segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Projeto ‘Samu na Escola’


Todos com a mão levantada para falar o que aprenderam sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192 Sergipe). Dessa forma, as crianças da 3ª série do ensino fundamental de uma escola particular, em Aracaju, mostram que cidadania se aprende desde cedo. É o projeto 'Samu na Escola', que foi realizado na manhã desta segunda-feira, 22, com estudantes do colégio Pequeno Mundo, na zona sul da capital.

Com apenas oito anos de idade, o pequeno Guilherme Menezes Campos conta o que aprendeu durante a manhã com os profissionais do Samu. “Aprendi que não pode passar o trote para o Samu. Se a gente liga pode ter uma pessoa que esteja precisando de atendimento”, aponta.

O estudante Guilherme Menezes aprendeu direitinho
João Lucas Fonseca, com nove anos, tem a mesma opinião do colega. "Quando a gente passa um trote pode ter uma pessoa passando mal. Hoje, o enfermeiro do Samu durante a palestra nos contou um caso em que aconteceu isso de verdade”, disse.
No próximo dia 25, uma nova ação será realizada no colégio para alunos de outras séries. A programação incluiu uma peça de teatro falando sobre as consequências do trote, além do uso de material áudio e visual para explicar o funcionamento do serviço e espaço para fotos. 

“Nesta semana, estamos realizando a terceira etapa do projeto. Primeiro nos reunimos com a coordenação pedagógica da escola e em seguida com os pais das crianças. Hoje iniciamos com crianças de seis a nove anos e, na próxima quinta-feira, serão as crianças de dez a 14 anos. A atividade contou com uma palestra educativa e peça teatral com parceria do grupo ‘Junto e Misturado’ do Colégio Estadual Acrízio Cruz. Os atores mirins fizeram uma dramatização sobre as consequências que o trote traz”, comenta.

A diretora geral da escola, Cláudia Fontes, fala a importância da parceria com o SAMU para a educação dos alunos. “Nós estamos tentando evidenciar o valor da responsabilidade, principalmente na questão do trote telefônico. Quisemos deixar claro que o dizer não ao trote é um ato de responsabilidade. Quando falei com a coordenação do Samu, eles já queriam desenvolver o projeto e tudo casou para essa parceria. O Samu desenvolve um trabalho essencial à sociedade e as crianças ficaram muito felizes com a palestra e o teatro. Foi um dia marcante para eles”, encerra.

“Esse trabalho educativo do Samu ajuda a formar cidadãos conscientes e faz com que essas crianças sejam multiplicadoras desse alerta sobre o risco do trote, já que muitas dessas ligações são feitas de telefones públicos perto de escolas”, conclui o secretário estadual da Saúde, Silvio Santos.

Beijos

@conversinhadmae

Fonte: Texto e fotos da Ascom Secretaria de Estado da Saúde/SE

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