sexta-feira, 25 de julho de 2014

52% dos pais admitem ceder às chantagens dos filhos quando assunto é consumo



“Todo mundo tem e só eu que não vou ter”… “Se você me der, eu prometo que faço isso”… “Meus amigos vão rir de mim se eu for o único que não tiver”… É difícil encontrar pais ou mães que não tenham cedido a pressões dos filhos como as listadas acima. E foi justamente o que constatou uma pesquisa do Portal Meu Bolso Feliz em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil): 52% das pessoas ouvidas afirmaram já ter comprado produtos para os filhos, mesmo sabendo que essa atitude iria comprometer o orçamento da própria família.

Os pais também foram questionados a respeito dos argumentos mais desafiadores ao lidar com a pressão dos filhos. Para 22% dos entrevistados, o mais difícil são as negociações do estilo “se você me der isso, eu prometo fazer aquilo”. Em segundo lugar vem a chantagem emocional, argumento mencionado por 16% da amostra. Nesse caso, os pais acabam cedendo para não se sentirem culpados, ou para não “ficar com dó” das crianças.

Para a psicóloga Maria Tereza Maldonado a criança, como qualquer ser humano, é dotada de desejos e ânsias e, desde muito cedo, aprende formas e mecanismos para satisfazer suas vontades. “Um bebê, por mais novinho que seja, já consegue entender que tem o poder de chamar a atenção dos pais e de todos em sua volta, quando começa a chorar, por exemplo. Sendo assim, a criança aprende no convívio com os pais quais são os argumentos e até as chantagens mais eficientes que vão fazer com o que o seu desejo seja realizado”, explica a psicóloga. Além disso, na avaliação da especialista, o atual bombardeio publicitário ao qual as crianças estão expostas colaboram para despertar novos desejos e ânsias pelo consumo.

O sentimento de culpa
Na avaliação dos especialistas ouvidos, o consumo como moeda de troca está solidificado, na maioria dos casos, em um sentimento de culpa dos pais. “A satisfação do desejo sentido pelos filhos pode representar, na verdade, uma compra de paz de espírito para os próprios pais. Comprando tudo aquilo que o filho pede, os pais tentam se livrar do peso causado pelas longas ausências em função do trabalho e da rotina corrida do dia a dia”, explica a psicóloga Tânia Zagury.

É tanto que, quando os pais foram perguntados sobre os produtos mais comprados para os filhos nos últimos três meses, os itens de eletrônicos (jogos, celulares e notebooks) aparecem em primeiríssimo lugar, seguidos das roupas, dos programas de passeio, dos calçados e dos brinquedos.

“Não me espanta o fato de que jogos, celulares e notebooks sejam os itens mais comprados pelos pais, porque são exatamente estes itens que deixam as crianças entretidas por mais tempo, inocentando os pais pela ausência de afeto e dedicação às crianças”, explica Maria Teresa.

O não positivo
O poeta Fernando Pessoa escreveu certa vez em seus versos: “Vida vivida é vida sofrida”. E realmente é fato: não existe como vivenciar uma experiência na Terra, sem passar por dificuldades e frustrações. Os especialistas do Meu Bolso Feliz são unânimes em afirmar que experiências de frustração na infância são imprescindíveis para que a criança desde cedo aprenda a lidar com situações difíceis e de desconforto.

“Aí entra o não positivo, que é simplesmente a maneira que os pais negam o pedido da criança — nas situações em que realizá-lo não é possível –, explicando o motivo por que aquele desejo está sendo negado”, orienta Maria Teresa.

Para a psicóloga, o segundo passo é identificar a raiz do desejo da criança, ou seja, por que ela quer tanto determinado produto naquele momento e a todo custo. “Os pais vão perceber que, muitas vezes, o problema que a criança está enfrentando não tem nada a ver com o mundo material e aí podem até identificar um problema de autoestima e de insegurança do filho. Por isso a importância de praticar o não positivo”, revela a especialista.

Ela acrescenta ainda que dinheiro e gastos excessivos não curam esse tipo de insegurança do filho. “Muito pelo contrário. Ao darem este exemplo, os pais estão incentivando um tipo de ciclo vicioso, que na maioria das vezes resulta em descontrole financeiro e não resolve o problema da criança”, explica.

Mau exemplo para os filhos
A pesquisa do SPC mostra que os pais não estão, no geral, dando bom exemplo aos filhos. Entre os entrevistados que têm filhos, 76% já ficaram inadimplentes, e 53% compraram alguma coisa sem precisar nos últimos três meses. Além disso, 74% não reservam uma parte dos ganhos mensais para poupança e 37% está pagando atualmente cinco ou mais parcelas ao mesmo tempo, entre compras parceladas no cartão de crédito, crediário, cheque pré-datado e empréstimos.

Na avaliação de Tânia Zagury, pais que têm dificuldades de lidar com dinheiro dificilmente terão um pensamento crítico em relação a gastos excessivos dos filhos e conseguirão dar um bom exemplo. “Não me surpreendo com o fato apontado pela pesquisa de que a maioria dos pais avalie que seus filhos têm bom comportamento financeiro”, disse Tânia.

Com mais da metade dos pais admitindo ceder à pressão dos filhos, a psicóloga concluir que a tarefa de formar consumidores mais conscientes não é nada simples. Os pais não têm educação financeira, compram por impulso e sequer percebem que os filhos seguem o mesmo caminho”, indaga.

De maneira geral, os especialistas do Meu Bolso Feliz recomendam que os pais conversem direta e abertamente com as crianças sobre a atual situação financeira da família, seja ela positiva ou não. “O pai que esconde a realidade financeira e satisfaz todas as vontades dos filhos, cria filhos sem limites e que vão ter profundas decepções ao longo da vida para lidar com perdas e frustrações. Já aqueles que falam abertamente e dão bons exemplos, conseguem criar adultos que, além de preparados financeiramente, conseguem superar e até driblar as dificuldades impostas pela vida”, concluir Maria Teresa.

Preparado para o consumo consciente
Aprenda com nossos especialistas como ensinar os pais a driblarem a chantagem emocional, educar o filho e tentar prepará-lo para o consumo na vida adulta:

 1) Aprenda a dizer não, mas contextualize e explique o motivo da decisão, de modo que a criança se envolva com as finanças de casa e se convença da impossibilidade de realização daquele pedido.

2) Ao saber da importância educacional de dizer “não” e da forma como se está preparando o filho para as frustrações futuras, os pais automaticamente declaram a disposição de mudar uma conduta evitar cair na armadilha da culpa ou da pena, sentimentos comuns nas relações. Resista à tentação de presentear os filhos por culpa.

3) Toda conversa deve ser conduzida com respeito e carinho, mas não subestime a capacidade da criança. Com uma boa linguagem, elas são capazes de entender os mais diferentes tipos de problemas. Lembre-se que nesse processo você estará ensinando a lidar com uma coisa natural da vida: frustrações.

4) As crianças são dotadas desejos assim como os adultos, mas é importante que tenham claramente na cabeça a diferença entre querer e precisar.

5) Entenda o porquê de tanto desejo sobre determinado presente/objeto e converse com a criança. Muitas vezes o problema que a criança está enfrentando não tem nada a ver com o mundo material e sim emocional. Dessa forma, os pais podem se surpreender e identificar um problema de autoestima e de insegurança do filho.

6) Converse com as crianças sobre as datas significativas para presentes especiais como Natal e aniversário. Evite os presentes fora de hora. É importante que os pais ensinem os filhos a suportar esperas.

7) Ao ir às compras, faça uma lista e mostre para criança como que os gastos da família são planejados. Se possível, também inclua a criança nessa lista, mostrando que ela tem espaço, mas que tudo deve ser feito com controle e planejamento.

8) Não use a mesada como um mecanismo de moeda de troca, como chantagem ou como um instrumento para acirrar ainda mais o controle dos pais pelos filhos. A mesada é um instrumento que serve para ajudar o filho a planejar e controlar os próprios gastos e não uma moeda de troca para se obter boas notas ou bom comportamento.

Beijos

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Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Estantes infantis: livros bem arrumadinhos

Foto: Pinterest
Minha pequena está crescendo. Cada dia mais desenvolvida, agora uma das suas coisas favoritas é ler. Ah, dá gosto de ver. Pega um livrinho, senta e começa a ler, ao seu jeito. Engraçado é que tem uns livrinhos que a gente já leu as histórias umas dezenas de vezes e ela quando vai ler imita as vozes que o pai faz quando lê. É lindo!!!! Já tentei gravar algumas vezes pra mostrar o vídeo, mas não consigo. Quando ela vê, para de ler.

E para organizar os livrinhos dela que estão todos espalhados comecei a procurar uns modelos de estante de livros bem bonitinhos e que fique bem à altura dela. Achei uns bem legais. Vejam se não são uma graça.
 
Conhecimento em árvore. Foto: Pinterest

Nessa, os livros ficam bem pertinho a cama
Foto: Pinterest

Simples, mas graciosa. Foto: Pinterest

Também simples, mas dá pra acomodar vários livros
e compõe com a mesinha de leitura. Foto: Pinterest

Zigzag pros maiores e outro tipo de estante em formado de árvore. Foto: Pinterest

Dá pra viajar na leitura, né?. Foto: Pinterest

Outros modelos fáceis de fazer. Foto: Pinterest

Pros apaixonados pelos bombeiros. Bem diferente! Foto: Tokstoc

A tradicional estante em formato de casinha. Um encanto! Foto: Pinterest

Beijos

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

A importância da suplementação da Vitamina A

A vitamina A tem diferentes funções no organismo humano, atuando, por exemplo, na visão e na produção de tecidos. Mas o corpo não produz essa vitamina que é absorvida por meio de alimentos como, fígado bovino, leite, verduras, frutas e legumes amarelos. Por isso, o Ministério da Saúde oferece suplementação de vitamina A para crianças de seis meses de idade a menores de cinco anos nas regiões que participam do programa Brasil Carinhoso do Governo Federal, conforme explicou a nutricionista da coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Maria Cavalcante.

"A suplementação é iniciada aos seis meses de idade e, a cada seis meses, ela volta à unidade básica de saúde para tomar outra cápsula de vitamina A. Então, de seis em seis meses ela está protegida e com aporte adequado de vitamina A. Dos seis meses aos 59 meses, ela tomaria aí nove cápsulas de vitamina A porque a cada seis meses ela deve retornar à unidade básica de saúde", explica a nutricionista da coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Maria Cavalcante.

Ainda de acordo com a nutricionista vinculada ao Ministério da Saúde, Ana Maria Cavalcante, a deficiência de vitamina A provoca sérios problemas à saúde da criança. "Podem desenvolver sinais clínicos de deficiência ocular, pessoas que têm uma deficiência instalada. Pode ocorrer, por exemplo, ressecamento da pele conjuntiva e da córnea ocular. Crianças suplementadas com vitamina A têm melhor resposta a doenças e, por isso, também tem dados que mostram que crianças que recebem suplementação de vitamina A têm menor risco de mortalidade, principalmente a mortalidade causada pela diarreia", afirma Cavalcante.

A servidora pública, Simone Costa, conta que o filho recebeu a vitamina A durante uma consulta de rotina. "A profissional de saúde me perguntou se eu gostaria que ele recebesse a vitamina A, eu aceitei e ele tomou a vitamina na unidade mesmo e ele tomou sem problema e não teve intercorrência alguma posterior", conta a servidora.

Em 2013, mais de três milhões e setecentas mil crianças foram suplementadas com vitamina A em mais de 2.500 municípios que integram o programa Brasil Carinhoso do Governo Federal. Este ano, a meta do Ministério da Saúde é atender seis milhões de crianças com essa suplementação.

Beijos

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Fonte: Rádio Saúde
Crédito: Mark Hunt/ Huntstock/ Corbis

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição da Caminhada em Apoio à Amamentação

Há 22 anos, a World Alliance for Breastfeeding Action (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno, com o intuito de reforçar a importância desse ato. Desde então, todos os anos, na primeira semana do mês agosto, 170 países organizam ações que tem o objetivo de aumentar os índices de amamentação no mundo. Para celebrar e impulsionar a causa, no dia 9 de agosto no parque do Ibirapuera, em São Paulo, haverá a 4ª Caminhada em Apoio à Amamentação, promovida pelo Hospital e Maternidade Santa Joana.

Este ano, estimasse que centenas de pessoas participem da ação que visa disseminar o assunto e proporcionar a troca de experiências. As inscrições são gratuitas e todos os que apoiam a causa estão convidados a comparecer, partir das nove horas da manhã, para a caminhada ao ar livre. O evento também contará com outras atividades relacionadas ao tema, como aula teórica e esclarecimento de dúvidas com o auxilio de profissionais da saúde. O início das atividades se dará a partir da aferição da pressão arterial dos participantes e exercícios de alongamentos. Também é importante que as gestantes levem autorização do obstetra para a prática de exercícios físicos.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno sempre apresenta um tema diferente, em 2014 o mote da campanha será ‘’Um ganho para toda vida’’, que levará em consideração os ‘’Objetivos do Milênio’’, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU). Para quem ainda não os conhece, os ‘’Objetivos do Milênio’’ são um conjunto de metas organizadas em governos dos 191 países-membros, com a finalidade de tornar o mundo um lugar mais justo, solidário e melhor para se viver.  Em setembro do ano 2000, os países acordaram de alcançar os 8 ODM’s até 2015 como forma de solucionar alguns dos grandes problemas da humanidade, como a pobreza, a fome e a desigualdade entre os sexos.
Ao analisar os maiores problemas mundiais, a ONU estabeleceu o que, no Brasil, são chamados de 8 Jeitos de Mudar o Mundo – que devem ser atingidos por todos os países. Uma das propostas é reduzir em dois terços, até 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos, e importância do aleitamento materno entra nessa lista como uma das intervenções fundamentais na contagem regressiva para alcançar essa meta.

Por isso, a Caminhada em Apoio à Amamentação quer estimular o interesse entre os jovens, tanto mulheres como homens, para compreenderem a importância e relevância do aleitamento materno, já que no mundo todo, a cada ano, mais de 10 milhões de crianças com menos de cinco anos morrem de doenças que podem ser prevenidas e tratadas. Há várias intervenções preventivas e terapêuticas eficazes e de baixo custo que podem ajudar a reduzir esse número, a principal delas é o aleitamento materno até os seis primeiros meses de vida do bebê, no mínimo.

Confira a programação:
9h – Entrega do Kit caminhada
9h30 – Alongamento
10h – Início da caminhada
10h45 – Fim da caminhada
10h45 às 12h – Equipe multiprofissional à disposição para esclarecimento de dúvidas e orientação sobre aleitamento materno 

Serviço:
Evento: 4ª Caminhada em Apoio à Amamentação Santa Joana
Local: Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, entrada pelo portão 10 (próximo à ponte de ferro)
Data: 09/08/2013
Inscrição gratuita: (11) 5080-6000 ou pelo site http://www.hmsj.com.br/caminhada-amamentacao

Fonte: Assessoria de Comunicação
Fotos da edição do ano passado

terça-feira, 22 de julho de 2014

Campanha quer lei que proteja a mãe que amamenta em qualquer lugar



Soa estranho, parece até incrível, mas muitas mães ainda são discriminadas e até recriminadas por amamentarem em locais públicos e privados. Numa época em que são conhecidos e divulgados os vários benefícios do aleitamento materno é inconcebível que isso ainda aconteça. Fazer com que todos se conscientizem disso é o objetivo da petição que está colhendo assinaturas na internet para que seja criada uma lei nacional que proteja o ato de amamentar em locais públicos e privados e que mães e bebês sejam respeitados apoiados e incentivados a isso.

A campanha “Lei de Proteção à Mãe que Amamenta: em qualquer hora e em qualquer lugar!” já conseguiu mais de 9.500 assinaturas. O objetivo é chegar a 100 mil. A idealizadora da campanha, Simone de Carvalho, destaca por que amamentar, e sempre que o bebê quiser, independentemente de onde esteja, é tão importante.

“De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o aleitamento materno é o padrão Ouro de nutrição infantil nos primeiros anos de vida do bebê. Ele é o alimento ideal para o crescimento, desenvolvimento e saúde da criança e deve ser incentivado até os dois anos e meio ou mais”, frisou.

No entanto, infelizmente, diariamente mães são constrangidas ou mesmo impedidas de amamentar seus bebês em locais públicos e privados. Um ato tão natural, saudável e que expressa tanto amor entre mãe e filho tem mais é que ser estimulado e não discriminado.

Para assinar a petição para que essa lei nacional se torne realidade basta acessar esse link.

Vamos lá. É rapidinho. Eu já assinei!

Beijos

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Lançamento SBB: Histórias Clássicas da Bíblia para adolescentes


As mais fantásticas e conhecidas histórias bíblicas estão reunidas neste lançamento da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que tem como alvo o público adolescente. As ilustrações são bem realistas e traduzem bem a dramaticidade das histórias, fazendo com que o leitor se transporte para as narrativas.

Histórias Clássicas da Bíblia reúne 24 passagens do Antigo Testamento e 19 do Novo Testamento. Escrito na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, o livro tem um texto de fácil compreensão e uma linguagem visual surpreendente, que despertará no jovem leitor mais interesse pela mensagem bíblica. Um jeito bem atraente de levar os adolescentes à Bíblia.

Beijos

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Com informações da Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 17 de julho de 2014

C&A lança coleção infantil confeccionada com algodão orgânico

Essa semana chegou às lojas da C&A uma novidade para o público infantil: a coleção Essentials Baby da Disney, toda elaborada com algodão orgânico. Pela plataforma de Sustentabilidade, a empresa foi a primeira no Brasil a lançar um programa contínuo de produtos, em suas lojas, utilizando essa matéria-prima. Além disso, tem também o compromisso de ampliar cada vez mais o uso do algodão orgânico no desenvolvimento das suas coleções. Esse material é cultivado sem o uso de fertilizantes químicos, pesticidas ou reguladores de crescimento.

Com essa prática, a C&A oferecerá produtos de qualidade com atributos sustentáveis, considerando aspectos como segurança e materiais com menor impacto ambiental.
Opções para as gatinhas. R$ 25,90 cada peça
Dentre as primeiras peças desenvolvidas estão os bodies da Disney, peças fashion e confortáveis, indispensáveis no dia a dia dos bebês. O destaque fica por conta dos modelos com decote americano. Além dessas peças, a coleção conta ainda com calças de punho e pezinho.

Para essa linha, a cartela de cores é bem ampla. As meninas ganham tons de rosa e os meninos, modelos em azul, vermelho e verde acompanhado de novidades do universo infantil, que fará sucesso no guarda-roupa dos pequenos.

A coleção vem acompanhada de tags personalizados contendo informações especificas sobre os produtos ecologicamente corretos. As etiquetas mencionam também que todos os tecidos dessas peças são 100% naturais.

A coleção Essentials Baby da Disney foi lançada no último dia 15 e está à venda nas lojas da rede de todo o Brasil. Os preços variam de R$ 13,90 (calças) a R$ 15,90 (bodies). Bem acessível.

Beijos

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Com informações da Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Como organizar a rotina diária de arrumação da casa

Imagem por Josh Engroff
Todo mundo tem mais ou menos uma rotina para limpar e arrumar a casa. Algumas pessoas começam passando uma vassoura nos cômodos, outras preferem tirar o pó dos móveis primeiro e tem gente que já começa colocando roupa para lavar. Cada um do seu jeito, todo mundo acha mais ou menos uma rotina de limpeza e arrumação.

Mas a verdade é que quando os filhos chegam, tudo muda. As prioridades são outras e nenhuma mãe vai pensar duas vezes na hora de decidir se prepara o café das crianças ou se varre a casa. Além disso, parece que todas as superfícies da casa passam a ser ocupadas por brinquedos ou qualquer objeto que marque terreno. Sim, porque os filhos tomam conta do universo da gente e não tem mais volta.

Então como se (re)organizar para limpar e arrumar a casa em meio a tantas mudanças? Afinal, quando tem criança em casa, a bagunça pode ir se acumulando e ficando cada vez mais difícil de controlar. Fazer faxina então, pode se tornar um luxo.

Mas não se desespere. Tudo na vida tem um jeitinho para facilitar ou ajudar. Neste caso, alguns minutinhos de rotina já resolvem muita coisa. Quer ver só?

-         - Dê uma volta rápida pela casa e faça uma lista com todas as tarefas que você acha que precisam ser feitas. Nem se preocupe se a lista ficar muito grande, porque você vai dar conta dela sem nem perceber.
-         - Coloque nessa lista qualquer tarefa, desde aquelas mais corriqueiras até as mais estranhas, como por exemplo limpar as luminárias do teto!
-         - Agora é só colocar na frente de cada tarefa a frequência que você acha que elas precisam ser feitas. Lembre-se que essa parte varia muito em cada casa. Por exemplo, pode ser que a sua necessidade seja dar conta de lavar todas as fraldas e roupinhas de bebê diariamente, enquanto outras mães já estão mudando prioridades para conciliar o horário de ajudar nas tarefas escolares.
-         - Depois que definir o que precisa ser feito diariamente, espalhe pelos dias da semana as atividades que sobraram como semanais ou mensais, mais ou menos assim:

Segunda-feira
§  Arrumar a cama (diária)
§  Lavar a louça (diária)
§  Tirar o lixo (diária)
§  Limpar a máquina de lavar (mensal)

-   Fixe a sua lista de tarefas em um lugar visível como a porta da geladeira e tente segui-la todos os dias. Elas não precisam ter horário certo, mas sempre que tiver um tempinho na correria, livre-se de uma dessas obrigações. São pequenas e rápidas tarefas como arrumar a cama ou passar um pano úmido no fogão, que mantém o aspecto geral de limpeza e arrumação.

Se as crianças forem maiorzinhas e com a colaboração do marido essas tarefas também podem ser divididas, por que não? Organize também um tempinho diário para recolher as coisas que estão fora do lugar, como sapatos no meio da sala ou brinquedos pelo chão. Não precisa muito. Quinze a vinte minutos já resolvem e diminuem consideravelmente a bagunça e a chance de ela se acumular para outro dia. Ter em mãos uma cesta ou caixa ajuda muito nesta tarefa!

No mais, para evitar a neurose da arrumação, desapegue! Nem sempre é necessário tirar o pó dos móveis e o melhor tempo gasto é aquele junto com a sua família, curtindo o que eles têm de melhor: a vida!  

Beijos

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terça-feira, 15 de julho de 2014

Nossos sinceros agradecimentos

Esse foi o comentário que ela mesmo deixou lá no post,
ao final da votação. #lindademãe
Essa semana, estive aqui pedindo a vocês um votinho, uma curtida num post no Face para votar em minha pequena Beatriz. Quero, ou melhor, queremos agradecer a cada um de vocês pelo carinho, a atenção de ter ido lá no link deixar seu votinho. Gente próxima, gente que a gente não via há algum tempo, amigos, parentes, amigos dos amigos, gente que a gente nem conhecia. Muito obrigada, mesmo, de coração!!!!

Foram 296 curtidas. Vixe, como é bom sentir que temos 296 pessoas ligadinhas e que gostam da gente! Isso é maravilhoso. Não tem como agradecer. Eu, o papai Alex e Beatriz ficamos muito felizes com o carinho de cada um de vocês. Não foi dessa vez que ela foi selecionada. Mas há quase oito anos está escolhida nos nossos corações para alegrar os nossos dias. 

Afinal, ela é Beatriz. E Beatriz é aquela que faz a gente feliz!

Beijos

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Aspiração de corpo estranho

Uma das coisas mais assustadoras pra mim como mãe e quando vejo que as meninas estão engasgadas. Aí, dá uma aflição. Na hora nunca vem à cabeça exatamente o que fazer, todas aquelas manobras que a gente vê os bombeiros ensinando em matérias na TV ou que ouvimos em palestras. É tanta agonia que dá nisso. Mas li esse artigo e achei bem legal e decidi compartilhar com vocês. Achei bem útil e esclarecedor.

“Corpo estranho (CE) é qualquer objeto ou substância que inadvertidamente penetra o corpo ou suas cavidades. Pode ser ingerido ou colocado pela criança nas narinas e conduto auditivo, mas apresenta um risco maior quando é aspirado para o pulmão.
Qualquer material pode se tornar um CE no sistema respiratório, e a maior suspeita de que o acidente ocorreu é a situação de engasgo. Isto ocorre quando a criança está comendo, ou quando está com um objeto na boca, habitualmente peças pequenas de brinquedos.

No Brasil, milho, feijão e amendoim são os grãos mais comumente aspirados na faixa etária pediátrica. Por outro lado, o material mais relacionado a óbito imediato por asfixia é o sintético, como balões de borracha, estruturas esféricas, sólidas ou não, como bola de vidro e brinquedos.

A aspiração de corpo estranho (ACE) é descrita principalmente nas crianças do sexo masculino, o que reflete uma natureza mais impulsiva e aventureira nos meninos. Predomina na faixa etária pediátrica entre 1 e 3 anos de idade, com mais de 50% das aspirações ocorrendo em crianças menores de 4 anos e mais de 94% antes dos sete anos.

É na idade até três anos que a criança não controla a mastigação e a deglutição de alimentos, pois não possui os dentes molares, estrutura importante na trituração de alimentos sólidos. A oferta de alguns tipos de alimentos a crianças pequenas, como amendoim, feijão, pipoca e milho, apresenta risco para a aspiração, pois as crianças vão degluti-los sem mastigar, e qualquer distração, risada, brincadeira ou susto pode precipitar o acidente. Além disso, a criança nesta idade possui o hábito de levar objetos à boca, como pequenos brinquedos de plástico ou metal, normalmente de irmãos mais velhos.

Logo após a aspiração de algum objeto, ocorre acesso de tosse, seguida de engasgo, que pode ou não ser valorizado pelos pais. A aspiração também deve ser considerada quando ocorre o primeiro quadro súbito de chiado no peito em crianças sem casos de alergia na família. Tosse persistente, chiado no peito, falta de ar súbita, rouquidão e lábios e unhas arroxeadas, são sinais sugestivos de que pode ter ocorrido a ACE.

Quando a ACE é parcial, a criança pode tossir e esboçar sons. Nesta situação, o melhor procedimento é a não intervenção no ambiente doméstico e encaminhamento a um serviço de saúde, para o tratamento definitivo.

Quando a ACE é total, a criança não consegue esboçar qualquer som, está com asfixia, falta de ar importante e até com os lábios arroxeados. Nesta situação, deve-se proceder da seguinte maneira:

•Maiores de um ano: manobra de Heimlich, que consiste em compressões abaixo das costelas, com sentido para cima, abraçando a criança por trás, até que o CE seja deslocado da via aérea para a boca e expelido.
 •Menores de um ano: 5 percussões com a mão na região das costas, a criança com a cabeça virada para baixo, seguida de 5 compressões na frente, até que o CE seja expelido ou a criança torne-se responsiva e reaja.
•Se você conseguir visualizar o CE na boca, retire-o com cuidado, mas não tente ir às cegas com o dedo na boca, pois pode provocar lesões na região ou empurrar o corpo estranho para regiões mais baixas, e piorar o quadro de obstrução.

Recomendações de prevenção
•O que você deve fazer para evitar que seu filho engasgue?
•Não ofereça alimentos a crianças menores de 4 anos, sem amassar e desfiar as fibras.
•Não deixar pedaços de alimentos no prato, principalmente os arredondados.
•Os seguintes alimentos são de risco potencial para a aspiração: sementes, amendoim, castanha, nozes, milho, feijão, pedaços de carne e queijo, uvas inteiras, salsicha, balas duras, pipoca, chicletes.
•Mantenha os seguintes itens da casa, longe do alcance de crianças menores de 4 anos: balões, moedas, bolinha de gude, brinquedos com peças pequenas, bolas pequenas, botões, baterias esféricas de aparelhos eletrônicos, canetas com tampa removível.

O que você pode fazer para prevenir o engasgo e aspiração:
•Estar ciente das manobras de desobstrução que você pode fazer em casa, citadas acima.
•Insistir para que as crianças comam à mesa, sentadas. Evite alimentá-las enquanto correm, andam, brincam, estão rindo e não deixá-las deitar com alimento na boca.
•Corte os alimentos em pedaços bem finos e ensine a criança a mastigá-los.
•Supervisione sempre a alimentação de crianças pequenas.
•Fique atento às crianças mais velhas. Muitos acidentes ocorrem quando irmãos ou irmãs mais velhas oferecem objetos ou alimentos perigosos para os menores.
•Evite comprar brinquedos com partes pequenas e mantenha objetos pequenos da casa fora do alcance das crianças.
•Siga a recomendação da embalagem dos brinquedos, com relação à idade ideal para aquisição.
•Não deixe crianças pequenas brincarem com moedas.”

Achei dicas e informações muito úteis. Vamos ficar ligados!!

Beijos

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Fonte: Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP (publicado no site www.conversandocomopediatra.com.br)