terça-feira, 31 de maio de 2011

Amigas do peito

Relembrando momentos deliciosos
da amamentação a Beatriz

Quando descobri que estava grávida de Beatriz, não tive dúvidas que queria amamentá-la o quanto fosse possível, assim como queria também ter um parto normal. Posso dizer que tive uma gestação tranquilíssima. Não tive enjoos (nem um vômito – eca! – sequer), apenas sono, trabalhei até a véspera do dia do parto, tive, realmente parto normal (uma maravilha, porque com uma semana parecia que não tinha tido nada) e não tive grandes problemas na adaptação da amamentação, como acontecem com algumas mães que sofrem com seios rachados, o que faz com que esse momento único entre mãe e filho se torne uma tortura.

Graças a Deus tive muuuuito leite para dar à minha pequena bezerrinha. Sim, porque Bia parecia uma bezerrinha mesmo! Mamava que era uma beleza. Mamava tanto que até ficava toda suada. Era tanto leite que quando percebi que o peito estava começando a empedrar não pensei duas vezes e procurei ajuda no Banco de Leite Marly Sarney, referência aqui em Sergipe em banco de leite.

Com toda atenção, as enfermeiras e técnicas explicaram direitinho o que fazer para evitar que o leite empedrasse no seio, causando dores em mim e dificultando a alimentação da minha pequena. Técnicas de massagem, de armazenamento do leite excedente, seja para consumo futuro ou para doação para o banco de leite, e forma correta de amamentação foram algumas coisas que aprendi ali. Muito importante o trabalho realizado pelo banco de leite.

Acho que toda mãe logo depois do parto deveria dar uma passada no banco de leite para tirar suas dúvidas, principalmente se tiver passando por alguma dificuldade na amamentação de seu bebê. Sim, porque às vezes acontece algum probleminha e as mães, principalmente as de primeira viagem, podem acabar desistindo de alimentar seu filho com leite materno.

Nem precisa dizer a importância da amamentação para o desenvolvimento dos bebês, né? São tantos os benefícios que não consigo imaginar como uma mãe deixa de vivenciar um momento tão importante como este com seu filho. Graças a Deus, encontrei uma pediatra para Bia que não se cansa de bater nessa tecla da importância de amamentar os bebês. Dra. Magali Dias é uma entusiasta desse tema. Não perde um congresso, um encontro, uma campanha que trate sobre a amamentação. E estimula mesmo as mamães a isso.

Mesmo quando voltei a trabalhar, depois da licença maternidade, deixava os potinhos de leite congelado para que minha mãe fosse dando a ela, até que retornasse (com os seios já repletos de leite novamente) para amamentá-la. Amamentei Beatriz exclusivamente com o leite materno até os seis meses de vida. Nem água dava, pois o leite é um alimento completo. Depois comecei a ir oferecendo outros alimentos.

Aos dez meses tive que parar de amamentá-la, porque precisei voltar a tomar meus remédios para o lúpus e não podia continuar dando mama. Foi uma luta fazê-la se desprender do seu peitinho. Alex, meu marido, bem sabe como foram aqueles dias em que ele tinha que colocá-la para dormir, “enganando-a”, para que não sentisse falta do peito. Mas conseguimos, graças a Deus! Ela nunca tomou mamadeira e partiu do desmame para as papinhas de frutas, legumes e alimentação normal. Não me arrependo nem um pouco de ter feito essa opção.

Algumas mães, infelizmente, têm algum problema e não conseguem amamentar seus filhos. Essas mães dependem da solidariedade de outras, que possuem leite em abundância e têm a possibilidade de doar o excedente ao banco de leite. Se você é uma dessas ou conhece alguma mãe que pode se tornar doadora, dê a dica para que ela possa ajudar outros bebês. Em Sergipe, o Banco de Leite Marly Sarney possui apenas 15 doadoras fixas cadastradas, número que não consegue atender à demanda.

Isso porque o leite coletado no Banco de Leite, além da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, abastece também as maternidades privadas sempre que seu estoque permite. O que nem sempre acontece. Só na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, que atende a gestantes de alto risco, quando quase sempre os bebês nascem prematuros, a necessidade diária é de, pelo menos, 12 litros. Mas agora no mês de maio foram coletados pouco menos de 35 litros. Situação preocupante, que se agrava com a chegada do mês de junho, quando o período chuvoso e os festejos juninos afastam as doadoras.

O Banco de Leite oferece o serviço de captação na residência da própria doadora, mediante agendamento. Após avaliação e cadastro da doadora, a equipe do Banco vai até a casa da voluntária para buscar o leite coletado e ainda fornecer os vidros esterilizados. O leite coletado passa por uma seleção rigorosa e fica em condições corretas de higienização e acondicionamento, assegurando assim a qualidade do produto e evitando a transmissão de doenças, conforme determina a Rede Brasileira de Banco de Leite Humano (REDEBLH). Em Sergipe as doações podem ser agendadas através do disque-amamentação: (79) 3226-6335. Em seu Estado, procure saber como funciona o banco de leite e estimule quem pode a doar. Isso, sim, é ser amiga do peito.

Beijos

@conversinhadmae

domingo, 29 de maio de 2011

Só Deus pela saúde de nossos filhos

De que adianta a gente pagar todos os meses, com o maior sacrifício, um plano de saúde para, na hora que mais precisar de atendimento, ver que este é praticamente igual ou pior que o serviço público? Esta hoje é a minha indignação! Todos os meses faço questão de desembolsar quase 10% do meu salário para pagar o plano de saúde da minha filha Beatriz, de quatro anos. Investimento que tem como objetivo garantir a ela, quando mais precisar, um atendimento diferenciado – se comparado com o que é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), do qual eu sou, por ser cidadã brasileira que pago meus impostos, beneficiária. Mas hoje vi e senti na pele é que as coisas não são bem assim.

Depois de passar uma noite em claro, com minha filha vomitando, com dores abdominais, sem conseguir dormir e rejeitando tudo que lhe dávamos para comer, decidimos levá-la à urgência de um dos hospitais credenciados ao famigerado plano de saúde. Pois bem, ainda ressabiada com a crise vivida no setor de urgência pediátrica aqui em Aracaju (SE), antes de sair resolvi ligar aos hospitais para saber os que realmente tinham pediatras atendendo o volume de pacientes esperando para serem atendidos nele.

Para minha surpresa, no primeiro hospital que consultei, o São Lucas, a resposta era que simplesmente eles estavam sem pediatras hoje. Legal, né! Em pleno domingo, um plantão de urgência pediátrica SEM PEDIATRA e sem previsão de tê-lo. No segundo hospital, o Unimed (o mesmo do plano dela), a informação foi que havia uma pediatra atendendo, mas a funcionária já foi logo avisando que a urgência estava cheia. Tentei então recorrer ao terceiro hospital, o Primavera, na esperança de que tivesse havido sucesso numa nova negociação entre a instituição, médicos e operadora de saúde. Vã esperança: embora houvesse pediatra, eles não estavam atendendo meu plano.

Com minha filha se contorcenco de dor, vomitando, com dor de cabeça e sem querer comer nada não vi outra alternativa senão aventurar atendimento no Hospital Unimed. Do horário da chegada até a hora de fazer a tal ficha que me credenciava a aguardar o momento de ser atendida pela única médica disponível para atender a demanda deste e do outro hospital que estava sem pediatra esperamos, no mínimo, 30 minutos.

Nem mesmo a situação da criança, que a todo instante gemia e se revirava de dor na barriga, fez com que algum funcionário chegasse para perguntar o que ela estava sentido, para que ao menos tentasse saber se a situação dela era grave ou não. Mas esses 30 minutos foram apenas o início de uma espera que (não sabia eu) demoraria longas 8 HORAS até que minha filha fosse atendida, medicada e recebesse alta.

Nunca imaginei que, como usuária de plano de saúde que cumpre a sua parte no contrato de prestação de serviço ao pagar e dia suas mensalidades, eu poderia passar por uma situação dessas. Descaso foi o que eu e outras dezenas de pais sentimos ao ter que esperar, sem sequer uma palavra de explicação de funcionários quanto mais da direção da instituição que contratamos para nos prestar um serviço que esperávamos ser de qualidade.

Para não dizer que ninguém tentou dar uma explicação para a demora no atendimento, isso aconteceu, depois de várias horas, quando alguns pais se exaltaram (e com muita razão) pelo descaso com que viram seus filhos penarem sem ser atendidos, perderam as estribeiras e uma mãe arremessou um pequeno vaso com flores na parede e um pai esmurrou o porta papel toalhas e os funcionários resolveram chamar a Polícia Militar para conter os ânimos. Polícia que, diplomaticamente, tentou contornar toda uma situação criada, no meu entender, pelo próprio plano de saúde, ao credenciar poucas instituições, estas com profissionais em quantidade insuficiente, para atender aos seus milhares de usuários.

Fiquei ainda mais revoltada quando, já desesperada pela demora no atendimento à minha filha, resolvi apelar ao serviço público para levá-la, mas ao ligar para o Hospital Municipal (se é que ele ainda pode ser chamado de hospital) Fernando Franco também fui informada que não havia pediatra. Onde é que vamos parar? Como é que nossos filhos serão atendidos quando estiverem doentes? Será que vai ser preciso o filho de algum figurão importante morrer por falta de atendimento para que alguma providência mais eficaz seja tomada ou esses planos de saúde e hospitais resolvam cumprir a sua parte e prestar um atendimento de qualidade? É lamentável!!!!

Não vou negar que hoje o que me passou pela cabeça na hora que vivenciei toda essa situação foi cancelar o plano de saúde, pois, pra que ele serve se quando preciso, numa situação de urgência, não consigo ser atendida com urgência?

É melhor entregar (cada dia com mais fé) a vida dos nossos filhos nas mãos de Deus e depositar o valor da mensalidade numa poupança e, quando precisar, pagar particular, porque aí, sim, você é atendido rapidinho? Parece que o jeito é descredenciamento já. Se uma campanha desse tipo fosse iniciada e os planos começassem a sentir na conta bancária os efeitos da perda de clientes, talvez eles adotassem uma postura diferente. Porque o que senti hoje foi que pouco eles estão se importando com os clientes.

É apenas parte do desabafo de uma mãe que quer ver sua filha com saúde.

@conversinhadmae

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sempre rir - Operação Sorriso


Taí um jeito bem divertido, legal e simples de a gente ajudar a Operação Sorriso – uma Organização Não Governamental que mobiliza profissionais de saúde para a realização gratuita de cirurgias reconstrutivas para crianças que nasceram com deformidades faciais, como a fissura lábio-palatina. A Pepsi disponibilizou na sua página no Facebook (http://www.facebook.com/PepsiBrasil) uma área para que as pessoas possam ajudar, para que mais crianças sejam operadas.

Na página, haverá um aplicativo de áudio que disponibilizará cinco tipos de risadas de crianças. Toda vez que uma pessoa apertar a tecla “play” para escutar um dos áudios, a Pepsi vai doar US$ 0,50. Os usuários também poderão fazer o download das risadas e usá-las como ringtones ou repassar para amigos e familiares. Legal, né?! Será possível também incluir os áudios nos próprios perfis do Facebook, de forma que haja uma interação e compartilhamento da campanha nas redes sociais.

A empresa disponibilizou também no mesmo ambiente fotografias das crianças-símbolo da entidade em preto e branco, divididas em pequenos quadrados. Cada vez que uma pessoa ouvir uma das risadas, um desses quadrados ficará colorido. O site terá um contador automático que mostrará a progressão da quantidade de dólares arrecadada até chegar à marca de US$ 100 mil.

As pessoas também poderão enviar mensagens de apoio aos seus seguidores pelo Twitter da Pepsi, por meio da hashtag #os_pepsi. O tweet oficial é: “Ouça a risada das crianças! Pepsi doará US$0,50 por Play para Operação Sorriso #os_pepsi  http://on.fb.me/hHzVCy”. No ano passado, foram 600 cirurgias de correção de fenda palatina em crianças carentes realizadas por conta das ações de responsabilidade social da Pepsi.

Estima-se que mais de 200 mil crianças nascem por ano no mundo acometidas pela fissura. Somente no Brasil estima-se que sejam mais de 5.600. Geralmente com severas dificuldades para se alimentar, falar, socializar-se ou mesmo sorrir. Algumas delas são excluídas, escondidas do contato social e rejeitadas. E na maioria dos casos, seus pais não têm condições de pagar pela cirurgia que elas tanto necessitam para terem uma vida normal. Entre 27 de abril e 3 de maio, 44 crianças operadas gratuitamente em Maceió (AL), graças à Operação Sorriso.  

A fissura labiopalatal é mais comum do que o câncer infantil e a Síndrome de Down, por exemplo. Desde 1982, a Operação Sorriso, através de voluntários, tem realizado cirurgias gratuitas para crianças em mais de 50 países, devolvendo a elas o sorriso e a esperança de um futuro melhor. No total, mais de 160 mil crianças já foram beneficiadas pelo espírito solidário das pessoas. Desse total, apenas no Brasil já foram feitas 3.500 cirurgias de reconstrução.

Então, vamos lá dar boas risadas e ajudar?

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 24 de maio de 2011

Brincadeira de criança

Já prestaram atenção à quantidade de sons que a gente ouve quando entra numa loja de brinquedos? São tantas opções de eletrônicos, tanta coisa informatizada, cheia de efeitos especial que só faltam os brinquedos brincarem por si só. Eu penso que muitas vezes isso tolhe a imaginação da criança, não permitindo que ela mergulhe na brincadeira de verdade e invente seus personagens, crie suas histórias. Às vezes, a indústria de brinquedos inventa tantas novidades, quando, quase sempre, para as crianças o mínimo, as coisas mais simples seriam o suficiente para fazê-las cair na diversão.

Outro dia, minha amiga e jornalista Sheyla Fonseca me perguntou se eu sabia onde ela poderia encontrar aqueles móveiszinhos de madeira que a gente brincava de casinha quando era pequena. Por coincidência, no feriado da Semana Santa tinha visto uns sendo vendidos em uma feira no interior. Mas disse a ela que, com certeza, ela encontraria no mercado de artesanato.

Dito e feito. Ela não só encontrou aqueles tradicionais, de madeira, como uns mais modernos, imaginem, na cor que menina não gosta nem um pouco: ROSA! A Hellena, filhinha dela da Sheyla, de três anos, amou os novos brinquedos. Sheyla contou que comprou várias pecinhas: mesa com cadeiras, conjunto de sofá, armário, guarda-roupas e cama. Ficou faltando completar a casa com o fogão, geladeira, cadeira de balanço, berço, entre outros. Cada peça custou R$ 10.

A pequena Hellena se divertindo com novos brinquedos
Também sou muito fã do nosso mercado de artesanato aqui em Aracaju. Lá é uma riqueza de coisas da nossa terra. Dei uma passadinha lá, na banca da sempre querida Ana, no boxe 32 do Mercado Thales Ferraz, para garimpar mais alguns brinquedinhos artesanais que, acredito, muitos dos nossos filhos, sobrinhos e afilhados talvez nunca tenham visto ou ouvido falar. Tem coisas muito legais. Tem outras, que não são nem brinquedos, mas você, juntamente com a criança, podem inventar e tornar a brincadeira ainda mais legal.

Entre as opções, pião, carrinhos de madeira, mané-gostoso, cavalinho com rodinha, bonecas de pano, maculelê, roi-roi, peteca, entre tantos outros. Os precinhos também são bem atrativos. Variam de R$ 1,50 – modelos mais simples de bonecas de pano – a R$ 25 – os violões de brinquedo maiores. Vale a pena dar uma olhada, a garotada vai gostar!











Espero que vocês também tenham gostado.

Beijos

@conversinhadmae

domingo, 22 de maio de 2011


Gente, acabou a expectativa. O segundo bebê da cantora gospel Aline Barros é uma menina!!! Agora o Nicolas – o Nick, 8 anos, primeiro filho dela com o ex-jogador de futebol e pastor Gilmar – terá uma princesinha para cuidar. A notícia foi dada pela própria mamãe, em seu Twitter (@aline_barros), este final de semana.

Foi uma coisa tipo transmissão ao vivo da ultrassonografia. “SIIIIIIIIIIMMMMMMMMM!!! Eh uma MENINA!!!!!”, escreveu Aline no microblog. “MENINA, HERDEIRA, PRINCESA DO SENHOR”, acrescentou. A alegria era tanta com a notícia que ela confirmou o que nós, que somos mães de meninas, pensamos logo que sabemos que tem uma garotinha a caminho: “Gente, vou ser mãe de uma princesaaaa!!! Vou brincar de boneca novamente, lacinhos, vestidos combinando, sapatinhos de lacinho!!!”, declarou a cantora.




Todos nós que amamos a Aline Barros ficamos felizes com a notícia, porque agora a família ficará com um casalzinho de filhos. Que Deus continue os abençoando.

Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Noite de sonhos

Finalzinho de outono e durante a noite a temperatura está começando a baixar (pouquinho ainda, é bem verdade) e na hora de dormir a vontade que dá é ficar bem agasalhadinho, não é mesmo? Além de um lençol bem cheirosinho, uma coberta ou um edredom bem fofinho, um pijama bem confortável faz toda diferença, não é gente?

E quando se fala dos nossos filhos a gente quer deixar eles ainda bem mais lindinhos, até na hora de dormir. Por isso, o blog Conversinha de Mãe traz umas dicas bem legais de alguns modelos de pijamas para a criançada. Espero que gostem.

Minha Bia com seu pijama Cara de Criança,
que brilha no escuro




Esses quatro primeiros looks são da Cara de Criança




Opções quentinhas da Malwee para ninas e ninos



Noites divertidas garantidas pelos pijamas da Puket


Elegância na hora de dormir em noites
quentes e frias, da Lilica Ripilica

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Vamos votar no Conversinha de Mãe?

Queridos, o nosso blog Conversinha de Mãe está participando do concurso cultural Papais e Mães Blogueiros que a revista Crescer está promovendo para escolher o mais legal da blogosfera. Na categoria “Blogs de mães” estamos concorrendo com mais 70 blogs (e haja mamães blogueiras pelo nosso brasilzão de Deus). Ah, achei tão legal ver nosso nomezinho lá entre os participantes. É uma oportunidade de mais pessoas conhecerem nosso espacinho, um pouquinho do meu dia a dia com minha filhota e marido e novidades que trago pra cá com tanto carinho.



Claro que estou pedindo o voto de todo mundo! Vamos participar também? Então, vá lá no link http://editora.globo.com/pesquisas/pesquisa_crescer_060511.htm e deixe seu votinho. Pode procurar que o Conversinha de Mãe está lá na penúltima opção, já pertinho do botão “votar”. Contamos com vocês, viu, queridos e fiéis seguidores. Votem o quanto quiserem!!!

Beijos

@conversinhadmae

sábado, 14 de maio de 2011

Nosso dia: 6 meses de vida


Ah, tudo bem! Já estamos nos primeiros minutos do dia 14, mas, também, viu, que sexta-feirazinha foi essa, hein? Pensei que não fosse sobreviver a tanto trabalho. Pra completar, o sistema do Blogger ficou indisponível por váááárias horas. Ainda bem que eu não sou supersticiosa! Mas não poderia deixar passar em branco esta data. Ontem (pra mim ainda hoje, pois não repousei minha cabecinha no travesseiro para dormir) nosso blog completou seis meses de vida. Isso mesmo. Se fosse um bebê, já estaria sentando, começando a interagir mais com as pessoas à sua volta.

Bem assim é o Conversinha de Mãe. Nesses primeiros seis meses de vida começamos a nos desenvolver. Cada dia uma novidade, uma coisa nova. Igualzinho aconteceu (ou está acontecendo) com os nossos filhos. Fico feliz em ver esse meu pequeno bebê progredindo a cada dia. E grande parte disso é resultado da fidelidade de vocês, que abraçaram o nosso blog.

Então, é para vocês os nosso parabéns. Obrigada pela parceria e cumplicidade. Vamos seguir em frente comemorando vários e vários outros aniversários.

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Conversinha de tia - assunto difícil


A criançada sempre coloca a gente em situações difíceis com coisas absurdamente simples. A dificuldade está em como abordar um assunto com um ‘serzinho’ que está conhecendo as coisas.

João Pedro, meu sobrinho de três anos, perguntou: “Tia, você tem avó?”. Na hora lembrei a resposta que dei ao irmão Gabriel, de seis anos, que tinha exatamente a idade dele quando minha avó faleceu e era apegado à ‘bisa’. Como funcionou para Gabriel (e para ele também) quis compartilhar. Talvez possa ajudar outros adultos que se vejam na mesma situação de ter que explicar a morte.

- Tia, você tem avó?
- Não, minha avó foi pro céu, virou estrelinha.
- Estrelinha? Como assim?
- Quando uma pessoa morre, ela vira estrelinha e vai pro céu, ficar com Deus.
- Por que ela foi pro céu?
- Porque ela estava muito doente e foi pra lá pra Deus cuidar dela.
- Deus tem poderes, né?
- Tem, tem muitos poderes, todos os poderes.

E ele voltou para a sala, para cantar com a Galinha Pintadinha.

Engraçado é que esse comentário que o pequeno João Pedro fez outro dia minha filha Beatriz fez, depois que a tia dela faleceu. Antes dela orar para dormir ela novamente me perguntou por que a tia tinha ido para o céu. Eu disse que era porque ela estava muito doente, sofrendo e lá no céu ela não ia sentir mais nada, pois estaria bem. Aí Bia disse: “É, né, mãe. Porque Deus tem muitos poderes?" Acho legal que as crianças tenham essa ideia de Deus, de que ele é um ser muito superior e com quem a gente pode contar sempre.

E você, quer compartilhar alguma coisa com a gente? É só enviar para o email conversinhademae@gmail.com.

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 10 de maio de 2011

Cuidado com estranhos


Infelizmente, diariamente a gente tem lido nos jornais, escutado nos noticiários da TVs e das emissoras rádios notícias tristes, envolvendo crianças. Confesso que como jornalista às vezes me deparo com histórias que me deixam de cabelo em pé, principalmente quando envolvem criança. É triste, mas a cada dia têm aumentado os casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes. Mas o que é pior é que esse tipo de crime muitas vezes (para não dizer na absoluta maioria dos casos) é cometido por alguém do convívio da criança, alguém em que ela confia e por confiar teme contar o que aconteceu.

Ultimamente tenho pensado muito nisso. Acredito que como toda mãe morro de medo que alguma coisa de ruim aconteça à minha filha, e por isso diariamente peço a Deus (pois só ele mesmo pra nos livrar do mal) para que proteja ela em todos os momentos, principalmente quando eu nem o pai dela estivermos por perto. Meu coração fica apertadinho cada vez que escuto uma dessas notícias.

É triste, porque todas essas notícias terríveis acabam de certa forma fazendo com que a gente desconfie de todo mundo que se aproxima. Confesso que comigo às vezes acontece isso. Se vejo alguma pessoa (principalmente se for homem) começando a brincar muito com ela, já ligo minhas anteninhas, dou um jeito de tirar ela do lugar. Em algumas situações me sinto mal com isso. Penso onde a humanidade vai parar, se a gente não pode mais confiar em ninguém. É realmente lamentável essa situação. Penso assim.

Pensando nisso, resolvi conversar com a psicóloga – e já nossa colaboradora a psicóloga Edel Ferreira – para que ela nos desse algumas orientações sobre como proteger nossas crianças, sem que precisemos passar para elas esse medo, essa insegurança que nós, pais, vivemos nos dias atuais. No mundo de hoje, a insegurança é uma constante. Segundo a psicóloga, independente da realidade socioeconômica, a faixa etária, a constituição familiar, os indivíduos estão cada vez mais vulneráveis aos riscos de uma sociedade adoecida que considera normal a violência física e/ou psíquica.


Mas são as crianças que mais precisam de proteção, uma vez que ainda não tem (pelo menos até os 12 ou 13 anos de idade) plena capacidade de julgamento daquilo que é adequado ou inadequado, do que é real ou fantasia, do que é seguro ou não. “Crianças não têm medo, portanto não se protegem por si mesmas. Crianças acreditam, tomam todos os adultos como seres protetores, modelos a seguir, ícones de autoridade aos quais se deve obediência cega. Mesmo as crianças mais ‘peraltas’, diante de uma voz de comando adulta, acabam cedendo. Quanto mais essa voz é doce, afável, amiga, maior o seu poder persuasivo sobre as crianças”, disse.

E aí é que mora o perigo. Por essa razão, orientou a psicóloga, os pais devem orientar os filhos da melhor forma possível, alertando-os sobre o perigo de seguirem desconhecidos, de receberem presentes e mimos de estranhos. E isso é uma coisa que a gente deve fazer desde que elas são pequenas. Mas não adianta amedrontar com um simples “não”, pois, segundo Edel Ferreira, o não não é suficiente.

“É preciso que os pais ‘convençam’ as crianças de que não devem atender a chamados de pessoas que não conhecem de fato. E isso não pode ser feito à base de ameaças, de terror. As crianças precisam ter confiança nos pais/responsáveis e nada melhor para garantir isso do que o uso de uma linguagem amena, carregada de amor”, disse. Ela disse que basta que os pais demonstrem seu amor e suporte incondicional aos filhos para que eles confiem no que dizem.

De acordo com a psicóloga, crianças pequenas precisam se sentir protegidas em casa para não precisarem buscar essa proteção fora do lar. Ela disse que isso não evita que acreditem nas falas de estranhos, mas garante a escuta aos pais. E os pais devem conversar, dialogar – jamais atemorizar as crianças. Edel acrescentou que detalhes de violência também devem ser evitados, como ameaças do tipo “você vai ficar de castigo se falar com estranhos”.

O segredo é conquistar a confiança da criança, mostrando que, com você, ela estará segura. A melhor forma de garantir que o adulto será ouvido e atendido é usar mensagens simples, diretas, objetivas e afirmativas. “Saia sempre somente com seus pais, pois somos nós que cuidamos de você!”, “Veja como nos divertimos juntos, sua família é a melhor companhia”, “Estamos completos juntos”, são exemplos de frases que podem ser repetidas inúmeras vezes, afirmando a competência que só os pais têm de oferecer segurança aos filhos.

Outra dica dada pela psicóloga é aproveitar os momentos em que elas estão assistindo às notícias veiculadas na mídia para fortalecer o vínculo de confiança com os pais dizendo: “Isso só acontece com as crianças que não ouvem os pais, que desobedecem e aceitam presentinhos e conversas com estranhos. Você, que só sai com seus pais, não corre esse risco!”.

No entanto ela faz uma observação pertinente. “É claro que não podemos concluir que essa atitude afirmativa dos pais seja, por si só, suficiente para evitar situações perigosas para as crianças – especialmente porque, muitas vezes, o perigo está exatamente e infelizmente em alguém conhecido. É preciso que, além do diálogo, os pais também acompanhem seus filhos de perto. Afinal de contas, a responsabilidade de cuidar dos filhos, é deles”, frisou.

E é verdade. Precisamos estar sempre de olhos bem atentos, observando nossos filhos em tudo e todos que se aproximam deles. Estar atentos a sinais que a criança possa dar de que está passando por alguma situação estranha é também de fundamental importância. Queridos, vamos fortalecer o vínculo com nossos filhos, fazer com que eles sintam que somos nós os seus melhores amigos, que é em nós que eles podem confiar. Dessa forma fica muito mais fácil evitar que eles sofram e, por tabela, nós também.

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Presente especial no Dia das Mães

E vocês, como passaram o Dia das Mães? Gostaram da homenagem que o blog Conversinha de Mãe fez para todas elas? Espero que tenham gostado. Em nome das que postamos foto quisemos homenagear todas as mamães.

Mas esse post de hoje é para mostrar a vocês o presente que ganhei (adiantado) do Dia das Mães. No sábado à noite, teve uma programação especial lá na igreja para nos homenagear. Há muito que a coreógrafa Dora Barros tinha prometido a Bia, minha filha, chamá-la para coreografar uma música junto com ela. E ela ensaiou dois dias e lá fomos nós para a programação.

A menina não me contou nada. Guardou o segredo direitinho. Me fez levá-la com um vestido, não falou detalhes da coreografia (passos, música, nada!). Pois bem, quando ela foi se apresentar, lá vem ela com uma roupa diferente e dançou tão lindo, parecia que tinha ensaiado vááárias vezes. Foi o melhor presente do Dia das Mães.

O que achei mais legal foi a surpresa que ela fez. Já vi que ela sabe guardar segredo direitinho. Depois da apresentação, quando eu comentei com ela "me enganou direitinho, não é, nega?", ela me respondeu: "mas era segredo. Se eu contasse, não era surpresa!". Amei. Aqui vocês podem acompanhar tudinho, que foi filmado por Alex, o papai dela.



E o Dia das Mães de vocês, como foi. Conte-nos: conversinhademae@gmail.com.

Beijos

@conversinhadmae

domingo, 8 de maio de 2011

Homenagem do blog às mamães


Feliz Dia das Mães

Não podíamos deixar essa data passar em branco. Em nome dessas seguidoras, queremos homenagear todas as mamães. Aquelas que vêm aqui diariamente para nossa conversinha, as que de vez em quando dão uma passada e as que estão nos visitando pela primeira vez. Que Deus nos conceda a graça de a cada dia ter mais sabedoria para criar nossos filhos. Que Ele nos nos dê a bênção de ver nossos pequenos cada dia com saúde, segurança e se desenvolvendo bem. Acredito que esse é o desejo de todas as mães.

Feliz Dia das Mães!!!!!!

Beijos

@conversinhadmae

sábado, 7 de maio de 2011

Mais homenagem Dia das Mães

Ainda em clima de Dia das Mães, ontem tive uma surpresa que amei muuuuuuito! Depois de um dia looooongo de trabalho, ao chegar em casa minha filhota Beatriz me veio com um presente de Dia das Mães que a escola preparou. Achei tão fofo. Era um DVD, feito mostrando as crianças da turminha dela da escola. Ficou lindo, gente! E, claro, compartilho com vocês aqui.


Antecipadamente, desejo a todas vocês um feliz Dia das Mães e curtam muito ao lado dos filhos. As que ainda têm a felicidade de ter suas mamães (como é o meu caso, graças a Deus), aproveitem também a data com elas.

Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Apresentação para as mamães


Ufa, esses últimos dias foram suuuuuper cheios. Mas, graças a Deus, chegou a sexta-feira. Amém! Ontem e hoje foram tão corridos que nem acabei tendo tempo de contar aqui um pouquinho sobre como foi a homenagem às mamães feitas na escola de Beatriz. Mas agora vou contar tudo.

Em resumo, FOI LINDO!!! Cheguei um pouco antes do horário marcado e fiquei observando a ansiedade das mães para saber o que os pequenos tinham preparado para nós. É engraçado com mãe, realmente, é tudo igual. Cada uma ao seu modo listava a qualidade do seu filho. Claro, pra gente, nosso filho é sempre o mais esperto, inteligente, educado, ou você não acha assim?

Pois bem, passado o momento de espera, eis que os pequenos começaram a se apresentar. Gente, quanta expectativa no olhar das crianças da primeira turminha que entrou para se apresentar. Os meninos já entravam com os olhinhos abertos, tentando encontrar na platéia a sua mamãe. E que sorriso abriam ao ver entre as dezenas de mamães a sua, mulheres que tinham deixado seu trabalho, seus afazeres domésticos para vê-los no dia em que iam lhes homenagear. Ao ver aquela cena tive certeza que fiz a escolha certa em ter deixado meu trabalho e ido lá prestigiar a minha Bia se apresentando.


Depois de duas turminhas, foi a vez da salinha dela subir ao palco e cantar. Estava linda, como vocês podem ver. Esse tipo de comemoração na escola a gente não pode faltar. Vi nas lágrimas de um coleguinha dela que a mãe, infelizmente, não conseguiu ser liberada do trabalho, a tristeza por ter sido o único sem a mamãe lá. Às vezes, a gente corre tanto na vida e acaba esquecendo esses pequenos momentos. E eu digo isso por experiência própria, porque vivo lutando diariamente para não fazer isso (sei que nem sempre consigo).

Mas foi lindo ver ela cantando, feliz por eu estar ali, na primeira fila, bem na frente dela, acompanhando tudo (vejam o vídeo aí abaixo). Fico feliz, também, por ter dado essa alegria a ela. E vocês, como foi a comemoração do Dia das Mães na escola de seus pequenos? Comentem aqui. Fico aguardando.

Depois da apresentação, uma pausa
para um clic com as amiguinhas...

... e para um abraço na Tia Lu

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 4 de maio de 2011


Na escola de minha pequena Beatriz, cada turminhas fez uma homenagem às mães em forma de mural. Tem fotografia, desenho e a dela, como as crianças estão sendo alfabetizadas, cada aluno colocou num pequeno coração um desenho e uma frase, elaborado por eles próprios.

Esse desenho aí foi o que Bia fez:


Ontem à noite, enquanto fazia a revisão para a provinha de Matemática de hoje, ela perguntou:

- Mãe, sabe por que eu escrevi aquilo lá na escola, que a senhora é dez?

- Não.

- Porque a senhora todo dia faz matéria, e bem feita!, disse referindo-se aos textos preparados para o jornal e para a agência, que às vezes ela me vê fazendo.

Tem estímulo melhor que este? Então lá vou eu com todo gás para as minhas pautas.

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 3 de maio de 2011

Lição de casa sem estresse


Não sei vocês, mas aqui em casa às vezes é uma dificuldade fazer a lição de casa de nossa filha Beatriz. Como trabalhamos o dia inteiro e à tarde ela fica na casa das avós, via de regra a lição é feita de noite, quando chegamos em nossa casa. Quando ela dorme à tarde, até que dá para fazer tranquilo. Mas nos dias em que ela passa a tarde brincando e acontece de chegarmos um pouco mais tarde aí já sabe: é um sofrimento.

E aí não tem jeito: ela com sono + a gente já sem paciência = estresse na certa. Confesso que no início do semestre letivo me senti muito culpada, mesmo, por não ficar em casa com ela à tarde, para ter tempo de estudar junto, de fazer as lições, como fazia minha mãe quando eu tinha a idade dela. Mas, infelizmente, preciso trabalhar os dois turnos e acaba tendo que ser assim, pois não acho que seja uma obrigação de minha mãe ou minha sogra – que ficam com ela – parar para ensinar os deveres.

Hoje, lendo a Revista Pais e Filhos, me deparei com um texto bem legal citando algumas dicas infalíveis para tornar a hora da lição de casa mais produtiva e sem estresse para nós e os pequenos. Como sempre gosto de fazer, resolvi trazer algumas delas com vocês. O texto é de Leslie Garisto, da Parents, com tradução de Juliana Cadiz, mãe de Olivia.

A primeira delas é não entrar em pânico quando o pequeno não estiver conseguindo terminar a lição. Estabelecer uma rotina, procurando fazer o dever de casa no mesmo horário todos os dias, é um bom começo para minimizar a possibilidade de estresse. Para estipular esse horário, devem ser considerados os hábitos da família e o temperamento do seu filho. “A maioria das crianças precisa descansar depois de escola, outras são mais eficientes depois de uma atividade física. Pesquisas mostram que exercício físico pode aumentar a concentração da criança, inclusive. Um espaço dedicado de estudo também é importante para ajudar a criança a entrar no clima. Só não é bom que esse espaço seja no quarto da criança. Nos primeiros anos de escola, é melhor que seja num lugar onde você esteja por perto para ajudar se necessário.”, diz a matéria.
 
Outra dica é fazer da hora da lição um momento de “dever” de toda família. Ou seja, enquanto as crianças fazem a lição de casa, a gente paga contas na internet, lê e responde e-mails – no meu caso, adianta algum post ou matéria pendente.  O texto diz que essa vibração de empenho vai influenciar seus filhos.

A gente deve maneirar também nas cobranças por perfeição dos pequenos nas tarefas de casa, mostrando que se esforçar para fazer as coisas direito é admirável, mas deixando-o saber que é impossível ser perfeito. “Se ele exagerar com autocrítica, combine um tempo que ele deve gastar em cada tarefa - tipo dez minutos - e fique firme nesse tempo. Ou então peça para a professora explicar a ele que o dever de casa é para praticar, e não para perfeição”, diz a matéria da Pais e Filhos. E a gente sabe que, nessa idade, as crianças levam a palavra da professora como a verdadeira.

Mas, se depois de tudo isso, o pequeno se recusar a fazer a lição, é preciso descobrir o porquê desse comportamento, que talvez esteja refletindo apenas uma dificuldade de assimilação da matéria. Nesse caso, é bom conversar com a professora. Se quiser conferir toda matéria, acesse o site da Revista Pais e Filhos (www.revistapaisefilhos.com.br)

Beijos

@conversinhadmae

domingo, 1 de maio de 2011

Chá de casa nova

Mesmo com toda chuva que fez ontem aqui na cidade fiz questão de ir dá um abraço na minha amiga Karina Mendes, do blog Amor Maior (http://amormaior-se.blogspot.com), no seu chá de casa nova. Coisa boa é estar mudando para um imóvel que é seu. Parabéns, amiga!!!

Estava tudo lindo, de muito bom gosto e, literalmente, delicioso. A mesa com os doces estava uma coisa... De deixar qualquer um com água na boca, esperando a hora de poder provar cada uma das delícias. Não é, Márcia Pacheco (nossa amiga chique do blog Casa de Paeté – recomendo http://www.casadepaete.com.br)? Claro que fiz uns clics dos cupcakes, brigadeiros deliciosos e saborosos candy pops – brigadeiro no palito –, para mostrar a vocês aqui no Conversinha de Mãe e deixar todo mundo com água na boca.

Esquece a dieta: tem como resistir esse cupcake?

A deliciosa mesa de doces. #delícia

Os candy pops fizeram o maior sucesso

A lembrancinha foi um delicioso pão de mel (hum!!!). Eles e os doces todos estavam com a logomarca preparada especialmente pela publicitária Cristiane Miná para o evento. Os doces foram um mimo da amiga e sócia de Karina, Cris Britto.

Mesa das lembrancinhas, com os pães de mel personalizados

A mulherada convidada: Isabelle Araújo, Marcinha Pacheco,
a anfitriã Karina Mendes, Cris Britto, Adelaide
e Eu (que quase não saio na foto. rsrs)

Bia, minha filhota, e Maria Alice, princesa de Karina
Beijos

@conversinhadmae