sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Inspiração chá de bebê

Hoje o Conversinha de Mãe vem com dica. Vale aí para quem está esperando bebê e planejando fazer chá de bebê ou mesmo quem está organizando para uma irmã, amiga, cunhada... O chá “inspirador” é o do casal Henri Castelli e Juliana Despírito, que espera Maria Eduarda. A festa foi organizada pela festeira Tati Leme e teve como tema “My Little Closet”.

Diferente do convencional rosa/lilás/branco, a mamãe optou por mesclar o azul turquesa na decoração da festa. A ideia do tema era resgatar uma brincadeira antiga das meninas que eram as bonecas de papel que ganhavam roupinhas de tecido ou papel mesmo (eu mesmo já brinquei muito com elas). E já era possível sentir isso no convite da festa.
O convite 
A decoração foi composta por bastidores de bordar na parede e docinhos que remetiam a costura. Muitos detalhes feitos artesanalmente, como as bebidas servidas em pequenas garrafinhas decoradas com rendinhas de papel e linha arrematada com canudo vintage.
Na decoração foram expostas ainda roupinhas, pois elas não podiam faltar numa festa com o tema “My Little Closet”.
Os papais de Maria Eduarda pediram que os convidados, ao invés de mimos pra ela, levassem leite e fraldas para doação.
Os convidados levaram pra casa como lembrancinha uma charmosa caixinha com um chaveiro em formato de calcinha com aroma.

Fica a dica, gente.

Beijos

@conversinhadmae

Fotos: Hanna Rocha/PubliVídeo

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A história do Natal contada de maneiras diferentes

Festa mais tradicional e, provavelmente, a mais comemorada no mundo, o Natal hoje pode ser contado às crianças (e aos adultos também!) de uma maneira diferente, mas sem perder a essência que é contar o nascimento de Jesus, há mais de dois mil anos. Uma dessas novidades é a História do Natal ilustrada com o brinquedo LEGO. Isso mesmo, a Editora Nossa Cultura lançou este ano o livro “A História do Natal – A Bíblia em Bloquinhos”, para celebrar a data mais importante do ano.

De autoria do inglês Brendan Powell Smith, o livro combina o uso dos bloquinhos de montar LEGO com uma das celebrações mais aguardadas no mundo. Crianças de todas as idades vão amar ver a cena de Belém – com Maria, José, os três magos, os anjos, os pastores e o menino Jesus, envolto em panos deitado numa manjedoura – tudo criado usando o seu brinquedo predileto.
O autor da obra cria um mundo mágico de “blocos”, em torno de um texto simplificado, sobre a concepção da Virgem Maria, o Censo, a Estrela de Belém, e a promessa que um bebê traz ao mundo. O livro aborda as questões mais difíceis de serem discutidas com as crianças, como a gravidez de Maria que é um evento inexplicável. Os adultos aceitam pela fé, mas, muitas crianças ainda não entendem como são feitos os bebês. Então, de alguma forma, elas aceitam o nascimento pela fé.
Os pais podem explicar para seus filhos que Maria era especial, porque foi escolhida por Deus para ser mãe de Jesus. O Natal é um momento para celebrar o nascimento de Jesus, e agora crianças e adultos vão relembrar o nascimento do Salvador que é trazido à vida através do livro A História do Natal – A Bíblia em Bloquinhos.

Outra maneira bem interessante, e diferente, de contar a linda história do nascimento de Jesus é através do Cordel. Esse tipo de literatura, baseada na combinações de versos rimados, é muito comum na região Nordeste. Vi esse vídeo e achei uma graça. Vale a pena dar uma olhada.
Beijos


@conversinhadmae

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Melhores aplicativos para mães e futuras mães

Ser mãe é uma aventura que pode trazer várias surpresas. Para fazer essa nova caminhada um pouco mais fácil, nós separamos os melhores aplicativos para as mães. Seja para aquelas na primeira viagem ou para as que já são mais experientes, essas pequenas ferramentas podem facilitar você a manter o controle de todas as coisas. Vamos à elas:

Que tal um aplicativo que te ajude a controlar o tempo de amamentação do seu bebê? Essa é só uma das funções que o Amamentação traz para você. Você pode anotar a duração da mamada, o intervalo entre uma e outra e ter informações para a quantidade de vezes ideal para o seu bebê se alimentar. Existem duas versões disponíveis, a gratuita com menos opções e a paga, onde até mesmo o controle de informações de para gêmeos é possível.

Embalar seu neném vai ficar muito mais fácil com esse aplicativo. Ter várias opções de canções, que vão tocar e fazer do soninho dele um momento muito mais agradável. São cinco opções de músicas, sempre naturais, que irão favorecer o descanso da criança. A maior vantagem é o app ser gratuito, aumentando ainda mais sua praticidade.

Uma das marcas mais conhecidas do mundo criou um aplicativo muito completo para as mães. Funciona quase como uma rede social para pais, onde você pode compartilhar as informações e fotos do seu bebê e principalmente tirar dúvidas sobre os assuntos relacionados à saúde e bem estar da criança.

Esse não tem muita relação com seu filho, mas vai ser uma mão na roda pra você. O Boa lista é uma relação das coisas que você precisa comprar e não esquecer de nada. Ele te ajuda a manter o controle de todas as coisas que você deve comprar no mercado e manter os olhos no seu bebê. Além disso, ele tem um comparativo de preços, tanto do que vai gastar, quanto do que você já gastou anteriormente, para que você sempre faça economia.

Ser mãe é ter o tempo mais do que reduzido e aprender novas receitas se torna uma missão quase impossível. Para que você não fique repetindo o mesmo cardápio sempre o Guia da cozinha tem mais de 100 receitas fáceis, que vão ajudar e muito para que sua mesa não caia na monotonia.

Tendo algumas semelhanças com o app da Johnson’s, o Bebê conecta é mais do que amado pelas mães. Ele serve como um controle eletrônico das atividades, das vacinas, da alimentação e até mesmo o tempo de sono dele, tudo indicado com gráficos bem simples. Esse aplicativo é multiplataforma, assim sendo você pode acessar todas as informações que colocou nele do seu computador também. O único ponto ruim é não ser gratuito, mas é um ótimo investimento para melhorar o bem estar do bebê.

O nome longo pode assustar, mas não tem nada de complicado nessa ferramenta. O Cozi é um calendário que unifica todas as suas atividades. Você pode colocar a lista das tarefas do dia, sua lista de compras, os aniversários da família e qualquer outra atividade que não possa ficar pelo caminho. Seu único problema é ser completamente em inglês, mas com uma ajuda de um tradutor e uso frequente, ele fica muito fácil de ser utilizado.

Para as futuras mães não ficarem mais preocupadas do que o normal, esse app é um grande auxílio ao dia a dia da gestação. Ele te mostra o desenvolvimento do feto, te dá dicas de alimentação, tem uma lista de tarefas para você se organizar melhor e tem o sistema de comunidade, para que você conheça outras mães e compartilhe das suas experiências durante a gravidez.

Essas são as melhores opções de aplicativos que encontramos na Play para facilitar a sua vida e melhorar o bem estar do seu filho. Gostou? Ficou com alguma dúvida? Tem mais alguma sugestão de aplicativo? Deixe na caixa de comentários e colabore você também com esse texto.

Beijos

@conversinhadmae

Esse post é uma contribuição da Nextel para o Conversinha de Mãe

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Grávidas serão ser vacinadas contra coqueluche a partir de 2014

A partir do próximo ano, as grávidas também passarão a ser imunizadas contra a coqueluche. O Instituto Butantan vai produzir uma versão acelular da vacina contra essa doença. A estimativa do Ministério da Saúde é que cerca de 7 milhões de mulheres sejam beneficiadas com a vacinação. Atualmente, a vacina contra a coqueluche é ofertada apenas às crianças no calendário oficial de vacinação.

A cobertura contra a doença começa com a vacina pentavalente, administrada aos dois, quatro e aos seis meses de vida. Além da prevalente, a criança recebe dois reforços com a vacina DTP, que protege contra difteria, tétano e coqueluche. O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses e o segundo, aos quatro anos.

Segundo o Instituto Butantan, um acordo de transferência de tecnologia firmado com o laboratório GlaxoSmithKline (GSK) permitirá a fabricação da vacina acelular no Brasil. Na forma como existe hoje, a vacina contra coqueluche é toxica para adultos. Por isso será fabricada uma versão acelular, evitando assim que as gestantes contraiam a doença e a transmitam para o bebê.

A coqueluche é uma doença infecciosa aguda e transmissível causada pela bactéria Bordetella pertussis, que compromete o aparelho respiratório (traqueia e brônquios). A doença evolui em três fases sucessivas. A fase inicial pode se confundir com uma gripe, pois seus sintomas são febre, coriza, mal-estar e tosse seca. Em seguida, há acessos de tosse seca contínua. Na fase aguda, os acessos de tosse são finalizados por inspiração forçada e prolongada, vômitos que provocam dificuldade de beber, comer e respirar. Na convalescença, os acessos de tosse desaparecem e dão lugar à tosse comum. Bebês menores de seis meses são os mais propensos a apresentar formas graves da doença, que podem causar desidratação, pneumonia, convulsões, lesão cerebral e levar à morte.

A transmissão acontece principalmente pelo contato direto da pessoa doente com uma pessoa suscetível, não vacinada, através de gotículas de saliva expelidas por tosse, espirro ou ao falar. Também pode ser transmitida pelo contato com objetos contaminados com secreções do doente. A coqueluche é especialmente transmissível na fase catarral e em locais com aglomeração de pessoas.

Somente as pessoas que já tenham adquirido a doença ou recebido a vacina DTP (mínimo de três doses) não correm o risco de ter coqueluche. É graças aos programas de vacinação implantados no país que a ocorrência de casos de coqueluche no Brasil vem reduzindo ano após ano. De acordo com dados do Ministério da Saúde, este ano, até o mês de novembro, foram confirmados 4.361 casos de coqueluche no Brasil, com 57 mortes.

Beijos

@conversinhadmae


Com informações da Agência Brasil e Fiocruz

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Consumismo Infantil: como lidar

Com as crianças se tornando grandes consumidores, começam a surgir os efeitos de um consumismo infantil que se tornou um problema para muitos pais. Crianças cada vez mais exigentes demandam por objetos sem os quais dizem não poderem ser feliz. Jogos e brincadeiras antigas não bastam mais, agora elas querem o mais novo brinquedo do mercado.

Muitos pais sofrem com o desejo incontrolável das crianças. E muitos pais vivem sob a ameaça de um ataque de birra ao dizer o primeiro não aos seus filhos. Assim, a maioria dos parentes entende essa vontade desenfreada de consumo como algo criado pelo meio. A televisão, as propagandas desenvolvidas que visam as crianças, os coleguinhas na escola, tudo ao redor da criança influencia-a a exercer este comportamento consumista.

Mas existe algo nessa equação feita pelos pais que foi deixado de lado. Ao pensar nas influências externas os pais se esqueceram de ver como eles mesmos influenciam seus filhos a desenvolver um comportamento consumista.

Crianças são seres altamente observadores, elas observam e reproduzem todos aqueles comportamentos que veem ao seu redor. “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” não funciona com eles. Se você quiser dar uma aula teórica sobre valores para o seu filho, muito bem, mas saiba que eles vão ter como valores aquilo que você mostrar que valoriza.

Portanto, ao trocar de carro, querer uma televisão mais moderna, comprar novas coisas todo final de semana, os pais acabarão por influenciar seus filhos. Nossas atitudes enquanto pais são os exemplos que as crianças vão seguir para reagir a uma propaganda na televisão. Consumindo, estamos mostrando para elas como é importante participar do mundo do consumo.

Se queremos que nossas crianças deem outras respostas frente aos bens materiais que lhe são apresentados, precisamos primeiro pensar em mudar a nossa atitude em relação ao consumo, mostrar a elas que existem outras maneiras de se brincar, de se divertir.

Outra coisa extremamente maléfica para crianças é associar os momentos de lazer com momentos de compras. Final de semana é o momento onde pais e filhos podem passear no parque, ir acampar, construir brinquedos de papelão, ou qualquer outra atividade social. Mas o que muitos pais acabam fazendo no final de semana é ir ao supermercado no sábado e passear no shopping. Ou seja, associando os momentos de socialização da criança com momentos de compras é quase impossível esperar que elas não vinculem felicidade, carinho e afeto com consumo.

Portanto, da próxima vez que quisermos reclamar de nossos filhos, vamos observar nossas atitudes, e ver aonde podemos mudar, para que nossas crianças mudem conosco.

Beijos


@conversinhadmae

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Justiça proíbe venda de andadores de bebê

Os andadores infantis, usados principalmente por crianças entre sete e 15 meses, não podem mais ser comercializados. A liminar de proibição foi decretada pela juíza Lizandra Cericato Villarroel, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em resposta a uma ação civil pública elaborada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

A SBP faz uma campanha desde o início do ano contra o uso desses equipamentos. Segundo levantamentos da instituição, os aparelhos são responsáveis por pelo menos um caso de traumatismo para cada duas a três crianças que o utilizam e em um terço destes casos as lesões são graves. O principal argumento da SBP, amparado pela juíza, é que com os andadores as crianças têm acesso a locais perigosos.

“Diante da evidente iminência de lesão e ameaça ao direito à vida e à saúde (…) é mister que o Estado-Juiz se antecipe à (omissão) da norma, sob pena de a demora legislativa fazer letra morta dos direitos fundamentais resguardados pela Carta Maior”, diz o texto da decisão. A medida se estende a todo o país e seu não cumprimento, pelas fabricantes do produto, pode incidir em multa de R$ 5 mil por dia.

Restrições ao produto
Os inúmeros casos de acidentes com andador fizeram com que o produto sofresse restrições. Desde 2010, a prefeitura de Passo Fundo (RS) proibiu seu uso, após um bebê de 10 meses morrer. O pediatra que atendeu a criança, Rui Locatelli Wolf, recomendou a ação no seu município e é um dos que ajudou a elaborar a peça judicial deferida.

No Canadá, a venda, importação e anúncios de andadores foram proibidos depois da realização de  uma pesquisa sobre o assunto feita com base nos dados de dezesseis hospitais, que constatou milhares de lesões em um período de 13 anos. Já a Austrália adota, desde 2002, um conjunto de requisitos mínimos de segurança para o produto.        

Análise do Inmetro
O Instituto Nacional de Meteorologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) analisou dez diferentes marcas de andadores, nacionais e importadas, disponíveis no mercado brasileiro. Avaliando as amostras em doze quesitos (dentre os quais: prevenção de quedas ao descer degraus, abertura, assento e estabilidade), o instituto concluiu que todos os modelos foram reprovados.

Desenvolvimento tardio
Além da alta probabilidade de acidentes e de graves danos decorrentes do uso de andadores, estes produtos podem atrasar o desenvolvimento motor da criança, de acordo com especialistas. Um grupo de pediatras defende que bebês que usam o equipamento levam mais tempo para ficar de pé e para caminhar sem apoio.

Para a médica ortopedista Paola Franzolin, não há estudos que comprovem danos motores em crianças que usaram andador. “Existem várias teorias que correlacionam o arqueamento das pernas - que a criança apresenta por volta de um ano - com o uso do andador. Mas essa é apenas uma hipótese”, avalia.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Agência Brasil

sábado, 7 de dezembro de 2013

Amigos realizam ação para ajudar crianças carentes no Natal

Um grupo de amigos resolveu fazer um Natal diferente. Greyce e Vitor Belém, Catarina Gonçalves e Fábio Viana decidiram que esse ano iam ajudar crianças abrigadas. A instituição escolhida foi o Abrigo Gilton Feitosa, em Nossa Senhora do Socorro (SE) Atualmente, o lar abriga 44 crianças (26 meninos e 18 meninas) de até 12 anos, alguns deles são irmãos.

A ideia do grupo é arrecadar brinquedos e kits de higiene pessoal e bucal (sabonete, shampoo, colônia, escova de dente, creme dental e fio dental) pois, segundo a responsável pelo abrigo, essa é uma das principais necessidades. Eles também estão pedindo aos amigos que têm filhos pequenos que doem aquelas roupas que as crianças não usam mais. Isso porque essa também é outra necessidade das crianças do Abrigo Gilton Feitosa.
As pessoas interessadas em fazer doações podem entrar em contato com Catarina, através do telefone 79 9961-2559 para combinar a entrega. As doações serão recebidas até o dia 17 de dezembro. A entrega de tudo que for arrecadado para as crianças do Abrigo Gilton Feitosa será feita no dia 20.

Os organizadores dessa ação social agradecem a todos que venham se juntar a essa causa. O Conversinha de Mãe não poderia ficar de fora e vai dar também o seu apoio, além da divulgação.

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cadeirinhas para veículos podem melhorar

A Proteste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor junto ao Global NCAP fez uma pesquisa pra analisar a qualidade das cadeirinhas e bebês conforto. Para isso, foram submetidos dispositivos de retenção de crianças em carros a testes de colisão. Os resultados ainda estão longe do ideal. O uso de bebês conforto e cadeirinhas para acomodar crianças em veículos é obrigatório e precisa ser eficiente na proteção aos pequenos.

Por esse motivo, em parceria com o Global NCAP, a Proteste submeteu esses produtos novamente a testes de impacto. E a conclusão a que se chegou é que esses dispositivos de retenção das crianças nos veículos ainda podem melhorar.

O fato é que nenhum produto recebeu cinco estrelas. E os resultados para o teste de impacto lateral foi, em sua maioria, ruim ou, no máximo, aceitável. Para piorar, um dos produtos teve sua nota limitada por conta do impacto da cabeça do boneco que simulava a criança contra a lateral do veículo.

Nos testes de impacto frontal, os bebês conforto (até 13 kg) se saíram bem. Já entre as cadeirinhas (para 9 a 36 kg), nenhum deles foi considerado muito bom. Nenhuma cadeirinha testada oferece o sistema de fixação do tipo Isofix (que prende a cadeirinha diretamente na carroceria do carro) – e já foi provado pelo Global NCAP, em testes com modelos que têm esse sistema, que a criança fica muito mais segura. Sem o Isofix o deslocamento da cadeirinha é maior, causando aceleração da cabeça e do tórax do boneco durante alguns testes.

No teste com bebês conforto, em 2010, dois modelos foram eliminados por permitirem que as crianças batessem fortemente com a cabeça na porta. Na análise com cadeirinhas, em 2012, não houve eliminação, mas foram detectados problemas na proteção durante o impacto lateral. Falhas que, infelizmente, persistem.

Os bebês conforto Burigotto Touring, Galzerano Piccolina e Peg Perego Primo Viaggio Trifix permitem o contato da cabeça da criança com a lateral da porta. Nos outros modelos, o contato foi menor e a proteção foi considerada aceitável.

Nas cadeirinhas, a mais segura foi a Infanti, que protegeu bem a cabeça do boneco durante o teste. Já o assento Cosco Commuter XP é o menos seguro, permitindo um impacto muito forte da cabeça da criança com a lateral do veículo. Essa cadeira não traz proteção lateral alguma para a cabeça, o que justificou o resultado, limitando sua nota final em apenas uma estrela. Os outros produtos foram aceitáveis.

Alguns produtos exigem muita força na instalação e trazem presilhas escondidas, o que dificulta a fixação aos cintos do carro. Além disso, os bebês conforto Burigotto Touring e Galzerano Piccolina e a cadeirinha Cosco Commuter XP são pequenos para suportar o tamanho da criança para a qual são indicados. Tal falha no projeto permite que a cabeça fique acima do topo da cadeirinha, representando um risco maior de ferimentos em um acidente.

Temos que ficar de olho, mamães e papais, nas cadeirinhas e bebês conforto que estamos usando. Não vi a que minha bebê usa nessa relação (a Burigotto Peg Perego Neo Matrix). Não sei se isso é bom ou ruim. Acho que essas informações são de utilidade pública.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Proteste

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Como limpar (corretamente) os brinquedos dos pequenos?

Quem tem criança em casa (seja de que idade for) sabe que não tem jeito. Você pode até ter um cantinho em casa para guardá-los, mas sempre haverá brinquedos espalhados pela casa. A decoração de sua casa nunca mais será a mesma. É pecinha de montar de um lado, bichinho de outro, bonecas, carrinhos... E lá se vai tudo espalhado pela casa.  E em meio a esse passeio pelas várias partes da casa é inevitável que eles acabem se sujando e essas sujeirinhas podem contaminar nossos pequenos.

Há algum tempo queria fazer um post para falar sobre a maneira correta de limpar os brinquedos das crianças. Mas outro dia li uma matéria no site da revista Crescer sobre esse assunto, escrita por Marina Vidigal. Ela é tão completa que decidi publicar aqui. Leia a seguir o conteúdo da Crescer:

“Os brinquedos vão para o chão do quarto, para a cama, mesa de jantar, jardim, banheira e – ops! – de repente chegam também à boca de bebês e crianças. E, claro, justamente o mais “sujinho” é o brinquedo preferido dele. O resultado é um intenso vaivém de microrganismos passíveis de provocar doenças e infecções. Isso é normal, e o contato com a sujeira vai fortalecer o sistema imunológico da criança.

Na rotina tumultuada dos pais e das mães, a periodicidade da limpeza é a preocupação número 1. Brinquedos com os quais o bebê tem contato diário devem ser limpos com uma frequência maior: os de tecido, semanalmente e os de plástico e de borracha (como mordedores), diariamente. Não há necessidade de fervê-los. Quando caem no chão ou são postos em bancos, balcões etc., têm de ser lavados antes de serem devolvidos à criança. Também é importante fazer a higienização semanal ou quinzenal de brinquedos que ficam no quarto sem serem manipulados. Móbiles, bichos de pelúcia colocados em prateleiras e outros enfeites acumulam poeira e resíduos que, mesmo sem contato físico, podem facilitar a ocorrência de doenças alérgicas e infecções.

Preparamos um “guia definitivo”, separado por tipo de material, para você e os brinquedos de seu filho conviverem em paz.
  
Metal
Limpe com pano umedecido em álcool 70%. Se o brinquedo não for de ferro, pode-se limpá-lo também com água e detergente ou sabão neutro, com a mão ou uma esponja não abrasiva. Itens pequenos podem ainda ser lavados na máquina de lavar louça ou com escovinhas cujas cerdas penetrem nas reentrâncias. Caso o brinquedo tenha partes de ferro (pregos ou partes maiores), evite qualquer contato com água e verifique regularmente se nelas há eventuais focos de ferrugem.

Se aparecer alguma ferrugem, dá para cobrir com tinta ou simplesmente substituir a parte afetada.

Borracha e E.V.A.
Estes são bem simples: basta higienizar com água e sabão ou com pano umedecido em álcool.

Aqueles que ficam no lugar do banho devem receber atenção especial. Depois que tiver terminado, procure retirar a água do interior deles toda vez que forem mergulhados.

Pelúcia e tecidos
Muitos brinquedos e bonecos de pelúcia, algodão, náilon e de outros tecidos podem ser lavados à máquina, com o mesmo sabão utilizado na lavagem das roupas ou lençóis da criança, no ciclo de lavagem delicada e em saquinhos que os protejam (como fronhas de travesseiros ou os especializados à venda). Caso haja alguma restrição do fabricante em relação ao uso da máquina, a saída é lavar os itens à mão ou a seco, em lavanderia especializada. Depois da lavagem, centrifugue o boneco e coloque-o para secar em local arejado e ensolarado. Deixe que seque bem antes de voltar a usá-lo, para que o enchimento não fique úmido e com mau cheiro. Pode-se também abrir os bonecos, retirar o enchimento e fazer a lavagem – porém, além de ser uma operação mais trabalhosa, há sempre o risco de falhas na “reconstituição deles” (e a dor de cabeça vai ser certa!). Quando a ideia for somente retirar o excesso de pó sem lavar, bata bem os bonecos (em ambientes externos, se possível) e exponha-os ao sol. O procedimento vai reduzir eventual mofo e a presença de ácaros.

Talvez você não imaginasse, mas outra forma de acabar com alguns microrganismos é colocar tais brinquedos em sacos plásticos e levá-los ao freezer por algumas horas. 

Madeira
A maioria dos brinquedos de madeira do mercado é feita de MDF. Muitos deles são dados à criança desembalados e, portanto, já vêm sujos. Esse material pode ser limpo com espanador, pano seco ou levemente umedecido (bem torcido), já que o MDF absorve água muito rapidamente e qualquer gota pode manchá-lo.

Brinquedos com madeira maciça são raros e aguentam melhor a exposição à água. Podem ser limpos com pano úmido.

Sucata
Brinquedos com materiais reutilizados como copos, garrafas PET e papelões devem ser higienizados de acordo com o material com que são feitos. Partes plásticas e de metal devem receber os cuidados próprios para esses materiais, enquanto itens de papel e papelão têm de ser limpos com espanador ou pano seco. Substitua partes de ferro que eventualmente fiquem enferrujadas.

Antes de construir os brinquedos com sucatas, limpe-as cuidadosamente, especialmente se forem embalagens de alimentos ou produtos de limpeza.

Eletrônicos
Para estes, apenas espanador, flanela ou pano macio seco. Limpe somente a parte externa, não abra os aparelhos. Guarde-os em caixas, armários ou outros locais protegidos de poeira. No caso de brinquedos que não sejam usados regularmente, retire as pilhas ou, a cada 15 dias, deixe-os funcionando por alguns instantes, para que as pilhas conservem-se em bom estado e não danifiquem os circuitos internos.

Não apenas os brinquedos, mas controles remotos e telefones – manipulados por adultos, crianças e bebês – podem se tornar grandes focos de infecção. É preciso limpá-los também!

Plástico
Limpe com pano umedecido em álcool (o álcool a 70% é suficiente). Peças que não acumulam água em seu interior podem ser lavadas com sabão ou detergente neutro. Itens pequenos podem ser colocados de molho por cerca de 30 minutos em água com detergente (para depois serem enxaguados e postos para secar). Vale dizer que a limpeza garante a retirada do pó e a higienização do brinquedo, mas não garante a retirada de eventuais manchas.

Você vai se surpreender: os itens de plástico também podem ser colocados na lava-louças.

Beijos

@conversinhadmae 

Fontes ouvidas pela Crescer: Ricardo de Castro Moura, pediatra e pneumopediatra, Lagoa da Prata, MG; Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra e autor de Seu Bebê em Perguntas e Respostas, MG Editores; Nylse Cunha, pedagoga, vice-presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas; Claudia Favati, proprietária da BiJu Arte Brincante; Brinquedos Softmel; SAC Brinquedos Bandeirante; SAC Estrela; SAC Tectoy

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Videogames: aprender brincando

Na era da inovação a arte de tirar as crianças de casa ou da frente do computador e videogame é um desafio à parte. Com jogos tão atrativos quanto hipnotizantes, os eletrônicos são a razão principal dos ‘espera aí mãe’, ‘já vou’ e do internacionalmente utilizado, ‘só mais 5 minutinhos’.

É realmente preocupante a quantidade de horas passadas dentro de casa, mas como tudo na vida, no entanto, deve haver um meio termo, claro que preferiríamos que as crianças não passassem mais do que 1/3 do seu dia na frente dos dispositivos, mas se isso acontece, não seria melhor em atividades educativas e que lhes forneçam desafios, os façam pensar?

Um termo muito utilizado pelos pesquisadores de desenvolvimento e educação infantis reitera que as crianças aprendem brincando. Alguns fabricantes de jogos inclusive levaram a afirmação ao pé da letra e criaram jogos que focam no aprendizado de línguas estrangeiras, matemática, raciocínio lógico e muitas outras habilidades.

As crianças podem aprender inglês enquanto se divertem, um jogo chamado Smarty Pants, por exemplo, foca no desenvolvimento cultural, nele alem de aulas de inglês, seu filho aprende, ciências, matemática, artes, etc. Como esse dispositivo funciona como um dicionário – ele possui uma memória com mais de 20 mil palavras e perguntas – as crianças não ficarão entediadas ou precisarão se preocupar com perguntas repetidas por um bom tempo.

Alguns jogos do Nintendo Wii focam principalmente em atividades físicas, aulas de aeróbica, golfe, vôlei, basquete, são só alguns dos exemplos. No entanto, o Big Brain Academy: Wii Degree tem como finalidade desafiar o jogador, o jogo consiste em perguntas e respostas, são feitas uma média de 12 perguntas por categoria, ou sessenta questões para cada minijogo. Quem completar as perguntas com mais precisão e habilidade ganha.

Para o XBOX 360, existe o Lego Rock Band que surgiu da união de duas franquias a Rock Band e a Lego, ao brincar a finalidade é completar a música apresentada, ao fazê-lo, a pontuação é ganha em fragmentos de Lego que serão utilizadas para criar uma peça, e a cada nível o elemento formado e o grau de dificuldade vão aumentando.

Há vários outros jogos sendo desenvolvidos ou podem ser introduzidos na rotina do seu filho, uma forma fácil de descobri-los é entrar no site do fabricante do console que você tem em casa e pesquisar por jogos educativos e de qualidade que somam e ajudam no desenvolvimento cultural e motor do seu filho.

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O Novembro também é dourado!

Em 23 de novembro, comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil, instituído pela Lei nº 11.650 de 04 de abril de 2008. Para enaltecer a data, pela primeira vez, a Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (CONIACC), através das entidades associadas, promoverá o “Novembro Dourado”.

O objetivo da campanha, simbolizada pela cor amarelo dourado, é democratizar a importância da discussão do câncer infantojuvenil para sensibilizar o Ministério da Saúde, visando à implementação da referida campanha pelo Governo Federal, como ocorre com o “Outubro Rosa”. Além disso, a iniciativa também propõe estimular ações educativas e preventivas e alertar toda a população para os sinais, sintomas e detecção precoce do câncer infantojuvenil.

Em Aracaju, a Associação dos Voluntários a Serviço da Oncologia em Sergipe, Avosos, realizará uma vasta programação, voltada para doadores, crianças e adolescentes assistidos, voluntários e profissionais de saúde. No dia 19, acontecerá a abertura do “Novembro Dourado”, com a presença de contribuintes, voluntários e parceiros da entidade.

Já no dia 20, será realizada a 1ª edição do “Ciranda Interativa”, projeto que reunirá os pacientes que estão em tratamento oncológico e os profissionais da instituição em um momento de integração. Para os dias 21 e 22, a Avosos promoverá o VI Workshop de Combate ao Câncer Infantojuvenil, no auditório da instituição, com o tema central “O cuidar além do curar” abordando a prática como uma ação de humanização e melhoria na qualidade de vida de crianças e adolescentes. No evento, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, também acontecerá o I Encontro dos Profissionais da Rede de Atenção Primária no Combate ao Câncer Infantil.

Sobre o câncer infantojuvenil
O câncer é a doença que mais mata crianças e adolescentes de cinco a 19 anos. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o número estimado de casos novos de câncer infantojuvenil é de 4.700 a 19.000 por ano, mas apenas 3.040 casos são registrados, e dentre os casos diagnosticados, muitos são encaminhados aos centros de tratamento com a doença já em estágio avançado. 

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Ascom/Avosos

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Diabetes gestacional: o que as mamães precisam saber sobre essa doença silenciosa

A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue. Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função, e quando isso acontece, os níveis de glicose podem aumentar no sangue, podendo ser perigoso, tanto para a mãe, quanto para o bebê.

Segundo a ginecologista especialista em Reprodução Humana da Criogênesis - clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco e em medicina reprodutiva -, Paula Bortolai, a diabetes gestacional geralmente começa na metade da gestação e, na maioria das vezes, desaparece após o parto. “Por isso, é extremamente importante que todas as grávidas façam o teste oral de tolerância à glicose entre a 24ª e a 28ª semana de gestação para verificar a taxa de glicemia. No entanto, aquelas que possuem fatores de risco para a doença devem fazer o teste antes desse período”, explica.

Ainda de acordo com a especialista, a mulher deve estar muito atenta às mudanças e às alterações que ocorrem no decorrer da gravidez, sempre informando seu médico de tudo o que está sentindo, já que os sintomas da doença podem ser muito leves e nem sempre percebidos pela gestante. “Dentre os principais sinais estão o ganho de peso excessivo da mulher ou do bebê, inchaço, aumento exagerado do apetite, vômitos incontroláveis, infecções frequentes na bexiga, na vagina ou na pele, vontade de urinar frequente, visão turva, muita sede e fadiga”, alerta.

Por isso, se a doença for constatada durante a gravidez, o médico deverá acompanhar atentamente a futura mamãe e o bebê, para que possam ser evitadas complicações como, aborto espontâneo, pré-eclâmpsia, risco de infecção urinária ou respiratória e necessidade de parto cesárea, devido ao tamanho do bebê. Além disso, alguns cuidados com a alimentação deverão ser tomados para garantir uma gestação e um parto saudável. “Todo esse controle deve ser acompanhado por um especialista, pois, dietas mal planejadas podem  interferir no desenvolvimento do feto”, esclarece a médica.

Beijos

@conversinhadmae


Fonte: Assessoria de Imprensa Criogênesis

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Como prevenir a desidratação nas crianças

Ainda é primavera, mas por aqui a sensação térmica já está pra verão, meeeesmo! Haja calor!! Nesse período do ano, entre todos outros cuidados, temos que redobrar a atenção com os pequenos no que se refere também à desidratação, que é mais comum esse período do ano. Hoje, o Conversinha de Mãe traz algumas dicas             de prevenção elaboradas pela Academia Brasileira de Pediatria, publicada no site da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Espero que gostem. Boa leitura:

“Desidratação, apesar do nome, não é apenas perda de água. É perda de água e sais. Em crianças, a grande maioria dos casos é provocada pela infecção intestinal, a gastrenterite, que causa vômitos ou diarreia.

Muitos bebês têm regurgitação, quando o leite volta à boca e às vezes é eliminado como se fosse um vômito. Outros têm fezes diarreicas, eliminando cocô líquido ou semilíquido. Isso é muito frequente em crianças bem pequenas alimentadas ao seio materno e não se trata de doença. Sabemos disso, porque essas crianças continuam com ótimo estado geral, sem sinais de desconforto, e ganhando peso.

Alerta: é normal a criança perder peso nos primeiros dias de vida e começar a recuperá-lo a partir do quinto dia após o nascimento.

Na gastrenterite, os vômitos e diarreia são acompanhados de prostração; o peso não aumenta ou até diminui. Isso acontece porque a criança está perdendo água e sais minerais. Como a alimentação está prejudicada, a criança pode ficar fraca e desnutrida.
Para evitar a gastrenterite, dê somente o leite de peito até os seis meses de idade. Lave as mãos após evacuar e antes de cuidar do bebê. Lave os alimentos que são oferecidos crus. Especialmente nos dias quentes, mantenha os alimentos na geladeira. Cuide do lixo e combata os insetos.

Duas são as consequências mais temidas da gastrenterite: desidratação e desnutrição.

Veja os sinais de desidratação:

• A criança fica prostrada.
• Em criança pequena, os olhos e a fontanela (moleira) ficam fundas.
• A criança tem poucas lágrimas quando chora, urina pouco ou não urina, e fica com a boca seca.
• A pele fica seca, e nos casos graves perde a elasticidade. Quando se faz uma prega na pele ela demora a se desfazer

Veja o que fazer para evitar a desidratação:

• Mantenha a alimentação normal da criança e o aleitamento materno.
• Ofereça mais água do que o habitual e, nos dias quentes, coloque a criança em ambiente ventilado.
• Evite alimentos com excesso de açúcar e com corantes, principalmente os vermelhos (podem ser confundidos com sangue).
• Ofereça soluções reidratantes, que podem ser obtidas gratuitamente nos Centros de Saúde. Prepare-as de acordo com as instruções.
• Os reidratantes comerciais nem sempre são adequados para o tratamento das gastrenterites. Procure orientação com seu pediatra.

Em situações onde as soluções reidratantes mais recomendadas não estejam disponíveis, pode ser preparado o seguinte soro caseiro:

- Água: 1 litro

- Sal: 1 colher das de café

- Açúcar: 2 colheres das de sopa

As soluções reidratantes devem ser oferecidas aos poucos, com colher, segurando a criança no colo.

Os medicamentos raramente são úteis no tratamento das diarreias e podem causar complicações. A maioria dos casos de gastrenterite cura espontaneamente após cinco ou sete dias. Casos com sangramento nas fezes, febre, ou prostração devem ser avaliados pelo médico.

Se aparecerem os sinais de desidratação a criança deve ser imediatamente levada ao serviço de saúde.”

Beijos

@conversinhadmae


Fonte: SBP

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Dica cultural: Os Saltimbancos em Aracaju

Semana começando e vamos de dica cultural já pro final de semana? Porque a gente que é mais (se for de mais de um então...) tem que se programar, né? Então vamos lá... O Teatro Tobias Barreto será palco de um dos maiores clássicos infantis brasileiros: “Os Saltimbancos”. A obra será apresentada no dia 17 de novembro, às 17 horas, pela Eitcha Companhia de Teatro.

Ela narra de forma bem humorada a condição e os direitos da classe trabalhadora, representada por quatro animais:  um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata. Desiludidos com o tratamento recebido pelos seus patrões, e envolvidos por um sistema opressor que os impede de reivindicar seus direitos, os bichos resolvem abandonar seus postos e unirem-se em busca da liberdade tornando-se então saltimbancos.
Inspirados na fábula “Os Músicos de Bremen”, dos irmãos Grimm, os autores italianos Sergio Bardotti e Luiz Enríquez Bacalov comprovam com absoluta lucidez a capacidade de se refletir sobre temas complexos como a desigualdade e a exploração social, voltado para uma linguagem infantil, sem perder sua essência de teor político. Bacalov fez as músicas e o cantor e compositor brasileiro Chico Buarque, traduziu e adaptou transformando numa história que toca a mente e o coração de adultos e crianças.
Para André Santana, ator e diretor do espetáculo, foi um desafio muito grande abraçar a direção de Os Saltimbancos. “Depois que os direitos autorais nos foram cedidos, ficamos loucos. A responsabilidade foi grande. Corremos muito para que a montagem ficasse alegre, suave e divertida. Optamos por inserir o universo lúdico infantil das brincadeiras populares: a corda, a bola, o balanço, amarelinha, bonecas de pano, etc. O brincar no universo da cultura popular foi o mote para a montagem. Visitamos os passos do folclore, o jabaculê das nossas quadrilhas, enfim, não podíamos montar um espetáculo fugindo dos alicerces que contribuíram para a construção do nosso ofício de ator: a literatura popular de Ariano Suassuna, o toque da zabumba que, por vezes iniciava nossos esquetes teatrais, os folguedos populares, etc. Foi uma montagem difícil”, disse.
Além de toda a parte teatral, as coreografias também são ponto alto do espetáculo. “Trata-se de um musical com dez coreografias e não somos bailarinos. Mas a nossa experiência vivida com Tetê Nahas, que assinou as coreografias de outros espetáculos que participamos, nos encorajou em todo o processo de criação. O estudo profundo do texto dramático foi primordial para as etapas que se seguiram no processo de montagem. Não queríamos fazer nada carregado, com informação demasiada”, afirma.

A peça tem tradução de Chico Buarque, a liberação para montagem foi concedida através da (Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus) e estreou no dia 4 de abril, no Teatro Alberto Maranhão, em Natal/RN. Desde a estreia, a montagem se apresenta pelo país.

Eu amo Os Saltimbancos. Fica então a dica. Vamos lá, gente!

Serviço
Inteira: R$ 40
Meia: R$ 20
Clientes Unimed e Porto Seguro também pagam meia entrada

Ficha Técnica
Autores: Sergio Bardotti e Luiz Enríquez Bacalov
Tradução: Chico Buarque
Direção, Produção e Coreografias: André Santana
Elenco: André Santana, César Leite, Luanda Ribeiro, Marcio Aislan, Rosana Costa e Rose Ribeiro.
Manipulação de Bonecos: César Leite
Figurino: Anamaria Brasil e André Santana
Adereços: Cesar Leite
Bonecos: César Leite e Anamaria Brasil
Concepção e Execução de Iluminação: Henrique Luz
Maquinaria: Gilvan Bezerra

Beijos


@conversinhadmae

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Sábado será realizada caminhada para marcar o Dia Mundial do Diabetes


“Protegendo o nosso futuro”. Esse é o tema da campanha que marca o Dia Mundial do Diabetes, comemorado em 14 de novembro. A data é uma maneira de chamar a atenção para a conscientização e defesa dessa doença, colocando o tema em foco. Para isso, em várias partes do mundo é realizada uma caminhada. Em Sergipe, ela será realizada neste sábado, dia 9.

A concentração da caminhada acontece às 14h30, com saída prevista para as 15h30, na praça do Mini Golf, com destino ao Parque da Sementeira. Todos podem participar. Em Aracaju, a iniciativa é da Sociedade Brasileira de Diabetes e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regionais Sergipe, que tem à frente a médica Naira Horta (SBD) e Raimundo Sotero (SBEM). A expectativa dos organizadores é que a caminhada reúna milhares de pessoas, se transformando num clamor para a conscientização em defesa dos diabéticos como foco de atenção internacional. Hoje no mundo são 300 milhões de pessoas com diabetes.

De acordo com o endocrinologista Raimundo Sotero, é importante que as mães estejam atentas à saúde dos seus pequenos. O diabetes tem sido uma doença preocupante também na infância. Segundo ele, atualmente tem ocorrido um aparecimento muito grande de casos de diabetes tipo 2 em crianças, o que há algum tempo não acontecia. Os motivos apontados para isso, infelizmente, já são bastante conhecidos como causas de outras doenças, também.

“Com a mudança dos hábitos alimentares, o consumo elevado de fast food, guloseimas e o sedentarismo, estamos fazendo com que essas crianças que não tinham diabetes tipo 2 comecem a desenvolvê-la”, explicou o médico, acrescentando que o diabetes tipo 2 é prevenível e ocorre mais na quarta ou quinta década de vida, enquanto a diabetes tipo 1 normalmente era a que mais acometia crianças até alguns anos atrás, situação mudada com esses novos hábitos.

Para ele, diante disso é preciso que as mães estejam atentas, em alerta e tenham alguns cuidados adequados na alimentação das crianças. Refeições baseadas, principalmente, no consumo de frutas, verduras, leguminosas, principalmente, feijão, evitar excesso de carboidratos, o uso abusivo de açúcar, derivados e refrigerantes são alguns deles que, além de evitar o diabetes, colaboram para o não aparecimento de outros problemas como hipertensão arterial e colesterol alto.

Sotero informou que hoje o diabetes acomete de 6% a 10% das crianças. “Temos que preparar a criança para o futuro, porque os infartos estão começando aos 20 anos. Isso é decorrente da falta de hábitos alimentares adequados”, alertou. O médico lembrou que nossos antepassados viviam menos, mas viviam melhor. Hoje, disse ele, temos mais longevidade, mas as doenças crônicas estão acontecendo com mais frequência. “E estamos morrendo de maneira muito mais infeliz que eles”.

Então, estão todos convidados para participar da caminhada, que tem organização da equipe do Centro de Diabetes de Sergipe em conjunto equipe da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju. Várias outras entidades e parceiros estão juntos na realização do evento, como Associação Sergipana de Proteção ao Diabético (Aspad), Sociedade Brasileira de Diabetes regional Sergipe (SBD/SE), Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), Sociedade Médica de Sergipe (Somese), a Academia Sergipana de Medicina, entre outros.

Beijos

@conversinhademae


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O perigo dos agrotóxicos presentes nos alimentos para as crianças

A vida inteira a gente ouviu que devia buscar uma alimentação mais saudável, que era preciso estimular os bons hábitos alimentares nas crianças desde cedo, com um cardápio rico em frutas e verduras. E isso é bom, não tenham dúvidas. Ruim mesmo são as notícias que temos lido e ouvido nos últimos dias sobre a qualidade das frutas e verduras que têm chegado à nossa mesa. Isso, sim, é preocupante.

Os resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgados semana passada, mostraram que 36% das amostras de alimentos pesquisados em 2011 e 29% das analisadas em 2012 apresentaram resultados insatisfatórios. Ou seja, tinham agrotóxico acima do limite máximo permitido ou a amostra tinha resíduo de veneno não autorizado para aquele tipo de alimento pesquisado. As informações são extremamente preocupantes, porque esse levantamento visa avaliar continuamente os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos que chegam à mesa do consumidor brasileiro.

Isso significa dizer que, ao invés de saúde, estamos levando, muitas vezes, perigo, risco para a saúde e a vida de nossa família. Nessa pesquisa foram analisadas amostras de 13 alimentos, entre eles arroz, feijão, morango pimentão, tomate, entre outros, alimentos que comumente fazem parte do cardápio diário da maioria dos brasileiros. O pimentão, novamente, foi o campeão de inconformidade.

Leite materno contaminado
Mas confesso que fiquei ainda mais preocupada. Um dos mais importantes estudos sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde já realizados no Brasil (senão o mais importante), o “Dossiê Abrasco - um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde”, entre os seus vários pontos mostrou um que me deixou estarrecida. É sobre a contaminação do leite materno por agrotóxicos. Isso mesmo. Segundo o estudo, parte dos agrotóxicos utilizados tem a capacidade de se dispersar no ambiente, e outra parte pode se acumular no organismo humano, inclusive no leite materno.

“O leite contaminado ao ser consumido pelos recém-nascidos pode provocar agravos a saúde, pois os mesmos são mais vulneráveis à exposição a agentes químicos presentes os enoambiente, por suas características fisiológicas e por se alimentar, quase exclusivamente com o leite materno até os seis meses de idade”, diz o dossiê. Essa pesquisa foi realizada pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) com o objetivo de determinar resíduos de agrotóxicos em leite de mães residentes em Lucas do
Rio Verde (MT).

Para tanto, foram coletadas amostras de leite em 62 mamães que se encontravam amamentando da segunda a oitava semana após o parto, residentes em Lucas do Rio Verde. A maioria das doadoras (95 %) tinha, em média, 26 anos de idade e 30% eram mães de primeira viagem e residiam na zona urbana do município. Para surpresa, todas as amostras analisadas apresentaram pelo menos um tipo de agrotóxico analisado.

Imaginem, nem o leite materno, o alimento mais saudável, mais indicado para os bebês, está livre dessa contaminação, pois nós, mães, não estamos imunes a ela também. Fiquei boquiaberta quando ouvi essa informação, durante a participação do professor Fernando Ferreira, pesquisador responsável pelo Dossiê Abrasco e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB).

Efeitos para a saúde infantil
Preocupada diante disso tudo, resolvi dá uma pesquisada para saber quais os efeitos dessa exposição e consumo das crianças de alimentos contaminados com agrotóxicos. Preocupada diante disso tudo, resolvi dá uma pesquisada para saber quais os efeitos dessa exposição e consumo das crianças de alimentos contaminados com agrotóxicos. Não se assustem, mas pesquisadores dizem que os efeitos dos agrotóxicos nas crianças podem ser até 10 vezes mais intensos que nos adultos. Matéria publicada na revista Corpore trouxe dados da pesquisadora científica da Universidade Federal do Paraná, Sônia C. Stertz, doutora em Tecnologia de Alimentos, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos – Regional Paraná, que também mostram que as crianças apresentam níveis duas vezes mais elevados de pesticidas no sangue que os adultos.

Isso porque até os dois anos elas produzem pouco de uma enzima chamada Paraoxonase-1, que ajuda na eliminação de pesticidas organofosforados, sendo que algumas crianças só atingem níveis normais dessas enzimas aos sete anos. À revista, a pesquisadora disse que “dados oficiais do governo americano revelam que pesticidas organofosforados (PO) são encontrados no sangue de 95% das pessoas testadas. Essa exposição aos PO está relacionada à hiperatividade, distúrbios de comportamento, distúrbios do aprendizado, atrasos do desenvolvimento e disfunção motora”, esclareceu.

Fora isso, o agrotóxico no alimento, ao ser ingerido pela população, tem um efeito cumulativo, vai se acumulando no organismo e pode levar a algum tipo de doença crônica não transmissível, principalmente as neurológicas, endócrinas, imunológicas e hoje a questão do aparelho reprodutor, como infertilidade, diminuição do número de espermatozóides e a questão do câncer.

A publicação trouxe ainda o depoimento da pesquisadora da Unicamp, a médica
Silvia Brandalise, que estuda as causas de câncer, principalmente entre crianças. Segundo ela, pesquisas já comprovaram que a exposição aos venenos usados nas plantações está relacionada à leucemia e aos tumores no cérebro. A comida com excesso de agrotóxicos e produtos químicos também faz parte dos fatores de risco.

Reflexão
Esses dados, mais que servirem de alerta, suscitam uma reflexão, especialmente em nós, mamães e papais. O que fazer então? As frutas e verduras são essenciais para a alimentação de qualquer pessoa, principalmente das crianças que estão em fase de crescimento e de formação de bons hábitos alimentares. Infelizmente, não são todas as pessoas que têm acesso a alimentos produzido de forma agroecológica. Então as dúvidas são ainda maiores.

O ideal seria que a gente tivesse condições de plantar numa hortinha aquilo que a gente fosse produzir. Mas, lógico, hoje em dia isso é praticamente impossível para a maioria de nós, simples mortais (infelizmente! Pelo menos pra mim). A dica então é procurar, dar preferência, pesquisar perto de você algum local onde possa comprar, o máximo possível, alimentos produzidos de maneira agroecológica, sem a utilização de agrotóxicos, pesticidas, venenos ou como queiram chamar.

Excluir os alimentos contaminados pode não ser 100% possível, mas buscar reduzi-los o máximo possível já ajuda, né? Outra maneira é procurar lavar, com cuidado, adequadamente esses alimentos antes de serem consumidos. Embora os estudiosos digam que existem certos tipos de agrotóxicos que não têm como ser retirado seus resíduos, porque eles penetram no alimento. E torcer que um dia os produtores tenham conhecimento e consciência dos riscos que estão causando a si próprios, família, comunidade e consumidores pelo uso inadequado dos agrotóxicos na lavoura.

Beijos

@conversinhadmae

Com informações da Anvisa e Revista Corpore