quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Taiwan recebe primeiro restaurante temático da Barbie

As apaixonadas (de todas as idades) pela boneca mais famosa do mundo, a Barbie, vão ficar babando. O primeiro restaurante temático dela foi aberto na capital de Taiwan, Taipei. O Barbie Cafe, como não poderia deixar de ser, é todo ambientado nas cores que tornaram a boneca objeto de desejo das meninas: rosa.

Tudo no local é nessas cores. Cada detalhe tudo pensado na boneca, seu estilo e suas formas. São sofás cor de rosa, mesas em forma de salto alto e cadeiras decoradas com tutus e com a tão desejada cinturinha que só a Barbie (e Thalia rsrsrs) consegue ter. Perfeito para as fãs da boneca.

No local é possível tornar real o que toda menina sempre sonhou enquanto brincava com suas Barbies: tomar aquele café ou chá com suas bonecas e amigas. Quando for lá pelo outro lado do mundo agora é possível fazer isso.
Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Portal R7
Fotos: Reuters

Transportando o bebê com segurança

A gente já falou aqui no Conversinha de Mãe por diversas vezes sobre a importância de fazer o transporte de crianças com segurança em veículos. Os pequenos, até os sete anos e meio, devem ser transportados nos dispositivos de segurança – bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação – como a legislação exige e ponto. É questão de segurança, é fato!

Duas notícias veiculadas no início desse ano mostram o quanto esse tipo de equipamento é fundamental para a segurança e a vida de nossos maiores tesouros. Um dos casos aconteceu na cidade paranaense de Ponta Grossa. A neném, de um ano e sete meses, viajava com a mãe e era transportada corretamente no banco de trás do carro quando a motorista perdeu o controle do veículo na estrada.

Apesar de o carro ter caído em uma ribanceira com sete metros de altura e batido de frente em um paredão e ido parar em um riacho, a criança não teve nenhum arranhão. A utilização da cadeirinha foi fundamental para que ela tenha saído com vida desse acidente tão grave.

Em contrapartida, poucos dias depois vi no telejornal outro caso. Neste, a criança não era transportada corretamente. Por sorte, o bebê que vinha no carro fora da cadeirinha e foi lançada para fora do veículo na hora da colisão numa rodovia, ficando sobre a pista, foi salva por um milagre de Deus e habilidade do motorista da carreta, que conseguiu desviar da criança, que estava apenas enrolada em um cobertor.

Isso mostra o quanto é importante que nossos filhos estejam sempre sendo conduzidos em segurança nos nossos carros, seja numa viagem longa, na ida à escola ou para um passeio ou mesmo até a padaria da esquina. Acidentes acontecem, mas situações como essas podem ser prevenidos, se fizermos a nossa parte.

Nossas duas filhas só andam cada uma em sua cadeirinha. Acostumamos desde cedo. Beatriz, a mais velha, desde quando compramos carros acostumamos ela a só andar em seu assento adequado. Já Rebeca, compramos a sua cadeirinha antes mesmo de ela nascer, para que desde os primeiros dias de vida criasse o hábito de andar nela, para que não tivesse a desculpa de estranhar.

Afinal de contas, com segurança não se brinca, não é gente? Dados do Sistema Único de Saúde mostram que no Brasil por ano quase 2 mil crianças morrem em acidentes de trânsito. Além delas, em torno de outras 10 mil são hospitalizadas por causa desses acidentes. Depois que entrou em vigor, no ano de 2010, a lei que obriga as crianças a serem transportadas em cadeirinhas adequadas à sua idade, estatísticas mostram que houve uma diminuição no número de mortes entre crianças com até sete anos na casa dos 40%. Então, isso mostra o quanto esses equipamentos são imprescindíveis.

Portanto, não dá pra não usar!

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Berços: agora só certificados

A partir de agora, quem for comprar berço tem que estar de olho em mais um item essencial: se o produto tem o selo do Inmetro. Desde este mês, só podem ser comercializados no Brasil berços que tenham essa certificação, tanto os que são fabricados no país como os importados. A exigência passou a ser feita pelo instituto de metrologia depois que, no ano de 2007, fez um teste e todos os modelos existentes no mercado brasileiro foram reprovados.


De olho na segurança, a partir de agora só podem ser comercializados os produtos que observarem as normas e forem certificados. Isso significa dizer que esse tipo de produto tem que ter cantos arredondados, visando que os bebês não se machuquem. Eles também não podem ter furos ou aberturas maiores que sete milímetros, para não prender o dedo do bebê. Outro item observado foi o espaço entre as grades, que deve ter entre quatro 4,5cm e 6,5 cm. Também estão proibidos parafusos sem bucha, peças pequenas e adesivos dentro do berço.

Com certeza esses cuidados deixam qualquer mamãe tranquila de que seu bebê está seguro. Então, na hora de comprar é seguir a orientação do Inmetro e só comprar berço que tenham esse o selo de certificação do instituto.

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Projeto Anjo Linguarudo leva alegria para crianças em tratamento oncológico


Descontração, alegria e aprendizagem. Tudo isso e muito mais pode ser encontrado pelas crianças do Centro de Oncologia do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE) ao frequentar uma sala colorida e cheia de brinquedos. Nela, os pequenos aprendem e se divertem com várias atividades conduzidas por uma pedagoga e uma recreadora, através do projeto “Anjo Linguarudo”. 

A iniciativa é mantida pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), e visa aguçar os valores positivos como coragem, autoconfiança, apoio e entusiasmo das crianças em tratamento contra o câncer e que se encontram internadas na unidade, além de dar continuidade aos estudos, mesmo durante o período de internação. 

Em meio às salas de internamento, dezenas de crianças que, mesmo convivendo com a dor do tratamento, não perdem a alegria e a inocência das brincadeiras. De acordo com a coordenadora da Oncologia, Rute Andrade, o projeto educacional visa estimular os valores positivos, combatendo a depressão nas crianças. 

“Durante o tratamento, as crianças ficam muito ansiosas, inseguras, sentimentos comuns em pacientes com câncer. O projeto ajuda a quebrar essas barreiras, além de desenvolver o trabalho pedagógico. Geralmente, elas ficam fora da escola e, com este projeto, nós trabalhamos juntos, através de contos e fábulas, vídeos educacionais, brincadeiras e desenvolvimento do lúdico”, explicou.
A coordenadora Rute Andrade
O ambiente da sala é bastante colorido, cheio de brinquedos, livros, DVDs, jogos, todos adquiridos através de doações voluntárias. Os pacientes têm aulas de computação, fazem pintura, participam de jogos, fazem deveres escolares, assistem a desenhos animados, entre outras atividades. 

“Aqui acaba se transformando numa arteterapia. Como eles estão há algum tempo internados, acabam sentindo falta das conversas com os amiguinhos e das brincadeiras, então procuramos resgatar tudo isso. É uma ajuda muito boa para o tratamento, eles acabam esquecendo a dor e o processo de cura chega mais rápido por causa da alegria”, informou a recreadora Maria Madalena Santos.   

Felicidade   
A felicidade de assistir um filho brincando, desenhando ou pintando é um sinal positivo para a dona de casa Rosana Aparecida do Nascimento, 45. Ela é mãe de um menino de 8 anos, que está em tratamento há um mês na unidade, e explica que quando o filho precisou se internado, ficou com medo dele perder a vontade de viver. “Minha felicidade maior foi ouvir do médico que ele vai ficar bom e tem cura. Meu filho é muito esperto e fiquei com medo dele não querer mais viver e ficar triste. Mas ele se diverte o tempo todo com as atividades oferecidas aqui na oncologia”, disse. 

O garoto, por sua vez, explicou que gosta de desenhar e jogar videogame. “Aqui tem muitos brinquedos e o lugar é bem animado. Gosto muito dessa sala e das pinturas e desenhos que faço, mas o que eu adoro mesmo é jogar no computador”, enfatizou. Mas não é só o pequeno que gosta de ficar no computador, outro pequeno paciente, de 7 anos, também divide o espaço com ele. “Gosto de vários jogos e quando chega a minha vez, me divirto bastante”, afirmou.

Alexandra Batista, 33, é mãe de uma menina de 5 anos, que está há cinco meses internada para tratar de um tumor cerebral. Para ela, as brincadeiras realizadas na sala só trazem alegria para a criançada. “Ela adora pinturas e se diverte muito quando vem pra cá. Encontra outras coleguinhas de internamento e brincam com várias bonecas. Acho ótimo, porque geralmente hospital dá medo nas crianças, mas aqui elas são felizes”, concluiu.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Secom SES

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O nome do filho

Escolher o nome do filho que está para chegar é um dos momentos mais importantes durante a gravidez e também uma tarefa das mais difíceis. Afinal de contas, o nome acompanhará essa nova pessoinha durante toda sua vida. Nas duas gestações, nunca tive nomes de preferência, já pré-escolhidos. Ambos – Beatriz e Rebeca – foram pensados durante a gravidez, escolhidos entre eu e meu marido e agora na segunda com a ajuda da nossa primeira filha também (embora não tenha sido este o seu preferido). Demoramos, mas chegamos a nomes que têm tudo a ver com nossas princesas.


Há três anos, o portal Baby Center Brasil faz um levantamento anual com os 100 nomes mais usados por papais e mamães na hora de registrarem seus bebês. O levantamento referente a 2012 foi feito com base nos nomes de mais de 84 mil bebês cadastrados no portal. Miguel e Sophia aparecem no topo da relação como os mais preferidos na hora do registro.

Nas primeiras colocações aparecem outros nomes tradicionais, como Arthur, Davi, Gabriel, Lucas, Julia, Isabela, Alice, entre outros. O nome da minha filha Beatriz aparece na 10ª posição e de Rebeca, na 45ª. Interessante nesse levantamento é ver que celebridades acabam influenciando, e muito, na escolha dos nomes. Exemplo disso é o nome Davi Lucca (ou sua variação Davi Lucas), filho do craque de futebol do time do Santos, Neymar, que acabou aparecendo na relação dos 100 mais, na 87ª posição, quando no ano anterior ele nem aparecia entre os 200 nomes mais registrados.

Veja abaixo os nomes que aparecem as 26 primeiras posições do ranking. A relação completa pode ser conferida no portal BabyCenter Brasil.


Beijos

@conversinhadmae

Foto: BabyCenter Brasil

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Guerra declarada ao andador



Há muito que ele é considerado um vilão pelos pediatras. Agora a “guerra” foi definitivamente declarada contra os andadores. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) iniciou uma campanha em todo país que visa abolir a recomendação do uso de andadores para bebês. A intenção da entidade que congrega mais e 16 mil pediatras brasileiros é evitar esse tipo de objeto que considera como desnecessário e perigoso.

Os especialistas dizem que o andador mais que ajudar no desenvolvimento da marcha na fase que a criança começa a dar os primeiros passos acaba sendo muito perigoso à integridade física dos bebês. Este ano, um bebê com nove meses de idade, na cidade de Jequié, na Bahia, que estava em um andador caiu de uma escada com cerca de dez degraus. Antes mesmo de chegar ao hospital, a criança morreu depois de ter tido uma fratura cervical.

Não é de hoje que a SBP se mostra contra ao uso dos andadores, pois não enxergam nele alguns quesitos alegados pelos pais para seu uso, como segurança, independência do bebê, o desenvolvimento e o exercício físico, entre outros. Estudos feitos por pediatras mostraram que a cada ano são realizados cerca de dez atendimentos nos serviços de emergência para cada mil crianças com menos de um ano de idade, provocados por acidentes com o andador.

Isso significa que há pelo menos um caso de traumatismo para cada duas a três crianças que utilizam o andador. “Em um terço dos casos, as lesões são graves, geralmente fraturas ou traumas cranianos, necessitando hospitalização. Algumas crianças sofrem queimaduras, intoxicações e afogamentos relacionados diretamente com o uso do andador, mas a grande maioria sofre quedas; dos casos mais graves, cerca de 80% são de quedas de escadas”, diz a SBP em artigo publicado em seu site no qual defende sua posição contrária à recomendação do andador.

Para os pediatras, o andador confere independência à criança, mas numa fase em que ela ainda não tem noção de perigo, o que acaba contribuindo para o maior risco de traumas. “Colocar um bebê de menos de um ano num verdadeiro veículo que pode atingir a velocidade de até 1 m/s equivale a entregar a chave do carro a um menino de dez anos”, alertam os pediatras.

Além disso, eles dizem que o andador atrasa o desenvolvimento psicomotor da criança, ainda que não muito. Isso porque bebês que utilizam andadores levam mais tempo para ficar de pé e caminhar sem apoio. Além disso, engatinham menos e têm escores inferiores nos testes de desenvolvimento. O exercício físico é muito prejudicado pelo uso do andador, pois, embora ele confira mais mobilidade e velocidade, a criança precisa despender menos energia com ele do que tentando alcançar o que lhe interessa com seus próprios braços e pernas.

Em alguns países, a comercialização de andador já é proibida, como o Canadá. Em outros da Europa e nos Estados Unidos estudam implantar lei semelhante para evitar mais crianças vítimas. O Brasil dá os primeiros passos nesse sentido. Com o início da campanha da Sociedade Brasileira de Pediatria, a Associação Brasileira de Produtos Infantis  (Abrapur) classificou como um retrocesso tentar proibir andadores. Ela defende que se crie uma regulamentação para a venda do produto, a exemplo do que já existe com outros voltados para o público infantil. Essa semana, a SBP e o Inmetro se reuniram para discutir a questão.

Eu mesmo nunca usei andador para minha filha mais velha, Beatriz. Sempre achei meio arriscado. Ver a criança disparando naquele “carrinho” cheio de rodas, com passos descompassados não é uma visão das mais estimulantes no que se refere ao desenvolvimento da criança. E com tantos pontos negativos apontados por especialistas, acho que é o caso de, realmente, se pensar duas vezes.

E qual a opinião de vocês? Seus filhos usaram? Digam aqui o que acham.

Beijos

@conversinhadmae

Com informações do site SBP

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

10 dicas para sobreviver ao período das cólicas...



Tinha esquecido o quanto é terrível ver um bebê sofrendo com cólica. É muito chata essa fase inicial quando o pequeno sofre e se contorce com tantas dores. Li essas dicas no site da revista Crescer, da editora Globo, com texto de Monica Brandão e Tamara Foresti, e compartilho com você, que está vivendo esse momento ou conhece alguém assim. São 10 dicas para sobreviver ao período de cólicas e não enlouquecer nesta fase - que passa!

1. Muitas vezes, a cólica é a resposta da criança ao ambiente. Organize a rotina da família, o que vai deixar a casa mais calma e, consequentemente, melhorar as dores.

2. Depois de alguns dias, você vai observar que as crises têm hora certa para acontecer. Prepare-se para elas, ficando calma, deixando a casa mais em silêncio, limitando as visitas e munindo-se de paciência. Muita paciência.

3. Faça massagens no bebê para aliviar o desconforto. Compressas de água morna na barriguinha são ótimas.

4. Encha a banheira com água quentinha e deixe o bebê “de molho” lá dentro – bem seguro em suas mãos.

5. Se amamentar, preste atenção no que come. Chocolates e café podem piorar as cólicas.

6. Sempre coloque seu filho para arrotar. Isso evita a formação dos gases, vilões das cólicas.

7. Segure-o com a barriga para baixo, apoiado no seu braço. Essa posição costuma ajudá-lo a soltar os gases.

8. Lembre-se de que ter cólica é normal e, às vezes, o melhor remédio é dar carinho até que ela vá embora.

9. Nunca medique o seu filho. Fale sempre com o pediatra se tiver qualquer dúvida sobre isso.

10. Torça para os três meses que geralmente duram as cólicas passarem bem depressa!

Beijos

@conversinhadmae

Dor e dó de mãe


Essa semana fiquei com o coração na mão. Com dois meses, minha Rebeca teve que ir à unidade de saúde tomar as vacinas previstas no calendário básico para essa idade. Meu Deus, dá dó! São nada mais, nada menos que quatro vacinas. Três delas injetáveis na perninha (pentavalente, pólio e pneumocócica 10) e uma oral (rotavírus). Dá uma pena danada, porque são vacinas que dão reação. Mas mesmo com muita peninha não dá pra deixar de vacinar. É a saúde dela que está em jogo.

A enfermeira logo avisou que as vacinas dão reação. Em algumas crianças, ela pode ser pesada, com febre, enjoo, falta de apetite, irritação, falta de sono, entre outros. Posso me considerar uma felizarda. Além de dor local (que exige que sejam feitas algumas compressas com gelo ao longo do dia), minha pequena quase não teve reação. Nada de febre, falta de apetite ou de sono. Para minha surpresa, dormiu tranquilamente a primeira e segunda noite seguinte à aplicação da vacina. Muito obrigada, meu Deus!!!!

Principalmente no primeiro ano de vida as vacinas são fundamentais para a vida da criança. Deixam ela protegida para não ser atacada por doenças como poliomielite, meningite, hepatites, rotavírus, pneumonia, entre outras.

Aqui em Sergipe, esta semana a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reuniu representantes das Secretarias municipais de Saúde para orientar os técnicos quanto às alterações da idade para aplicação da vacina tríplice viral, que protege o cidadão contra o sarampo, caxumba, rubéola e do rotavírus.

De acordo com uma nota técnica emitida pelo Ministério da Saúde (MS), a primeira dose da vacina contra o sarampo passa a ser aplicada em crianças com 12 meses de idade e a segunda dose, com 15 meses. As crianças levadas aos postos de saúde após os 14 meses de idade deverão receber a segunda dose 30 dias depois da primeira. A gerente do Programa Estadual de Imunização, Sândala Oliveira, disse que antes das novas orientações, válidas a partir deste mês, a vacina contra o sarampo era aplicada aos 12 meses e quatro anos de idade.

Quanto ao rotavírus, as duas doses continuam sendo aplicadas, porém as crianças que devem tomar a vacina estão na faixa etária entre um mês e 15 dias de vida e três meses e 15 dias. A segunda dose deve ser aplicada entre os três meses e 15 dias até sete meses e 29 dias. O intervalo mínimo entre as doses deve ser de 30 dias.

Então, mesmo com dor no coração a gente tem que levar nossos pequenos para vacinar e estar sempre atenta à caderneta de vacinação deles, para que não deixe nenhuma dose de imunização atrasada. Veja abaixo o calendário básico de vacinação ofertada pelo Ministério da Saúde, já com as novas vacinas que foram incorporadas no ano passado.


Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Louvando ao Senhor

Hoje é um dia muito especial. Minha princesa menor, Rebeca, completa dois meses de vida. Êêêê!!!!!!! Para comemorar essa data tão importante, quero compartilhar com vocês o vídeo da apresentação musical de minha filha mais velha, Beatriz, no culto em que consagramos nossa pequena a Deus. Ela escolheu a música e cantou, acompanhada do papai, Alex.

Beijos

@conversinhadmae

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Bebês e unhas encravadas

É cada coisa que a gente vê! Pode até parecer estranho, mas bebês também podem ser acometidos por unhas encravadas. É isso mesmo, mamães e papais. Eu mesmo agora com minha Rebeca vivi uma situação semelhante logo nas suas primeiras semanas de vida. Quando ela nasceu, as unhas da mão, embora molinhas, eram grandes e afiadas. Até para que ela não se machucasse nos momentos em que não tivesse usando as luvinhas, resolvi cortar.

Ela ficou muito quietinha, mas na unha do dedo anelar de uma das mãos “ratei” e acabei cortando um cantinho a mais. Foi o suficiente para que logo em seguida o dedinho começasse a ficar vermelho. Em alguns dias acabou juntando uma secreção e demorou várias semanas até o dedo ficar bom. Sem saber o que fazer (e acabei nem perguntando à pediatra dela o que colocar) ele foi sarando por si só.  Ainda bem que ficou bom, mas é muito complicado cortar unhas de bebê. Mas é preciso fazer isso, porque elas crescem muito rápido e são amoladinhas, o que faz até com que eles mesmos se arranhem.

Especialistas alertam que o motivo do choro do bebê aparentemente inexplicável aos pais podem ser incômodo nos pezinhos, como as unhas encravadas, esse processo infeccioso causado por trauma seguido nos cantos da unha. Esse problema é muito comum na infância e deve ser tratado com muito cuidado para não machucar o pé da criança, dizem eles.

Segundo o dermatologista Fernando Passos de Freitas, a unha encravada pode ocorrer por cortes irregulares na unha e/ou por uso de meias e sapatos apertados. “Geralmente a unha encrava porque a pele forma uma barreira ao seu crescimento e como a unha não para de crescer e é mais dura, acaba penetrando na pele e causando dor e inflamação”, explica.

Cuidados
A partir de um ano, as crianças criam diversas estratégias para a mãe não conseguir cortar a unha. Elas fazem um chororô, se mexem o tempo todo dificultando o trabalho da mãe. “O ideal é encontrar o momento certo para cortar a unha do bebê e, aos poucos, ir diminuindo o trauma. Pode ser durante o sono pesado, quando está mamando ou distraída com alguma coisa”, ensina o médico.

Vale destacar que manter o cuidado com as unhas do bebê é essencial para evitar o aparecimento de feridas ou inflamações. E não deixe de procurar ajuda médica se notar pus e vermelhidão. “É importante uma avaliação criteriosa visando identificar e diagnosticar uma possível infecção bacteriana. Nestes casos, o bebê pode até ter febre. Caso a pele esteja apenas inflamada, mas não há pus no local e a criança não apresente febre, o problema pode ser resolvido com métodos caseiros”, alerta o médico.

Neste tipo de situação, o dermatologista aconselha as mamães a molharem os pés do bebê em uma água morna com sabão, aplicar um creme antibiótico de uso tópico e quando o dedinho do filhote estiver menos sensível, tentar dobrar a unha para cima para extrair a cutícula.          

As mães também devem estar atentas aos sapatinhos, que podem estar apertando, e ao uso de macacão fechado, caso a roupa não esteja no tamanho adequado. “Muitos bebês nascem com as unhas dos pés curtas parecendo que vão encravar. Por esse motivo, todo cuidado é essencial para evitar que isso realmente ocorra e para que cresçam sem problemas”, garante o médico.

Como cortar
As unhas dos bebês devem ser cortadas a partir do momento em que estiverem grandes. As das mãos crescem mais rápidas e são cortadas semanalmente. Já as dos pés demoram cerca de 15 dias para crescerem.

O ideal é cortar sempre no mesmo horário para que a criança, aos poucos, associe essa prática. Opte por tesourinhas pequenas de bico redondo. Lembrando que o cortador de unha não é muito aconselhável para os bebês, pois eles podem machucar os dedinhos. “A melhor forma de evitar o problema nos pés, é cortando no formato ‘quadrado’, com os cantos laterais visíveis. Não corte no formato ‘arredondado’ nos cantos, pois a pele pode se transformar em uma barreira para o crescimento das unhas”, aconselha o médico.
Outro detalhe importante é atentar-se aos sapatinhos de bico fino, apertados nos dedos, que podem propiciar o encravamento, principalmente em crianças que estão com as unhas no formato arredondado.

Beijos

@conversinhadmae

Com informações da Sacha Assessoria

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Conversinha na rede


Começamos 2013 com uma novidade. Agora, o blog Conversinha de Mãe tem sua página na rede de relacionamentos Facebook. Vamos lá, gente, curtir o blog lá (http://www.facebook.com/conversinhademae).

Esse é mais um canal para nos comunicarmos, de contarmos as novidades do blog, de realizarmos sorteios, de compartilharmos notícias que interessem a todas as mamães.

Então, todos convidados, desde já, a curtirem a nossa página no Facebook. Compartilhem essa novidade.

Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Coleção Itaú ganha versão fonte ampliada e braille


A Coleção Itaú de Livros Infantis ganha versão em fonte ampliada e braille para contemplar também as pessoas com deficiência visual. Serão distribuídas, para serem lidas a crianças de até cinco anos, 2 mil coleções compostas por três títulos recomendados por especialistas em literatura infantil, além de folheto com dicas de leitura e adesivo. A versão acessível foi produzida a pedido da Fundação Itaú Social pela Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Serão disponibilizados os mesmo títulos da versão original, que são: Lino, de André Neves (Editora Callis); Poesia na varanda, de Sônia Junqueira (Editora Autêntica); e O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado, de Don e Audrey Wood (Editora Brinque-Book). A iniciativa, do programa Itaú Criança, integra um amplo conjunto de ações que são parte do investimento social do Itaú. O objetivo é contribuir para a garantia de direitos da criança e do adolescente.

Por meio da leitura, oferecidos à criança o acesso à cultura, ao lazer, à educação, além da convivência familiar e comunitária, direitos fundamentais de toda criança e adolescente.  “Este ano, estamos levando às pessoas cegas e com baixa visão essa campanha como uma forma de colocar em pauta a questão da leitura e convocar toda a sociedade, com e sem deficiência visual, a refletir sobre a importância de estimular todas as crianças a esse hábito”, pontuou Antonio Matias, vice-presidente da Fundação Itaú Social.

Pais, educadores, voluntários de instituições sociais e demais interessados obtêm mais informações pelo site www.itau.com.br/itaucrianca e as pessoas com deficiência visual tem acesso à coleção em braille pelo endereço: ww2.itau.com.br/itaucrianca/peca_colecao_braile.aspx 

Beijos

@conversinhadmae

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Crianças: cuidado com os acidentes domésticos durante as férias


Para que as férias escolares não virem o pesadelo dos adultos, os pais precisam redobrar os cuidados com as crianças. É pensando dessa forma que a Unidade Pediátrica Dr. José Machado de Souza, do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), faz um alerta aos pais para redobrar a atenção no período de férias, pois a mudança de rotina, sem atividade escolar, desperta para a utilização do momento vago nas mais variadas brincadeiras.

O contato com medicamentos e produtos químicos, que podem causar intoxicação e queimaduras, provoca muitos acidentes. O mesmo vale para tanques e vasos sanitários sem a devida fixação no chão, que podem levar a lesões abdominais e ferimentos graves. Mas a cozinha é o ambiente de maior risco para acidentes envolvendo crianças. Objetos cortantes e talheres, fogão, produtos de limpeza, entre outros materiais, podem causar graves acidentes com crianças.

De acordo com a coordenadora da Pediatria, Cristiane Barreto, alguns casos são campeões em atendimento no pronto socorro da unidade. “Se desligar um pouquinho da criança, ela já vai fazer traquinagem. Intoxicações, traumas, quedas, queimaduras, aspiração ou ingestão de corpo estranho, a exemplo de brinquedos e pequenos objetos, são alguns dos casos mais frequentes que chegam aqui no pronto socorro”, explicou.

A enfermeira e gerente do pronto socorro infantil, Rejane Nunes, orienta que um adulto supervisione as brincadeiras dos pequenos. Segundo ela, é muito importante ter sempre um adulto por perto para orientar nas brincadeiras ou sugerir alternativas mais tranquilas para as crianças. “Uma boa leitura, um divertido desenho na televisão ou jogos educativos são ótimas opções para a brincadeira”, sugeriu Rejane.

Estatísticas
Dados da Unidade Pediátrica apontam que, em janeiro de 2012, foram registradas 3.457 internações na pediatria. Dessas, 15 foram traumas e cinco crianças vítimas de queimaduras durante as férias escolares. Nos seis primeiros dias deste ano já foram registrados 500 atendimentos, destes cinco fraturas, dois traumatismos crânio encefálico (TCE) e duas vítimas de queimaduras.

A coordenadora da unidade faz um alerta para que essas estatísticas diminuam e chama a atenção ainda que acidentes infantis podem ser evitados com atitudes de prevenção. “Muitos lugares na casa merecem atenção especial como a cozinha onde acontecem esbarrões nas panelas e queimaduras. Envenenamentos por ingestão de remédios, produtos de limpeza, inseticidas e outros venenos. Esses produtos devem estar tampados e guardados em locais fechados. As tomadas devem ser tampadas com dispositivos adequados de segurança, as janelas dos apartamentos devem estar com redes de proteção ou grades”, orientou.

Beijos

@conversinhadmae

Informações da Ascom da Secretaria de Estado da Saúde (SES)

Atualizando nossa conversinha

Oi, gente!!! Estou viva. Bem viva, por sinal. Quanto tempo... Escrever esse post estava em minha cabeça há algumas dezenas de dias. Mas daí a ele ganhar vida através dessas mãozinhas aqui levou algum tempo. Quanta coisa aconteceu nesses dois últimos meses em que estive ausente aqui. Acho que a maioria já sabe o motivo dessa minha ausência: a chegada da minha filha Rebeca.

Pois é... Nesses dias em que não estive aqui compartilhando com vocês aconteceu tanta coisa. Pari. Revivi a alegria do que é sentir um filho saindo de você. Tive o privilégio de viver novamente algumas outras emoções, como saber que um ser tão pequenininho depende em tudo de você para continuar vivendo. Como é divino saber que é de você que sai o alimento que mantém vivo um recém-nascido. Cada vez que olho para minha filha com quase dois meses de vida e imagino que ela tem sobrevivido e se desenvolvido graças ao leite que mama diversas vezes ao dia do meu peito vejo como Deus é perfeito e pensa em todas as coisas.

Realmente, ser mãe é um privilégio! Um privilégio que, apesar de em alguns momentos ser tão desgastante, é, ao mesmo tempo, tão recompensador. Depois que a gente é mãe nada mais é como antes. Nossas noites não são mais as mesmas. Sono de oito horas diárias? Só se for em sonho! Mamada, troca de fralda, choro porque o berço parece estar cheio de espinhos e parece que só o colinho consegue acalentar aquele pequenino ser e lá se vão, duas, três, quatro, cinco e quantas levantadas da cama forem necessárias. Mas a recompensa está em saber que simplesmente a sua presença é capaz de reconfortar nosso bebê. Se esse reencontro for marcado por um singelo ou despretensioso sorriso estampado nos pequenos lábios do nosso filhote melhor ainda, não?

São apenas poucos dias de nova rotina, mas quantas coisas novas, quantos aprendizados... Como é bom estar em família. Ser mãe novamente conseguiu renovar o sentimento de querer todos que se ama mais pertos e mais juntinhos do que nunca do ninho. Tive a grata surpresa de não haver sequer sinal de ciúme de minha filha mais velha – Beatriz – (sim, agora ela pode encher a boca e dizer que é a filha/irmã mais velha) com a chegada da tão desejada irmãzinha. Pelo contrário. Desde os primeiros dias o que se ouvia dela era frases do tipo: “Que alegria para nossa família é Rebeca, né, mamãe?”.

Não sei como serão os próximos dias, os próximos meses, os próximos anos. Tenho muitas dúvidas, muitas ansiedades, comuns a todas as mães que vivem nesses dias tão corridos e maus. Mas coloco tudo nas mãos de Deus, para que me ilumine e, principalmente, dê sabedoria para cuidar das minhas filhas, do meu marido, do meu lar e da minha vida também.

Então, gente, estou de volta!!! Aos poucos vou detalhando as novidades. Obrigada por terem continuados sendo fiéis ao nosso blog. Agora, mais do que nunca, tenho muito assunto para uma boa conversinha de mãe.

Beijos

@conversinhadmae

P.S.: Por um problema no site do gerenciador do blog, não estou conseguindo postar fotos. Espero que em breve isso seja solucionado.