer. Segundo a juíza, não é crime entregar um filho para adoção. É um direito assegurado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão obrigatoriamente encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude, conforme o artigo 13, parágrafo único, do ECA, ou podem procurar o Judiciário espontaneamente”, disse. De acordo com Vânia Barros, o que a lei busca é coibir a entrega direta de crianças a terceiros para adoção e tipifica como crime quando essa entrega é feita mediante paga ou recompensa, como diz o artigo 238 do ECA.

 A juíza explicou que nesses casos, a obrigatoriedade de atenção à gestante que manifesta interesse em entregar o filho para adoção é fundamental. “Trata-se de uma decisão muito difícil de ser tomada e, nesse momento, o que ela precisa é de acolhimento e orientação, o que deve ser proporcionado pelo Judiciário”, ressaltou.  Para a Coordenadora da Infância e Juventude do TJ/SE, é importante conhecer as razões que fundamentam a entrega do filho para adoção e que se possa avaliar e esgotar todas as possibilidades de manutenção da criança na família natural ou extensa.

Por outro lado, destacou a juíza Vânia Barros, deve ser destacado que a lei assegura à gestante, através do Sistema Único de Saúde (SUS), o atendimento pré e perinatal e determina que “incumbe ao poder público proporcionar assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré e pós-natal, inclusive como forma de prevenir ou minorar as consequências do estado puerperal” (art. 8º, § 5º, do ECA).

Quanto aos dados de casos aqui em Sergipe, se é comum as mulheres que não querem ou não têm condições de ficar com seus filhos procurarem o Judiciário para fazer a entrega, a juíza disse que não há uma sistematização dos dados de forma específica no Estado. Entretanto, ressaltou a magistrada, o Estado não foge à do que ocorre em nível nacional. “A sociedade brasileira adota um entendimento de que toda mulher nasceu para ser mãe. Neste sentido, não recepciona a ‘infração moral’ do desamparo de um filho, o que de fato, tem contribuído para o abandono de bebês em logradouros públicos ou ainda a entrega de crianças recém-nascidas a terceiros. Muitas mulheres preferem correr o risco de enfrentar a lei a ter que se submeter a avaliação moral da sociedade”, revelou.

Principais motivos
Entre os principais motivos apresentados pelas mulheres quando procuram o Judiciário para entregar os bebês, a juíza informou que os de ordem econômica ainda prevalecem. Segundo Vânia Barros, majoritariamente as mães alegam não possuir condições para manter seus filhos. É a justificativa mais comum. “Entretanto, é importante destacar que esta motivação não é recepcionada pelo ECA, que assegura a permanência de crianças no seio de sua família biológica, mesmo que esta não tenha as condições para prover o sustento, assumindo o Estado, através de programas de apoio à convivência familiar e comunitária”, acrescentou.

A coordenadora da Infância e Juventude do TJSE disse que não há um levantamento de quantas mulheres nesse perfil já foram atendidas pelo Judiciário em Sergipe. “Lamentavelmente, a consolidação desses dados depende de outros atores do Sistema de Garantia e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente”, observou.

Como disse, essa é uma situação muito delicada. Cada pessoa é que sabe a situação que está passando. Mas corta o coração ouvir notícias sobre o abandono de bebês. Entregar, de maneira legal, o bebê quando não se tem, realmente, condições (sejam elas quais forem) de criar é mesmo a melhor opção.

Beijos


@conversinhadmae