terça-feira, 29 de maio de 2012

Chá de fraldas de Gustavo

Falta pouco tempo para o Gustavo chegar. E no último sábado a mamãe Karina Mendes recebeu as amigas para um delicioso e agradável chá de fraldas. O encontinho aconteceu no apartamento da família, cercado por muitas coisas fofas e gostosinhas. Nham, nham...

Gustavo é o segundo filho do casal Karina Mendes e Henry Cavalcante, que já tem Maria Alice, com três anos. Mesmo já com quase oito meses de gestação a mamãe fez questão de providenciar tudinho do chá. Ela mesma preparou as guloseimas e mimos dados às convidadas.


Muitos ursinhos na decoração do Chá de de Gustavo

A mesa e a decoração estavam lindas. O tema foi de Ursinho, como será o quarto do pequeno Gustavo. Brigadeiro de colher de vários sabores, trufas, cupcakes, pirulito de chocolate e outras delicinhas do bufê agradaram em cheio as convidadas. Os brindes também foram bastante graciosos: lindas mamadeirinhas recheadas com confetis de chocolate e álcool em gel (pra gente ficar sempre com a mão limpinha pra pegar nos pequenos), tudo personalizado.

Foi tudo uma fofura! E aqui no Conversinha de Mãe vocês conferem – e se inspiram – com tudo aconteceu.


Mesa cheia de muitas delicinhas


Mãozinhas sempre limpas: álcool em gel foi um dos brindes

Quem não queria uma mamadeira dessas???

As mamães de 2012: eu (quase sem barriga mostrando),
Karina (mãe de Gustavo) e Cris (mãe de Daniel)

O quarto de Maria Alice foi o cantinho para as meninas brincarem

Beijos

@ conversinhadmae

sábado, 26 de maio de 2012

Mais uma semana pra vacinar



Diante do percentual baixo de pessoas que procuraram a vacina contra a gripe, o Ministério da Saúde prorrogou a 14ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que seria encerrada na última sexta-feira. Com isso, gestantes, idosos acima de 60 anos, crianças entre seis meses e menores de dois anos, profissionais de saúde e indígenas têm até a sexta-feira, dia 1º de junho, para se vacinar. A meta é imunizar pelo menos 80% dessa população alvo, mas o balanço parcial da campanha em todo país apontava cobertura de apenas 52,5%.

A vacina é oferecida gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país e protege contra os três vírus que mais circulam no Brasil, além de ser a melhor maneira de evitar a gripe. O principal objetivo da campanha de vacinação é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações provocadas por infecções do vírus da gripe. Como resultado da imunização, em 2011 houve redução de 64,1% nas mortes por agravamento da gripe H1N1 – foram 53 óbitos, contra 148 no ano anterior. Já o número de casos graves notificados diminuiu 44% - de 9.383 para 5.230. No entanto, se não forem mantidas as altas coberturas vacinais, esses números poderão voltar a se elevar neste ano.

Em Sergipe, Estado onde moro, até a sexta-feira, tinham sido vacinadas 185 mil pessoas, o que representa 63% da população alvo. Somente a vacinação ao público indígena ainda não tinha sido contabilizada. Do público infantil, 40 mil, 70%, foram vacinados.  18.250 trabalhadores da saúde, ou seja, 62,25%, já receberam a dose. Já as gestantes somam 15.563 doses aplicadas, 59,12%. Por fim, os idosos representam 111.100 pessoas vacinadas, 60%, que é o público que mais preocupa pela vulnerabilidade e que menos foi vacinado.

Então fica o alerta para quem ainda não se vacinou, para que não deixe de tomar sua dose e assim estar preparado para não encarar essa doencinha chata, que começa a ter maior incidência agora, com a proximidade do inverno.

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Entrega feita



Por problemas de agenda de ambas, somente no último final de semana consegui fazer a entrega do prêmio à felizarda no sorteio do super kit Natura Dia das Mães realizado aqui pelo Conversinha de Mãe em parceria com a Natura. Sheyla Fonseca simplemente amou o brinde que conquistou. Também não era pra menos.

Quem não amaria ganhar sacolinhas cheias de presentes Natura: sabonetes, batons, sombras, muita maquiagem, além de produtos para criança da linha Naturé? #nãotemcomonãoamar Mas, cá pra nós numa conversinha de mãe, quem gostou também e até estreou o presente foi a filhota de Sheyla, Hellena, que fez questão de se maquiar.

Beijos

@conversinhadmae

sábado, 19 de maio de 2012

Rotary inicia projeto de incentivo à leitura


O Rotary Club Aracaju/Jardins deu início hoje (16/05) ao “Projeto Leitura Cidadã”, que visa incentivar e desenvolver o hábito da leitura entre os estudantes da Escola Estadual Juscelino Kubitscheck, no bairro Coroa do Meio. A iniciativa consiste numa rodada semanal de leitura de livros infantis e distribuição de revistas em quadrinhos, tudo com a intenção de fomentar o gosto pela leitura.

“Sabemos que entre os estudantes brasileiros existe uma grande dificuldade na leitura, problema que se agrava na escola pública. E essa deficiência acaba influenciando negativamente o desempenho nas outras matérias, já que o aluno não consegue compreender os conteúdos. Então a ideia é estimular a leitura através dos gibis, um jeito divertido e que consegue atrair a criançada. O Rotary Aracaju Jardins está de parabéns por viabilizar uma iniciativa como esta”, disse o jornalista Max Augusto, rotariano que coordena o projeto.


Inicialmente o projeto está sendo realizado com estudantes do 3º ano, na turma comandada pela professora Jane Santos, que ficou satisfeita com a iniciativa. “Eu mesmo adoro as revistinhas. As crianças gostaram muito e eu fiquei muito feliz em saber que minha turma foi a escolhida para um projeto tão interessante. Espero que tenha continuidade”, disse a professora.
A direção do Rotary espera que despertando o gosto pela leitura a criançada possa depois evoluir para livros mais complexos, assim que fiquem mais velhos. “Esperamos contribuir para a formação de cidadãos mais críticos e que compreendam melhor o mundo em que vivem. Afinal, como disse Monteiro Lobato, um país se faz com homens e com livros”, disse Max Augusto, que também convidou interessados em participar do projeto, para que a iniciativa possa ser ampliada.

Antes mesmo de estar lendo direito, minha filha Beatriz já tinha um fascínio muito grande pelas histórias em quadrinho. Lembro que quando ela ainda nem sabia ler pegava os gibis e ficava, através das figuras, inventando a própria história. Creio, não, tenho certeza que isso foi fundamental para que desenvolvesse a leitura dela que hoje, aos cinco anos, já lê com uma fluência impressionante e pra onde quer que vá carrega consigo um gibizinho. Tudo passa pelo estímulo.

Quem quiser colaborar, basta juntar algumas revistinhas em quadrinhos e entrar em contato com o Conversinha de Mãe pelo email conversinhademae@gmail.com que a gente indica como fazer a entrega.

Fica então essa dica. Vamos participar?

Beijos

@conversinhadmae

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Destino certo


Como no Brasil mesmo depois que o verão vai embora o sol continua a brilhar na maioria do país, é fundamental que as pessoas continuem protegendo a pele dos efeitos dos raios solares. Não só a pele, mas também o planeta. Essa é a intenção do projeto “Brigada Coppertone Protetores do Planeta”. A cidade de Aracaju é uma das cidades a aderir ao projeto.

O objetivo do programa, que tem parceria da TerreCycle, é coletar embalagens de protetor solar vazias (independentemente do tamanho e da marca), para transformá-las em matéria-prima novamente, substituindo material virgem e evitando que mais recursos naturais sejam extraídos.

Aracaju já adotou o projeto e quem quiser pode participar.  Para isso, basta depositar as embalagens de protetor solar vazias nas urnas disponibilizadas em algumas drogarias e se tornar um brigadista do projeto (para isso é preciso apenas se cadastrar na Brigada Coppertone Protetores do Planeta no site de Coppertone ou da TerraCycle).

Confira a seguir drogarias participantes do projeto em Aracaju:

- Farmácia G Barbosa – Av. Delmiro Gouveia, S/N - Coroa do Meio
- Farmácia G Barbosa – Av. Deputado Silvio Teixeira, 831 – Jardins
- Farmácia G Barbosa – Av. Francisco Porto, 250 - Treze de Julho
- Farmácia G Barbosa – Av. Melício Machado, 1060 - Atalaia

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tiradas da Bia - Joga no fosso


Na casa da minha mãe, minha irmã chega contando que o chefe dela foi assaltado quando saia da casa de um paciente que tinha ido atender em domicílio, no mesmo bairro onde minha mãe mora. Quando fomos embora, como já era noite, disse a minha filha Bia para entrarmos rapidamente no carro por causa do perigo e também para que minha mãe não ficasse muito tempo na porta, pela mesma razão.

Fomos embora e no caminho ela perguntou o motivo do perigo.

- Porque já é noite, a rua fica com menos gente e os ladrões aproveitam – respondi.

- E também não também não polícia, né? – indagou.

- Até que tem, você não viu que quando a gente chegou até passou uma viatura?

Depois de alguns minutos pensando sozinha, comecei a ouvir Bia falando baixinho no banco de trás:

- Queria que tivesse um policial para ficar tomando conta da nossa casa para que não tivesse nada com ela.

Quando pensei em responder dizendo que melhor que um policial a gente tem Deus que nos guarda e guarda nossa casa quando estamos lá e também quando não estamos, ela arremata com essa:

- ...Ou então colocar um fosso de jacaré. Aí o ladrão ia ver o que era bom... – disse com um risinho vingativo na sua fala.

Não aguentei e ri comigo de seu raciocínio de desenho animado aplicado à vida real. Como as crianças têm sempre uma solução prática para os seus problemas.

Taí uma boa saída!

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Quem disse que madrasta precisa ser má?

Minha matéria de final de semana para o jornal onde trabalho foi sobre o Dia das Mães. Este ano, sugeri dá um foco diferente à reportagem, mostrando um pouco das relações que existem entre madrastas e enteados, desmistificando o que a gente normalmente tende a imaginar que aconteça, talvez tão influenciado pelas histórias dos contos de fadas ou que vemos na ficção e, infelizmente, em alguns casos reais, de madrastas que maltratam ou enteados que fazem tudo para infernizar a vida dessa nova figura feminina que surgiu em sua vida. Isso porque muitas vezes a mãe ainda está viva e eles imaginam que foi a madrasta a responsável pelo afastamento dela do pai.

Quis compartilhar com vocês a matéria, que a seguir publico na íntegra. Boa leitura!

Engana-se quem pensa que amor e dedicação a um filho só podem vir de quem o gerou em seu ventre ou que foi a ele ligado por uma adoção. Cada vez mais mulheres têm mostrado que é possível, sim, uma madrasta amar, cuidar e se relacionar bem com os enteados, dedicando-lhes um sentimento bem diferente da ideia que comumente se faz dela, independente de morarem juntos ou não. Embora não tenham como intenção ocupar o lugar da mãe, muitas vezes ainda viva, no coração e no dia a dia desses filhos, as madrastas também sabem como dar a eles esse tipo de amor, que para muitas delas não têm como classificar, mas que se aproxima, à sua forma, do amor maternal.


A odontóloga Rosa Alina Andrade de Oliveira Freitas sempre adorou crianças. Quando começou a namorar seu hoje marido, Djenal Freitas, ele já tinha uma filha, a Brenda, na época com oito anos de idade, e desde então elas passaram a manter contato intenso. A garota passava o dia na casa dele e os finais de semana no sítio dos avós paternos, então elas se encontravam sempre. Foi uma paixão instântanea entre as duas. “Quando ela estava por perto lhe dava total atenção, brincando, conversando, passeando e assim ela logo se apegou a mim também” disse, acrescentando que nessa época Brenda morria de ciúmes do pai com ela.


Como sabia disso, Rosa tentava evitar qualquer situação que pudesse deixá-la enciumada e que levasse a aborrecimentos para as duas. A dentista conta que nunca sentiu ciúme da enteada, mas achava natural a menina sentir. Dessa forma foi fácil conduzir as coisas para que nunca entrassem em atrito. “Passamos toda a fase do namoro (quatro anos) muito amigas. Estudava com ela, brincávamos como crianças, a ‘sequestrava’ para minha casa na saída da escola e ela muitas vezes dormia por lá”, contou.


Por conta dessa boa convivência, esse relacionamento não mudou quando eles casaram. “Sempre fui muito maternal, meu sonho sempre foi ser mãe e Brenda preencheu exatamente esse lugar do meu coração”, disse. Depois de seis meses de casada, a adolescente foi morar com o casal, onde já tinha um quarto preparado para ela. Segundo Brenda, ultimamente as duas não passam muito tempo juntas, pois ela tem aula pela manhã e à tarde e Rosa trabalha e estuda. “Mas sempre que conseguimos um tempinho jogamos conversa fora, em casa mesmo. Faz tempo que não fazemos algo só nos duas”, disse. A madrasta contou que não faz as vezes de mãe, mandando estudar e arrumar a bagunça. Deixa isso para o pai. “Limito-me a dar conselhos quando acho importante e tratá-la com carinho. Nossa convivência é bem tranquila, existe muito respeito de ambas as partes”, relatou.

Brenda e Rosa Alina em momentos de cumplicidade


No início do relacionamento com o seu atual marido, a jornalista Karine Barbosa, mãe de uma menina com seis anos, também tomou todo cuidado para que a introdução dela na vida dos dois filhos dele, com quatro e cinco anos na época, fosse aos poucos e tranquila. Para ela, isso foi fundamental para que não sofresse nenhum tipo de rejeição deles e todos aprendessem a conviver e respeitar o espaço um do outro. Há pouco mais de um ano, quando resolveram casar de fato, depois de algum tempo morando juntos, todos já estavam adaptados. “Então foi tudo leve”, disse.

Sentimento
Mais que uma boa convivência, Brenda disse que ela e a madrasta Rosa sempre foram muito ligadas e uma não vê a outra simplesmente como “a esposa do meu pai” ou “a filha do meu marido” e sim como membro de uma família ligada não por laços sanguíneos, mas pelo amor que sentem um pelo outro. Para elas, as dificuldades que existem são as mesmas de pessoas que moram juntas. “O fato de não sermos mãe e filha não piora esta situação. Respeitamos os nossos espaços, nossa individualidade e assim vivemos em harmonia”, disse Rosa.
Brenda disse que sua mãe biológica não tem ciúme do relacionamento dela com a madrasta. Pelo contrário. “Ela até diz que se sente tranquila sabendo que eu tenho uma segunda mãe”, comentou. Aos 32 anos, a odontóloga ainda não tem filho, mas tem muita vontade de ser mãe, pois sempre foi o projeto mais importante de sua vida. Ela acredita que a chegada de um bebê não mudará a relação delas, mas será um bônus para a família. “Ele é muito desejado por todos e penso que criará um laço de sangue entre nós, que hoje não temos. Será o irmãozinho dela e o meu filho”, disse.

Cuidado especial
No caso de Karine, a guarda dos filhos do marido André é compartilhada e os cinco passam muito tempo juntos. Os meninos a chamam de “Tia Kaká”, denominação que ela adora, pois é assim que se vê, pois disse que é madrasta apenas ‘no papel’, mas não exerce essa função. “Quando estão conosco, gosto de cuidar deles com o carinho e atenção de uma tia mesmo e me desdobro muito para que eles e Malu sintam cada vez menos o impacto da rotina já meio diferenciada que eles levam desde pequenos, por serem filhos de pais separados. Acho que tenho conseguido. Essas crianças são muito amadas onde quer que estejam e qualquer pessoa que passe um tempinho que seja com elas já percebe”, disse. Para Karine, o segredo de tudo é carinho, cuidado e amor, embora reconheça que nem tudo é perfeição e alegria 24 horas por dia, como se fosse comercial de margarina. “Às vezes fica confuso, mas a gente rala sempre para deixar tudo redondinho no nosso lar. Acho que está dando certo”, completou.
Para a odontóloga Rosa Alina Freitas, é muito importante a madrasta entender o seu papel na vida do enteado e não ultrapassar os limites que existem. Para ela, paciência, sabedoria e compreensão são palavras que devem estar sempre presentes nesse relacionamento. Ela entende que o papel do também é fundamental para trazer o equilíbrio entre as partes e conduzir da melhor maneira a situações desconcertantes que podem surgir. “Quando ele não consegue ser pai e marido ao mesmo tempo, as coisas podem ficar difíceis. Ao enteado cabem o respeito e a compreensão. Com esses ingredientes, tudo dará certo”.

Em família: Karine, André e a filharada em viagem


Situação atípica
No caso da professora universitária Marjorie Garrido Severo o ingresso no papel de madrasta foi um pouco diferente. Quando ela começou a se relacionar com seu “namorido” (meio namorado, meio marido) ele já tinha dois filhos, de dois relacionamentos anteriores. O que a princípio parecia ser um problema duplo a ser enfrentado acabou sendo muito natural, graças à cordialidade e compreensão das mães dos garotos, na época com sete e oito anos de idade. Ela contou que como já tinha muito tempo que elas haviam terminado o relacionamento com ele, não passaram a vê-la como a responsável pela separação e encararam numa boa. “Ajuda muito quando a ex não vê a madrasta como uma rival e não tenta colocar os filhos contra ela. Felizmente tive essa sorte, tanto é que elas são minhas amigas e ajudam a ter essa boa relação com os enteados. Existe uma harmonia muito grande”, disse, reconhecendo que essa é uma situação muito difícil de acontecer.


Os enteados não moram com ela, mas mesmo com o marido vivendo atualmente no exterior, onde está fazendo doutorado, Marjorie contou que eles, hoje com 20 e 21 anos, sempre passam uma temporada em sua casa. Esse bom relacionamento entre pai, mães, filhos e madrasta causa estranheza a algumas pessoas. Ela disse que a aproximação dela com eles foi muito natural, sem se forçar nada. Segundo a professora, como eles gostavam muito de desenhar e ela também isso acabou aproximando-os e com isso foram se entendendo cada vez mais.


Para ela, é difícil definir o sentimento que existe entre eles, pois não é um amor como se fossem filhos, nem como amigos, mas é também um amor incondicional. “Consegui amá-los de alguma forma, de um tipo que não sei explicar, não é como mãe, não é como amiga, mas é algo muito forte”, contou, acrescentando que nunca quis concorrer nem com as mães por este sentimento. “A referência maior é a mãe”, completou.

"Relações afetivas entre madrastas e enteados podem ser saudáveis"

A psicóloga Poliana Reis de Oliveira disse que o modelo tradicional de família, formado por pai, mãe e filhos, associado à felicidade encontra-se em processo de transformação. É cada vez mais comuns pais separados ou que nunca foram casados juntarem-se com outros e terem mais filhos e pessoas do mesmo sexo que decidem viver juntas e formar uma família. “Como podemos perceber, hoje não estão envolvidos apenas vínculos biológicos, mas também laços afetivos”.
Ela disse que é importante destacar que diante das novas configurações familiares surge a necessidade de uma revisão do conceito de família adotado anteriormente como padrão. Mas reconhece que este processo representa um desafio, no qual os membros da familiar são levados a conhecer uma estrutura, com rompimento da tradicional, para vivência de novas formas de existir e se relacionar. Segundo a psicóloga, há pesquisas que apresentam que essa geração tende a ser mais aberta, mais tolerante e menos preconceituosa por ter vivido essas novas configurações.

“Geralmente no primeiro casamento ou em casamentos que não haja filhos de relações estabelecidas anteriormente, a chegada dos filhos surge a partir de ajuste do casal, já em famílias originadas a partir do recasamento, esse tempo muitas vezes é inexistente e os membros são desafiados com o enfrentamento de ajustes múltiplos entre mulher-marido/enteada(o)/madrasta/padrasto”, disse. Segundo Poliana Reis, esses múltiplos laços de parentescos pressupõem uma nova dimensão afetiva até então desconhecida e ainda não familiar.

Ela acrescentou que a relação demanda uma esfera de cuidado, adaptação e reconfiguração de vínculos necessários à existência saudável dos indivíduos que compõe esse novo laço familiar, no qual cada um será responsável pela construção ou expansão de territórios afetivos necessários ao convívio familiar. Hoje essa mudança já tem levado a que as madrastas, tidas nos contos de fadas como pessoas más, sejam chamadas carinhosamente pelos enteados, principalmente crianças, como “boadrastas”. Porém a sociedade, buscando a manutenção do modelo tradicional de família não cria o dia da madrasta”, observou.

Psicóloga Poliana Reis
Para a psicóloga Poliana Reis, as relações afetivas entre madrastas e enteados podem ser saudáveis, desde que haja respeito à diversidade e a singularidade, existindo a necessidade de aceitação e não competição entre as partes. “O ideal é que cada um reconheça o seu papel e função nas relações estabelecidas e construídas na dinâmica familiar e que não procurem disputar, nem medir forças, mas que estejam abertos ao desenvolvimento de uma relação construtiva e saudável”, frisou a psicóloga.


Poliana ressaltou que diante da ausência da mãe na vida do filho, independente do motivo, o espaço dela deverá ser preservado e respeitado com o surgimento da madrasta, que não terá o papel de se colocar no lugar da mãe, pois são espaços distintos. Para ela, forçar um processo de negação da figura materna e sobreposição da nova integrante da família pode gerar problemas. Segundo a psicóloga, há evidências de casos de relações conflituosas diante da nova dinâmica familiar.


Entre eles, alguns membros podem apresentar dificuldade e se deslocarem do papel tradicionalmente aprendido (pai-mãe e filhos) para o papel mais específico diante das novas possibilidades de convivência; em casos da não aceitação da separação, os filhos e/ou ex-esposas podem apresentar dificuldade de aceitar alguma nova relação estabelecida a partir do rompimento do laço até então conhecido; existem relações onde a madrasta não aceita dividir espaço físico e/ou afetivo com os enteados; alguns pais que, a partir do estabelecimento do novo relacionamento, apresentam dificuldade em preservar a relação com seus filhos provocando nos filhos a sensação de que foram trocados ou abandonados. Além disso, pode ocorrer distanciamento do enteado com a madrasta e/ou pai, diante da chegada de um filho do novo relacionamento, por ciúmes e/ou sensação de perda de espaço. 

Segundo a psicóloga, além dessas situações apresentadas e diante da dificuldade de estabelecimento de relações afetivas satisfatórias, existindo um distanciamento, provocado por inúmeras e subjetivas motivações, é necessário procurar ajuda profissional. “Havendo disponibilidade entre os membros, o diálogo franco e aberto, produzindo uma comunicação afetiva que permita que cada um possa expressar o que pensa e sente e entrar em contato com o outro, pode ser um importante instrumento na relação, produzindo aproximação, aceitação e criação de uma relação empática, necessária à construção e sedimentação de vínculos afetivos saudáveis”, afirmou a psicóloga Poliana Reis de Oliveira.


Beijos

@conversinhadmae

Fotos: Jadilson Simões (1 e 3)

domingo, 13 de maio de 2012


Só quem é sabe como o tamanho da felicidade de ser mãe. De ver esse serzinho tão especial, gerado em seu ventre ou no seu coração, crescendo, se desenvolvendo, cada vez mais parecendo com você, até mesmo em coisas que você não queria. A maternidade é, realmente, um dom de Deus. E só ele para nos dar sabedoria, dia após dia, para cuidar dessas bençãos que ele nos entregou.

Hoje tenho a felicidade de ter ao meu lado essa filha linda e inteligente que é Beatriz. Mas este ano tenho mais um motivo para comemorar. E acho que quem observou bem o desenho acima já deu pra imaginar o porquê.

Feliz Dia das Mães para todas  nós!!! Que Deus continue sempre nos abençoando.

Beijos

@conversinhadmae

Fotomontagem: Alex, meu marido
Desenho ao centro: Beatriz, minha filhota

sábado, 12 de maio de 2012

Resultado do sorteio Dia das Mães

Depois de alguns probleminhas com meu modem da TIM, que resolveu entrar em pane justo hoje, quando tinha que fazer o sorteio, quase aos 45 minutos do segundo tempo conseguimos e eis aí o resultado. Tchan, tchan, tchan, tchan...

E a felizarda é...

Número 15


Parabéns, Sheyla Fonseca, você vai passar o Dia das Mães recheada de presentes pra você e pra oferecer pra mãezinha. Ah, gente, se pudesse tinha dado um presente para todos os 26 participantes, mas tinha que ser um só.

Estou te passando email agora, Sheyla, para gente acertar a entrega. Mas tem que correr.

Feliz Dia das Mães a todas as queridas seguidoras!!!

Beijos

@conversinhadmae

Deficiência física não é obstáculo para gravidez


Apesar dos mitos e preconceitos sobre o assunto, mulheres com deficiência física também podem engravidar e ser mãe. “É impressionante o espanto da sociedade em geral sobre o fato de que mulheres com deficiência, inclusive física, podem engravidar e ser mães. Isso pode nos fazer refletir o quanto a marca da deficiência se sobrepõe à pessoa humana. Portanto, vale dizer: mulheres com deficiência podem engravidar”, a declaração da coordenadora da área da saúde da pessoa com deficiência, do Ministério da Saúde, Vera Mendes, serve como alento para muitas mulheres que desejam ser mãe. “Não importa o tipo de deficiência, seja física, visual, auditiva ou intelectual, elas continuam sendo mulheres e, se assim desejarem, podem viver a experiência da maternidade”, enfatiza Mendes.

Como toda mulher, os cuidados devem começar logo após a notícia da gravidez, durante o pré-natal. É nessa fase que o médico definirá os procedimentos mais adequados a cada caso, respeitando as peculiaridades de cada paciente.

O Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para acompanhar todo o processo de gestação dessas mães. Do acolhimento e orientação ao casal até o momento do parto. Durante a gestação também são realizados exames de avaliação do desenvolvimento do feto e da saúde materna. O acompanhamento do bebê e da mãe não termina no nascimento. Ele segue durante os primeiros meses de vida da criança – incluindo o acompanhamento à saúde da mãe.

Este acompanhamento está disponível desde as Unidades Básicas de Saúde (UBS), de todo o País, aos ambulatórios especializados nas unidades hospitalares.

Pré-natal – O procedimento durante a gestação de uma grávida com deficiência segue o mesmo fluxo de qualquer gestação, sendo eles: pré-natal de risco habitual ou de alto risco. Em cada um dos casos, o médico que acompanha a gestação é quem define os procedimentos a serem seguidos. As orientações são particulares a cada gestação independente da deficiência, que neste caso, é considerado apenas como uma condição a mais a ser observada, mas que não significa obrigatoriamente gravidez de risco.

No caso de mulheres com deficiência de ordem genética, é recomendável a realização de exames complementares. Já para mulheres que fazem uso de cadeiras de rodas a orientação é que durante a gravidez esta possa ser acompanhada por outros profissionais como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais que a auxiliem na realização de exercícios terapêuticos e reordenação de suas atividades cotidianas, visando atenuar, por exemplo, problemas circulatórios. Todos esses serviços estão disponíveis no SUS. O Ministério da Saúde, Estados e Municípios devem continuar investindo na qualificação profissional e qualificando seus serviços.

Parto normal – Assim como acontece na Estratégia da Rede Cegonha, o Ministério da Saúde também preconiza o parto normal às mães portadoras de deficiência. A realização da cesariana só é recomendada quando representar maior proteção à saúde da mãe e do bebê. “Isso significa que o mito de que a mulher com deficiência tem que ter cesárea não é correto. Devem ser feitos apenas se recomendado pelo médico que realiza o acompanhamento de sua gestação”, destaca Vera Mendes.

Pessoa com deficiência - Criada ano passado, em parceria com outros 15 ministérios, o Viver Sem Limite - Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência vai investir nos próximos três anos R$ 7,6 bilhões. Deste montante, R$ 1,4 bilhão será destinado ao eixo da saúde.

O Plano tem o objetivo de promover a cidadania e o fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade, promovendo sua autonomia, eliminando barreiras e permitindo o acesso e o usufruto, em bases iguais, aos bens e serviços disponíveis a toda a população.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde

Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Bebê precisa de sangue


Essa é pra quem é aqui de Sergipe e pode colaborar. A bebê Ana Vitória de Jesus Gomes, de apenas dois  meses de vida, está precisando, com urgência, de doação de sangue de qualquer tipo. A menina nasceu prematuramente, com seis meses, e está internada na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em Aracaju.

A doação pode ser feita até amanhã, dia 12. As pessoas que quiserem colaborar devem comparecer ao Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), no Centro Administrativo, no bairro Capucho, localizado ao fundo do Hospital João Alves Filho, para fazer a doação de sangue.

Mais informações, podem entrar em contato com a mãe da bebê, Fátima, nos telefones (79) 8153-6899 e 9899-0677.

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sorteio Dia das Mães



Tcharam... Olha o blog Conversinha de Mãe com novidade bem legal. Estamos lançando hoje um sorteio relâmpago para o Dia das Mães, em parceria com Natura. Eba!!!! Estaremos sorteando um super kit, com váááários produtos bem legais. Sempre pensando no bem estar bem de seus consumidores, a Natura procura valorizar o vínculo entre as gerações. E tem vínculo maior que entre mãe, filho e vovó? Amor que passa de geração em geração.


Uau!!! Super kit completo

E para estimular ainda mais isso nós estaremos sorteando um kit com produtos para mamãe, vovó e filho. O sorteado terá a felicidade de receber um mix de produtos da linha Todo Dia, com delícias para mamãe e vovó, várias maquiagens da linha Aquarela, para deixá-las ainda mais belas, sem esquecer a criançada, com produtos da linha Natura Naturé.

Kit pra mamãe: Linha Aquarela em blushes, sombras,
lápis batom e batom líquido #todamãeama

Kit pro filho: shampoo, hidratante e sabonete Naturé
 
Kit pra vovó: ela também merece
ficar cheirosa Todo Dia

E então, empolgadas para participar? Então vamos lá às regrinhas do sorteio:

☺Ser seguidor do blog e morar no Brasil;
☺Para validar a participação no sorteio, a pessoa deve deixar comentário com a resposta da pergunta “Qual a empresa que estimula o vínculo entre mãe, filho e vovó?”, com seu nome completo, email e cidade onde mora;
☺Terá direito a mais uma participação quem for seguidor do nosso perfil no Twitter (@conversinhadmae) e divulgar o sorteio no Twitter com a frase “Conversinha de Mãe e Natura celebram o vínculo entre mãe, avó e filho. Eu participo do sorteio”. Para isso, deverá deixar mais um comentário no blog, desta vez acrescentando também o link da divulgação nessa rede social;
☺A promoção tem início no dia 9 de maio de 2012 até às 23h50 do dia 11 de maio de 2012;
☺O sorteio será realizado no dia 12 de maio de 2012, pelo site Random;
☺ Nesse mesmo dia será divulgado post com o resultado. O ganhador será comunicado via email e terá prazo de 24 horas para entrar em contato para combinar a entrega do prêmio. Caso isso não ocorra, será feito um novo sorteio.

Agora é só participar e torcer muito para ganhar esse super presente.

Beijos

@conversinhadmae