quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Atualizando nossa conversinha

Oi, gente!!! Estou viva. Bem viva, por sinal. Quanto tempo... Escrever esse post estava em minha cabeça há algumas dezenas de dias. Mas daí a ele ganhar vida através dessas mãozinhas aqui levou algum tempo. Quanta coisa aconteceu nesses dois últimos meses em que estive ausente aqui. Acho que a maioria já sabe o motivo dessa minha ausência: a chegada da minha filha Rebeca.

Pois é... Nesses dias em que não estive aqui compartilhando com vocês aconteceu tanta coisa. Pari. Revivi a alegria do que é sentir um filho saindo de você. Tive o privilégio de viver novamente algumas outras emoções, como saber que um ser tão pequenininho depende em tudo de você para continuar vivendo. Como é divino saber que é de você que sai o alimento que mantém vivo um recém-nascido. Cada vez que olho para minha filha com quase dois meses de vida e imagino que ela tem sobrevivido e se desenvolvido graças ao leite que mama diversas vezes ao dia do meu peito vejo como Deus é perfeito e pensa em todas as coisas.

Realmente, ser mãe é um privilégio! Um privilégio que, apesar de em alguns momentos ser tão desgastante, é, ao mesmo tempo, tão recompensador. Depois que a gente é mãe nada mais é como antes. Nossas noites não são mais as mesmas. Sono de oito horas diárias? Só se for em sonho! Mamada, troca de fralda, choro porque o berço parece estar cheio de espinhos e parece que só o colinho consegue acalentar aquele pequenino ser e lá se vão, duas, três, quatro, cinco e quantas levantadas da cama forem necessárias. Mas a recompensa está em saber que simplesmente a sua presença é capaz de reconfortar nosso bebê. Se esse reencontro for marcado por um singelo ou despretensioso sorriso estampado nos pequenos lábios do nosso filhote melhor ainda, não?

São apenas poucos dias de nova rotina, mas quantas coisas novas, quantos aprendizados... Como é bom estar em família. Ser mãe novamente conseguiu renovar o sentimento de querer todos que se ama mais pertos e mais juntinhos do que nunca do ninho. Tive a grata surpresa de não haver sequer sinal de ciúme de minha filha mais velha – Beatriz – (sim, agora ela pode encher a boca e dizer que é a filha/irmã mais velha) com a chegada da tão desejada irmãzinha. Pelo contrário. Desde os primeiros dias o que se ouvia dela era frases do tipo: “Que alegria para nossa família é Rebeca, né, mamãe?”.

Não sei como serão os próximos dias, os próximos meses, os próximos anos. Tenho muitas dúvidas, muitas ansiedades, comuns a todas as mães que vivem nesses dias tão corridos e maus. Mas coloco tudo nas mãos de Deus, para que me ilumine e, principalmente, dê sabedoria para cuidar das minhas filhas, do meu marido, do meu lar e da minha vida também.

Então, gente, estou de volta!!! Aos poucos vou detalhando as novidades. Obrigada por terem continuados sendo fiéis ao nosso blog. Agora, mais do que nunca, tenho muito assunto para uma boa conversinha de mãe.

Beijos

@conversinhadmae

P.S.: Por um problema no site do gerenciador do blog, não estou conseguindo postar fotos. Espero que em breve isso seja solucionado.

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