quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Aline Barros anuncia sua segunda gravidez


Não vou negar que sou suuuuuper fã da cantora gospel Aline Barros e fiquei muito feliz com a notícia de que, em breve, a família vai ganhar um novo integrante. Ela anunciou esta semana, em seu microblog no Twitter (@aline_barros) que está grávida de seu segundo filho. A cantora já é mãe de Nicolas, o Nick, de oito anos, fruto de seu casamento com o pastor e ex-jogador de futebol Gilmar.

Aline postou em seu Twitter: “Atencão Brasil p a notícia extraordinaria...1,2 e e e 3: EU ESTOU GRAVIDISSIMA! Estamos muito felizes com a chegada de mais um babyyyyy!”. Ela disse que a família, inclusive o irmãozinho, está superfeliz com a notícia. “Que alegria p o nosso coracao....nick esta radiante!Todos aqui em casa estao fazendo festaaaaaa”, comentou no microblog.

Embora a gravidez esteja bem no iniciozinho, Aline não esperou para contar a novidade. “Não sei ainda quantas semanas acho que 3 ou 4...vou saber essa semana!”, postou no Twitter. Ah, e para os fãs dos CDs e DVDs infantis da cantora gospel, outra excelente notícia. “Agoraaaaaaa minha inspiração sera dobrada p fazer dvds infantis!!!GENTE EU TO EXPLODINDO DE ALEGRIA”, disse. A gente agradece, não é mamães que contam as horas para o lançamento de um novo Aline Barros & Cia?


A cantora está curtindo tanto a gestação que até dica para outras gestantes ela tem colocado no seu Twitter, como fez hoje pela manhã. “Bom dia! Tenho uma super dica p quem esta gestante...p passar o enjoo, água geladinha ou gelo na boca! Funcionou comigo!”.

Que Deus abençoe ainda mais essa família linda e esse bebê que está por vir.

Beijos

@conversinhadmae

Atenção: cuidado com as quedas!


Tem um ditado que nossas vovós já diziam: “Criança cega a gente”. Gente, vou dizer, cega mesmo. Parece uma coisa, você fica o tempo todo olhando, mas basta um vacilo, de um segundinho só, e as coisas acontecem. Não esqueço nunca uma queda que minha filha Beatriz levou, quando ainda não tinha completado dois anos.

Estávamos eu e Alex brincando com ela no sofá. Em fração de segundos a menina afastou um pouco da gente, foi para o braço do sofá e caiu de costas no chão, não sei como, largando a testa. Vocês devem imaginar o desespero da gente, vendo um “galo” enorme crescer na testa dela, sem saber direito o que fazer. A gente ficou tão sem noção que abrimos a porta e começamos a andar pelo condomínio, com ela nos braços, desesperados.

Queda é uma coisa muito séria, especialmente em se falando de criança. Vocês sabiam que as quedas representam a principal causa de internação entre os acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos no Brasil? A informação é da ONG Criança Segura. Segundo dados do Ministério da Saúde, no ano de 2007, foram 73.455 crianças e adolescentes nessa faixa etária hospitalizadas vítimas de queda.

Esse público acaba sendo mais vulnerável às quedas justamente por conta das suas características físicas, pois seu corpo ainda está em desenvolvimento e, por exemplo, o tamanho e o peso da cabeça em relação ao corpo pode acabar contribuindo para o desequilíbrio e a queda, como consequência. Muitas vezes essas quedas podem causar lesões sérias e, a depender da gravidade, até mesmo a morte.

Como tambem já diz um velho ditado, neste caso também é melhor prevenir do que remediar. Cuidados simples podem evitar muitas dores de cabeça (em nós pais) e dores pelo corpo de nossos pequenos. A seguir o Conversinha de Mãe reproduz algumas dicas de prevenção para evitar quedas:

-  As crianças devem brincar em locais seguros. Escadas, sacadas e lajes não são lugares para brincar;

- Use portões de segurança no topo e na base das escadas. Caso a escada seja aberta, instale redes ao longo dela;

- Instale grades ou redes de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos. As redes devem ter espaços de no máximo 6 cm;

- Crianças com menos de seis anos não devem dormir em beliches. Se não tiver escolha, coloque grades de proteção nas laterais;

- Mantenha camas, armários e outros móveis longe das janelas, pois podem facilitar que crianças os escalem e se debrucem para fora do prédio ou casa. Além disso, verifique se os móveis e o tanque da lavanderia estão estáveis e fixos;

- Ao andar de bicicleta, skate ou patins, o capacete é o equipamento fundamental. Ele pode reduzir o risco de lesões na cabeça em até 85%;

- Cuidado com pisos escorregadios e coloque antiderrapante nos tapetes;

- Crianças devem ser sempre observadas quando estiverem brincando nos parquinhos. O risco de lesão é quatro vezes maior se a criança cair de um brinquedo com altura superior a 1,5 m. Verifique se os brinquedos estão em boas condições e se são adequados à idade da criança. O piso deve ser de absorção para a queda, como gramas, areia e borrachões com espessura acima de 3 cm;


 
- O uso de andadores não é aconselhado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Além de comprometerem o desenvolvimento saudável da criança, podem causar sérias quedas. Eles são responsáveis por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças entre cinco 15 meses. A maior parte das lesões resulta de quedas em escadas ou simplesmente por tropeços quando estão no andador;

- Durante a troca de fraldas, mantenha uma mão segurando o bebê. Nunca deixe um bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis, mesmo que seja por pouco tempo;

- Crianças não devem brincar perto de barreiras e barrancos.


Com informações da Criança Segura (www.criancasegura.org.br)

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hoje é o seu dia – Malu


Os parabéns hoje vão todos para a gatíssima Maria Luisa, ou simplesmente, Malu. A filha linda de minha amiga querida Karine Barbosa completa hoje cinco anos de idade. Garota fofa, esperta, bem educada e de muito bom gosto, ela guarda características beeeem parecidas com a da mamãe.

Com certeza, a data será muito comemorada por familiares e amigos, principalmente a mãe Karine e André, o papai Rodrigo, irmãos, avós, tios, dindos e primos. Malu, o Conversinha de Mãe te deseja tudo de bom, hoje e sempre, e que você continue sendo essa menina linda que é. F-E-L-I-C-I-D-A-D-E-S!!!!!!!!!!!!!

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Picolé: vai um aí?

Dia desses, minha filha Beatriz tinha perguntado por que nunca mais tínhamos feito geladinho (sacolé, como algumas pessoas conhecem) em casa. Nesse corre corre que é vida de mãe que trabalha dois turnos, acaba não sobrando muito tempo para essas coisas. Acho que vocês sabem, né? Pois bem. Outro dia, estava na Le Biscuit e vi umas forminhas de picolé coloridinhas, bem legais.

Comprei na hora. A ideia era levar Bia para a cozinha e de uma vez só matar sua vontade de se referescar e fazer disso uma brincadeira. Pensem, foi a semana toda ela me perguntando quando a gente faria os picolés. Tinha prometido para a sexta-feira à noite, que é mais tranquilo, e aí no sábado eles estariam prontinhos para serem degustados.


Dito e feito. Ela passou a sexta-feira toda perguntando se de noite a gente faria. Quando chegamos em casa, depois do café minha missão era preparar alguns tipos de suco para fazer nosso picolé. Agora avessa aos sucos artificiais, preparei suco natural mesmo de maracujá, goiaba (que ela A-M-A) e uva (idem). Imaginem a ansiedade dela...


No sábado, estava de plantão e fomos almoçar fora, mas ela só pensava na sobremesa quando chegasse em casa. O quê? O picolé, claro!!!! Pela carinha dela, o que vocês imaginam que ela achou?



Precisa dizer mais alguma coisa? Fica aí a dica. A forminha é super barato: R$ 3,99 e dá para fazer seis picolés. Que tal experimentar essa diversão no próximo final de semana?

Espero que tenham gostado.

Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Conversinha de mamães na rede

Agora com as redes sociais, a gente acaba sabendo da vida de todo mundo. Não existem mais barreiras para saber como é o dia a dia dos outros, inclusive de gente famosa. Achei uma coisa tão fofa hoje no microblog Twitter que não resisti e trouxe para vocês. A atriz Daniele Suzuki, grávida de seu primeiro rebendo, hoje pela manhã estava numa conversa com a também atriz Fernanda Rodrigues que, de certa forma serve de exemplo para nós mães.

A atriz contou que parte do enxoval de seu bebê vai ser herdado do sobrinho, hoje com cinco anos. Ela escreveu no seu Twitter (@danisuzuki): “@FerRod to me dando bem por aqui, nao precisei comprar quase nada, muita coisa herdei do meu sobrinho... Gente meu bebe ja vai chegar cheio de sorte...tenho um sobrinho de cinco anos que me rendeu muita coisa, quase nao precisei comprar nada”.

Outros tweets da atriz falando dos presentes que o baby ganhou

Tá vendo, meninas. Se até atriz global não se incomoda de herdar algumas pecinhas de sobrinhos, por exemplo, porque nós teríamos. Vou confessar. Bia mesmo já “herdou” algumas (várias) pecinhas que foram do guarda-roupas de sua amiga Ana Luísa. A mamãe dela, minha amiga Valéria, suuuper cuidadosa com as coisas, guardava tudo com muito carinho e sempre que não davam mais em Aninha me emprestava: sapatos, sandálias, vestidos, saias, entre outras. Depois que não davam mais em Bia, devolvia, para servir para outra menina.

Hoje, as roupas ou calçados de Bia que não dão mais nela ela já sabe para onde vão: para a prima Yasmin, de um ano e sete meses, filha da minha irmã Darlene. Isso acaba sendo um gesto de desprendimento, para quem recebe, e de solidariedade, para que dá. Então, gente vamos compartilhar nossas roupitchas e acessórios que não dão mais nos nossos filhotes? Se não tiver alguém da mesma idade que conheça para dar, instituições de caridade não faltam né? Só não vale ficar entulhando o armário com coisas que não vamos mais usar.

Beijos

@conversinhadmae

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Boa notícia – promoção continua



Já falei aqui sobre a campanha Ler Faz Crescer, da Fundação Itaú Social, que tem objetivo de incentivar a leitura entre as crianças. Eu mesmo me cadastrei e recebi o kit com livrinhos. Como fez o maior sucesso – foram 8 milhões de livros infantis distribuídos – a campanha foi prorrogada. No total, serão doados 16 milhões de livros infantis com o intuito de estimular o desenvolvimento pleno de crianças de até seis anos.

Qualquer pessoa que quiser aderir à mobilização, como pais, educadores, voluntários de instituições sociais, é só solicitar, gratuitamente, os kits com quatro livros de histórias infantis, além de um folheto com dicas para contar histórias e um adesivo para ajudar a disseminar a ideia. Para receber o kit é fácil fácil. É só se inscrever no site www.itau.com.br/lerfazcrescer. Escolas e organizações sociais que desejem realizar ações de leitura com suas crianças podem usar a área “Fale Conosco” do site para solicitar quantidades maiores de kits.

E aí, gostou da notícia? Então corre lá.

Beijos

@conversinhadmae

Estomatite: o que é isso??

Essa semana, os amigos Marcela Lima e Flávio Vasconcelos, pais de Sophia, foram surpreendidos com a notícia de que sua pequena, de um ano e cinco meses, estava com estomatite. Pais de primeira viagem, eles não sabiam o que era isso e ficaram meio que sem saber o que fazer com ela. Motivo para isso eles tinham, de sobra.

Segundo a pediatra Magali Dias Carvalho (médica da minha Beatriz desde os primeiros meses), estomatite é qualquer inflamação que ocorre na boca. São pequenas vesículas que aparecem nessa cavidade, bastante dolorosas e contagiosas. É muito comum entre crianças. Ela disse que, quando se rompem, deixam as gengivas vermelhas e dolorosas. Convenhamos, isso seria um incômodo para qualquer um de nós. Imagine para uma criança de um ano?!

Por causa disso, a criança recusa alimentação, fica inquieta, chorosa, o que requer muuuiiita paciência dos pais, como disse a médica. Que o diga Marcela. Ela contou que, embora Sophia esteja melhorando, ela ainda reclama quando engole algum alimento. “Mas o pior já passou”, desabafou.

A pediatra Magali Dias disse que existem vários tipos de estomatites, desde o popular sapinho – que é incômodo, mas não é tão doloroso – até as viróticas, sendo a mais comum a estomatite aftosa. Ela disse que duram mais ou menos uma semana “As crianças recusam alimentos quentes, sólidos. Por isso se deve oferecer alimentos pastosos e frios”, disse.

Os papais podem perceber a ocorrência da estomatite por conta de pequenas feridas, acinzentadas ou amareladas no centro e avermelhadas por fora, que aparecem na gengiva, na parte interna das bochechas, no fundo da boca, nas amígdalas, na língua ou no céu da boca. As gengivas podem ficar inflamadas e sangrar facilmente. Por conta disso, as crianças costumam ficar irritadas.

Mesmo com tudo isso a médica acrescentou que o tratamento é paliativo: medicação para febre e dor, limpeza bucal com soluções antissépticas e hidratação com líquidos frios, como sorvetes e iogurtes.

Então, gente, é só ter paciência e dar muito amor e carinho para os filhotes.

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Cuidado com os acessórios


Esse post é da cota “vi e gostei, por isso trago para vocês”. Li este texto hoje no site Guia do Bebê (http://guiadobebe.uol.com.br), do portal Uol, e achei bem interessante. Na hora pensei em trazer ele para vocês para que também usem absorvam dicas que ele traz. É que muitas vezes nós, mãe de meninas, exageramos na dose dos acessórios, querendo deixar nossas pequenas mais belas, sem perceber que alguns “enfeitinhos” podem colocar em risco a segurança delas. Então, aproveitem o texto abaixo.

“Os acessórios das crianças, assim como o dos adultos, serve para complementar o visual da roupa. Se quiser enfeitar bebês e crianças pequenas, certifique-se que o acessório não oferece nenhum risco. Brinquinhos devem ser especiais para não espetar nem apertar a orelhinha. Nunca coloque broches e botons nas roupas dos pequenos.

Os bebês adoram puxar colares e correntinhas e podem acabar se machucando. Melhor deixar esse acessório para quando crescerem mais um pouquinho.

No cabelo, escolha fivelinhas com fecho de velcro para os bebês e faixas de tecido que não incomodam e ficam super charmosas.

Para meninas, invente penteados divertidos, mas prenda com elásticos molinhos que não quebram os fios, senão, elas abrem um berreiro na hora de soltar o rabinho.

Quando a criança já tem idade suficiente para correr e brincar no parquinho, uma recomendação é tirar os cordões que servem para fechar jaquetas e casacos. Eles podem ficar presos em algum brinquedo ou porta e causar acidentes.

Com 4 ou 5 anos as crianças começam a querer se enfeitar. Use e abuse de pulseiras e colares compridos com pedras coloridas para as garotas. Os meninos vão começar a curtir relógios de borracha e plástico de todas as cores com desenho dos seus personagens preferidos.

Na cabeça vale tudo: bonés, chapéus, gorros, lenços, viseiras, capuz, especialmente para se proteger do sol quando a brincadeira for ao ar livre.

Para as meninas, uma idéia criativa é substituir cintos tradicionais por faixas de cetim coloridos, que deixam um ar mais leve. Prenda com um lindo laço para dar um toque mais feminino.

Chega uma fase em que eles querem carregar todas suas tralhas quando vão passar o dia no clube ou na casa de um amiguinho. Providencie mochilas e bolsas transpassadas que eles mesmos possam carregar.

Os óculos escuros infantis, se forem apropriados, podem ajudar a compor o visual. Deve-se ter cuidado com as lentes dos óculos. Camelôs e vendedores ambulantes oferecem modelos interessantes para a garotada, mas é preciso se certificar que as lentes tenham selo de proteção dos raios solares ultravioletas. Essa moda chama a atenção dos baixinhos pela ousadia das cores e a diversão que o produto oferece.”

E aí, gostaram?

Beijos

@conversinhadmae

Hoje é o seu dia – Ana Luísa

O Conversinha de Mãe estreia hoje sua mais nova seção: “Hoje e o seu dia”, para registrar o aniversário das crianças de nossas queridas amigas e seguidoras. E, para começar, nossa homenagem vai para uma menininha muuuito especial: Ana Luísa ou simplesmente Aninha, como nós a chamamos, que hoje completa cinco aninhos.

Aninha é filha de nossos amigos Valéria e Carlos Augusto e irmã de André Lucas. Uma menina extremamente doce, educada (não poderia ser diferente, com os pais que têm) e que para mim tem também uma importância ainda maior. É que Aninha e Beatriz, minha filhota, são melhores amigas.

Aninha e Bia: irmãs "gênias"
Isso mesmo. Apesar da pouca idade, as duas se gostam muito. É lindo ver o carinho que uma tem pela outra e a felicidade que expressam quando se reencontram. Como elas dizem, são irmãs “gênias”. Esperamos que essa bela amizade continue com o passar dos anos.

Neste dia tão especial, o blog Conversinha de Mãe lhe deseja, Aninha, que Deus continue abençoando sua vida, lhe dando saúde, paz, inteligência e que você continue essa menina meiga, cercada por essa família linda que você tem. Um abraço bem grande pra você e tudo de bom.

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Pelo fim da publicidade infantil


Gente, já falei aqui sobre o quanto às vezes beira o absurdo a quantidade de propaganda veiculada, principalmente na televisão, voltada para as crianças. Quase não tenho tempo de assistir TV, especialmente durante a semana e pela manhã (quando a programação nas emissoras de sinal aberto é maior para os pequenos), mas aos sábados o que vejo é uma avalanche de comerciais: são calçados, mochila, iogurte, biscoito, brinquedo e mais um catatau de coisas que deixam qualquer um maluco.

Outro dia, estava no mercado com Alex e Beatriz tomando uma água de coco. Nos cinco minutos que passamos lá, num boxe vizinho tinha uma TV sintonizada num canal que tinha uma programação infantil. Estava no intervalo e num espacinho de dois ou minutos – sem exageros – parecia uma lavagem cerebral de comerciais de mochila escolar para meninas. Que é isso, gente?! Na hora entendi por que foi tão difícil convencer minha filha que este ano ela não precisava de uma mochila nova, porque a do ano passado dava pra usar.

É uma coisa séria isso. Por isso que não pensei duas vezes e assinei o manifesto pelo fim da publicidade dirigida ao público infantil, que está disponibilizado na internet (www.publicidadeinfantilnao.org.br). Já foram colhidas mais de 13,2 mil assinaturas. O objetivo é que a publicidade de produtos e serviços dirigidos à criança seja voltada para os pais e responsáveis e não a elas, pois estas não possuem desenvolvimento bio-físico e psíquico para discernir o que realmente precisam. Pelo contrário, são um público vulnerável aos apelos mercadológicos.

O movimento já conta com o apoio de mais de 150 instituções, como o Movimento Nacional de Direitos Humanos, Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub), Childhood Brasil - Instituto WCF Brasil, União Nacional dos Estudantes (UNE), Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo, entre vários outros.

O manifesto é mais uma forma de tentar proteger as crianças dos apelos mercadológicos. O movimento acredita que a utilização da criança como meio para a venda de qualquer produto ou serviço constitui prática antiética e abusiva, principalmente porque 27 milhões de crianças brasileiras vivem em condição de miséria e dificilmente têm atendidos os desejos despertados por essas propagandas.

E você, o que acha disso? Dê sua opinião. E, se concorda, assine também o manifesto no site.

Beijos

@conversinhadmae

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Circo de Luiza


No último sábado, os jornalistas Cristine Britto e André Barros reuniram os amigos para comemorar os dois aninhos de sua filha mais velha, Luiza. O colorido deu o tom do niver, que teve como tema “Patati e Patatá no circo”. A garotada curtiu cada momento da festa. Pula-pula, camarim infantil, espaço com brinquedos para as crianças menores, além das brincadeiras com a animadora, foram algumas das atrações que fizeram a festa da criançada.
 
O aniversário foi também momento para reencontrar amigos jornalistas que levaram seus pequenos para curtir a comemoração. Aqui você confere alguns flashes da noite.

 
A decoração da mesa principal...
... e a deliciosa mesa com guloseimas (hum...)

O camarim infantil fez sucesso. Que o diga Bia...
Aqui ela já arrumada
Aos quase dois anos Maria Alice
também aprovou o serviço
A mamãe Karina Mendes acompanhou tudo...
... assim como o papai Henry

Minha amiga jornalista e blogueira
(http://www.amormaior-se.blogspot.com/), com sua
Maria Alice, suuuuuper fashion vestidas iguais

A elegante jornalista Fernanda Correia
com seu pequeno Luiz Fernando

Minha amiga Sheyla Fonseca com sua
caçula, a lindinha Hellena
Beijos

@conversinhadmae

Parabéns para nós!!!


Viva!!!!! Hoje nosso blog Conversinha de Mãe completa três meses de existência. Graças a Deus, tenho motivos de sobra para comemorar. Nesses 90 dias de vida no mundo virtual tivemos muitas alegrias, entre elas a fidelidade e o reconhecimento de vocês.

Nesses pouquinhos meses de vida – como um bebezinho que está ainda engatinhando – já tive muitas alegrias aqui nesse espaço. E cada dia é uma nova conquista. Já ultrapassamos a marca dos 6.500 acessos. Um crescimento surpreendente, de aproximadamente de mais de 160%, tendo em vista que no mês passado tínhamos 2.600 visitas.

No último mês, também, colocamos no ar algumas novidades, com as seções “Desabafo de Mãe” e “Tiradas da Bia”, que têm feito o maior sucesso, graças à receptividade de nossos leitores. Tudo isso faz com que cada dia procure trazer coisas ainda mais legais e interessantes, para que o Conversinha de Mãe se torne leitura obrigatória (e prazerosa!) para as mamães.

Neste dia especial, queria compartilhar com vocês a presença do blog (justamente hoje, no nosso aniversário) na coluna “Singular”, do jornalista a professor Dênison Sant’Ana, no jornal Correio de Sergipe, com uma notinha falando sobre o Conversinha de Mãe. Espero continar contando com vocês, lendo, participando e sugerindo novidades para este espacinho. Para isso, podem utilizar o e-mail conversinhademae@gmail.com.

Notinha publicada hoje no jornal Correio de Sergipe

Então, parabéns para todos nós!

Beijos

@conversinhadmae


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Desabafo de Mãe

O nosso Desabafo de Mãe desta semana tem a participação de minha amiga Sheyla Fonseca, mãe de Dimitri, 4 anos, e Hellena, 2, e esposa do radialista William Fonseca. Ela nos conta um momento muito especial que está vivendo com sua filhinha, depois que descobriu um probleminha de saúde que é comum acontecer em crianças, mas que precisa que os pais estejam atentos. Confiram a seguir.

Hellena e Sheyla
“Às vezes no corre-corre diário da nossa vida não paramos para dar um pouco mais de atenção aos nossos pequenos, não porque queremos, mas por falta de tempo mesmo. Muitos pais acham que deixar a responsabilidade de educar 100% para escola é mais fácil ou nos momentos em que as crianças estão em casa deixam com babá, no computador ou jogos eletrônicos (eu sou totalmente contra) e tratam o filho muitas vezes como bichinho de estimação, de vez em quando chega perto e coloca um pratinho de comida e olhe que isso acontece também com pais e mães que não trabalham o dia inteiro, tem gente que acha que é mais fácil criar um filho assim, eu discordo!

Tento ser uma mãe sempre presente e atenta a todas as mudanças e rotinas dos meus filhos (tenho dois: Dimitri de 4 anos, e Hellena de 2 anos). Mas como trabalho o dia inteiro às vezes algumas coisas realmente não tenho como acompanhar, por exemplo, levar e buscar na escolinha (isso quem faz é o pai ou quando ele não pode, por algum motivo, aciono meus irmãos ou meu pai, que são as pessoas com quem posso contar a qualquer momento e jamais se negam a fazer qualquer coisa que seja para meus filhos).

Até as festinhas de aniversário que faço na escolinha eu não participo. Vou no horário do meu almoço, arrumo tudo e na hora da festa o pai está lá e os amigos fiéis Luiz Prado (dindo de Dimitri) e Luciana (dinda de Hellena), que nunca faltaram e tentam fazer tudo para que as crianças não sintam tanto minha falta, se é que isso é possível. Afinal, é incomum a mãe não participar da festa de aniversário dos filhos. Sempre explico que a mamãe arruma tudo lindo para eles, mas não vai poder ir por conta do trabalho.

Como não tenho babá e eles estudam no período da tarde, pela manhã ficam com minha mãe, que é a melhor avó do mundo! Ela cuida deles com o maior carinho que uma avó pode dar aos seus netos, sem preferências. E ainda tem meus irmãos (tenho três, todos homens), que quando estão em casa nesse horário ajudam minha mãe a cuidar deles. São tios muito carinhosos e atenciosos.

De uns 20 dias para cá meu irmão mais velho começou a perceber que Hellena estava ficando com o olhinho diferente, “zarolhinha” como se diz normalmente, e passou a observá-la mais. Depois disso comentou comigo, então passei a prestar mais atenção e realmente percebi que ela estava estrábica, e não era em apenas um olho, como costuma acontecer. Às vezes era o esquerdo, outras vezes o direito e isso passou a ficar mais visível com o passar dos dias. É como se o problema tivesse crescido depois da descoberta.

Resolvemos mais que a depressa procurar um oftalmologista para ver o que estava acontecendo. Ouvir um especialista é sempre importante, não dá para ficar no “achismo”. Como estávamos no período de férias foi difícil encontrar um oftalmologista com horário disponível. Todos que eu ligava só tinha vaga para março, a não ser que fosse urgência e eu sempre dizia a mesma coisa para as atendentes: para uma mãe o caso é urgente! Passei dois dias tentando até que quando liguei para o Hospital de Olhos de Sergipe (HOS) consegui um que é especialista em Estrabismo e atende crianças. Foi um alívio em meu coração e tinha vaga para o dia seguinte, nem perguntei o valor da consulta. Marquei e pronto! 

Ela foi atendida pelo oftalmologista Joaquim Barros, que fez todos os testes nos olhinhos dela e o foi descoberto que o problema é Estrabismo Divergente Intermitente.  Eu logo pensei: nossa, que nome imenso! Mas ele, muito atencioso, nos explicou o que isso significava. De forma superficial, pois não sou especialista, isso é quando os olhinhos têm o desvio para fora e também não é tipo aquele que fica parado o tempo todo, o olhinho fica tortinho às vezes, como o nome diz intermitente (vai e volta).

Eu perguntei logo: tem cura? Qual o tratamento? Bom, como até os seis anos de idade a criança não está com a visão totalmente formada, os especialistas não aconselham cirurgia antes dessa idade. O tratamento é uso de protetor ocular (tampão) durante quatro horas por dia, cada dia um olho diferente e os óculos com grau para forçar os olhinhos a convergirem. Esse é o tratamento que ela está fazendo nesse primeiro momento e dentro de quatro meses ela volta ao doutor Joaquim, para fazer uma nova avaliação.

"Novidades" não impedem Hellena
de brincar à vontade

Foi um momento delicado para nós que amamos tanto nossa pequena Hellena, mas ela está se adaptando tão bem ao tratamento que nem parece que só tem pouco mais de dois aninhos. O tampão ela só reclama um pouco na hora tirar. Comprei na internet, por indicação do oftalmologista, uns coloridinhos para facilitar a aceitação do tratamento, (www.aftam.com.br).

Tampões coloridos que Sheyla adquiriu na
internet, para facilitar a adaptação

A escolha dos óculos foi um pouco mais complicada, porque é difícil encontrar modelos que sejam ideais para o rostinho de uma criança de dois anos. Não foi tarefa fácil. Esses que ela está usando são da Turma da Mônica. Ela ainda está resistindo um pouco em usá-los, mas já usa durante o dia um bom tempo e a noite também. Só não foi para escolinha ainda com eles, pois acho que só é bom ela ir quando estiver totalmente adaptada.

Hellena toda elegante com seus óculos

Agora, como tratamento está sendo feito direitinho, tanto eu como William, meus pais e meus irmãos estamos dando muito carinho para que ela tire tudo de letra e não fique se sentindo diferente por isso, principalmente na escolinha. E eu só tenho que agradecer a Deus por ter ao meu lado pessoas como meus pais e meus irmãos que estão sempre presentes na vida dos meus filhos, dando amor e carinho de forma tão sincera e verdadeira, se preocupando com eles e prestando atenção a tudo mesmo, muitas vezes suprindo essa minha ausência, que não é por omissão e sim por conta do trabalho.

Aproveito também para citar aqui pessoas que são amigas de verdade e quando souberam fizeram questão de dar atenção e ficaram preocupadas com Hellena se mostrando prestativas e muito carinhosas com ela: como Karine (Prosigns), Rose (Jovem Pan) JK, Marinho, Josy e minha querida amiga Edjane Oliveira, que abriu esse espaço aqui para que eu pudesse compartilhar com as seguidoras do blog esse momento.”

Emocionante, não, a história de Sheyla. E, querida, não precisa agradecer nada. Sua experiência serve para que nós, mães, possamos estar mais atentas a nossos filhos, principalmente à saúde deles.

E você, tem alguma experiente para nos contar. Pode entrar em contato conosco, através do email conversinhademae@gmail.com.

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Tiradas da Bia – cuidado para não cair!


Estávamos iniciando o almoço, ontem, e o telejornal local ia começar. A apresentadora passou a ler as manchetes principais e, como costuma fazer todos os dias, ao final ela disse a costumeira frase de que o jornal estava entrando no ar naquele momento. Eis que minha filha se sai com essa:

- Oxe!! Tá no ar?! Então vai cair, né?

É, faz sentido, não? Dona Bia sempre com suas perguntas difíceis.

Beijos

@conversinhadmae

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dia Mundial da Internet Segura


Hoje se comemora em todo mundo o Dia da Internet Segura (o Safer Internet Day), iniciativa que mobiliza 65 países buscando conscientizar as pessoas a uma utilização segura da internet. O tema deste ano é “Estar online é mais que um jogo. É sua vida”. Em várias partes do país estão sendo realizadas atividades não apenas hoje, mas durante toda semana e restante do ano também, para marcar a data.

Se o uso seguro da internet é uma coisa importante para nós, adultos, imagine quando se fala em crianças. Nós – pais, tios, avós – devemos estar muito atentos à utilização que os pequenos fazem da rede mundial de computadores (ou rede munidal de pessoas, como diz o jornalista Marcelo Tas, um dos atores principais da campanha deste ano). Essa ferramenta, que ao mesmo tempo é maravilhosa, por propiciar facilidades mil de acesso a conteúdos que antes não eram possíveis, pode se traduzir também em um grande risco, pois nossos filhos podem estar sendo expostos a sabe-se lá o que ou quem.

Hoje já é possível a instalação de programas que restringem o acesso deles na net. Mas programa nenhum é melhor e mais infalível que a atenção de pais zelosos pelo bem estar deles. Eu ainda não tenho muita experiência com isso, porque minha filha está com quatro anos e, por enquanto, não é muito ligada à internet. Mesmo assim, quando ela pede para brincar com joguinhos, meu marido, Alex, sempre fica ao seu lado, acompanhando. Ah, e sinceramente, eu espero que seja sempre assim.

Então, fica a dica: converse sempre com seu filho sobre os benefícios e riscos que a internet nos oferece. Se possível, você mesmo mostre a ele sites interessantes para ele acessar, com joguinhos adequados à sua idade, entretenimento e pesquisa. Deixe sempre claro a ele que, em qualquer dúvida, é a você que ele deve procurar. Uma relação próxima entre pais e filhos colabora e, muito, pois essa proximidade cria um elo de confiança.
Hoje, existem muitos programas que auxiliam os pais com os perigos apresentados na internet, porém não dá para dizer que estamos 100% seguros. Por isso, a atitude mais indicada para manter uma boa relação com filhos e a internet é a conversa.
Sente com seu filho, mostre a ele sites seguros que ele possa jogar, pesquisar e aprender com o conteúdo. Dê liberdade e o aconselhe a perguntar qualquer dúvida que apareça quando estiver navegando por sites ou conversando com alguém.

Beijos

@conversinhadmae

Um novo caminho escolar

Nota dez!!! Tem como não ficar com o coração aliviado ao ouvir esta resposta da filha sobre o que achou da nova escola, no primeiro dia de aula? Claro que não! Ontem, minha filhota Beatriz voltou às aulas. Para ela, este ano foi tudo diferente: nova escola, novas professoras e novos coleguinhas. Confesso que estava um pouco apreensiva, mas, conhecendo bem como minha pequena é, sabia que ela iria se adaptar otimamente bem ao seu novo ambiente escolar.

A gente pesquisa, visita, conversa, recebe referências, mas o que vale na prática é a opinião de quem vai estar ali no cotidiano, passando boa parte do dia e, mais que isso, no local onde irá aprender. Foi muito bom ouvir dela que gostou da nova escola. “Gostei, é muito legal” foram algumas das palavras que ela disse ontem, tão logo a pegamos após seu primeiro dia de aula deste ano.

Toda à vontade em sua nova sala de aula

Ela está tão empolgada com o retorno aos estudos que disse que a aula demorou muito para começar, isso porque as professoras tiveram que conferir o material de uso pessoal e livros de cada um dos alunos. Dona Bia falou até que o deverzinho passado pelas professoras (Tia Lu e Tia Vivi, que ela já disse que são lindas e muito gente boa – e ai de quem achar diferente) foi muito fácil, é mole? “O dever era tão besta, que eu sabia fazer tudo”, saiu-se ela com esta. rsrsrs

Uma das primeira tarefinhas de casa feitas:
desenho sobre como foi seu primeiro dia de aula

Bem, no mais espero que esse gosto, tanto pela escola, professoras e estudos, seja perene. Que cada vez mais ela seja uma aluna aplicada e sinta prazer em estar na escola, pois isso, com certeza, facilita o processo de aprendizado. Para mim, também, a primeira impressão da escola foi das melhores. A professora muito atenciosa, deixando-nos bem à vontade. Espero que seja apenas o início de uma looonga trajetória.

Beijos

@conversinhadmae

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Estará tudo ok mesmo?

Ah, confesso que sou um pouco cética para algumas coisas. Ao ver na internet uma matéria com a imagem impressionante de um feto de 20 semanas fazendo sinalzinho de “ok” para a mamãe através do ultrassom fiquei com uma pulguinha atrás da orelha para saber se seria verídica ou não.

O texto, publicado no portal R7, na seção Esquisitices, conta que a mamãe Donna, de 29 anos, moradora de Kent, na Inglaterra, estava apreensiva para saber se estava tudo bem com seu bebê e foi fazer um ultrassom. Para sua surpresa – e felicidade –, durante o exame foi o próprio bebê que disse como tudo estava, através de um sinalzinho com o polegar, bem parecido com um sinal de positivo.


Mas será verdade mesmo ou apenas mais uma daquelas montagens fotográficas que se proliferam na internet? O que vocês acham? Bem, se foi verdade, imagino o alívio que sentiu aquela mamãe, que estava tão agoniada com a saúde de seu filhinho.

Beijos e boa semana.

@conversinhadmae

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Lançamento da "Tiradas da Bia"

Demorou, demorou, mas eu consegui, finalmente, tirar da cabeça e tornar realidade mais uma seção aqui do blog: Tiradas da Bia. Este é um espaço para ir colocando aquelas frases, cheias de argumentos, que são disparadas algumas vezes por dia pela minha pequena Beatriz. Às vezes ela se sai com cada uma que nem dá para acreditar que é uma criança de apenas 4 anos que está falando.

A de hoje não aconteceu hoje. Foi na semana passada. Já compartilhei ela com algumas pessoas, mas vou deixar registrada aqui no Conversinha de Mãe, para marcar a estréia da seção (que não terá periodicidade, vai depender da criatividade da minha filhota).

Estávamos eu, ela e Alex (meu marido e pai dela) na casa da minha mãe, na cozinha jantando. Era segunda-feira e ia ter um culto lá. Ela se vira para mim e pergunta:

- Mãe, a gente vai ficar pro culto?

Cansada como estava, depois de um dia inteiro de trabalho, respondo:

- Não sei, seu pai é quem sabe.

Depois de alguns segundos...

- Pai, a gente vai ficar pro culto?

Meio lacônico, Alex responde alguns instantes depois:

- Filha, não sei.

Após alguns poucos segundos de reflexão, intrigada e, diria, até certo ponto insatisfeita, ela olha para nós dois e solta essa:

- Mas, então, quem é que resolve as coisas por aqui?

Aí foi impossível não olhar para Alex e cair na risada. É isso que dá esse jogo de empurra, não?

Beijos

@conversinhadmae

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Praticidade ou saúde?

Primeiro queria pedir desculpas pelos dias que passei desaparecida daqui. É que, pra variar, a semana foi muito corrida, muito trabalho para fazer, saindo tarde do jornal e chegando em casa sem pique para escrever mais nada. Então, como prezo por trazer aqui para este espaço assuntos interessantes, preferi esperar um pouquinho e... aqui estou eu de novo.

Há alguns dias queria falar com vocês sobre uma coisa que estava me deixando com uma pulguinha atrás da orelha: os sucos de caixinha. Não sei se já comentei com vocês, mas minha filha Beatriz, 4 anos, nunca tomou refrigerante. A princípio, esta foi uma decisão nossa – minha e de meu marido – em não ofertar esse tipo de bebida a ela nos primeiros anos de vida, embora a gente tome, e muito! Depois, com o passar do tempo, mesmo vendo todos beberem, ela nunca se interessou. Sempre foi adepta dos sucos de fruta, água e água de coco.

Até mesmo na escola, quanto tem aniversário, ou mesmo em festinhas ela nunca pediu para experimentar e se você perguntar a ela se quer ela logo responde: “Não gosto refrigerante”. Pois bem, há dois anos, quando ela começou a estudar, por conta da praticidade, acabamos optando pelos sucos de caixinha para ela levar. São mais práticos, não tinha garrafinha térmica para ficar vazando na lancheira na volta da escola e tudo mais... Os sucos de caixinha também acabam sendo uma ótima opção para levar na bolsa numa saída rápida de casa.

Aditivos químicos e corantes presentes nas caixinhas
podem causar alergias nas crianças

Mas outro dia minha mãe comentou comigo que viu uma reportagem na televisão falando sobre alguns pontos negativos desse tipo de suco. Fiquei pensando muito sobre isso e resolvi procurar um especialista no assunto para trazer esse assunto aqui para o Conversinha de Mãe.

Foi a nutricionista Dorys Araújo que falou com a gente sobre os sucos de caixinha. Ela disse que a vida atual nos faz procurar atitudes mais práticas, mas lembra que não podemos deixar de lado a preocupação com a saúde. Segundo a especialista, hábitos saudáveis devem ser instituídos ainda na infância e, quanto menos ou mais tardiamente oferecemos tais produtos às crianças, menor será o tempo de exposição delas a determinadas substâncias que podem causar problemas à saúde.

Dorys disse que não restam dúvidas que os sucos naturais são mais saudáveis do que os de caixinha tetrapak e garrafinhas de plástico. Ela ressaltou que, apesar de práticos, eles contêm aditivos químicos, como corantes, aromatizantes, açúcares ou adoçantes, que trazem consequências a saúde das crianças, a exemplo de alergias e disfunções digestivas.

Observe sempre a composição, para ver se há conservantes

Entre estes corantes estão a tartrazina (INS102) e amaranto (INS123) e o conservante benzoato de sódio (INS211), que estão sendo apontados como causadores de reações alérgicas e estão ligados ao aumento de distúrbios de atenção e hiperatividade infantil. A nutricionista disse que os néctares são industrializados com altas concentrações de açúcares. (E eu que pensava que esses néctares eram mais ‘saudáveis’ que os outros. Aff...)  “O excesso de açúcar causa prisão de ventre, dificulta a digestão, além de favorecer a obesidade”, alertou Dorys Araújo.

Néctares: alta concentração de açúcar

A nutricionista disse que apenas o consumo de frutas pode proporcionar o aproveitamento dos nutrientes, tão importantes à fase de crescimento e desenvolvimento das crianças, uma vez que os processos de fabricação dos sucos proporcionam a eliminação de alguns nutrientes, a exemplo das fibras.
Ela disse que uma boa opção é oferecer sucos que não necessitam de adição de açúcar, como tangerina, laranja, maçã e uva. Já o suco de maracujá – um dos preferidos da garotada –, não tem jeito, requer um pouquinho de açúcar. “Menos mal, pois é natural”, ressaltou Dorys. Depois de tudo isso, decidi: os sucos naturais, feitos em casa vão voltar ao lanchinho diário de Bia na escola.

Nutricionista Dorys Araújo
E como ainda estamos no início do período escolar – minha filha vai iniciar as aulas no dia 7 – aproveitamos a participação da nutricionista Dorys Araújo e pedimos algumas dicas para ajudar no preparo saudável dos lanches para a criançada. Você pode usar as sugestões e elaborar um cardápio bem diferente e variado do lanche que as crianças levam para a escola. Vejam:

• Prepare polpas de frutas nas cubas de gelo, o que facilita colocar os cubos nas garrafas térmicas, mantendo assim a temperatura agradável da bebida; 
• O mesmo procedimento das cubas de gelo pode ser feito com cenoura, couve, espinafre ou beterraba, que enriquecem os sucos, tornando-os mais nutritivos;
• A água de coco também é uma excelente opção;
• Leite gelado com cacau em pó;
• Pão integral com queijo branco machucado no garfo, orégano e azeite de oliva, podendo acrescentar passas;
• Pão integral com geléia;
• Pão de centeio com frango desfiado misturado com iogurte natural e cenoura ralada;
• Salada de frutas sem açúcar;
• Frutas cortadinhas com cereal;
• Estimule também o consumo de água, que é a melhor fonte de hidratação para o nosso organismo.


Espero que tenham gostado das dicas dadas pela nutricionista Dorys Araújo. Se tiverem sugestão de temas para a gente abordar aqui no Conversinha de Mãe, é só entrar em contato conosco através do e-mail conversinhademae@gmail.com.

Beijos

@conversinhadmae

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Desabafo de Mãe

Tinha prometido novidades em breve aqui no blog, não? Pois, então, hoje o Conversinha de Mãe lança sua primeira seção, que pretende ser semanal. Estamos estreando a coluna Desabafo de Mãe. Este é um espaço para que nossas seguidoras possam, realmente, fazer um desabafo, relatando com suas próprias palavras alguma situação que tenham vivido, que se refira aos seus filhotes.

E, inaugurando esse espaço especial, temos Marcela Lima, a mamãe da fofíssima Sophia, de um ano e três meses de idade – xodó também do papai Flávio Vasconcelos, pra ele não ficar com ciúmes. Ela conta para nós um pouco desse momento novo que está vivendo: o início da vida escolar de sua filhinha. Em seu relato, Marcella fala sobre como foi o processo de primeira semana de adaptação. Confiram a seguir.

“O primeiro dia de aula de Sophia no maternalzinho da Escola Jardim Espírito Santo, começou na noite anterior: dormir cedo para acordar cedo! Mas isso não aconteceu. Ela dormiu tarde e na hora de acordar resistiu exatos 18 minutos para abrir os olhinhos. Rsrsrs – acostumada a acordar às 9h, realmente era um sacrifício acordar às 6h30. Porém, etapa vencida! Acordou, tomou banho animada e seguimos  para o nosso destino.

A escolinha estava em festa, muita gente recepcionando – sempre com o ‘sorrisão’ no rosto e chamando a criança pelo nome. Muita cor, muitos brinquedos e musicalização. O primeiro dia estava sob os cuidados dos meus olhos. Observava de longe todos os passos da minha pequena.  Ela brincou, dançou e tentou abraçar muitos coleguinhas. Rsrsrsrs. Porém não chorou e nem quis ficar comigo (Oh! Sensação estranha). Em alguns instantes ela olhava e sorria, na sensação de que a ‘mamãe está ali então posso continuar brincando’. Nesse dia a adaptação foi das 8h às 9h.

A pequena Sophia interagindo com os novos coleguinhas

Já no segundo dia o ‘acordar’ foi mais tranquilo. Na escolinha a mesma recepção: muita cor, muitos brinquedos, musicalização e agora com teatrinho. O legal é que os bichinhos no final da história sempre tiravam a máscara e mostravam o rosto. Diferente do primeiro dia, o horário foi das 8h às 9h, sendo que 30 minutos antes eu tive que me afastar e ficar fora do campo de visão dela. Porém observava todos os passos. Nesse momento ela foi para a salinha de aula e voltou de lá com uma ‘obra de arte’ feita com massa de modelar. Rsrsrs

O terceiro dia de adaptação inicialmente aconteceu igual ao dia anterior – mesma recepção, muita cor, muitos brinquedos, musicalização, teatrinho, mas incluíram a oficina de artes. Toda criança que chegava produzia uma peteca. O horário foi das 8h às 10h, sendo que a minha observação agora era só de 1h. Sophia nesse dia continuava tranquila e sem choro. Aproveitando tudo. ‘A menina não para, rsrs’, essa foi a frase de uma professora.

No quarto dia tudo ocorreu como nos dias anteriores com um diferencial: na quadra de esportes incluíram cama elástica, pula-pula e muitos carrinhos. Nem preciso dizer que Sophia adorou não é?! O horário foi das 8h às 10h30. Brincaram muito por 30 minutos e em seguida foram para a salinha de aula. Naquele momento dava-me conta de que o cordão umbilical era cortado, pois foi o momento da separação. Todas as crianças saíam dos nossos cuidados e nós mamães ficamos afastadas completamente delas. Confesso que foi o dia em que me senti mais estranha, - liguei para o marido, para a minha irmã e mãe, tentando preencher alguma coisa que estava vazio – minha pequena me mostrou que estava crescendo.

Isso é que é diversão, não?

O quinto dia ocorreu da mesma forma, o horário foi das 8h às 11h. Brincou e sem dúvida adorou tudo. O momento da separação foi das 9h às 11h. Nesse dia começava a ouvir choros de crianças, mas logo a traziam para a sua mamãe, daí tudo resolvido. Porém, me surpreendeu positivamente a quantidade de crianças que passou por essa situação: quatro no máximo!
No sexto e último dia a recepção foi como os dias anteriores. Deram ênfase maior ao teatro. O horário foi da 8h às 11h30. Às 9h aconteceu a primeira reunião de pais. A direção da escola explicou muita coisa importante sobre a instituição.

A conclusão que tirei dessa semana de adaptação foi que de fato ela é necessária e funciona, muito. A socialização e o começo da rotina são importantíssimos. Surpreendeu-me a quantidade de crianças que não choraram. Para nós, mães, não é fácil. Imagine: primeiro entregar o nosso maior tesouro aos cuidados de alguém que ‘não conhecemos’; segundo, ficar longe e sem observar o que ocorre e por último surge a dúvida: será que estão cuidando direito?

Antes tinha aquela imagem de crianças se agarrando e escandalizando ao serem deixadas na escola. E quando paravam de chorar? Quando elas cansarem ou dormirem. Grande trauma e com certeza um dos grandes motivos para muitos adultos de hoje não gostarem de estudar e atrasarem a entrada de seus filhos à escola.

Sophia totalmente à vontade na escolinha

O conselho que digo às mães que passarão por isso é que conheçam antes a escola que pretendem educar seus filhos. Não se prendam somente à estrutura física oferecida e dê mais atenção à proposta pedagógica. Isso é importantíssimo! – Marcela Lima”

Nossa amiga Marcela se empolgou tanto com o desempenho de Sophia que esqueceu de tirar uma foto com ela. Rsrsrs. Faz parte da empolgação de mãe. Quem quiser fazer também seu desabafo pode enviar para o e-mail conversinhademae@gmail.com. Ah, e não esqueçam: agora vocês também podem nos seguir no Twitter: @conversinhadmae.

Beijos