terça-feira, 5 de março de 2013

Milagres ainda existem...


Não acredito em coincidências, mas reparem. No domingo pela manhã, na igreja, estávamos debatendo na escola bíblica dominical sobre o tema aborto e as situações em que pela legislação ele é permitido, mas até que ponto ele é a escolha correta. Aí na segunda-feira me deparo com essa notícia. Há um ano, nasciam os quadrigêmeos da britânica Emma Robbins. No início da gestação, quando descobriu que estava grávida de quatro bebês, os médicos sugeriram que ela abortasse dois deles, para aumentar as chances de que os outros dois nascessem saudáveis.

Mesmo contra as probabilidades, ela seguiu com a gestação dos quatro fetos adiante e no dia 29 de fevereiro de 2012 (ano bissexto), nasceram Zachary, Joshua, Reuben e Sam, dois meses antes da data prevista para o parto. De acordo com matéria publicada no jornal Daily Mail, os quadrigêmeos foram concebidos naturalmente, o que é considerado algo raro – um caso para 750 mil.

A mãe contou que por várias vezes os médicos disseram que seria melhor abortar duas crianças para das às outras uma maior chance de sobrevivência. Depois de exame de ultrassom, havia três opções: interromper a gravidez, reduzir o número de embriões ou seguir em frente. Emma agiu com o coração e decidiu ficar com todos os filhos e fazer tudo o que estava a seu alcance para dar à luz quatro bebês saudáveis.

A gravidez foi de risco, cercada por muitos cuidados e enjoos. Os bebês nasceram prematuros, mas saudáveis. Emma e o marido, Martin, já eram pais de outro filho, Lucas, com três anos de idade. As gestações múltiplas oferecem maior risco, pois
podem causar complicações como aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, paralisia cerebral e morte. O caso dos quadrigêmeos britânicos é a prova de que milagres ainda acontecem

Beijos

@conversinhadmae

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