sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Cartilha ajuda pais em brincadeiras adaptadas para filhos com síndrome de Down

A organização não governamental Movimento Down, em parceria com os Correios, lançou na manhã de hoje, dia 27, uma série de cartilhas para auxiliar pais e profissionais em brincadeiras e jogos adaptados para crianças com síndrome de Down. O material, chamado TO Brincando (terapia ocupacional), tem propostas pedagógicas para facilitar o aprendizado de conceitos relacionados à comunicação, ao raciocínio lógico e à percepção corporal. A coleção foi elaborada junto com o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), será disponibilizada para download gratuito no portal da organização.

“O projeto nasce de uma necessidade de formação e informação de pessoas que trabalham com crianças com síndrome de Down. A gente vem trabalhando e desenvolvendo jogos comerciais a partir desse olhar. Então, a gente pensa nesse jogo como um que tenha mais acessibilidade física, visual e comunicativa”, disse a coordenadora do projeto TO Brincando, Miryam Pires.

Para Miryam Pires, o principal obstáculo enfrentado pelos pais é a falta de conhecimento sobre como educar o filho. “Fazemos workshop para famílias, para profissionais. A gente traz crianças para o atendimento aqui no IPPMG [Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira]. Temos mais ou menos 50 crianças em trabalho aqui”.
A coordenadora do Movimento Down, Débora Mascarenhas, informou que o atendimento às famílias é feito pela internet. “Por via do contato do portal, a gente tem em torno de 3 mil famílias acolhidas em um ano e meio. Temos 45 mil seguidores no Facebook. Então, de forma direta, ou indireta, esse conteúdo chega no Brasil e fora dele. Tem 25 países, além do Brasil, que acessam o portal do movimento”, disse, acrescentando que a organização foi criada em 21 de março de 2012, quando o Brasil comemorou pela primeira vez o Dia Internacional da Síndrome de Down.

O ator Breno Viola, que tem a síndrome, destacou a importância do projeto. “É muito bom estar contribuindo juntos com o TO Brincando. Os materiais são adaptados para pessoas com deficiência”, disse o ator, que participou do filme Colegas, que conta as aventuras de três jovens com síndrome de Down.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O encanto da leitura através da feira do livro

Fazer com que seus filhos prefiram o bom e velho livro aos jogos de vídeo game e aos brinquedos de alta tecnologia pode ser uma tarefa muito árdua. O mundo de hoje, cheio de formatos eletrônicos e virtuais, deixa cada vez menos espaço para o charmoso e enigmático livro de papel.

A falta de interesse das crianças nos livros não pode ser um fator desanimador para você mãe. O incentivo à leitura é algo que deve estar sempre presente, pois só com tal prática os pequenos podem desenvolver bem seu vocabulário e escrever de maneira mais correta.

Um dos eventos e passeios infantis do calendário escolar mais esperados pelas pessoas que passaram sua infância nas décadas de 90 e 2000 era a famosa “Feira do Livro”, evento cultural e também de caráter comercial, que normalmente são realizados através de parcerias entre instituições culturais, iniciativas privadas e prefeituras municipais.

Atualmente, ouve-se falar menos sobre as feiras do livro. No entanto, elas ainda acontecem em muitas cidades do Brasil e são uma oportunidade fantástica de imergir seus pequenos no mundo da leitura. Independente das feiras serem grandes, com milhões de títulos de livros, ou espaços mais modestos com um menor número de títulos, é uma ótima oportunidade de mostrar a seus filhos a grande variedade de obras destinadas a eles. Além de atrair as crianças aos mundo da leitura, a sua presença neste evento lhe trará lembranças de ótimas sugestões de livros que ajudarão no desenvolvimento linguístico de suas crianças.

Como nem sempre as datas das feiras do livro em sua cidade são bem divulgadas, usar a internet como ferramenta de pesquisa é uma forma muito eficaz de se informar sobre esses eventos. Através dela, é possível descobrir datas e cidades onde a feira acontecerá, assim como a programação oferecida, o que ajudará você a programar um passeio infantil para seus pequenos. Cidades como São Paulo, Ribeirão Preto, Belo Horizonte e Porto Alegre oferecem uma programação repleta de entrevistas, presenças ilustres e outros atrativos.

Caso você ache interessante, reúna os amiguinhos e mães de seus filhos e faça uma visita em grupo. Será muito produtivo escutar as opiniões de outros pais sobre o evento, assim como sugestões sobre bons livros para as crianças. E por fim, como as feiras do livro reúnem muitos fornecedores e revendedores, normalmente é possível encontrar preços acessíveis e opções que agradarão a todos os gostos.

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Vacina contra a catapora começou a ser aplicada em Sergipe

Após a capacitação de profissionais de saúde dos 75 municípios para implantação da vacina contra a Varicela (Catapora), ocorrida no dia 11 de setembro, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) já distribuiu 6,2 mil doses da vacina para ser aplicada nas 350 Unidades Básicas de Saúde (UBS) existentes no território sergipano.

A distribuição das doses iniciou no dia 12 de setembro e, a partir desta data, começaram a ser aplicadas. A vacina contra a Catapora entra na rotina do serviço e é destinada para as crianças com 15 meses de idade. “Com 12 meses de vida, a criança deve tomar a vacina Tríplice Viral, que protege contra o Sarampo, Rubéola e Caxumba. Aos 15 meses, é aplicada a Tetra Viral, que é a segunda dose dessas doenças e inclui a Varicela”, explicou Sândala Oliveira, gerente do programa Estadual de Imunização.

A gerente esclarece que, “as crianças que já passaram dos 15 meses de vida e já tomaram a segunda dose da Tríplice Viral, não tomam a dose da Tetra Viral, que inclui a catapora. A vacina é aplicada nos postos de saúde”. 

Ainda de acordo com Sândala Oliveira, “a aplicação da vacina é feita pela Atenção Básica dos municípios. Os pais ou responsáveis devem levar as crianças até as unidades. Eles não podem se esquecer de levar a Caderneta de Vacinação”.

Beijos

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Fonte: Ascom SES

Circuito Caixa de Maratoninha acontece no domingo em Aracaju

Neste domingo, dia 29, acontece em Aracaju a etapa sergipana do Circuito Caixa de Maratoninha 2013. O evento acontece no estacionamento da Orla da Coroa do Meio, a partir das 8 horas. Para as provas, são esperadas 1.500 crianças na faixa etária de seis a 12 anos. Esta é a quinta vez que Sergipe recebe uma etapa do circuito. O convidado deste ano é o padrinho da competição, o ex-velocista André Domingues, duas vezes medalhista olímpico no revezamento 4x100m do atletismo brasileiro: a de prata, ganha em Sydney-2000, e bronze, em Atlanta-1996. Em Campeonatos Mundiais, Domingues tem dois pódios também: prata em Paris-2003 e bronze em Sevilha-1999. No PAN, ganhou ouro em Winnipeg-1999 e Santo Domingo-2003.

O objetivo da Maratoninha é promover a cidadania, estimular a prática do esporte, revelar novos talentos e promover a interação e a inclusão social de crianças e jovens por meio do esporte.

Para participar do Circuito Caixa de Maratoninha é fácil. As crianças precisam ter entre seis e 12 anos. A prova é realizada em um percurso de 300 metros, dividida em três categorias de acordo com o sexo e a faixa etária: I - de seis a oito anos; II - entre nove e dez anos; e III - entre 11 e 12 anos. A competição também abre espaço para jovens com deficiência.

As inscrições poderão ser feitas, mesmo durante o período de greve dos bancários, na agência da Caixa localizada na avenida Hermes Fontes, 2120, Bairro Grageru (em frente ao posto de saúde Sinhazinha), das 10h às 16h, ao custo de R$ 5,00.

Todas as crianças inscritas receberão camisa, boné, lanche e brinde da Caixa. Os que completarem o circuito de 300 metros de extensão receberão medalha de participação. O vencedor de cada uma das baterias receberá uma bicicleta de 18 marchas.

Em frente à pista de corridas será montada uma arquibancada com 1.500 lugares onde serão distribuídos bonés e camisas para os pais e familiares torcerem por seus verdadeiros campeões.

Em 2013, antes de Aracaju o Circuito Caixa de Maratoninha passou por Cuiabá, Campo Grande, Uberlândia, Belo Horizonte, Vitória, Paulínia, São José do Rio Preto, Sorocaba, Londrina, Joinville, Florianópolis, Curitiba, São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa e Maceió. Após a etapa sergipana, seguirá para Brasília, Goiânia e Palmas, encerrando o circuito deste ano. Ao todo serão 22 etapas que contarão com a participação de mais de 33 mil crianças.

Então dá tempo de se inscrever quem quiser participar.

Beijos


@conversinhadmae

domingo, 15 de setembro de 2013

Curta-SE: Festivalzinho acontece nesta terça

Começa nesta segunda-feira, dia 16, a 13ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE). A mostra, que este ano tem como tema “Cidades Criativas”, acontece até o próximo dia 21, aqui em Aracaju (SE). A abertura oficial será realizada no Teatro Tobias Barreto, aqui na capital, dando início às mostras competitivas e com programação cultural. O festival foi contemplado pela seleção pública do Petrobras Cultural.

A criançada não podia ficar de fora. A organização do Curta-SE reservou uma programação especial para o público mirim. O chamado “Festivalzinho” acontece na quarta-feira, dia 18, no Cinema Vitória, em Aracaju. Se você for daqui ou estiver aqui pelo Estado nesse dia não pode deixar de participar. O acesso é livre.

Confira a programação:

09h  - 1ª Mostra Informativa de Curtas – Festivalzinho

- Laurinha-Selva: Jon e Thomate, 2012, Animação, Ribeirão Preto-SP.

- Laurinha: Dinossauros: Jon e Thomate, 2012, Animação, Ribeirão Preto-SP.

- Ovelina: Pamella de Castro Alves Pesareli, 2013, 2’15”, Animação, São Paulo-SP.

- Última Evolução: Vinicius Pimenta, 2012, 3’04” Animação, Santana do Parnaíba-SP.

- Lembranças de Maura: Bruna Lessa, 2012, 15’, Ficção, São Paulo –SP.

- O tamanho do Mundo: Marcos Souza, 2013, 15’, Ficção, Curitiba-PR.

- Retrato da Lua: Oger Sepol Produções, 2013, 10’, Ficção, Curitiba-PR:

Todos têm classificação Livre.

Se você quiser saber toda programação do Curta-SE 2013, com mostras e programação cultural, acesse o site: http://www.casacurtase.org.br.

Beijos


@conversinhadmae

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Boa notícia: mortalidade infantil no Brasil cai 77% em 22 anos, diz Unicef

A mortalidade infantil no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012, de acordo com o Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Segundo o estudo, em 1990, a taxa de mortalidade infantil no Brasil era 62 para cada mil nascidos vivos. Em 2012, o número caiu para 14,  o que coloca o país em 120º lugar no ranking entre mais de 190 países. A lista é decrescente e quanto mais à frente, maior o índice de mortalidade.

A taxa de mortalidade infantil calcula a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de idade a cada mil nascimentos. Ela compõe a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento dos países e nortear a elaboração de políticas púbicas.

O Brasil teve melhora em todos os índices apurados. No ranking do Unicef, o país está atrás de outros desenvolvidos como Finlândia, Japão, Cingapura, Noruega e Islândia – primeira colocada no ranking. Os cinco países com os piores índices de mortalidade infantil são: Serra Leoa, Angola, Chade, Somália e Congo.

Queda mundial
A taxa de mortalidade infantil no mundo caiu 47% nos últimos 22 anos. Em números absolutos, a redução significa que morrem 17 mil crianças a menos por dia. Em 1990, a taxa de mortalidade infantil mundial era 90 para cada mil nascidos vivos e atualmente caiu para 48. Há duas décadas, as estimativas eram que mais de 12,6 milhões de crianças abaixo dos 5 anos morriam por ano. Hoje, essa média caiu para 6,6 milhões.

De acordo com o Unicef, a redução da taxa de mortalidade se deve ao maior acesso a tratamentos de saúde e tratamentos mais eficazes, combinado ao comprometimento político dos países. O destaque para a queda do índice mundial é a aceleração da redução das taxas de mortalidade infantil entre 1990 e 1995 – especialmente na África, que teve queda de, pelo menos, metade de suas taxas desde a década de 1990.

Ainda assim, o fundo alerta para a possibilidade do não cumprimento das metas do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, referente à redução da mortalidade infantil. "Sem progressos mais rápidos na redução de doenças que podem ser prevenidas, o mundo não vai cumprir a meta até 2028 – 13 anos depois do prazo, e 35 milhões de crianças terão morrido entre 2015 e 2028 – crianças que poderiam ter vivido caso conseguíssemos cumprir essa meta", informou o relatório.

Para a Unicef, é fundamental a prevenção de doenças como pneumonia, diarreia e malária, que foram responsáveis, em 2012, pela maioria das 6,6 milhões de mortes de crianças com menos de 5 anos. Segundo o fundo, essas doenças estão fundamentalmente relacionadas ao desenvolvimento do país, o que pode ser superado por meio da atuação conjunta de governos, organizações e da sociedade civil.

"Apesar desses ganhos, a sobrevivência da criança continua a ser uma preocupação urgente. Em 2012, cerca de 6,6 milhões de crianças morreram antes do seu quinto aniversário, a uma taxa de cerca de 18 mil por dia. E o risco de morrer antes dos 5 anos varia enormemente dependendo de onde a criança nasce", destacou o relatório, ressaltando que, desde 1990, 216 milhões de crianças morreram antes dos 5 anos – mais do que toda a população do Brasil, o quinto país mais populoso do mundo.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Garotas: belas e cheirosas com a Barbie

Boa parte das meninas é apaixonada pela Barbie. Não importa se têm 4, 5, 8, 12 ou 14 anos. A boneca mais famosa do mundo serve sempre de inspiração para as garotas. E para deixá-las mais belas e perfumadas, a Biotropic tem a linha Barbie Fashion Teens. A empresa enviou um kit desses para o Conversinha de Mãe testar. Minha filha Beatriz, de sete anos, foi a “responsável” por essa missão (muuuito difícil para quem ama a Barbie rsrsrsrsrs).

A Linha Barbie Fashion Teens Biotropic traz a doçura, a sofisticação, o romantismo e todo o glamour Barbie em três deliciosas fragrâncias: Pink Sweet, Pink Love e Pink Fresh nas versões body splash, sabonete líquido e hidratante. Bia experimentou a Pink Sweet. Ela amou e posso dizer que realmente é muito boa a fragrância. Um cheirinho bem adocicado, lembra bem um body splash que ela ama da Victoria Secret’s e que é difícil de achar por aí. Então, já por isso amamos esse produto da Biotropic.

Com uma combinação perfeita de notas frutais, florais e gourmands que despertam diferentes sensações, a linha conta ainda com uma seleção cuidadosa de ativos que proporcionam maciez e hidratação à pele. Toda linha foi dermatologicamente testada.

Os produtos vêm em kits com body splash, desodorante corporal e sabonete líquido das três fragrâncias (cada um deles com 60ml) e avulsos, com 250 ml.

Fica aqui a dica.

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A partir dos três anos, é preciso aferir a pressão arterial das crianças


Li essa matéria no Portal UOL, achei bem legal e decidi reproduzir aqui para vocês também conhecerem mais um pouco sobre esse tema. Segue o texto na íntegra:

Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Cardiologia, 6% das crianças e adolescentes do país estão hipertensos. Para ter uma ideia do tamanho do problema, basta saber que, no caso dos adultos, a incidência da doença é de 30%.

Entre os mais jovens, o mal costuma se manifestar a partir dos três anos e, raramente, está associado a outras doenças mais sérias, cardiológicas, renais ou endocrinológicas. O mais comum é que, aliado à predisposição genética, o sobrepeso ou a obesidade respondam por grande parte dos casos de pressão alta.

“Por volta dos três anos, a criança passa a ter mais autonomia para se alimentar, começa a ter acesso a comidas menos balanceadas e mais calóricas, com índices mais altos de gordura. Ao mesmo tempo, torna-se mais seletiva. Então, não por acaso, é nessa faixa etária que começamos a ver um aumento dos casos de sobrepeso, obesidade e hipertensão, sendo que um fator está diretamente relacionado ao outro”, afirma o cardiologista pediátrico Gustavo Foronda, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Pesquisas recentes corroboram com a opinião do especialista, chamando a atenção para o estabelecimento de um ciclo vicioso que deve atingir um número cada vez maior de jovens, daqui em diante. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2008/2009, uma em cada três crianças de cinco a nove anos e dois em cada dez adolescentes estão acima do peso recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Um apanhado dos últimos levantamentos feitos pelo IBGE também mostrou que, nas duas últimas décadas, a obesidade entre crianças de cinco a nove anos saltou de 4,1% para 16,6%, entre os meninos, e de 2,4% para 11,8%, entre as meninas. No grupo dos adolescentes, o excesso de peso passou de 3,7% para 21,7% nas últimas quatro décadas. Por fim, dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia indicam que as crianças obesas têm até oito vezes mais chances de desenvolverem hipertensão.

Prevenção
Para piorar o quadro, que é bastante alarmante, a pressão alta não costuma provocar sintomas e é comum que seja descoberta só na idade adulta, no momento em que o quadro se agrava e provoca alguma complicação cardiológica importante. Isso justifica a importância de se fazer o acompanhamento desde cedo, nas consultas de rotina das crianças.

Segundo a cardiologista Fernanda Consolim Colombo, diretora científica da Socesp (Sociedade de Cardiologia de São Paulo), a aferição da pressão arterial deve ser feita, rotineiramente, em meninos e meninas a partir dos três anos. "É preciso monitorar a pressão, pelo menos, duas vezes por ano", diz a cardiologista pediátrica Célia Maria Camelo Silva, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Além disso, é essencial que os pais estejam sempre atentos ao crescimento e ao ganho de peso da criança, verificando com o pediatra se eles estão dentro da curva considerada normal. Qualquer desvio deve ser tratado o quanto antes, a começar por uma intervenção nos hábitos da criança.

“Hoje em dia, a tendência é que as crianças ocupem seu tempo livre com computadores, tablets, televisão e games eletrônicos, o que as torna extremamente sedentárias. Além disso, muitas delas se alimentam mal. Como se não bastasse, a partir da pré-adolescência, os jovens são submetidos a um alto nível de estresse, sofrem uma cobrança exagerada por resultados, tanto em casa quanto na escola. Todos esses aspectos estão ligados ao aparecimento da pressão arterial”, fala o cardiologista pediátrico Foronda.

Para minimizar todos esses fatores de risco, a atuação da família é fundamental. “Para mudar o estilo de vida da criança, é preciso que toda a família faça as adequações necessárias, que adote uma dieta mais saudável e uma rotina que inclua mais atividades físicas. Isso aumenta muito as chances de sucesso no tratamento”, afirma Fernanda.

Fonte: Rita Trevisan e Thaís Macena
Do UOL, em São Paulo

Beijos

@conversinhadmae

sábado, 7 de setembro de 2013

Fim do Cocoricó? Pelo menos, por enquanto, não!


Essa semana, eu, assim como um monte de mãe (acho!), fiquei triste com a notícia do fim do Cocoricó. O programa infantil é um xodó da criançada, principalmente as menores. Hoje até comentei esse fato com meu marido. Com um tempinho, fui pesquisar se era verdade essa história. 

Na verdade, eles não vão sumir de uma hora pra outra da telinha da TV. A mudança que haverá faz parte da estratégia de reformulação da grade da TV Cultura. Depois de 17 anos de existência, o programa Cocoricó deixará de ser produzido, mas Júlio, Lola, Lilica, Zazá, Alípio e o restante da turma vão continuar no ar. Até o dia 30 de setembro, a atração fica ainda sendo exibida ao vivo, no TV Cocoricó. Depois o Cocoricó original continua a ser veiculado dentro do Quintal da Cultura, pela manhã e à tarde. 
Júlio em um dos episódios do "Cocoricó Conta Clássicos"
Nesse período a TV Cultura vai exibir a série “Cocoricó Conta Clássicos”, que estreia em outubro. Nela a turma vai encenar contos clássicos do folclore mundial. Entre eles, Cocoricunda (baseado no Corcunda de Norte Dame), Rapunzilica (em que a Lilica faz a Rapunzel), Belalilica e Ditofera (na A Bela e Fera), além de A Cigarra e a Formiga, A Bela e A Fera e O Flautista de Hamelin. Os episódios vão ao ar aos sábados.

Os planos da TV Cultura é no próximo ano iniciar um novo projeto infantil. A novidade envolveria a participação de bonecos também. A nova série está prevista para estrear em março de 2014 e terá como cenário principal uma escola e tratará de temas urbanos em seu roteiro.

Vamos esperar e torcer para que seja bem legal também. A criançada e as mamães e papais agradecem.

Beijos

@conversinhadmae

Amanhã tem caminhada pelo Dia Nacional da Fibrose Cística

Em várias partes do país acontece neste domingo, amanhã, dia 8, a Caminhada Nacional pelo Dia da Fibrose Cística. Mas o que vem a ser fibrose cística, você pode perguntar. Eu também me fiz esta pergunta e fui procurar quem pudesse me responder. Maria Izabel de Gois Meneses é associada fundadora e contadora colaboradora da Associação Sergipana de Fibrose Cística (Inspira). Ela nos contou que a fibrose cística é uma doença genética, grave e ainda sem cura, que, infelizmente, é muito desconhecida tanto da população em geral como até mesmo dos profissionais de saúde.

Ela é uma doença que acomete, principalmente, os sistemas respiratório e digestivo. Como ela pode se apresentar de diversas formas e em diversos níveis de gravidade, é facilmente confundida com outras doenças, o que dificulta um diagnóstico precoce e tratamento adequado. A fibrose cística também é conhecida como “a doença do beijo salgado” que desencadeia problemas respiratório e digestivo, que afeta todo o organismo, causando deficiências progressivas e, frequentemente, levando à morte prematura. Ela já pode ser identificada já no Teste do Pezinho e diagnosticada através do suor ou de exames genéticos.

Justamente com o objetivo de divulgar e esclarecer a população sobre o que é a doença, em todo país acontece a manhã a caminhada. O dia nacional para divulgação dessa doença é o 5 de setembro e o dia mundial é o 8 de setembro. Este ano , o 8 de setembro será comemorado pela primeira vez o Dia Mundial da Fibrose Cística, data da descoberta do Gene CFTR, em 1989, daí, em parceria com o Instituto Unidos pela Vida, a Inspira irá fazer uma caminhada de divulgação. Em Aracaju, a caminhada sairá da Passarela do Caranguejo, às 9 horas, no bairro Atalaia.

O ato também tem como objetivo dar conhecimento da importância do diagnóstico precoce e do imediato e correto tratamento, bem como conscientizar os gestores públicos de Saúde da necessidade urgente dos medicamentos e suprimentos nutricionais indispensáveis ao tratamento serem padronizados pelo Ministério da Saúde e pelas Secretarias de Estado da Saúde, a exemplo de alguns estados brasileiros, onde os portadores de FC não precisam mais recorrer à Justiça para conseguir os medicamentos e suprimentos nutricionais. Izabel disse que, infelizmente, aqui em Sergipe o Estado só fornece o alfa dornase e as enzimas, ficando os medicamentos mais caros por conta dos pacientes.

Em Sergipe, a Inspira foi fundada no dia 16 de agosto deste ano e está junto em parceria com o Instituto Unidos pela Vida para a divulgação da Fibrose Cística. Segundo Izabel, atualmente, o Estado de Sergipe encontra-se em fase de implantação da triagem neonatal para a Fibrose Cística, o que ajudará muito na precocidade dos diagnósticos e também em fase de implantação do serviço de referência em Fibrose Cística.

“Mas nosso Estado ainda precisa avançar em muitas coisas para propiciar um tratamento adequado aos sergipanos com fibrose cística, como, por exemplo, o fornecimento de todas as medicações e suplementos nutricionais adequados”, observou a associada da Inspira.

Fibrose cística – conhecer e tratar é o melhor remédio.

Beijos

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

SUS passa a oferecer vacina contra catapora

Uma boa notícia, mamães! Agora, crianças de 15 meses que já tenham recebido a primeira dose da tríplice viral vão passar a ser vacinadas também contra catapora, incluída na vacina tetra viral, que protege ainda contra a rubéola, caxumba e sarampo. A nova vacina (injetável) substitui a segunda dose da tríplice viral.

Com a inclusão, a ideia é reduzir em 80% as internações pela doença. Por ano, cerca de 9 mil pessoas são internadas e mais de 100 morrem por causa da catapora. A vacina tetra viral tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. A previsão do Ministério é que a vacina esteja disponível em todos os 34 mil pontos de vacinação até o final do mês.

De acordo com o Ministério da Saúde, as doses já foram repassadas para as secretarias estaduais de Saúde, mas Estado e município define como e quando será feita a imunização. A pasta recomenda que os pais ou responsáveis se informem no posto de saúde mais próximo de casa.


Fonte: Agência Brasil

Bela iniciativa: crianças aprendem na escola a ter uma vida saudável

No Centro de Ensino Fundamental 2, na Cidade Estrutural (DF), frutas e verduras não são opcionais, todos os dias as crianças fazem refeições balanceadas e, nas salas de aula, aprendem a importância de uma vida saudável. A escola não é a única. A preocupação com os bons hábitos de alimentação e a prática de atividades físicas chegam cada vez mais às escolas públicas e particulares em todo o país. A fase escolar é importante, segundo o Ministério da Saúde, pois os hábitos adquiridos na infância e na adolescência são levados para a vida adulta.

No Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo ministério, 51% da população acima de 18 anos estão acima do peso ideal. O problema que atinge os adultos começa na infância. Entre as crianças, o sobrepeso atinge 34,8% da faixa entre 5 e 9 anos, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Uma coisa é certa, quanto mais precocemente a gente chegar ao ator, melhor. Trabalhar com as crianças é o ponto chave. Na infância, a gente trabalha a educação e não a reeducação, como na fase adulta”, diz a professora do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília Kênia Mara Baiocchi. Ela diz ainda que o que aprende na escola, a criança leva para a família, contribuindo para a mudança de hábitos dos pais.

Na escola da Cidade Estrutural, 1,7 mil estudantes foram pesados e examinados. A vice-diretora, Neide Saad, surpreendeu-se com os resultados. “Esperávamos mais desnutrição que sobrepeso, já que a escola está em uma região vulnerável, mas tivemos uma quantidade grande de sobrepeso”, informa. Para ela, a culpa está nas guloseimas: “Os alunos comem muita besteira. Eles já chegam à escola com um saco de balinha ou de salgadinho”. 

Constatado o problema, a escola esforçou-se para resolvê-lo. No Distrito Federal, um grupo de nutricionistas cuida da alimentação das escolas públicas desde 2010. “As crianças que precisam ganhar peso estão ganhando, percebemos no dia a dia. As crianças com obesidade, nós convidamos para a educação integral, para que tenham uma alimentação mais saudável o dia todo, acompanhada de atividades físicas”, explica Neide.
Nem sempre a mudança de hábito é fácil. Vitor Linhares, do 5º ano esforça-se. “Gosto do prato principal com salada. Não gosto das verduras e legumes. Mas, aqui na escola, como mesmo assim porque quando elas vão colocar a verdura no prato fico sem graça de falar que não quero”, conta.

Nas escolas particulares, um acordo entre o Ministério da Saúde e a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) prevê uma série de ações de conscientização para melhorar a alimentação dos estudantes. Como nas privadas, as opções são as cantinas ou a merenda trazida de casa. Entre as ações do acordo está a distribuição de cartilhas aos cantineiros.

Os maus hábitos alimentares dos estudantes podem ser constatados na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense/2009). O levantamento mostrou que um terço dos alunos matriculados no ensino fundamental da rede privada consome frutas e hortaliças em cinco dias ou mais na semana. Os refrigerantes e frituras fazem parte da rotina alimentar de 40% dos alunos.

Segundo a presidenta da Fenep, Amábile Pacios, já é possível perceber os efeitos da iniciativa, pelo menos 80% das escolas oferecem opção saudável de lanche. “A intenção não é proibir o uso do alimento, mas educar para que a criança, a partir do que aprende na escola faça a opção correta onde quer que esteja”, explica.
A preocupação com a alimentação e a prática de exercício físico deve ser levada para dentro de casa, segundo o presidente da Associação de Pais de Alunos das Instituições de Ensino (Aspa-DF), o advogado Luis Claudio Megiorin. Pai de Luca, de 8 anos, e de Nicole, de 12, o  advogado diz que alimentação saudável e exercício físico são prioritários em casa.

Normalmente, seguimos essa orientação em casa. É importante os pais estarem com os filhos em pelo menos uma das refeições”. Ele se preocupa também com outros hábitos das crianças. Ficar no computador ou no videogame o dia todo é proibido na casa de Megiorin.

Para aqueles que não contam com orientação em casa, a professora Kênia destaca o papel da escola. “Eu me preocupo quando não tem educação física na escola, brincadeira, atividade lúdica. Se em casa os meninos têm essa coisa da TV, de videogame, do sofá, que pelo menos na escola tenham um ambiente mais saudável”. Segundo ela, trata-se de buscar o equilíbrio. “Não tem problema ele ficar no computador, desde que haja um limite. Tem criança que fica oito horas, dez horas na frente de uma tela, isso provoca prejuízos”.

Beijos

@conversinhadmae


Fonte: Agência Brasil